Pazuello diz estar à disposição para depor à CPI da Covid

Ex-ministro da Saúde, general diz que prestará todos os esclarecimentos necessários à comissão de inquérito, se chamado. Requerimento será lido em plenário do Senado esta semana

O ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, que está de volta à sua atividade militar na Amazônia, declarou a assessores que comparecerá à comissão parlamentar de inquérito do Senado. A investigação será constituída para apurar sua gestão no ministério da Saúde, inclusive o colapso do oxigênio hospitalar ocorrido em Manaus. A expectativa é que o requerimento de CPI seja lido em plenário nesta terça-feira, pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM/MG). O ato formaliza a criação da comissão de inquérito, mas a instalação depende de indicação partidária dos seus integrantes.

Nesta quarta, o pleno do STF julgará recurso do Cidadania que pede a imediata instalação da CPI. Decisão monocrática do ministro Roberto Barroso acatando o recurso foi proferida na semana passada.

Pazuello repetirá aos senadores as explicações apresentadas em depoimento ao inquérito que apura o assunto e também à Comissão Geral do próprio Senado. Nas ocasiões, o ex-ministro sustentou que o governo federal não estava informado do risco iminente de desabastecimento de oxigênio hospitalar em Manaus e que agiu imediatamente, assim que tomou conhecimento do fato.

O general também se prepara para explicar aos senadores outra polêmica: a da utilização de cloroquina e outros medicamentos como tratamento precoce para a Covid-19. O ex-ministro sustenta que nunca houve uma recomendação formal do Ministério da Saúde para a utilização do chamado kit-Covid, que inclui medicamentos de eficácia não comprovada para o tratamento da doença. Laboratórios militares foram utilizados, por determinação presidencial, para a fabricação e distribuição de grandes quantidades de cloroquina – fato que também será investigado pela Comissão de Inquérito.

“Esta roupa não me cabe”, declarou Pazuello em entrevista ao Jornal da Record, ao rebater as acusações de que houve má versação de recursos públicos ou má gestão da crise de Manaus, da parte do governo federal. Veja no link a seguir as explicações conhecidas do ex-ministro para os fatos que serão apurados pela CPI da Covid, no senado.  



Fonte: R7

Sem cargo no governo, Pazuello volta para o Exército

Ex-ministro da Saúde é general da ativa e responde no STF a inquérito que investiga a gestão dele na pandemia

O ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou para o Exército. O general da ativa, alvo de ação no STF (Supremo Tribunal Federal) pela gestão da crise sanitária, não conseguiu até o momento um cargo no governo federal e, nesta sexta-feira (26), o DOU (Diário Oficial da União) trouxe a informação de sua reintegração à corporação.

A portaria é assinada pelo comandante Edson Leal Pujol e afirma que o retorno do militar aos quadros das Forças Armadas passa a contar a partir do dia 23 de março.

No quarta-feira (24), o ex-ministro da saúde fez um balanço e também um desabafo ao deixar o cargo. Na despedida, revelou pressão política por verba e até um plano para tirá-lo do comando.

O general disse que fez o melhor que pôde, saiu em defesa do SUS e pediu aos auxiliares que permaneçam em seus postos. “É uma ordem, ninguém vai debandar. É o [Marcelo] Queiroga [novo ministro da Sáude] que decide. Estou passando o pacote completo.”

Apesar da ordem, foi publicada hoje no DOU a exoneração do número 2 da pasta, coronel Élcio Franco, do cargo de secretário executivo da pasta. A demissão foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro e por Queiroga.

Fonte: R7

Pazuello toma posse como novo ministro da saúde

Depois de quatro meses como interino, ministro será efetivado no cargo

O General do Exército Eduardo Pazuello, especialista em logística, assumiu interinamente o Ministério da Saúde no dia 16 de maio, após a saída de Nelson Teich do cargo.

Durante esse período, Pazuello defendeu o tratamento precoce de covid-19 e a autonomia de estados e municípios na adoção de políticas de isolamento social. 

Com ele à frente da pasta, o Ministério da Saúde estabeleceu uma nova diretriz com orientações para o uso precoce da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19, inclusive para casos leves.

Acompanhe ao vivo posse do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello:


O militar foi coordenador logístico das tropas do Exército durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, além de ter coordenado as operações da Operação Acolhida, que presta assistência aos imigrantes venezuelanos que chegam a Roraima fugindo da crise política e econômica no país vizinho.

Fonte: Liliane Farias A/B

Em Live, Governo diz que estados estão mais preparados para enfrentar pandemia

Ministro interino participou de live ao lado do presidente Bolsonaro 

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou ontem (6) que os estados estão mais preparados para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Ele participou da live semanal do presidente Jair Bolsonaro, transmitida pelas redes sociais. 

“A gente não tem uma solução imediata para o aumento [de casos], mas para o tratamento dos doentes, sim. Eu posso afiançar que o Sul do país está seguindo claramente essas posições que eu coloquei aqui quanto ao tratamento”, disse, em referência à mudança na diretriz do Ministério da Saúde, anunciadas no início de julho. 

Na ocasião, a pasta alterou o protocolo médico para pessoas que sentirem sintomas leves da doença, passando a solicitar que tais pacientes passem a procurar um médico. Antes, a diretriz indicava a busca por ajuda profissional apenas em caso de sintomas mais graves. 

“O que pode mudar a curva de óbito é você aplicar o aprendizado o mais rápido possível. E o aprendizado que nós mudamos foi: procure um médico imediatamente. O médico, de forma soberana, fará seu diagnóstico e vai prescrever os seus medicamentos. Se você piorar, deverá ir para uma estrutura de suporte ambulatório, não necessariamente será intubado. Para que você cumpra o ciclo viral sem a necessidade de respiradores”, disse o ministro.

Segunda fase

O ministro disse, durante a live, que o país enfrenta uma segunda fase da pandemia do novo coronavírus, que agora atinge com mais força os estados do centro-sul do país. 

“São duas etapas bem distintas. O Norte e o Nordeste do país foram impactados no começo do ano, de março até junho, e agora o impacto do centro-sul: Sudeste, Sul e Centro-Oeste, em alguns casos, em que nós vamos ter o recrudescimento, o aumento dos casos, e com isso necessidade de tratamento maior nesses estados, por causa do inverno. Tem a ver com o inverno no Sul, que aumenta os casos”, disse.

O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado ontem (5), mostra um aumento da média diária de infecções, principalmente nos estados do Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), cuja média diária de novos casos e óbitos pela doença cresceu 11%. Na Região Sudeste, o número de novos casos permaneceu estável na última semana, enquanto o de óbitos chegou a cair. No caso do Centro-Oeste, a média diária de óbitos subiu 8%.

O mesmo balanço também mostrou que houve uma redução de 7% na média nacional do número de novos óbitos na comparação com os dados da semana anterior. A  31ª semana epidemiológica (última semana de julho) teve 7.114 mortes e  a semana anterior teve 7.677. Foi a primeira vez desde o final de junho que o número semanal de óbitos caiu no país.

Vacina

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e aquisição da vacina contra a covid-19 que está sendo desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford []. 

Se a vacina for considerada eficaz, o governo brasileiro vai obter 100 milhões de doses e poderá iniciar uma campanha nacional de imunização no início de 2021.

Fonte: Fábio Massalli A/B

Ao vivo: Pazuello faz balanço do combate à covid-19 no Brasil

Dos 2,34 milhões de pessoas infectadas no país, 67,9% se recuperaram

Neste momento, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, e o secretário executivo Elcio Franco, participam de entrevista online sobre as ações para saúde indígena e divulga balanço de medicamentos, equipamentos e insumos entregues para auxiliar estados e municípios na pandemia da covid-19. 

O Ministério da Saúde fez um balanço hoje (24) dos gastos para iniciativas próprias e repasses a estados para ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Segundo o órgão, foi executado até o momento 46% da dotação orçamentária aprovada para a pasta voltada especificamente ao combate à covid-19.

Desde 13 de março, foram editadas diversas medidas provisórias de créditos suplementares voltados a estratégias contra a pandemia, somando R$ 39,658 bilhões. Deste total, foram gastos R$ 18,417 bilhões.

O balanço ocorre na semana em que o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou a execução parcial dos recursos aprovados para o combate à covid-19 e questionou a falta de critério na destinação de verbas a estados.

O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou que a execução de orçamento está sendo feita com “transparência e planejamento” e argumentou que haverá novos gastos nos próximos meses. “Não é planilha de excel. Estamos no meio do ano, temos o 2º semestre pela frente”, acrescentou.

 “Temos processos de aquisição em que ainda não foram entregues ou tiveram serviços prestados. Precisamos disso para que eles sejam liquidados e pagos. Temos estratégias e fazemos dotação para cada uma delas. Prevemos orçamento e vamos descentralizando os recursos, como contratação de profissionais, habilitação de leitos e uma série de atividades que precisamos de uma reserva para atender demandas futuras ou de última hora”, justificou o secretário executivo da pasta, Élcio Franco.

Na entrevista coletiva, a equipe do Ministério da Saúde listou os problemas em cada crédito suplementar. Há casos de programas como centros comunitários e de referência que, segundo a pasta, há necessidade de adesão dos municípios.

Em outros casos, houve dificuldade para a aquisição de aparelhos, como ventiladores pulmonares, e equipamentos de proteção individual. Os créditos das Medidas Provisórias (MPs) 941 e 989 possuem saldos porque, conforme o Ministério da Saúde, as emendas parlamentares estão em análise.

O secretário executivo acrescentou que havia, em 30 de junho, o saldo de R$ 20,8 bilhões, sendo R$ 7,7 bilhões na esfera dos estados e R$ 13,1 bilhões na esfera dos municípios.

Entrega de equipamentos

A equipe do Ministério da Saúde também fez um balanço das entregas. Foram encaminhados 8.449 ventiladores pulmonares. As unidades de equipamento de proteção individual (EPI) repassadas até o momento somaram 208,5 milhões.

“Eles [equipamentos] são enviados a estados e municípios de acordo com critérios objetivos onde é feito diálogo com secretários com auxílio do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS). Eles são implantados onde há profissionais e onde busque salvar vidas”, comentou Franco.

Governador do RS testa positivo para covid-19

Diante do anúncio de que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), testou positivo para covid-19 e que a comitiva do Ministério da Saúde esteve com o governador em viagem nesta semana, a assessoria da pasta informou que nenhum dos integrantes do grupo apresentou sintomas e ressaltou que todos serão testados.

Acompanhe ao vivo

Farmácias estão proibidas de venderem sem receita medicamentos para Covid

Regras que proíbem a venda sem receita em farmácias de medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina foram publicadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As orientações estão na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 405/2020, publicada ontem no Diário Oficial da União . De acordo com a agência, a lista poderá ser revista a qualquer momento para a inclusão de novos medicamentos, caso seja necessário.

Fonte: Agência Brasil

Ministro Pazuello visita Porto Velho, e acompanha ações no combate ao covid-19

Ministro Interino da Saúde visitou na tarde de ontem (15), e se reuniu com o Governador Marcos Rocha que pontuaram sobre o balanço atual das medidas de enfrentamento.

Com intuito de conhecer a realidade de cada região para que as melhores experiências no combate ao coronavírus sejam levadas para todo o país, o ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, esteve na Capital rondoniense, Porto Velho, na tarde de segunda-feira (15), quando foi recebido pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha. Durante a estada, foi realizada uma breve explanação das ações que o Estado está desenvolvendo para combater a Covid-19 e um balanço do atual quadro das medidas.

O ministro também pontuou que triagem, diagnóstico clínico e medicação necessária e orientada o quanto antes são medidas que estão sendo colocadas em prática na guerra contra o coronavírus. Ele desembarcou na Base Aérea de Porto Velho juntamente com a comitiva que incluía o vice-governador do Acre, major Wherles Rocha. Após ser recebido pelo governador Marcos Rocha, houve o deslocamento para o Palácio Rio Madeira, visando uma rápida reunião que possibilitou um acompanhamento das ações desenvolvidas pelo Estado no enfrentamento à Covid-19.

Ministro Eduardo Pazuello esteve reunido com o governador Marcos Rocha na tarde de ontem.

Antes, o ministro esteve no vizinho estado do Acre, quando participou da  inauguração do hospital de campanha de Rio Branco, que conta com recursos do governo federal e faz parte do conjunto de ações daquele Estado.

Em recente entrevista a um portal de notícias,  o ministro enfatizou que faz parte do trabalho do Ministério da Saúde acompanhar as ações regionais visando fortalecer as estratégias do governo federal para que essa pandemia chegue ao fim com menos impactos negativos à saúde. Uma das medidas citadas, é a importância de se iniciar o tratamento contra a Covid-19 nos primeiros sintomas com a medicação antes que o quadro se agrave, alegando que Rondônia está à frente nesse quesito.

O governador Marcos Rocha, que esteve ao lado da primeira-dama e secretária da Seas, Luana Rocha, lembrou que o Estado tem recebido vários ministros e, inclusive, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que já esteve duas vezes em Rondônia, somente este ano.

“Estamos bem alinhados com o governo federal e trabalhando em conjunto para combater o coronavírus e gerar a economia no nosso país”, argumentou o governador.

A reunião no Palácio Rio Madeira contou também com a presença do secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, que fez uma explanação das medidas, até o momento, adotadas para combater a propagação da Covid-19. O ministro defende que quanto mais local de triagem tem, melhor.

De imediato, foram apresentadas ao ministro as ações recentes que estão sendo realizadas na Capital e municípios de Rondônia, a exemplo da ação Mapeia Rondônia, quando ocorre o drive thru, a exemplo do último final semana em que a medida atendeu a população de Cacoal.

O governador Marcos Rocha lembrou que o Ministério da Saúde tem garantido apoio e já, inclusive, enviou sete remessas de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), ventiladores mecânicos, dentre outros equipamentos para fortalecer a guerra contra a doença.

Nas redes sociais, o governador fez um apanhado de algumas medidas adotadas: “para o enfrentamento da Covid-19 já conseguimos ampliar a rede estadual com mais de 300 leitos clínicos e 124 UTIs; investimos em estruturas permanentes, que não serão desmontadas, pois existem outras doenças e problemas; entregamos medicamentos (incluindo a cloroquina) para todos os municípios que adotaram o direito o protocolo; entregamos testes rápidos para todos os municípios; além das ações diretas do Estado, como os drive-thrus de testagem e entrega de medicamentos, que colocaram Rondônia em destaque no país e entre os que mais testam entre os estados da federação”, deixou claro o governador Marcos Rocha.

Fonte: Secom-Ro

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