Emater inicia projeto de Consultoria para cadeia produtiva do leite em RO

Objetivo é fortalecer a cadeia produtiva do leite nos 52 municípios do estado de Rondônia

A Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) está iniciando um projeto de suma importância para o desenvolvimento e fortalecimento da cadeia produtiva do leite em Rondônia. Com ações voltadas para a melhoria da gestão, produtividade e qualidade da pecuária leiteira o Projeto de Consultoria Técnica e Gerencial para o Produtor Rural da Pecuária Leiteira (Consultec-Leite) visa, além de incentivar inovações com transferência de tecnologia e aplicação de práticas modernas, agregar valor ao produto e ampliar o acesso a novos mercados de forma sustentável.

Considerada um dos setores mais importantes do agronegócio rondoniense, a pecuária de leite vem se tornando cada vez mais competitiva e ganhando espaço no mercado consumidor. Os segmentos de produção, industrialização e comercialização de leite e seus subprodutos estão presentes em várias regiões do Estado e representam um importante papel na geração de emprego e renda para a população. Fortalecer a cadeia produtiva do leite é garantir não somente um incremento na economia do Estado, mas também oferecer aos produtores rurais, em especial os da agricultura familiar, a oportunidade de produzir mais, com eficiência e qualidade, ao mesmo tempo em que proporciona-lhes uma vida social e economicamente mais estável.

A pecuária é um dos setores mais importantes do agronegócio rondoniense

O Consultec-Leite chega com a proposta de fortalecer a cadeia produtiva do leite nos 52 municípios do Estado de Rondônia. Para isso, estão sendo planejadas ações que envolvem cinco eixos para garantir a estrutura do projeto. São eles: consultorias de gerenciamento; aperfeiçoamento profissional de técnicos e produtores; manejo nutricional, genético e sanitário; aumento da produtividade; e renda dos produtores rurais.

A proposta do projeto visa ainda promover o aperfeiçoamento e profissionalização técnica e gerencial dos produtores rurais levando para o campo a validação e transferência de tecnologias nas áreas de produção, manejo e sanidade animal. O fortalecimento das organizações sociais e produtivas também está entra as metas pré-estabelecidas e buscam promover o acesso ao crédito rural com incentivo às pesquisas para soluções de problemas que afetam a produtividade do rebanho leiteiro do Estado.

Para desenvolver essas ações, a Emater-RO conta com parceiros como: Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), para assistência técnica e gerencial junto com a autarquia; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para atuar em mercado, capacitação e eventos coletivos; Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que ficará responsável pela pesquisa e capacitação; e instituições financeiras para financiamento e transferência operacionalização de 5%; bancos oficiais. As ações serão coordenadas pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri).

O projeto vem sendo chamado de Agroleite e será somado às propostas de melhoria da produção e produtividade do leite, que já estão sendo desencadeadas através do Proleite, do governo estadual.

Com essas ações, o Governo, por meio da Seagri e da Emater, e seus parceiros, busca, além do fortalecimento da cadeia produtiva leiteira de Rondônia, produzindo um leite de qualidade e competitivo, trazer inovações tecnológicas e modernização ao setor.

Fonte: Emater-RO

Produtor rural se destaca com vendas de mandioca descascada e congelada em Chupinguaia

O empreendimento da mandiocultura produz 500 quilos por semana, e também conta com uma produção de café clonal. Tudo sob orientação e assistência técnica da Emater.

A agroindústria tem capacidade de produção de 700 quilos por semana

Há mais de sete anos recebendo orientações dos extensionistas da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO), a família do produtor rural Amirante Ferreira Alves, localizada na linha 115, estrada projetada, no município de Chupinguaia celebra a pequena agroindústria de beneficiamento da mandioca. Com uma mão de obra familiar formada por sete pessoas, o empreendimento produz 500 quilos por semana do produto agroindústria Primavera, congelado e embalado à vácuo.

Durante a visita técnica, o diretor presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, acompanhado do diretor técnico, Anderson Kühl e da equipe local, teve a oportunidade de comprovar o rendimento que o agricultor vem obtendo com a atividade, que faz parte do fortalecimento dos serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater) que o Governo de Rondônia vem priorizando dentro de seu plano estratégico para o desenvolvimento da agricultura no Estado.

As visitas estão sendo realizadas em vários municípios e em diversas atividades agroeconômicas, e o que se tem visto é que as políticas públicas estão trazendo saldo positivo para a família rural. “A proposta do Governo é a verticalização das informações com acompanhamento contínuo das ações que estão sendo realizadas no setor”, explica Brandão.

Em conversa com os visitantes, o produtor contou que inicialmente queria montar um abatedouro de aves, mas foi orientado pelos extensionistas da Emater-RO que a agroindústria familiar traria um melhor retorno, já que o custo e manutenção para a construção de uma sede seria mais vantajoso no momento. Assim, ele optou em implantar uma área de um hectare para produzir mandioca. Hoje, para atender a sua demanda ele adquire mandioca da produção de seus vizinhos.

A agroindústria Primavera é uma atividade essencialmente familiar, que gera empregos de forma direta e indireta na região. Trabalhando com um pouco mais de dois terços de sua capacidade total (a agroindústria tem capacidade de produção de 700 quilos por semana), senhor Almir, como é mais conhecido, participa do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), ambos incrementados pela política pública de governo para fortalecimento da agricultura familiar, e comercializa seu produto nos supermercados e feiras da região.

A propriedade da família Ferreira Alves, além da mandiocultura, produz ainda café clonal em uma área de 1,2 hectares, que foi iniciada sob orientação e assistência técnica dos extensionistas da Emater-RO, meio hectare plantado com coco e banana, além de três estufas de olericultura e um tanque para produção de peixes, um poço artesiano e um pequeno aviário, adquiridos através da linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, na linha Mais Alimentos e Pronaf Jovem.

Além da visita à propriedade e à agroindústria, a equipe de Emater-RO se reuniu com o presidente e diretor, no escritório local de Chupinguaia, para alinhar informações de ação dos serviços de assistência técnica e extensão rural com trabalho voltado para a propriedade familiar.

Fonte: Emater-RO

Programa de Aquisição de Alimentos contribui para geração de renda da agricultura familiar em RO

O intuito da ação é reforçar aos produtores e beneficiários do PAA, que o programa é uma prioridade do estado.

Entidades beneficiarias do Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e agricultores das proximidades de Porto Velho se reuniram no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Cotinha, na zona Sul da Capital, para realizar mais uma rodada de venda de produtos da agricultura familiar, e com entrega simultânea dos alimentos à entidades assistenciais e pessoas em situação de vulnerabilidade, cadastradas pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Família de Porto Velho, com previsão de atender mais de duas mil famílias.

O secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani,  esteve presente durante o início das entregas da segunda etapa do PAA federal, juntamente com o vice-presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), José de Arimatéia. O intuito é reforçar aos produtores e beneficiários do PAA, que o programa é uma prioridade do Governo de Rondônia.

Nesta segunda etapa executada neste ano de 2020, serão mais R$ 2.975.000,00  do Governo Federal, que somados aos recursos da primeira fase e do programa estadual serão mais de R$ 6 milhões investidos nesse importante serviço de assistência social.

O PAA remunera agricultores familiares e apoia com doação entidades civis filantrópicas

Além de característica de assistência social, o PAA é um programa de geração de renda para a agricultura familiar.  O presidente da Associação dos Chacareiros e Agricultor, Vanderlei Chocolate, agradeceu ao Governo de Rondônia e destacou que com o PAA, o agricultor tem segurança no seu trabalho de cultivar a terra e produzir alimentos, produtos de grande perecividade, que muitas vezes enfrentam dificuldades para ser comercializados por um preço justo.

O vice-presidente da Emater-RO, José de Arimatéia, também falou aos produtores e representantes das entidades sociais, para afirmar que o reflexo do trabalho com os agricultores orientados pelo órgão, desde o preparo do solo até a comercialização, tem garantido resultado positivo, a exemplo do que estavam participando, onde já havia passado pela balança um pouco mais de quatro toneladas de frutas e verduras, destinadas a alimentar crianças, idosos e pessoas com deficiência ou em condições de vulnerabilidade.

Fonte: Emater-RO

Emater reforça agricultores sobre programa de linha de crédito rural em RO

Programa oferece taxas de juros especiais para todas modalidades.

Oportunidades de crédito rural em Rondônia continuam abertas, com orientação da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO) para todas as modalidades, inclusive na principal linha de financiamento agropecuário, utilizada pelos agricultores do Estado, o Programa de Financiamento da Agricultura Familiar (Pronaf).

O Plano Safra, lançado pelo governo federal no mês de junho, destinou para a agricultura familiar R$ 33 bilhões e destes, R$ 1,5 bilhão está disponível aos agricultores de Rondônia, onde há uma previsão de atendimento de 30 mil agricultores, com uma média de R$ 50 mil por contrato de crédito, de acordo com Vaneide Rudnick, engenheira agrônoma responsável pelo credito rural.

É importante lembrar que em 2020, apesar da pandemia, o Governo aumentou o volume de recursos do crédito para a agricultura, e melhor que isso, reduziu o valor das taxas de crédito, que no caso da agricultura familiar pode ser de até 2,75% ao ano, a depender da linha de crédito e da cultura financiada. O custeio de culturas anuais, como, arroz, feijão, mandioca e o cultivo de hortaliças, por exemplo, podem ser financiados com essa taxa reduzida, somente o milho ficou fora dessa taxa especial de juros, que é menor inclusive do que a taxa de rendimento da poupança.

Produtores de leite também podem se beneficiar da taxa de juros especial, desde que os itens a ser adquiridos com o financiamento sejam tanques de resfriamento de leite, ordenhadeiras, ou atividades de recuperação de pastagens degradadas. Ficam fora desta taxa atividades como a suinocultura e avicultura. No entanto essas culturas podem financiar valores bem maiores, chegando até R$ 330 mil financiados a juros de quatro por cento ao ano.

Neste plano safra 2020/2021, está incluída outra novidade que é o financiamento da moradia rural, inclusive para os filhos do agricultor, que poderá solicitar um crédito para construção da moradia no valor de até R$ 50 mil reais, para uma área construída de até 60 metros quadrados, nas mesmas condições e taxas de juros concedidas ao agricultor titular da propriedade.

O enquadramento do agricultor nas linhas de crédito do Pronaf depende do tamanho da área da propriedade e da renda familiar, mas o agricultor que não se enquadrar nas normas do Programa poderá solicitar nos escritórios da Emater-RO a elaboração de projetos para financiar sua produção através de outras linhas de crédito do governo federal, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronanp), nestes programas as taxas de juros variam de quatro a seis por cento ao ano.

Fonte: Emater

Emater de Rio Pardo recebe veículo para reforço aos serviços de assistência técnica e extensão rural

Já foram entregues 55 novos veículos, que auxiliará a uma nova dinâmica nos serviços de Ater no Estado

O Governo Estadual repassou ao escritório local da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO) de Rio Pardo, uma caminhonete 4×4 (traçada), para prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural ao agricultores familiares daquela região. Na manhã desta quinta-feira (10), o diretor-presidente, Luciano Brandão, que levou a novidade aos extensionistas e produtores locais, também falou da reforma da estrutura física do escritório visando trazer uma dinâmica mais moderna ao atendimento e serviços prestados.

Acompanhado do diretor técnico, Anderson Kühl, e do gerente regional da Emater do Território Madeira Mamoré, Hilton Uchoa, o presidente também conversou com as lideranças locais, presidentes de associações rurais, associação comercial e representantes de instituições financeiras. Ele falou sobre os aspectos gerais das atividades durante a pandemia, das perspectivas futuras e das políticas públicas de governo e de crédito rural para o desenvolvimento do setor agropecuário no Estado.

Distante 180 quilômetros da Capital, Rio Pardo é um pequeno e promissor distrito de Porto Velho, com uma população de aproximadamente oito mil habitantes, essencialmente agrícolas, dos quais cerca de 50% tem sua atividade voltada para a cultura do café.

Através da política de incentivo do governo estadual, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) e Emater-RO, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura local, os produtores familiares daquela região já receberam 240 mil mudas de café clonal. O distrito tem potencial ainda para a atividade pecuária que se divide entre bovinocultura de corte e de leite.

O escritório local da Emater de Rio Pardo é um escritório pequeno, com três técnicos agrícolas, uma extensionista social e uma gerente, que prestam serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) a uma média de três mil propriedades rurais. Durante a visita da diretoria ao escritório, o diretor Anderson, agradecendo o empenho da equipe.

Os escritórios da Emater-RO já receberam 55 novos veículos, que auxiliará a uma nova dinâmica nos serviços de Ater no Estado e que aos poucos, e com segurança, a autarquia retoma todas as atividades essenciais de atendimento e prestação de serviços à agricultura familiar de Rondônia.

Fonte: Emater-RO

Segundo levantamento da Emater, preço da arroba do boi gordo se aproxima de R$ 220 em RO

Outros oito municípios o preço da arroba também é comercializado acima de R$ 210.


O levantamento do preço da arroba do boi gordo manteve a trajetória das últimas semanas e continua subindo nos municípios, segundo cotação divulgada pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO).

Em Ouro Preto do Oeste, por exemplo, o valor da arroba do boi gordo teve aumento de cerca de 7% em duas semanas (para pagamento à vista). No dia 21 de agosto, a arroba era comercializada a R$ 205. Já no último dia 4 de setembro esse valor chegou a R$ 218.

Ainda de acordo com a Emater, em outros oito municípios o preço da arroba também é comercializado acima de R$ 210.

Abaixo, veja os valores da cotação nas principais cidades

Boi gordo à vista em Rondônia

MunicípioPreço da @
Ji-ParanáR$ 214,50
Porto VelhoR$ 195
Guajará-MirimR$ 210
AriquemesR$ 182,45
JaruR$ 203,80
Rolim de MouraR$ 215
Ouro Preto do OesteR$ 218
Costa MarquesR$ 181
CacoalR$ 195
Pimenta BuenoR$ 215
Machadinho D’OesteR$ 160
Espigão D’OesteR$ 215
CabixiR$ 214,50
CerejeirasR$ 216,70
Alta FlorestaR$ 208,80
Nova BrasilândiaR$ 210

Fonte: Emater-RO

De acordo com a Emater, a pesquisa de preços refere-se ao preço médio pago ao produtor rural.

Fonte: G1/RO

Emater comemora aniversário de 49 anos em RO

Também teve a entrega de 13 veículos adquiridos através de emendas parlamentares para os escritórios do estado.

Os presidentes do Conselho Administrativo e da Autarquia.

A direção da Entidade Autárquica de Assistência técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO), comemorou o quadragésimo nono aniversário de sua fundação com as medidas necessárias neste tempo de pandemia, onde reuniu em espaço aberto autoridades e servidores.

Na comemoração dos 49 anos, o presidente da Autarquia Luciano Brandão direcionou todos os holofotes para o trabalho de campo, e seguindo uma de suas principais metas que é colocar pelo menos um veículo traçado por escritório de campo. Foram convidados os deputados estaduais, autores de emendas ao orçamento beneficiando a Emater, e o ex-deputado federal e atual secretário municipal de agricultura de Porto Velho, Luis Cláudio para indicarem o destino dos 13 veículos adquiridos através de emendas parlamentares, e já entregues à instituição pelo governador Marcos Rocha.

Os discursos das autoridades foram transmitidos via canais da instituição pela internet, alcançando com menor custo um público impossível de reunir em um evento presencial. Como em toda festa, de aniversário teve presente e quem recebeu foram os escritórios de campo, de 13 localidades, entre elas, locais de acesso difícil, como o distrito de Rio Pardo, em Porto Velho, que ganhou uma caminhonete.

Em um Estado jovem como Rondônia é raro uma instituição ter mais de 40 anos, no caso da Emater, isso acontece pelo fato da Entidade ter sido fundada em 1971 ainda no Território Federal de Rondônia e nunca ter mudado sua finalidade, embora tenha usado nomes diferentes até adotar a marca Emater, nome fantasia adotado em 1984 para uniformizar a nomenclatura usada suas congêneres nos outros estados do país.

No encerramento da cerimônia foi apresentada uma mensagem de felicitação enviada pelo governador coronel Marcos Rocha.

Estiveram presentes os deputados Chiquinho da Emater, Lebrão e a representante do deputado Cirone Deiró, que realizaram a entrega das chaves dos veículos aos gerentes dos escritórios locais beneficiados.

Fonte: Emater

Emater lança curso sobre gestão de rotinas para servidores do centro gerencial

O curso terá duração de cinco dias, e com sete módulos. Treinamento já está disponibilizado para os empregados através do programa de Capacitação de Serviço de Ater (Capes).

A Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO) lançou nesta segunda-feira (24), o curso sobre Gerenciamento de Rotinas Administrativas para Licitações, Gestão e Fiscalização de Contratos, Convênios e Atas de Registro de Preço Organizado. A proposta visa padronizar as informações, dando continuidade ao plano de adequação às ações de empresa pública, a qual a Emater está inserida atualmente.

Revista AgroRondônia - Emater Rondônia lança...
A finalidade do curso é padronizar as informações para que todos tenham o mesmo conhecimento

Segundo o presidente da Emater Luciano Brandão, a entidade, ao longo dos últimos anos, vem passando por adequações para se enquadrar na atual constituição jurídica. “Passamos por diversas transformações que vão desde quando era uma associação até se tornar uma entidade autárquica, como é hoje, e essa transformação nos trouxe algumas potencialidades, mas também nos trouxe alguns desafios a vencer”, diz o presidente.

Alguns processos ainda não estão de acordo com a atual condição de empresa pública, mas não por culpa de seus colaboradores, mas sim de uma mudança que necessita ser transformada aos poucos, promovendo as adequações necessárias. Assim, para agilizar o processo e, para que todos possam ter o mesmo conhecimento das ações, a diretoria da Emater, com orientação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da Controladoria Geral do Estado (CGE) decidiu aplicar um curso direcionado ao todos os empregados lotados no centro gerencial em Porto Velho.

Luciano diz ainda que o maior problema tem sido exatamente na execução dos processos da Emater, devido a forma diferenciada com que deve ser tratada a administração pública. “Precisamos equipar e reformar os escritórios e isso passa pela eficiência e efetividade de nossos processos e queremos executar, neste ano, 100% do nosso orçamento e, para isso, estamos buscando o apoio de cada um dos administradores que atuam com a gente”.

O primeiro curso a ser ministrado será sobre Gerenciamento de Rotinas Administrativas para Licitações, Gestão e Fiscalização de Contratos, Convênios e Atas de Registro de Preço Organizado. O treinamento já está disponibilizado para os empregados através do programa de Capacitação de Serviço de Ater (Capes), por meio de plataforma própria da autarquia e cada servidor terá cinco dias para concluir o curso que terá sete módulos com duração de cerca de 45 minutos cada.

Após concluir o curso, o empregado passará por uma avaliação e poderá avaliar o módulo também.

Fonte: Emater-RO

Com o apoio do crédito rural, agricultor de gado leiteiro é destaque em guajará-Mirim, RO

Produtor adquiriu animais de genética superior, tanque de expansão para armazenamento do leite, fez melhorias nas instalações da propriedade.

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é vaca-1-1024x663.jpg
Produtor Manuel Neto de Sousa se destacou com a produção de animais de genética superior

O agricultor familiar de Guajará-Mirim, Manuel Neto de Sousa, se destacou como produtor de leite, pelo cuidado na seleção dos animais, evoluindo para produtor de matrizes e reprodutores, pela notável qualidade do seu rebanho leiteiro.

A propriedade do produtor tem apenas 80 hectares, mas o proprietário tem status de grande produtor. O foco da sua produção não é mais a venda de leite, o produto comercializado pela fazenda é a genética de alta performance em produção leiteira, sendo uma das principais fornecedoras de matrizes e reprodutores nos programas oficiais de financiamento agrícola, como Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e Programa de Crédito Rural do Banco do Povo.

O extensionista rural da Emater-RO, Rodrigo Ferreira Faccas, que presta assistência técnica à propriedade, diz que o produtor é assistido a bastante tempo pela Emater-RO, mas foi a partir de 2011 que intensificou o trabalho com o gado leiteiro, aplicando toda a tecnologia recomendada pelos técnicos. Na época, fez um financiamento através do programa Pronaf, para implantar os projetos de investimento em produção de leite, elaborados pelo extensionista Rodrigo, que desde aquele tempo é o responsável pela assistência técnica na propriedade da família Sousa.

Com o crédito rural orientado pela Emater-RO, o produtor adquiriu animais de genética superior, tanque de expansão para armazenamento do leite, fez melhorias nas instalações da propriedade e, posteriormente, comprou também um trator, ensiladeira e vagão forrageiro, investimentos que vêm transformando o modelo de cultivo, a produtividade e a qualidade de vida da família. Rodrigo lembra que no primeiro concurso leiteiro que o produtor participou em 2011, sua vaca produziu seis litros de leite, hoje já tem animais na propriedade produzindo 40 litros de leite/dia.

A família também se preocupa com a sucessão na propriedade, como revela o modelo administrativo adotado na fazenda, atualmente gerida pelo patriarca, Manuel, mas com a participação direta dos dois filhos, que inclusive recebem salários regularmente, numa clara demonstração de que a propriedade caminha para alcançar o status de empresa rural. Este mês, Manuel Neto recebeu a visita dos técnicos da Associação Brasileira de Gado Girolando, que certificaram os animais nascidos na fazenda, aptos a receber o registro genealógico da raça girolando.

Os animais da fazenda têm participado de provas zootécnicas e recebido as certificações de pureza da raça, com registro em livros fechados da Superintendência do Serviço de Registro Genealógico da Raça Girolando, órgão da Associação dos criadores da raça, com a devida autorização do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A fazenda é uma das propriedades referenciais orientadas pela Emater-RO, que serve como vitrine do trabalho dos extensionistas, para toda a população rural. Os resultados alcançados neste caso de sucesso da propriedade de Manuel Neto, não só evidencia qualidade da pecuária rondoniense, como orgulha a equipe técnica da Emater-RO em todo o Estado, pela excelência do serviço público oferecido aos agricultores rondonienses pela Autarquia do Governo de Rondônia.

Fonte: Emater-RO

Emater cria programa de Capacitação em Serviços de Ater (Capes) em RO

Programa é para renovar o atendimento para Famílias rurais de Rondônia no período de pandemia.

A Emater-RO com sua grande equipe de colaboradores distribuídos nos 52 municípios do Estado, mesmo ações presenciais limitadas, buscou na tecnologia ferramentas digitais para que a família rural não ficasse desamparada.

É um momento único, todas as instituições tiveram que se readaptar “e essa readaptação pegou a Emater em um momento de reestruturação de plataforma digital”, diz o vice-presidente da autarquia, José de Arimateia da Silva, explicando que a Emater-RO já vinha fazendo adaptações para modernizar todas as ações de assistência técnica e extensão rural no Estado. Para ele, a pandemia contribuiu para que acelerasse esse processo e fez com que a entidade colocasse em prática um programa de Capacitação em Serviços de Ater (Capes). “É um programa onde todos os empregados da Emater serão capacitados de forma globalizada, unificada, nivelando todas as informações técnicas para levar essas informações ao homem do campo”, explica o vice-presidente.

O projeto Capes tem por objetivo manter o corpo técnico atualizado e levar informações aos agricultores familiares, público esse assistido pela Emater-RO. Para o diretor técnico, Anderson Khül, é uma forma de se buscar alternativas e soluções inovadoras visando resultados mais efetivos e com excelência.

A capacitação técnica sempre foi uma constante na prestação dos serviços de Ater. Extensionistas atualizados tem condições de levar o que há de melhor para que o produtor rural familiar possa ter maior produtividade e competir no mercado com produtos de qualidade. Assim, a proposta do Capes, que já vinha sendo desenhada e tem sido forte aliado para vencer os desafios que surgiram com a proposta de adaptação e flexibilização da Emater-RO no atual contexto sócio econômico, capacitando e atualizando seus empregados, servirá também para ampliar a forma de atendimento aos beneficiários, de uma forma mais rápida e, provavelmente, mais eficiente.

“Nesse primeiro momento nós estamos capacitando nosso corpo técnico, nosso pessoal administrativo, mas vamos trabalhar diretamente com os agricultores familiares”, afirma Arimateia, enfatizando que nessa nova reinvenção o agricultor poderá assistir sua aula na propriedade, onde também poderá fazer suas capacitações, suas provas”, tudo isso com a mesma qualidade, dentro do conforto do seu lar.

Também pensando nos produtores rurais e na forma de atendimento nesse período de pandemia, já que as visitas presenciais estão limitadas, a Emater-RO criou o Sistema de Atendimento Digital (SAD), dando mais conforto aos beneficiários para entrar em contato com seus técnicos, buscarem orientações e se manterem informados.

“Nesse período nós desenvolvemos um meio de comunicação, através do WhatsApp pelo telefone (69) 3211-3734, para divulgar projetos e políticas públicas do Governo, como por exemplo, o concurso Concafé e o Programa mais calcário, que é o que estamos trabalhando no momento, ou até mesmo solicitar um atendimento online de algum especialista distribuído no Estado, no quadro da Emater”, explica Anderson, complementando que é “uma plataforma ágil, flexível, com focos de valores ao profissional, atendendo à exigência que a sociedade pede neste momento.”

Com essa reinvenção de ações e atitudes, a Emater-RO tem mantido a sua excelência nos serviços de assistência técnica e extensão rural, mantendo a família rural ativa e informada. “Continuamos nossas ações, nesse período de pandemia, desenvolvendo as políticas públicas como: o crédito rural e o programa de cacauicultura, distribuindo sementes de haste e buscando a revitalização dessa cadeia produtiva”. Também foi criado um comitê de crise, junto com a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) para fortalecimento da atividade do leite com políticas públicas específicas para esse setor e o programa mais calcário que vem sendo muito importante para que o produtor de leite revitalize suas pastagens.

Fonte: Emater-RO