Polícia investiga assassinato de grande empresário de Rondônia

O crime foi no início da noite de quarta-feira (15) em uma loja da cidade.

A Polícia Civil segue tentando descobrir o que motivou o assassinato do empresário José Moisés Paião, conhecido como Jamantão, de Vilhena (RO). O crime foi no início da noite de quarta-feira (15) em uma loja da cidade.

José foi assassinado com vários tiros na região da cabeça, enquanto estava no estabelecimento comercial.

Testemunhas contaram à polícia que um homem, usando capacete, entrou na loja e disparou diversas vezes contra o empresário. Vários funcionários presenciaram o crime.

José, de 62 anos, morreu na hora. Ele e era um dos empresários mais conhecidos do sul do estado e trabalhava no ramo de transportes e pecuária.

De acordo com a funerária, o corpo de José será transladado nesta quinta-feira (16) para São Paulo, onde a família dele mora.

Os investigadores da Polícia Civil estão colhendo informações e imagens de câmera de segurança para tentar saber se o assassinato do comerciante foi uma execução planejada ou uma tentativa de latrocínio.

O suspeito que entrou na loja e matou José ainda não foi identificado. Testemunhas informaram à policia que o suspeito, após o crime, saiu da loja e fugiu do local na garupa da moto de um outro homem.

Fonte: PC

Polícia de Cacoal investiga morte de empresário do ramo alimentício ocorrido nesta quinta

Pelos menos 5 tiros foram confirmados pela equipe policial.

O empresário Gilmar Garcia foi morto a tiros na manhã desta quinta-feira (28), em Cacoal, RO. Segundo a polícia, as primeiras informações apontam que ele foi morto com cinco tiros.

O crime aconteceu na linha 11, próximo da entrada de sua propriedade, localizada a 5 km da rodovia do café. Gilmar era dono de uma agroindústria de alimentos.

A Polícia Militar está no local do crime.

*Reportagem em atualização.

Fonte: Assessoria

Empresário da capital denuncia funcionárias que usavam PIX pessoal para pagamento de compras da loja em RO

Segundo a Delegada do caso, um próprio cliente alertou o empresário sobre suposto golpe.

Um empresário de Porto Velho decidiu denunciar três funcionárias à Polícia Civil após descobrir um prejuízo de aproximadamente R$ 40 mil. De acordo com polícia, as empregadas ofereciam descontos de até 60% aos clientes para pagamentos por meio de PIX, utilizando o CPF delas para o recebimento e não o CNPJ da empresa.

Segundo a delegada Fabiana Moreira, responsável pelo caso, informou que o empresário de uma loja da capital procurou a delegacia após ser alertado por uma cliente sobre um ‘alto’ desconto ao comprar um produto no estabelecimento.

“Essa cliente achou estranho o fato da funcionária pedir para que ela transferisse o dinheiro por aplicativo em um CPF e não para o CNPJ da loja. Foi quando se descobriu um esquema dentro da loja”, afirma a delegada.

Esse esquema envolvia três funcionárias do estabelecimento, que, segundo a delegada, recebiam o dinheiro dos clientes e faziam a divisão dele entre elas. Uma das empregadas envolvida no esquema estava na firma há mais de três anos.

A delegada ainda destaca que os descontos (sem autorização do empresário) eram oferecidos como uma forma de “incentivo” para os clientes efetuarem a compra pelo PIX, usando o CPF das empregadas como a chave de transferência.

“Às vezes o cliente queria pagar no cartão de crédito e elas ofereciam um super desconto com pagamento através do Pix. Eram descontos de até 60%”, revelou a delega

Quanto aos clientes que insistiam em pagar pelo cartão de crédito, de acordo com a delegada, as suspeitas, discretamente antes de finalizar o pagamento na maquininha, faziam a retirada do cartão.

“Saía o canhoto com a informação de que não havia sido efetuado o pagamento. Mas muitos de nós nem pegamos mais esse comprovante. Depois disso, elas entravam em contato com os clientes e informavam que a compra não havia sido efetivada e ofereciam, então, o PIX com desconto como solução”, conta a delegada Fabiana.

Com levamento feito pela empresário, após descobrir o esquema, foi possível detectar um prejuízo de aproximadamente R$ 40 mil. O esquema feito pelas funcionárias acontecia desde outubro de 2020.

Esse crime, de acordo com a delegada, se enquadra em furto qualificado, mas é possível ainda ser enquadrado como associação criminosa, pois havia o fim da prática do crime.

Cuidado em compras com o PIX

Em entrevista, a delegada alertou quanto aos cuidados na hora de realizar pagamentos por meio de PIX.

Segundo Fabiana, as aquisições em lojas (quando pagamento for por meio do PIX) devem ser pagas com o uso da chave de segurança em Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e não por meio de CPF de algum funcionário.

Delegada de RO faz alerta na hora de efetuar pagamento por meio do Pix

Fonte: G1/RO

Polícia divulga fotos de suspeitos acusados de executarem dono de Pet Shop na capital

O caso aconteceu no dia 11 de março deste ano, a vítima foi encontrada morta dentro de veículo.

A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida de Porto Velho divulgou fotos de dois envolvidos na morte do empresário Henrique Fernando Barbosa, assassinado após um dos suspeitos não concordar com o valor cobrado pela pet shop da qual Henrique era dono.

Os dois suspeitos foragidos são:

  • André Ezequiel de Miranda Junior
  • e Geronimo da Silva Sousa

Justiça já autorizou mandados de prisão preventiva contra eles e as denúncias podem ser feita pelo telefone 197 da Civil. A pessoa não precisa se identificar. Outro contato é o WhatsApp da própria Delegacia de Homicídios: (69) 9 8479-9243.

O empresário em foi encontrado morto dentro do carro, na Rua 13 de Setembro, Bairro Areal, do dia 11 de março deste ano.

Ataque a policiais

No começo desta semana, policiais receberam informações de que suspeitos da morte de Henrique estavam no bairro Mocambo e, ao irem no local, os agentes acabaram sendo atacados a tiros.

A polícia revidou e houve troca de tiros, mas ninguém se feriu e os suspeitos conseguiram escapar.

“Os alvos não estavam em vista, então decidimos retornar. Neste momento um dos suspeitos [que imediatamente foi reconhecido] começou atirar contra nós. Foi quando pedimos o apoio da Polícia Militar, que esteve presente”, disse um dos investigadores atacados.

Fonte: G1/RO

Polícia civil prende empresário de MT por homicídio ocorrido há 23 anos, em Rondônia

Mandados são expedidos pela Justiça de Espigão d’Oeste. Suspeito também é acusado de envolvimento da morte do empresário Gilberto de Oliveira Couto, o “Beto Caça e Pesca”, ocorrido em maio deste ano.

Um homem de 52 anos, empresário na cidade de Matupá (695 km ao norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil nesta quinta-feira (5), em cumprimento a um mandado expedido pela Justiça da Comarca de Espigão d’Oeste, em Rondônia, por homicídio cometido no estado vizinho, há mais de duas décadas.

Investigadores da Delegacia Regional e da Municipal de Guarantã do Norte conseguiram prender o foragido depois de realizar monitoramento desde que receberam informações de que ele estava residindo em Matupá.

Em1998, em um crime possivelmente motivado por uma disputa de terras em Rondônia, o foragido matou uma das vítimas com um tiro de espingarda. O filho da vítima também foi morto a golpes de enxada. Após o crime, o autor fugiu.

Após várias diligências, os investigadores conseguiram localizá-lo nas dependências de um posto de combustível em Matupá. Ao ser dada voz de prisão, ele não resistiu à abordagem policial.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Matupá e permanece à disposição da Justiça.

Além do crime em Rondônia, ele é investigado pela Polícia Civil no inquérito que apura o homicídio do empresário Gilberto de Oliveira Couto, de 46 anos, o “Beto Caça e Pesca”, ocorrido em maio deste ano, em Guarantã do Norte. Durante investigação do homicídio, a equipe da Delegacia de Guarantã do Norte descobriu o mandado que estava em aberto pelo crime cometido em Rondônia.

Morte em Guarantã

MidiaNews | PMs são investigados por envolvimento na morte de empresário
Empresário Gilberto Couto morto este ano

Gilberto Couto foi morto na manhã de 25 de maio, em frente a sua residência, no bairro Jardim Vitória. A vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça e estava a aproximadamente quatro metros da sua motocicleta.

No final de maio, a Delegacia de Guarantã do Norte cumpriu a prisão de três pessoas também investigadas por envolvimento no homicídio, entre elas a ex-esposa do empresário, o atual namorado dela e o filho da vítima.

Conforme a investigação, o crime foi motivado por questões patrimoniais, relacionadas a divisões de bens de herança.

Fonte: MT Agora

Empresário é novo suspeito de matar presidente do Haiti

O haitiano Ashkard Joseph Pierre vive no Canadá e está listado como parceiro do suposto mentor do crime Christian Sanon

A polícia do Haiti emitiu no último sábado (17), um mandado de busca para um empresário haitiano estabelecido no Canadá como novo suspeito no assassinato do presidente Jovenel Moise, em 7 de julho.

O homem foi identificado como Ashkard Joseph Pierre, considerado muito perigoso e procurado pela polícia sob a acusação de assassinato e assalto à mão armada. Uma porta-voz da polícia confirmou à Agência Efe que Joseph Pierre é procurado no caso do assassinato de Moise e disse que mais detalhes serão fornecidos em uma futura entrevista coletiva.

O empresário está listado como parceiro de outro suposto suspeito do assassinato, Christian Emmanuel Sanon, na International Medical Village, sediada no Texas, de acordo com informações corporativas publicadas na internet. Joseph Pierre também se apresenta em seu perfil profissional nas redes sociais como um funcionário na área comercial do consulado haitiano em Montreal.

Prisões após o atentado

Sanon, que vive nos Estados Unidos e está preso, foi identificado pelas autoridades haitianas como o suposto mentor do crime. Por seu suposto envolvimento na morte de Moise, 18 colombianos, supostos membros do grupo de comando acusados de realizar o ataque, e cinco haitianos-americanos, incluindo Sanon, foram presos até o momento.

Três outros colombianos foram mortos em trocas de tiros com a polícia e cinco estão em liberdade, enquanto mandados de busca e prisão foram emitidos para outros cinco haitianos acusados de envolvimento na organização do atentado.

Fonte: R7

Quatro pessoas são investigadas por morte de empresário

Mas, apenas a síndica e o amante estão presos

A Polícia Civil investiga a possibilidade de mais duas pessoas terem participado da morte do empresário Carlos Eduardo Monttechiari, de 56 anos, ex-síndico do condomínio London Green Park, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio . Priscilla Laranjeira Nunes de Oliveira, 44 anos, atual síndica do local, e o ex-paraquedista Leonardo Gomes Lima, 35 anos, já estão presos, por suspeita de envolvimento no crime. Casado e funcionário do condomínio de luxo, ele mantinha um caso extraconjugal com a síndica.

Monttechiari planejava denunciar Priscilla pelo desvio de quase R$ 800 mil. Mas, acabou assassinado antes de delatar os culpados. O delegado Renato Carvalho, da 27ªDP (Vicente de Carvalho), disse que a polícia investiga ainda quem cedeu a arma utilizada no crime e a possibilidade de haver uma quarta pessoa que estaria no volante do carro, usado por Leonardo, para fugir do local do assassinato.

Imagens de câmeras de segurança flagraram o funcionário do condomínio disparando dois tiros contra o empresário, que estava abrindo a porta do seu veículo, no início de fevereiro, próximo a um depósito de gás, na Zona Norte. Após os disparos, Leonardo é visto entrando em um Voyage, pela porta do carona. Em seguida, o automóvel deixa o local.

Para a polícia, Leonardo alegou que estava sozinho quando o crime ocorreu.

“O Leonardo alegou que estava nervoso e que por isso entrou pela porta do carona, passando depois para o banco do motorista. Não acreditamos nesta versão. Acreditamos que possa existir um terceiro envolvido e um quarto envolvido no crime. Um cedente da arma usada no assassinato e uma pessoa que estaria no volante do carro que ele usou para fugir”, explicou o delegado.

Leonardo foi preso em março e confessou o assassinato. Ele contou para a polícia que a síndica foi a mandante da morte do empresário. A defesa dela nega e já entrou com pedido de habeas corpus, solicitando o relaxamento da prisão. O caso está sendo examinado pelos desembargadores da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.

Leonardo revelou ter alugado por mil reais, um revólver calibre 38, usado para matar o empresário. Ele disse que jogou a arma em um córrego, da Zona Oeste, logo após o crime.

Além de tentar encontrar a arma do crime nos próximos dias, a polícia também vai pedir a quebra do sigilo bancário da síndica e dos telefônicos dela e de Leonardo Lima.

Ex-síndico do condomínio, o empresário Carlos Eduardo havia marcado uma assembleia de moradores, para o dia 5 de fevereiro, onde apresentaria supostas provas de que Priscila teria sido responsável pelo desvio. Foi baleado quatro dias antes, não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.

No dia do assassinato, Carlos Eduardo conversava com uma testemunha dos desvios, por telefone, quando foi alvejado.

Fonte: JCO

Bandidos roubam empresário em frente ao banco Sicoob na Avenida Jatuarana

Os criminosos acabaram furtando R$ 40 mil da vítima.

Na tarde desta sexta-feira (5) um empresário foi assaltado por bandidos em frente a uma agência bancária do Sicoob localizado na Avenida Jatuarana, na Zona Sul de Porto Velho. Os criminosos acabaram furtando R$ 40 mil da vítima.

De acordo com o relato da vítima aos policiais, ele estava chegando na agência, quando foi abordado por dois criminosos armados em uma motocicleta. Os bandidos exigiram que o empresário entregasse o malote e fugiram levando todo o dinheiro.

Policiais militares realizaram um patrulhamento pela região, mas não localizaram os assaltantes.

Gilmar Mendes solta mais um empresário acusado de corrupção

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Com a decisão, o ex-prefeito não precisa mais permanecer em casa

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes mandou soltar o empresário Rafael Ferreira Alves, preso em dezembro do ano passado na operação que teve como alvo o ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella.

Na decisão divulgada neste sábado (27), o ministro substituiu a prisão preventiva por prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.

No dia 12 de fevereiro, Gilmar Mendes autorizou Crivella a deixar a prisão domiciliar. Com a decisão, o ex-prefeito não precisa mais permanecer em casa, mas deverá cumprir medidas cautelares como comparecimento periódico à Justiça, proibição de sair do país, de manter contato com outros investigados, além de entregar o passaporte à justiça.

No ano passado, o ex-prefeito foi preso em ação do Ministério Público e da Polícia Civil, como desdobramento da Operação Hades, que apura suposta corrupção na prefeitura da cidade e tem como base a delação do doleiro Sergio Mizrahy.

Na ocasião, a defesa de Crivella declarou que a decisão do ministro foi acertada, “na medida em que as gravosas restrições cautelares eram desnecessárias”.

Fonte: Agência Brasil

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Bandidos abordam empresário em frente a agência e roubam cerca de R$ 50 mil reais em Porto Velho

Uma testemunha ainda não identificada, viu a situação e trocou tiros com os assaltantes.

Dois homens foram roubados na manhã desta sexta-feira (15), em frente a uma agência bancária localizada na Sete de setembro com salgado Filho. De acordo com as informações, os bandidos levaram cerca de R$ 50 mil reais.

Segundo informações, os assaltantes chegaram um um automóvel Polo de cor prata e abordaram um empresário que chegava na agência para depositar o dinheiro. O funcionário do empresário que carregava o dinheiro chegou a jogar o malote na tentativa de frustrar o assalto. Uma testemunha ainda não identificada, viu a situação e trocou tiros com os assaltantes. A porta da agência foi atingida.

Após a troca de tiros os criminosos conseguiram fugir com o dinheiro. A polícia recebeu informações de que o veiculo usado no assalto foi descartado e seguiu para apurar a informação. Até o momento ninguém foi preso.

Nos últimos meses os assaltos conhecidos como ‘saidinha de banco’ estão acontecendo com frequência em Porto Velho. A insegurança está tomando conta de clientes e funcionários de agências bancárias.

Fonte: Diário da Amazônia

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