9ª Rondônia Rural Show movimenta mais de R$ 2 bilhões e supera expectativas da organização

O valor superou as expectativas da organização, que esperava movimentar cerca de R$ 1 bilhão durante os seis dias de evento.

A 9ª edição da Rondônia Rural Show movimentou R$ 2,6 bilhões em negócios, segundo anúncio feito pelo Governo de Rondônia no último sábado (28). O valor superou as expectativas da organização, que esperava movimentar cerca de R$ 1 bilhão durante os seis dias de evento.

Depois de dois anos parada, por causa da pandemia da Covid-19, a Feira Internacional, considerada uma das maiores da região norte, bateu recorde de público e movimentações financeiras.

De acordo com a administração estadual, mais de 232 mil pessoas visitaram o Parque Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná (RO), entre os dias 23 e 28 de maio, também superando as expectativas quanto ao número de visitantes.

Durante o evento, o governo informou que para a 10º edição, o espaço para tecnologias, inovação e negócios para o agro será ampliado. Além disso, também foi anunciado a data da edição de 2023, que deve acontecer entre 22 a 27 de maio.

Relembre os valores movimentados na feira nos anos anteriores:

  • 1ª edição, em 2012, a feira movimentou R$ 186 milhões;
  • 2ª edição, em 2013, R$ 294 milhões;
  • 3ª edição, em 2014, R$ 530 milhões;
  • 4ª edição, em 2015, R$ 621,6 milhões;
  • 5ª edição, em 2016, R$ 485,2 milhões;
  • 6ª edição, em 2017, R$ 660 milhões;
  • 7ª edição, em 2018, R$ 533 milhões;
  • 8ª edição, em 2019, R$ 700 milhões;
  • 9ª edição, em 2022, R$ 2,6 bilhões.

Fonte: Assessoria

CN

Hildon Chaves prestigia inauguração de fábrica de argamassas em Porto Velho

Empreendimento promete gerar empregos e movimentar setor de construção civil

Porto Velho ganhou, oficialmente nesta terça-feira (19), um reforço na indústria de grande porte. O prefeito Hildon Chaves prestigiou a inauguração de uma fábrica de argamassas. A empresa em questão pertence a um grupo que é líder mundial em produtos para o mercado de construção civil.

A empresa, que produz argamassas industrializadas, já tem há alguns anos um Centro de Distribuição localizado no bairro Cidade Jardim, na BR-364.

Na ocasião, o prefeito demonstrou gratidão aos líderes do grupo francês por acreditar em Porto Velho. “A nossa obrigação é oferecer todas as condições para que outras empresas venham gerar empregos, renda e, sobretudo, riquezas na nossa capital. O simbolismo desta instalação é muito grande por motivar a abertura de outros negócios com muitas potencialidades”, afirmou.

O empreendimento proporciona cerca de 30 oportunidades de emprego direito e centenas de forma indireta, através dos representantes locais da marca. “Rondônia agora decolou. A cada dia estaremos ocupando o nosso local, lugar de protagonismo de direito àqueles que abraçaram e fizeram suas vidas aqui nesta terra”, acrescentou o prefeito.

PRESENÇA ESTRATÉGICA

Há nove meses no Brasil, o espanhol Javier Gimeno, é o CEO do Grupo Saint-Gobain na América Latina. Ele descreveu a importância da nova unidade industrial e logística, que vai atender a diversas cidades da região Norte. O investimento na fábrica gira em torno de R$ 20 milhões.

“Vejo nesta região um enorme potencial de desenvolvimento. A prioridade é garantir uma densa capilaridade industrial no Brasil. Isso se traduz em proximidade com nossos clientes, melhor atendimento e menor custo. Para consolidar a posição de liderança no mercado mundial da construção civil leve e sustentável, a nossa atividade precisa estar em todas as regiões, estados e grandes cidades como Porto Velho”, disse o CEO.

ESTRUTURA

De acordo com a empresa, o terreno conta com 65 mil metros quadrados. Segundo Renato Holzheim, diretor-geral na Saint-Gobain Produtos para Construção, a unidade é moderna, atualizada com todos os requisitos de segurança e sustentabilidade e alta tecnologia empregada. “Nosso segmento vive um momento positivo e de bastante crescimento e trazer essa novidade para Porto Velho é algo de extrema importância para todos nós”, acrescenta.

REGISTROS

O evento contou com a presença do vice-prefeito, Maurício Carvalho, do secretário municipal de Obras (Semob), Diego Lage, do secretário de Estado de Finanças, Luiz Fernando, e outras autoridades políticas e empresariais.

Fonte: Comdecom

CN

Volume de exportação de carne bovina de Rondônia aponta para novo recorde em 2022

Em 2021, os EUA compraram o equivalente a U$ 48 milhões em carne bovina, cerca de 6,2% de todo o volume exportado no período

Desde a criação da Agência de Defesa Saninária Agrosilvopastoril (Idaron), em 1999, com políticas de governo assertivas e firme parceria com o produtor rural, Rondônia tem desenvolvido uma pecuária forte que, em poucos anos, ganhou destaque no cenário nacional, tendo como principal oferta o boi verde, criado em pasto.

Com o reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, obtido em maio do ano passado junto a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o Estado passou a disputar mercados consumidores mais rentáveis e, consequentemente, conquistou regiões que, em médio e longo prazos, trarão ganhos comerciais à pecuária brasileira. O resultado é o aumento exponencial no volume de exportações que, já nos dois primeiros meses de 2022, tem apontado para um novo recorde de vendas para o mercado exterior.

O ambiente de negócios é visivelmente promissor e, a cada novo ciclo, avança para a conquista de clientes que, anos atrás, eram coadjuvantes na tabela de exportações, a exemplo dos Estados Unidos da América (EUA) que, em 2020, representava 0,8% da carne bovina vendida por Rondônia para o exterior. Hoje, em apenas dois anos, o país já é o segundo maior importador de carne bovina de Rondônia.

FOMENTO

Muito desse avanço na pecuária rondoniense deve-se a política de fomento implementada pelo Governo de Rondônia e pelas oportunidades de negócios geradas por meio de programas de incentivo e rodadas de negociações que permitem, ao produtor, a obtenção de crédito para trabalhar a melhoria genética do gado e das técnicas de manejo.

Um desses cases de sucesso é a Rondônia Rural Show, que em sua 9ª edição, é considerada a maior feira do agronegócio da região Norte e uma das mais expressivas do País. Com o tema “Mulheres do Agro”, a edição deste ano tem como meta valorizar o público feminino que ajuda a desenvolver a produção agropecuária rondoniense.

A expectativa para esta edição da feira, que vai acontecer de 23 a 28 de maio, no Centro Tecnológico Valdeci Rack, em Ji-Paraná, é de reunir cerca de 600 expositores entre comerciantes, vitrine tecnológica, pavilhão de agroindústria, artesanato e espaço empresarial industrial.

Como está prevista a participação das embaixadas do Chile, Peru, Bolívia, Estados Unidos, Filipinas, Indonésia e Malásia, a feira se firma como um oportuno espaço para negócios. A estimativa é que pelo menos 200 mil pessoas visitem os standes durante a feira tecnológica.

EVOLUÇÃO DA PECUÁRIA

De 2010 a 2021 foi registrada uma evolução do valor bruto da produção pecuária rondoniense de 4 para 12 bilhões de dólares. Quando na época da última edição da Rondônia Rural Show, em 2020, Rondônia atingiu 49 grandes mercados internacionais consumidores de carne bovina.

Em 2021, quando se registrou o pico da pandemia, condição que impediu a realização da feira tecnológica, a pecuária rondoniense conseguiu atingir apenas 34 mercados internacionais, mas este ano a expectativa é que as vendas dobrem, visto que, em apenas dois meses, as exportações já chegam a 39 mercados; situação que deve ser ampliada com as negociações que serão feitas na Rondônia Rural Show.

“Hoje, os três maiores consumidores da carne produzida em Rondônia são: a China, Estados Unidos e o Egito, que representam 62% do que já foi exportado em janeiro e fevereiro. A expectativa é que esse cenário se mantenha e que novos países, como Japão, União Europeia e Coreia do Sul, passem a comprar nossa carne”, acentua Julio Peres.

Fonte: Secom

CN

Desaceleração da China deve afetar Brasil, diz presidente do BC

Declaração online foi promovida pelo Canal AgroMais

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse ontem (21) que a desaceleração da economia da China deverá dificultar o crescimento do Brasil e dos demais países da América Latina. De acordo com Neto, a pandemia de covid-19, a crise imobiliária chinesa e o envelhecimento de sua população estão entre os principais fatores da queda de crescimento do país asiático.

“Acho que a preocupação é que um crescimento menor na China possa dificultar o crescimento da América Latina e o crescimento do Brasil. Acho que o ponto principal é entender que esse processo vai acontecer de tal forma, e tomar as medidas, e se reinventar para que isso tenha o mínimo de efeito possível”, disse o presidente do BC, em palestra online promovida pelo Canal AgroMais.

“A gente começa a ver, e a própria autoridade chinesa tem dito, que a gente vai ver um crescimento da China mais perto do crescimento mundial, não tão descolado, ainda que seja acima”, acrescentou.

Inflação

O presidente do BC voltou a destacar que a tendência de inflação no Brasil ainda é de crescimento. Segundo ele, o aumento de preços no país está sendo impulsionado principalmente pela área de energia. Os dados citados por Neto são de janeiro, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

“A gente vê de fato uma tendência de inflação que ainda é crescente. A inflação do Brasil, de fato, foi uma das mais elevadas do mundo, 10,4%, mas o Brasil teve a maior inflação de energia do mundo, de 5,8%. E se a inflação do Brasil de energia tivesse sido a média dos outros países [em torno de 2%], a nossa inflação também teria sido igual a dos outros países [em torno de 6,7%]. Basicamente o que levou a inflação do Brasil acima da média foi energia”, disse.

Os dados do BC utilizados por Neto fazem comparação da inflação brasileira de janeiro de 2022 (10,4%), no acumulado dos últimos 12 meses, com os últimos números disponíveis da inflação da Turquia, 36,1%; Rússia, 8,4%; Chile, 7,9%; Estados Unidos, 7,5%; Colômbia, 6,9%; Espanha, 6,5%; Peru, 6,4%; África do Sul, 5,9%; Holanda, 5,7%; Índia, 5,6%; área do Euro, 5%; Alemanha, 4,9%; Itália, 4,8%; França, 2,9%.  

Fonte: Valéria Aguiar A/B

CN

Abono salarial deve injetar R$ 20 bi na economia a partir de terça (8)

PIS/Pasep será pago de 8 de fevereiro a 31 de março; para economistas, o valor deverá ser utilizado em bens essenciais

O governo federal estima que o abono salarial PIS/Pasep deverá injetar R$ 20 bilhões na economia a partir desta terça-feira (8), quando começa o calendário de pagamento. De acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência, o benefício deverá ser pago a 22 milhões de trabalhadores.

Terão direito ao benefício as pessoas inscritas no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, que trabalharam formalmente por pelo menos 30 dias em 2020 e que recebem até dois salários mínimos (R$ 2.424).

O abono salarial ano-base 2020 será pago de 8 de fevereiro a 31 de março deste ano, de acordo com o mês de aniversário dos trabalhadores, em uma parcela proporcional ao período trabalhado com carteira assinada. O valor pode variar de R$ 101 a R$ 1.212.

Por isso, a estimativa da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e da FecomercioSP (Federação do Comércio de São Paulo) é que o abono seja gasto na sua totalidade em bens essenciais, como alimentos e remédios. 

Todo dinheiro que entra, seja abono salarial, FGTS liberado em áreas alagadas, Auxílio Brasil, aumento da aposentadoria com o novo salário mínimo, tudo isso ajuda e compensa pelo menos em parte a queda dos salários. Não vai produzir nenhuma alta no consumo, porque as pessoas estão mais endividadas e cautelosas. Mas vai ajudar especialmente o comércio de alimentos, de gêneros mais essenciais e de produtos de menor valor.

No entanto, o comércio de produtos de maior valor vai ficar mais difícil, explica o economista. Com o aumento da taxa Selic a 10,75% ao ano, o valor das prestações tende a aumentar. “Por isso, o abono pode ajudar mais a venda de produtos de menor valor, especialmente alimentos”, avalia Solimeo.

Para ele, todo dinheiro adicional que entra no mercado é importante, principalmente porque a massa salarial não vem crescendo no mesmo nível da inflação. “O aumento de emprego está sendo com salários menores. Então essas injeções todas são bastante importantes, mas não vão produzir um estouro de consumo”, acredita o economista.

O Auxílio Brasil, que é pago atualmente a 17,5 milhões de pessoas em parcelas mensais de R$ 400, terá efeito bem menor sobre o comércio do que o auxílio emergencial, que em 2020 pagou mais de R$ 290 bilhões em nove parcelas e, em 2021, mais R$ 60 bilhões em quatro parcelas.

O abono tem maior influência sobre as menores rendas e a propensão é que essas pessoas gastem 100% do valor, de uma forma geral, nos setores de bens essenciais. Esse recurso para os mais pobres será usado para básicos, como supermercados, farmácias e alguma coisa de material de construção. Vamos ter bom desempenho, mas não crescimento.

Segundo Pina, a perspectiva para o varejo e para a economia como um todo depende do desempenho de emprego, renda e investimentos, que neste ano não é muito positivo. “Na verdade, o que interessa mesmo é qual a perspectiva de crescimento, que é de zero a 0,5%, o que não será muito diferente para o varejo, até porque em especial neste ano o varejo tende a começar a competir com o setor de serviços, que ainda não se recuperou completamente”, analisa  o economista.

Quem tem direito ao abono

Para ter direito ao benefício, é preciso estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado formalmente (com carteira assinada) no mínimo 30 dias em 2020 e receber até dois salários mínimos (R$ 2.424). Também é necessário que os dados tenham sido informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no esocial, conforme a categoria da empresa.

Trabalhadores do setor privado inscritos no PIS receberão o abono salarial deste ano no período de 8 de fevereiro a 31 de março, pela Caixa. Para servidores públicos, militares e empregados de estatais inscritos no Pasep, o pagamento vai de 15 de fevereiro a 24 de março, pelo Banco do Brasil.

Já aqueles que moram em municípios em situação de emergência por causa das chuvas vão receber o valor no dia 8, independentemente da data de nascimento.

Confira abaixo as datas de pagamento

PIS

Nascidos em janeiro – 8 de fevereiro
Nascidos em fevereiro – 10 de fevereiro
Nascidos em março – 15 de fevereiro
Nascidos em abril  – 17 de fevereiro
Nascidos em maio – 22 de fevereiro
Nascidos em junho – 24 de fevereiro
Nascidos em julho – 15 de março
Nascidos em agosto – 17 de março
Nascidos em setembro – 22 de março
Nascidos em outubro – 24 de março
Nascidos em novembro – 29 de março
Nascidos em dezembro – 31 de março

Pasep

Finais de inscrição 0 e 1 – 15 de fevereiro
Finais de inscrição 2 e 3 – 17 de fevereiro
Final de inscrição 4 – 22 de fevereiro
Final de inscrição 5 – 24 de fevereiro
Final de inscrição 6 – 15 de março
Final de inscrição 7 – 17 de março
Final de inscrição 8 – 22 de março
Final de inscrição 9 – 24 de março

Valor

Espécie de 14º salário, o valor do abono é proporcional ao período em que o empregado trabalhou com carteira assinada em 2020. Cada mês trabalhado equivale a um benefício de R$ 101, com períodos iguais ou superiores a 15 dias contados como mês cheio. Quem trabalhou 12 meses com carteira assinada receberá o salário mínimo total, de R$ 1.212.

Os trabalhadores da iniciativa privada inscritos no PIS e nascidos nos meses de janeiro a junho e os trabalhadores dos municípios afetados pelas chuvas nos estados da Bahia e de Minas Gerais  podem consultar as informações pelo aplicativo Caixa Tem e pelo atendimento Caixa ao Cidadão (0800 726 0207).

No caso dos trabalhadores vinculados ao Pasep, a consulta do saldo é na página Consulte Seu Pasep. Há também a opção de ligar para a Central de Atendimento do Banco do Brasil (4004-0001, capitais e regiões metropolitanas, ou 0800 729 0001, interior).

O serviço de consulta também pode ser feito pelo link www.gov.br/pt-br/servicos/sacar-o-abono-salarial, bem como pelo telefone 158, do Ministério do Trabalho e Previdência, e pelo atendimento presencial nas unidades regionais da pasta.

Fonte: R7

CN

Pesquisa de preço pode gerar economia na ceia de Natal, aponta Procon Rondônia

Objetivo do Procon é identificar a variação de preços e orientar o consumidor

O Natal se aproxima e muitas vezes os gastos extras com os produtos para a ceia geram preocupação em boa parte dos consumidores. Com o objetivo de orientar os rondonienses, o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (Procon/RO) realizou em todo o Estado, entre os dias 6 e 14 de dezembro, uma pesquisa de preço com os produtos mais comuns às festividades de fim de ano.

Por meio deste tipo de levantamento, o Procon alerta os consumidores e incentiva a pesquisa de mercado como possibilidade real de economia. É o que destaca o coordenador estadual do Procon, Ihgor Rego.

“O Procon tem por missão institucional harmonizar as relações de consumo. Mas não apenas isso, exerce uma importante missão de defesa do consumidor e orientação de consumo. Quando datas comemorativas se aproximam, como é o caso do Natal agora, nós fazemos o acompanhamento do mercado para entender como estão sendo anunciados e ofertados produtos que compõe a cesta natalina, ou seja, tudo aquilo o que é comum comprarmos para o final de ano”.

PESQUISA DE MERCADO 

De acordo com Ihgor Rego, hoje existem muitos instrumentos que facilitam a vida dos consumidores brasileiros e um deles é o aplicativo Menor Preço Brasil, lançado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e disponível para diversos estados brasileiros. Ao baixar o aplicativo, os rondonienses devem buscar o “Menor Preço Brasil – Módulo Rondônia”.

“Por meio desse aplicativo é possível ter acesso a todas as vendas realizadas em Rondônia, de acordo com a região. O consumidor consegue fazer uma pesquisa com base nessas informações disponibilizadas, a fim de determinar onde está sendo comercializado o mesmo produto, com o menor preço. Isso é muito importante, pois o consumidor, sem sair de casa, consegue entender onde comprar o mesmo produto pelo menor preço”, explica.

Fonte: Procon

CN

Nova iluminação de LEDs na capital traz economia aos cofres públicos de Rondônia

Os trabalhos, iniciaram em setembro desse ano e seguem em andamento.

As principais avenidas de Porto Velho já contam com uma iluminação pública mais moderna e econômica. As vias receberam luminárias leds através do Programa de Eficiência Energética (Proled), idealizado pela Prefeitura.

A primeira etapa do programa conta com um investimento total de R$ 5 milhões. Parte desse valor, R$ 1,5 milhão, foi convertido nas primeiras ações. Os trabalhos, desenvolvidos pela Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), iniciaram em setembro desse ano e seguem em andamento.

Na última semana, a Prefeitura iniciou a instalação de 92 pontos na avenida Jatuarana, no trecho entre a rua da Beira e avenida Campos Sales. O objetivo é substituir toda a iluminação por luminária led.

Ao todo, o programa irá contemplar as dez principais avenidas da capital. Entre os trabalhos já realizados estão as avenidas Lauro Sodré, Calama, Farquar e José Amador dos Reis.

Segundo o presidente da Emdur, Gustavo Beltrame o principal destaque da nova iluminação é a economia de até 70% na conta de iluminação pública.

“Só a troca das luminárias na avenida José Amador dos Reis trará uma economia de R$158 mil por ano aos cofres públicos. A garantia da luminária, dada pelo fabricante, é de oito anos e a Prefeitura está empenhada com os trabalhos buscando oferecer o que há de melhor e mais moderno no mercado”, afirma.

A estimativa é que o valor total investido seja pago em até quatro anos, através da economia estimada com a substituição pelas luminárias de led. Ao todo, o gasto para manter a iluminação das vias públicas, entre avenidas, ruas, bairros e distritos é de aproximadamente R$2,5 milhões de reais por mês.

“Com a implantação das leds, poderemos reduzir essa conta para próximo de R$750 mil ao mês. Com isso, teremos recurso para comprar novas luminárias e contemplar mais pontos da cidade”, destacou Beltrame.

A luminária led possui uma tecnologia com melhor qualidade que uma luminária comum, garantindo mais durabilidade e redução nos trabalhos de manutenção. Após a conclusão dos trabalhos nas avenidas, um novo cronograma será elaborado para atuação nos bairros, levando em conta vários critérios, como o fluxo de veículos.

Fonte: Comdecom

CN

Para conter inflação, juros básicos podem ter maior alta em 21 anos

Qualquer elevação da Selic em mais de 1 ponto percentual será a maior desde o salto de 3 pontos percentuais do fim de 2002

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) se reúne na próxima semana para decidir qual será a taxa básica de juros vigente na economia brasileira até o final de outubro. Com os recentes saltos da inflação, algumas projeções já sinalizam para a maior alta da Selic desde 2002.

A decisão pela variação recorde após quatro avanços consecutivos dos juros, que levaram a Selic ao atual patamar de 5,25% ao ano, deve levar em conta as surpresas trazidas pela alta disseminada da inflação dos últimos meses.

Somente em agosto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,87% e registrou a maior alta para o mês dos últimos 21 anos. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação dos preços encostou nos 10%, patamar já superado em oito capitais brasileiras.

A alternativa pela elevação da taxa de juros é o instrumento de política monetária mais utilizado para reduzir a inflação. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam outras alternativas de investimento.

Nesta terça-feira (14), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que o plano da autoridade monetária para combater a inflação mira horizonte mais longo e vai “fazer o que for necessário” para devolver o índice de preços à meta estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Ainda assim, ele disse que o BC não terá reações precipitadas a cada novo dado inflacionário.

“A gente tem um instrumento na mão que vai ser usado da forma como ele precisa ser usado e a gente entende que a gente pode levar a Selic até onde precisar ser levada para que a gente tenha uma convergência da meta no horizonte relevante”, afirmou Campos Neto em evento do banco BTG Pactual.

Entre as instituições financeiras ouvidas pelo BC, a mediana das expectativas até o final da semana passada apontam que a Selic vai subir para 6,25% ao ano, resultado de uma nova variação de 1 ponto percentual. No entanto, já existem apostas de que a alta dos juros será de até 1,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa básica de juros a 6,75% ao ano.

O superintendente da assessoria econômica da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Everton Pinheiro de Souza Gonçalves, avalia que o veredito do BC deve elevar a taxa Selic em 1,25 ponto percentual na próxima quarta-feira (22), para 6,5% ao ano.

“A deterioração do balanço de riscos em relação à reunião anterior para inflação exige um aperto maior. Desse modo a nossa expectativa é de aumento de 1,25 ponto. Além disso, devem ocorrer mais elevações nas próximas reuniões do Copom, fechando o ano em 8,5%”, prevê Gonçalves.

Desde o início do século, a Selic só subiu mais de 1 ponto percentual em duas oportunidades, em junho de 2001 (de 16,75% ao ano para 18,25% ao ano) e em dezembro de 2002 (de 22% ao ano para 25% ao ano).

Em posição semelhante à do último relatório Focus, a chefe de economia da Rico, Rachel de Sá, afirma que o Copom deve manter o mesmo ritmo do último encontro e elevar a Selic para 6,25% ao ano, o que resultaria em um novo aumento dos juros nas próximas reuniões do grupo.

“Por enquanto, a nossa visão é de que a Selic vai terminar o ano em 7,25% ao ano, mas essa projeção tem viés de alta, que estamos observando com bastante cuidado, porque não achamos que o Banco Central precisa acelerar o passo das movimentações”, afirma Rachel.

Fonte: R7

CN

BC aumenta projeção de crescimento da economia de 3,6% para 4,6%

Inflação deve chegar a 5,82% ao final de 2021, acima da meta

O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 3,6% para 4,6%. A informação consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado hoje (24) e, segundo o órgão, apesar da intensidade da segunda onda da pandemia de covid-19, os indicadores recentes da atividade econômica interna continuam mostrando evolução mais positiva do que o esperado.

“Adicionalmente, a recuperação parcial da confiança dos agentes econômicos, as medidas de preservação do emprego e da renda, o prognóstico de avanço da campanha de vacinação, os elevados preços de commodities [produtos primários com cotação internacional] e os efeitos defasados do estímulo monetário indicam perspectivas favoráveis para a economia”, diz o relatório. 

Modelos matemáticos do BC também indicam que recentemente houve uma redução da sensibilidade da atividade econômica à intensidade da pandemia, fato que pode estar ligado à surpresa positiva com os dados da atividade no período.

No primeiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1,2% em relação ao trimestre anterior, segundo o BC, retornando ao patamar do último trimestre de 2019, antes da pandemia, com resultados positivos nos três setores da economia: serviços, agropecuária e indústria. 

“O desempenho positivo ocorreu a despeito do ambiente de recrudescimento da pandemia da covid-19 e da retirada do auxílio emergencial para pessoas em situação de vulnerabilidade, superando as expectativas que grande parte dos analistas econômicos tinha na data do último Relatório de Inflação [em março]”, explicou o BC.

Oferta de bens e serviços

No mesmo sentido, a autoridade monetária espera que os programas do governo de auxílio às empresas preservem a oferta de bens e serviços no médio prazo e que a nova rodada de auxílio emergencial e a antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas auxiliem a preservação do consumo das famílias, especialmente no segundo trimestre e no início do terceiro.

Por outro lado, segundo o Banco Central, apesar da redução significativa dos riscos para a recuperação econômica, ainda há bastante incerteza sobre o seu ritmo de crescimento. Entre os fatores que podem diminuir a taxa de expansão estão o risco de surgimento ou disseminação de novas variantes de covid-19, com novas medidas temporárias de distanciamento social, a dificuldade para obtenção de insumos e os custos elevados em algumas cadeias produtivas, além de eventuais implicações da crise hídrica, a pior que o país vive em 90 anos.

“A crise hídrica na bacia hidrográfica do Paraná pode ter implicações negativas para a geração de energia elétrica, para além do aumento de preços decorrente do maior acionamento de usinas termoelétricas”, diz o relatório.

Alta da inflação

Já a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar 2021 em 5,82%, no cenário com taxa de juros (Selic) em 6,25% ao ano em 2021 e 6,5% ao ano em 2022 e câmbio partindo de R$ 5,05. No relatório anterior, em março, a projeção era 5%. O BC também projeta que a inflação deve ser de 3,8% em 2022 e 3,25% em 2023.

A estimativa está acima da meta de inflação para este ano que é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%. “Análise desagregada das projeções dos analistas mostra que a revisão altista da projeção abrangeu preços de alimentos, bens industriais e preços administrados, em particular gasolina e energia elétrica”, afirma o relatório do BC.

“A inflação de curto prazo manteve-se pressionada, com destaque para a continuidade da alta dos preços das commodities, para a persistência do cenário de restrições de oferta de alguns materiais e insumos e para a deterioração do cenário hídrico, que tem rápida repercussão sobre o preço da energia elétrica mediante o acionamento de bandeiras tarifárias. Esses fatores mais do que compensaram os efeitos desinflacionários do recrudescimento da pandemia sobre os preços de serviços e da recente apreciação do real”, explicou.

Em maio, o IPCA fechou em 8,06% no acumulado de 12 meses. No trimestre encerrado em maio, a alta foi de 2,08%, acima do patamar compatível com a meta de inflação e acima da previsão divulgada no Relatório de Inflação anterior, de 1,75%. A taxa foi, contudo, inferior à observada no trimestre anterior, de 2,48%.

Em 2020, a inflação fechou em 4,52%, acima da meta de inflação para o ano, de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância, de 2,50% a 5,50%.

Com a alta da inflação, o Banco Central elevou pela terceira vez consecutiva a taxa básica de juros, a Selic, de 3,5% para 4,25% ao ano. A instituição também sinalizou que deve promover nova alta na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em agosto.

Esse é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.

Por Andreia Verdélio – Agência Brasil

CN

Especialistas garantem que Bolsonaro e Guedes salvaram a economia do país

Só em abril a indústria automobilística cresceu 8%, segundo dados do ministério da economia

A retomada definitiva do crescimento da economia brasileira ainda durante a pandemia, como se viu nesse primeiro trimestre de 2021, na alta de 1,2% no PIB (Produto Interno Bruto), teve como principal ator o próprio governo federal segundo especialistas ouvidos em reportagem da Revista Oeste.

Entre as ações rápidas e precisas, apontadas pelo diretor executivo da Federação das Indústrias de São Paulo, André Rebelo, as flexibilizações de regras trabalhistas, como “a suspensão de contratos, com redução de salários e jornadas” e ainda a ajuda financeira, por meio de verbas públicas para a complementação de salários, teria dado o fôlego suficiente para que as empresas sobrevivessem e demitissem menos do que o esperado, após sofrer com as políticas do fique em casa, determinadas por prefeitos e governadores.

Rebelo disse ainda que o atraso no recolhimento de impostos das empresas, a oferta de linhas de crédito para capital de giro, a juros baixos, e injeção de cerca R$ 300 bilhões em auxílio emergencial, permitiu que o dinheiro permanecesse em circulação, garantindo o consumo e, por consequência, o funcionamento das linhas de produção.

Ainda segundo os especialistas ouvidos pela Oeste, entre eles, Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o crescimento será visto com mais força em determinados setores, como de veículos automotores, afetado principalmente pela falta de insumos para a produção de peças. Só em abril a indústria automobilística cresceu 8%, segundo dados do ministério da economia, o que deve se repetir quando do anúncio dos números referentes a maio.

A retomada do crescimento em “V”, preconizada pelo ministro da economia Paulo Guedes, em meados de 2020, em pleno auge da pandemia do vírus chinês, se confirma, e mostra a sintonia perfeita entre o presidente Jair Bolsonaro e sua equipe de primeiro escalão.

Vale destacar que, na via das boas notícias, a agência americana de classificação de crédito, Fitch Ratings, acaba de elevar a previsão de alta do PIB brasileiro em 2021, de 3,3% para 5%.

E a esquerda pira!

Fonte: JCO

CN
1 2 3 7