Rondônia tem 1º bimestre positivo na geração de empregos

No setor de Serviço foram 791 novos empregos, seguido pela Indústria com (567), Agropecuária (172) e Construção (55).

Comércio e Serviço puxaram a geração de empregos com carteira assinada em Rondônia no primeiro bimestre de 2021. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério da Economia.

Os dados levam em consideração o saldo entre as demissões e contratações formais nos meses de janeiro e fevereiro, que pode ser positivo ou negativo.

No bimestre, Rondônia gerou 18.020 contratações e 15.630 desligamentos, com um saldo de 2.390 novos postos de trabalho com carteira assinada.

O saldo do Comércio 805 novas contratações. No setor de Serviço foram 791 novos empregos, seguido pela Indústria com (567), Agropecuária (172) e Construção (55).

Para o presidente em exercício da Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER), Marco Cesar Kobayashi, os dados do primeiro bimestre de 2021 são positivos e mostram a retomada da economia em Rondônia.

Kobayashi ainda destaca que é preciso vencermos a pandemia para que outros setores da economia sejam atingidos positivamente e possam voltar à normalidade.

Veja abaixo os 10 municípios com maior saldo positivo na geração de empregos, com dados acumulados de janeiro e fevereiro:

1.       Porto Velho ……….441

2.       Rolim de Moura….315

3.       Vilhena………………261

4.       Ji-Paraná…………….224

5.       Ariquemes………….150

6.       Machadinho ………..99

7.       Cerejeiras ……………81

8.       Pimenta Bueno…….78

9.       Buritis…………………70

10.   Chupinguaia………..59

RONDÔNIA

Admissões…….18.020

Demissões…….15.630

Saldo……………..2.390

Fonte: CAGED, Jan-Fev 2021, Ministério da Economia

Pelo sétimo mês seguido, emprego cresce na indústria

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Foi a primeira vez, que as contratações superaram as demissões no primeiro mês do ano.

A “Sondagem Industrial”, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que o índice de evolução do número de empregados ficou em 51,3 pontos em janeiro de 2021. Foi a primeira vez, em dez anos de pesquisa, que as contratações superaram as demissões no primeiro mês do ano.

Com isso, o emprego industrial acumula sete meses consecutivos de alta. Esse indicador varia de 0 a 100, sendo 50 pontos a linha de corte que separa a alta da queda no emprego.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, as contratações refletem a rápida recuperação da indústria no segundo semestre do ano passado. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) ficou em 69%, o maior percentual para o mês desde 2014.

A produção industrial seguiu o movimento típico do início de ano, desacelerou e caiu em relação a dezembro de 2020. O índice de evolução da produção ficou em 48,2 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que revela queda na produção.

“A queda na atividade industrial foi mais forte na passagem de 2020 para janeiro de 2021 do que nos três anos anteriores. no entanto, a produção dos últimos meses do ano passado também esteve mais aquecida. O que percebemos é que, mesmo com a queda, a produção se mantém em nível relativamente elevado, o que explica a alta do emprego em janeiro”, explica Azevedo.

Os indicadores mostram que os estoques estão abaixo do que as empresas planejavam, mas a queda foi menos intensa e menos disseminada em janeiro do que nos meses anteriores, e a distância entre o nível de estoque desejado e o estoque efetivo diminui.

Como a situação ainda não se normalizou, esse fato indica que, possivelmente, os empresários estão planejando trabalhar com nível de estoque mais baixo do que no passado. As expectativas para a economia seguem otimistas.

A pesquisa ouviu 1.804 empresas, sendo 437 grandes, 618 médias e 746 pequenas, entre 1º e 12 de fevereiro.

Fonte: CNI

IBGE: desemprego atinge 14,1 milhões no trimestre encerrado em outubro

População desalentada é de 5,8 milhões de pessoas

A população que procurou trabalho e não encontrou no trimestre encerrado em outubro cresceu para 14,1 milhões, 7,1% a mais que nos três meses finalizados em julho. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta acrescentou 931 mil à população desocupada e fez a taxa de desocupação aumentar 0,5 ponto percentual, chegando a 14,3%.

Segundo o IBGE, a população ocupada também cresceu no trimestre encerrado em outubro, chegando a 84,3 milhões. Esse contingente representa 48% das cerca de 175 milhões de pessoas em idade de trabalhar no país.

Além da desocupação, o instituto mede a subutilização da força de trabalho, que considera também pessoas que estavam disponíveis e gostariam de ter trabalhado mais horas naquele período. A taxa de subutilização caiu 0,7 ponto percentual no trimestre encerrado em outubro e chegou a 29,5%, somando 32,5 milhões de pessoas.

Desalentados

Ainda segundo a pesquisa, a população desalentada permaneceu em 5,8 milhões de pessoas, sem alterações significativas em relação ao trimestre anterior. Os desalentados são os trabalhadores desempregados que desistiram de procurar emprego e não são incluídos na taxa de desocupação.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores não teve variação significativa no trimestre analisado e ficou em R$ 2.529, o que representa um aumento de 5,8% em relação ao mesmo período de 2019. Apesar disso, a massa de rendimento real habitual de todos os trabalhadores caiu 5,3% na comparação interanual e atingiu R$ 207,9 bilhões.

Quatro grupamentos de atividades tiveram queda no rendimento médio real habitual quando o trimestre encerrado em outubro é comparado com os meses de maio, junho e julho:  Construção (-4,9%); Transporte, armazenagem e correio (-6,9%); Outros serviços (-6,8%) e Serviços domésticos (-4,7%). Já na comparação com o ano passado, somente os trabalhadores da indústria tiveram alta no rendimento médio.

Carteira assinada

A pesquisa divulgada hoje contabiliza 29,8 milhões de trabalhadores em empregos com carteira assinada no setor privado, 9,5 milhões em empregos sem carteira, 25 milhões de trabalhadores por conta própria e 4,7 milhões de trabalhadores domésticos. Há ainda 3,9 milhões de empregadores e 12 milhões de empregados no setor público.

A taxa de informalidade avançou no trimestre analisado e chegou a 38,8%, somando 32,7 milhões de trabalhadores. Nos três meses encerrados em julho, a taxa foi de 37,4%.

A população com emprego formal no setor privado teve uma alta de 384 mil pessoas no trimestre encerrado em outubro, em relação ao trimestre finalizado em julho.

Na mesma base de comparação, o grupo de empregados sem carteira assinada no setor privado aumentou 9%, o que em número absolutos representa 779 mil pessoas.

O grupo de trabalhadores por conta própria teve a maior alta em números absolutos, com 1,1 milhão de pessoas a mais, o que equivale a 4,9% de aumento. Já o de trabalhadores domésticos não teve variação significativa.

Segundo o IBGE, o número de trabalhadores ocupados cresceu no trimestre em quatro de dez grupamentos de atividades, na comparação com o período imediatamente anterior: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,8%), Indústria (3,0%), Construção (10,7%) e Comércio e reparação de veículos automotores (4,4%).

Em relação a 2019, o trimestre teve queda na ocupação em oito dos dez grupamentos analisados:  Indústria (-10,6%), Construção (-13,7%), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (-11,2%), Transporte, armazenagem e correio (-13,4%), Alojamento e alimentação (-28,5%), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (-4,0%), Outros serviços (-20,4%) e Serviços domésticos (-25,4%).

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Ministro da Justiça autoriza emprego da Força Nacional no Amazonas

Ação visa combater crime organizado na calha dos Rios Negro e Solimões

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJ) publicou, no Diário Oficial da União de hoje (23) uma portaria que autoriza o emprego da Força Nacional no estado do Amazonas, em “ações de combate ao crime organizado, ao narcotráfico e aos crimes ambientais, na calha dos Rios Negro e Solimões”.

De acordo com a portaria 418, o trabalho faz  parte da 1ª Edição da Operação Arpão I, “em atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”. Até o momento, PF e governo local não divulgaram informações mais detalhadas sobre esta operação.

A atuação da Força Nacional será em caráter episódico e planejado, pelo período de 30 dias, contados a partir de 3 de agosto, podendo ser prorrogada, caso seja necessário. O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pela diretoria da Força Nacional, que é vinculada à Secretaria Nacional de Segurança Pública do MJ.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

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