A “Enquete do K” é muito mais eficaz, eficiente e verdadeira que o novo instituto da família “Ibope”

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Eles afirmam que 61% não confiam em Bolsonaro, apenas 36% confiam

Diga-me, por favor: Você acredita nos institutos de pesquisas?

Viu aquela que o Senador Kajuru compartilhou nas redes sociais?

Ela é do IPEC, antigo IBOPE.

O Instituto disse que Bolsonaro é reprovado por 58% dos brasileiros. Apenas 38% aprovam. Eles afirmam que 61% não confiam em Bolsonaro, apenas 36% confiam.

Pois é, o Senador Kajuru compartilhou a reportagem sendo taxativo: não conheço esse Instituto e não confio na família Ibope.

Oras bolas! Em quem Kajuru acredita?

Dono de grande influência nas redes sociais, o senador, criou seu próprio sistema de ‘pesquisa’ e batizou com o nome de ENQUETE DO K.

Sempre que surgem dúvidas, Kajuru abre a enquete e conversa com gente de todo país.

Enquanto os institutos tiram suas bases em pouco mais de dois mil entrevistados, a famosa ENQUETE DO K alcança milhares de pessoas de norte a sul, com detalhe importante: quem vota é a própria pessoa e o resultado sai na hora.

Não é misterioso como os institutos que surgem com o resultado mas, não aparece ninguém que confirma a entrevista.

Vamos a algumas ENQUETE DO K.

Estarreça-se!

94%, num total de 29 mil votos é contra Alcolumbre a frente do CCJ, mesmo assim, adivinha o que aconteceu? Alcolumbre, se tornou presidente.

Quando perguntou sobre o caso Crivela, aparentemente, Kajuru se surpreendeu.

“Crivela é inocente ou não”? Essa foi a pergunta.

51%, dos mais de oito mil votantes, disse que “Sim”. Ou seja, apesar de apertado resultado, os eleitores acreditam na inocência do ex-prefeito.

Porém, quando saiu a pesquisa do “Paraná pesquisas” publicada na Veja, afirmando que 57% dos brasileiros acreditavam que as acusações contra Lula eram justas Kajuru deu um bugue: Vocês concordam? Questionou ele. Então quer dizer que 43% dos brasileiros acreditam na inocência de Lula?

Gente, é quase a metade.

Nesse instante surgiu mais uma Enquete do K.

Resultado: 90% dos 20 mil votos, disseram que as condenações contra Lula eram justas.

EU DISSE: 90% de 20 mil votos, contra 2264 entrevistados pela Pesquisa Paraná.

Na minha Rondônia essa diferença é chamada de: Lavada.

Quando Daniel Silveira foi preso, novamente a ENQUETE DO K entrou em ação.

Ao ser preso, as redes sociais nem falaram: gritaram.

O povo, totalmente contra a arbitrariedade do STF.

Após a decisão da Câmara que destruiu a vontade do povo, Kajuru perguntou:

A decisão dos deputados foi por rabo preso com o Supremo ou não?

83%, num total de 58 mil votos disseram que sim.

Diante de um quadro desse os deputados não deveriam se preocupar?

Outra enquete que destrinchou a vontade dos brasileiros foi o pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes.

Se você estiver em pé, SENTA PRA NÃO CAIR: 94% de 109 mil votos a favor do impeachment.

EU DISSE: 109 MIL VOTOS.

Pergunto: alguém tem dúvida desse resultado?

O senador Rodrigo Pacheco vai respeitar ou não a vontade dos brasileiros?

Talvez tenha outro politico que use enquete, mas não com tanta expressão e continuidade como Kajuru. Inteligentemente, através desse meio mantém a direção vinda dos cidadãos e ainda demonstra aos seus companheiros parlamentares o que o povo deseja.

Assim, cumpre o mandato dentro do princípio que dispõe a democracia.

Apesar de que, a maioria dos políticos, parece não se importar com o resultado, mesmo que seja estrondoso.

Foto de Josinelio Muniz

Po Josinelio Muniz*

* Josinelio é Formado em Teologia pela Faculdade Teológica Logos (FAETEL), matéria em que leciona na Comunidade Internacional da Paz – Porto Velho, RO. Bacharel em Direito pela (UNIRON) e Docente Superior pela (UNINTER).

Covid-19: vacina que deve ser cedida ao SUS se mostra eficiente em testes

Mais de 90% dos voluntários das primeiras fases do imunizante, que tem parceria com Butantan, desenvolveram anticorpos, segundo fabricante chinês

A empresa chinesa de tecnologia Sinovac Biotech anunciou que a vacina para covid-19 se mostrou eficiente e segura em testes de laboratório: mais de 90% dos voluntários que participaram das duas primeiras fases do imunizante desenvolveram anticorpos e nenhum deles apresentou efeitos colaterais graves. Participaram do experimento um total de 743 voluntários saudáveis com idades entre 18 e 59 anos.

A terceira e última fase de testes, considerada fundamental para comprovar a eficácia da vacina, será realizada no Estado de São Paulo em uma parceria da empresa chinesa com o Instituto Butantan.

Cerca de 9 mil voluntários participarão dos testes que se iniciam em três semanas. A vacina será cedida ao SUS (Sistema Único de Saúde) para distribuição gratuita, segundo divulgado pelo governo de São Paulo.

Nesta fase, os participantes serão divididos em dois grupos: metade tomará a vacina e metade receberá um placebo ou outro imunizante que não protege contra o novo coronavírus. Segundo o infectologista Alexandre Barbosa, chefe do departamento de Infectologia da Unesp, essa metodologia é chamada de ensaio clínico randomizado duplo cego.

“Nem os voluntários nem os pesquisadores sabem quem está recebendo a vacina para a covid-19, um imunizante não específico ou o placebo. Cada paciente recebe um número de identificação. No final da pesquisa, esses dados são abertos e só a partir daí é possível saber se quem tomou a vacina contra o novo coronavírus se protegeu mais do que quem tomou um imunizante não específico ou placebo”, afirma.

A vacina utiliza pedaços inativos do novo coronavírus. Segundo o especialista, por um lado, isso torna o imunizante mais seguro. “Atualmente quase não se produzem mais vacinas com o vírus ativado, pois pode-se obter o efeito contrário – infectar a pessoa da doença que se deseja prevenir –, sobretudo se o indivíduo tiver alguma doença imunossupressora, como Aids.”

Por outro lado, diz o médico, vacinas que se utilizam de pedaços de vírus ou um vírus morto não são tão eficientes. Nesses casos, é preciso adicionar ao imunizante os chamados adjuvantes, substâncias que melhorariam sua efetividade.

O adjuvante usado pelo laboratório chinês é uma formulação de alumínio, que “pareceu promover altas quantidades de anticorpos neutralizantes”, segundo artigo publicado na revista científica Nature no dia 4 de junho. O texto sugere ainda que o alumínio começou a ser estudado entre 1930 e 1940 e tem um histórico comprovado e incomparável de segurança e eficácia. Ainda não se sabe ao certo por que o elemento químico induziria esses altos níveis de anticorpos.

Fonte: R7

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