Em Pimenta Bueno, presidente Alex Redano se reúne com produtores e empresários

Deputado fez uma visita à empresa Ciclo Cairu e concedeu entrevistas para a imprensa local

Conhecer a realidade, os desafios e as potencialidades dos municípios é importante para se definir ações e debater parcerias. Com essa finalidade, o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), tem acompanhado durante esta semana o governador Marcos Rocha numa série de agendas de trabalho.
Nesta quinta-feira (13), ele esteve em Pimenta Bueno, onde prestigiou a assinatura do termo de cooperação do Governo com a prefeitura, para a execução do programa Tchau Poeira, de recapeamento e asfalto novo para a cidade.

Em seguida, Redano participou de reuniões com produtores rurais e empresários. Ele ainda concedeu entrevistas para a imprensa local e fez uma visita à empresa Ciclo Cairu, que produz bicicletas que são comercializadas em praticamente todo o país.

“É importante que o homem público conheça a realidade, esteja presente nos municípios, para conversar com as lideranças, com a comunidade, conhecendo melhor o que cada região tem de melhor, quais são os desafios e como podemos ajudar a superar as dificuldades. É conhecendo e somando forças, que podemos contribuir para Rondônia seguir crescendo”, destacou Redano.

Ciclo Cairu

Acompanhado do prefeito de Pimenta Bueno, Arismar Araújo (Patriota) e do vice-prefeito Valteir Cruz, Alex Redano se deslocou até a sede do grupo empresarial Ciclo Cairu, empresa rondoniense que se destaca na produção de bicicletas, comercializando o produto em praticamente todo o país; Lá, eles foram recebidos por Eugênio Junior, filho do empresário Eugênio Ribeiro, que construiu a empresa junto com o irmão, Euflávio Ribeiro.

“Pude conhecer parte da fábrica e de como é feita a logística, para distribuir bicicletas em Rondônia, para a região Norte e grande parte do Brasil. É bom saber que em Rondônia tem investidores que acreditam no Estado e em suas potencialidades”, finalizou Redano.



Fonte: Assessoria

Empresários de Cacoal apresentaram propostas ao Poder Executivo Estadual em reunião

A reunião se trata de um pedido de instalação do “Tudo Aqui” que aconteceu na Câmara de Dirigentes Lojistas do município.

Em reunião com a Câmara de Diretores Lojistas (CDL/Cacoal) representado por alguns proprietários de comércios da Capital do Café, na última sexta-feira (9), foram apresentados ao Governo de Rondônia, algumas propostas direcionadas para o comércio no enfrentamento do coronavírus, além da instalação de uma Central de Atendimento ao Cidadão ( Tudo Aqui), no município de Cacoal.

Na reunião contou com a participação do governador do Estado, coronel Marcos Rocha, cumprindo uma extensa agenda na Capital do Café, juntamente com o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves. Durante o encontro foi reforçado o protocolo de medidas de segurança e higienização sanitária contra a covid-19 em cumprimento às normas de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Na ocasião, o chefe do Executivo Estadual ouviu atentamente as propostas apresentadas.

O presidente da CDL, Adeuvaldo Gomes de Brito, destacou o comprometimento do Governo de Rondônia em buscar alternativas para combater à covid-19 que nos últimos meses tem causado um aumento de casos de contaminados pelo vírus. Ao mesmo tempo, Adeuvaldo ressaltou que a CDL de Cacoal, assim como a classe do comércio, têm colaborado massivamente com a divulgação de medidas de segurança, uso de máscaras nos estabelecimentos comerciais, uso de álcool em gel, além de alertar para que não ocorram aglomerações.

O governador Marcos Rocha recebeu o ofício da entidade referente à solicitação de instalação do Tudo Aqui, no município, onde os empresários destacam a necessidade da implantação da Central de Atendimento ao Cidadão na cidade, que vai proporcionar o acesso às informações e serviços de natureza pública e privada a todos que necessitam. “Mantivemos a reunião com a representantes da CDL atendendo ao protocolo de distanciamento e foram tratadas questões referentes ao comércio local. A proposta apresentada pelos empresários para a instalação do Tudo Aqui em Cacoal será analisada por nossa equipe técnica, com perspectiva para 2022″, comentou o governador e pediu o engajamento da sociedade cacoalense no combate ao coronavírus.

Fonte: Secom

Justiça converte prisão temporária para preventiva de acusados por venderem drogas em raves de Porto Velho

Dono de academia, candidato a vereador e mais dois empresários foram presos na operação Sniper da PF no dia 4 de fevereiro. Suspeitos seguem presos no Urso Branco.

A Justiça Estadual atendeu um pedido do Ministério Público de Rondônia (MP-RO) e converteu de temporária para preventiva a prisão do dono de uma academia e de outros três empresários presos por tráfico de drogas, no início de fevereiro, durante a operação Sniper em Porto Velho.

Além de venderem drogas em festas como raves, alguns dos suspeitos ostentavam os entorpecentes na internet. Em uma foto apreendida no celular e enviado a contatos pessoais, um dos presos simulava estar comendo um pedaço de maconha.

Segundo documento, o MP alegou que a conversão para prisão preventiva dos quatro suspeitos tem por objetivo manter a ‘ordem pública e conveniência da instrução processual’.

A promotora afirma na denúncia que os quatro empresários integram um grupo criminoso com forte atuação na compra e venda de substâncias entorpecentes do tipo sintéticas.

O pedido da promotoria foi enviado à 1ª Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho no dia 22 de fevereiro, segunda-feira, e na terça-feira (23) o juiz deu deferimento para prisão domiciliar.

Com isso, os quatro empresários vão seguir presos no Centro de Ressocialização José Mário Alves da Silva, conhecido como Urso Branco, na capital. A reportagem tenta localizar a defesa dos investigados para saber se vai recorrer da decisão.

Veja :

Fonte: G1/RO

Conversas no WhatsApp levaram a prisão de empresários

Para que isso acontecesse, foi necessária uma solicitação judicial ao Facebook Brasil

Porto Velho, RO – A comunidade de Porto Velho acordou nesta quinta-feira (4) com uma operação da Polícia Federal que trouxe a tona um suposto grupo montado por empresários da cidade com suposto envolvimento com o tráfico de entorpecentes.  

Denominada Sniper, a operação durou aproximadamente 14 meses, período em que os agentes federais através de monitoramento de inteligência coletaram uma série de indícios apresentados na 1ª Vara de Delitos de Tóxicos que em seguida expediu os mandados de prisão. 

Entre os presos nessa operação estão: o proprietário de uma academia de musculação Kazan R. Felipe;  Patrique Estefano de 28 anos de idade, o dono de uma boutique de suplementos alimentares; e o ex-candidato a vereador Hiago Gonçalves.  

Investigação e provas 

De acordo com a investigação, tudo começou no final do ano de 2019 após um colaborador da PF que estava em uma festa na casa de Kazan R. Felipe relatar que viu ele distribuindo droga.  

A Polícia Federal conseguiu monitorar conversas no Wathsapp, fotos em festas, entre diversos materiais coletados e anexados ao inquérito apresentado para Justiça.  

Para que isso acontecesse, foi necessária uma solicitação judicial ao Facebook Brasil solicitando na íntegra mensagens enviadas e recebidas dos suspeitos através do aplicativo Whatsapp. 

Entre as provas coletadas pela investigação, que está em segredo de Justiça, a PF apresentou imagens de Hiago Gonçalves consumido drogas, em outras ele ostenta comprimidos de drogas sintéticas e maconha.  

O fato de alguns dos acusados serem de famílias influentes e bem sucedidas na cidade de Porto Velho foi o motivo da repercussão desse caso.  Até o momento não foi possível contato com a defesa dos acusados, que deverá se manifestar em breve. 

Fonte: Rondoniaovivo

Comerciantes promovem carreata em protesto pelo fim do isolamento e pedem reabertura do comércio em Porto Velho

Além de fechar bares, restaurantes e demais serviços considerados não essenciais, o governador decretou toque de recolher durante 10 dias.

Na manhã desta terça-feira (26), empresários realizam uma carreata percorrendo as ruas da capital protestando contra o fechamento do comércio e pedindo a reabertura e também a criação de novos leitos para pacientes infectados com o covid-19.

No dia 17 deste mês, um novo decreto colocou 28 municípios na fase 1 do distanciamento social como forma de enfrentamento da doença. Com isso, o comercio da Capital e das demais cidades que regrediram de fase tiveram que fechar.

Além de fechar bares, restaurantes e demais serviços considerados não essenciais, o governador decretou toque de recolher durante 10 dias.

Por conta disso, os empresários decidiram chamar atenção do Estado e organizaram uma carreata nas principais avenidas da cidade, passando ainda na frente do CPA.

A comerciante Sofia Andrade, que trabalha com churrasquinho, disse que toda população está sendo prejudicada com o decreto. “É muito fácil para os nossos governantes, dentro de suas salas, decidirem a vida de um povo que trabalha de noite para comer de manhã. Nós estamos aqui por todos, pelas pessoas que estão precisando de um leito e não tem”, disse.

Fonte: Assessoria

Setur apresenta plano de retomada no setor de turismo em Vilhena

A reunião aconteceu na câmara municipal de Vilhena, e reuniu vários empresários do município.

A Superintendência Estadual de Turismo (Setur), apresentou nesta semana, as propostas de retomada das atividades turísticas no Estado com o lançamento do Selo Turismo Responsável, na Câmara Municipal de Vilhena. Essa iniciativa tem o intuito de acelerar o retorno do turismo em Rondônia e reduzir os impactos econômicos causados pela pandemia que atingiu todos os setores econômicos do país .

Na ocasião, foi apresentado aos empresários da área de hotelaria e agências de viagem o potencial turístico da região sul do Estado de Rondônia e feito a entrega dos livros “Rondônia Tem Tudo”.

A Setur vem trabalhando na divulgação do potencial turístico de Rondônia com o plano dividido em quatro etapas de regionalização para implantação em todo o território estadual. Para isso, foi implantado o Programa Viaja Mais Servidor, a criação das instâncias de governança, entrega dos livros “Rondônia Tem Tudo” para os estabelecimentos de turismo e a campanha “Quando tudo passar, Descubra Rondônia!”.

 A Superintendência de Turismo trabalha com os conselhos municipais, associações e empresas para a formação do Plano de Retomada ao Turismo. “A gente sabe que o turismo trouxe um impacto econômico em todas as áreas do segmento turístico, restaurantes, bares, hotelaria e clubes de lazer. Nós estamos planejando agora um trabalho intenso para voltar e retomar aos poucos, e tomando todos os cuidados responsáveis, com toda cautela, devido à pandemia”, disse o superintendente, Gilvan Pereira.

As apresentações já aconteceram nos municípios de Porto Velho, Ariquemes, Ouro Preto do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Rolim de Moura e, a última fase, em Vilhena. Todos os municípios que correspondem ao Mapa do Turismo do Estado foram beneficiados com o lançamento do Selo.

Além de participar do lançamento do Selo Turismo Responsável, o superintendente da Setur realizou visitas técnicas no Museu Casa de Rondon.

Fonte: Setur

Confiança do empresário cresce e do consumidor cai, diz FGV

Confiança cresceu mais entre os empresários de indústria e comércio

 O Índice de Confiança Empresarial cresceu 5,8 pontos na prévia de agosto, chegando e a 93,3 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Por outro lado, o Índice de Confiança do Consumidor recuou 3 pontos, para 75,8 pontos, na mesma prévia.

De acordo com o economista da FGV Rodolpho Tobler, o resultado da prévia de agosto mostra continuidade na recuperação da confiança do empresariado brasileiro, que está apenas 2,7 pontos abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia do novo coronavírus.

A confiança cresceu mais entre os empresários da indústria (8,8 pontos) e comércio (10,2) do que entre o empresariado de serviços (3,6) e construção (1,7).

O Índice de Situação Atual dos empresários subiu 8 pontos, para 87,7 pontos, na prévia de agosto, enquanto o Índice de Expectativas Empresarial cresceu 4,8 pontos, para 90,4 pontos.

Fonte: Maria Claudia A/B

Empresários picaretas que conseguiram implodir o transporte coletivo e escolar de Porto Velho

Marcelo Alves Cavalcante e Waldir Mansur, são réus em mais de 1.200 processos em várias comarcas Brasil afora. Empresário mineiro RENINHO TEIXEIRA é quem banca as Empresas de Marcelo em RO/AC

A “parceria de rolos” entre Marcelo Alves Cavalcante, que segundo levantamento, é testa de ferro de Reninho Teixeira e Waldir Mansur, que tomarem de assalto o setor de transporte de Porto Velho começou em 2016, mas devido os desdobramentos contrários as suas ambições, decidiram “prorrogar ao máximo” a permanência em Porto Velho.  

O ambicioso e diabólico plano para melar a licitação do transporte coletivo da capital de Rondônia começou em novembro de 2019, quando a prefeitura publicou o Edital de Concorrência Publica nº 001/2019/CPL-GERAL/SML/PVH.
Marcelo e seu grupo de picaretas sabiam que não iria adiantar eles participarem do processo porque seriam facilmente desclassificados assim que descobrissem que eles estariam por trás de qualquer uma de suas empresas laranjas usadas para esses fins. Então decidiram “ficar de olho” no processo, esperando uma falha para poder impugnarem a licitação e darem prosseguimento, e consequentemente, sua permanecia por mais tempo na prestação do péssimo serviço aos munícipes da capital. 

Waldir Mansur, socio em outros rolos de Marcelo, convocou então o seus staff de advogados para usarem o nome da Empresa Âmparo Viação e Turismo Ltda para entrarem com uma denuncia no Ministério Publico de Rondônia apontando várias irregularidades no processo licitatório que teve uma única empresa interessada, JTP TRANSPORTES.
A Âmparo está registrada nos nomes de Waldir Mansur Teixeira, Eraldo Barbosa Costa e WMT Participações e Empreendimentos Eirelli, segundo registro atual da Jucesp – Junta Comercial do Estado de São Paulo. Ainda de acordo com a Junta, a situação da empresa está com “pendências

judicial”. Marcelo, Waldir Mansur e WMT Participações e Empreendimentos também são sócios no Acre, como demonstra cartão de CNPJ.

Os rolos dos empresários não são exclusividades de Rondônia e Acre, e basta uma breve consulta no site JUSBRASIL por exemplo, para encontrar centenas de processos espalhados Brasil afora. Este blogueiro já catalogou mais 1.200 processos, e a grande maioria são processos trabalhistas.

Em Porto Velho, as denuncias apresentadas pela empresa Laranja Âmparo, foram aceitas pela justiça que acabou deferindo liminar para paralisação de todo processo de contratação da empresa vencedora JTP TRANSPORTES, que inclusive já estava com um grande investimento em Porto Velho com a construção de garagem, conforme um vídeo que circulou nas redes sociais, já estava com uma frota nova de 40 ônibus prontos para seguir para capital, onde aguardaria apenas a autorização para dar inicio aos trabalhos, em meados de setembro, a empresa viria com uma frota total de 156 veículos. 

Recursos apresentados pela prefeitura de Porto Velho foram indeferidos pelo desembargador relator do processo que acatou na integra a decisão da magistrada de primeira instância, colocando assim um ponto final na referida licitação. 

MARCELO E O SOCIO RENINHO TEIXEIRA

RENHINHO TEIXEIRA, segundo fonte segura, é quem banca Marcelo. De acordo com informações, foi ele, inclusive, quem tirou Marcelo da cadeia quando a Polícia Federal deflagrou a operação CARROSSEL em 04 de setembro de 2019, que desarticulou, uma poderosa organização criminosa que fraudava licitação e comandava uma verdadeira sangria nos cofres do município, segundo investigação da PF, Marcelo era o chefe da quadrilha. 

Reninho, para sorte de Marcelo, estava em Porto Velho nesse dia, e ele não mediu esforços e nem economizou grana para livrar seu sócio e amigo da cadeia.

MARCELO CHEGANDO AO PRESIDIO URSO BRANCO

Marcelo Alves Cavalcante, em dois anos tornou-se o maior empresário do ramo de transporte escolar e terrestre de Porto Velho, além de ter se tornado o sócio majoritário do CONSÓRCIO DO SISTEMA INTEGRADO MUNICIPAL DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS – SIM, sem pagar um centavo de real.

Originário do Estado do Acre, onde lá conseguiu levar a falência pelo menos três empresas. Marcelo Alves Cavalcante, tornou experto no ramo de transportes, e em Rondônia deu um show de malandragem comercial até mesmo em cima daquele que se considerou o mais novo magnata do transporte coletivo urbano de Porto Velho, Adélio Barofaldi, um dos donos do Grupo Rovema.

Sócio da empresa FLORESTAL TRANSPORTES LTDA., inscrita no CNPJ sob nº 17.588.579/0001-58, na qual também possui como sócios WALDIR MANSUR TEIXEIRA e W – KA – PARTICIPAÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA., Marcelo conseguiu no estado do Acre levar à falência a empresa AUTO VIAÇÃO FLORESTAL CIDADE DO RIO BRANCO LTDA., que tinha Capital Social de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais), na qual também são sócias as pessoas citadas.

A empresa AUTO VIAÇÃO FLORESTAL CIDADE DO RIO BRANCO LTDA., do mesmo grupo econômico das empresas PETROACRE TRANSPORTES LTDA. VIAÇÃO AQUIRI LTDA., EMPRESA DE TRANSPORTES ACREANA LTDA., VIAÇÃO RIO BRANCO LTDA., através de Marcelo Alves Cavalcante deixou no vizinho Estado do Acre um rastro de prejuízos a uma centena de trabalhadores e credores diversos e tiveram que ajuizar Ação de Recuperação Judicial naquele Estado (Processo nº 0710617-15.2016.8.01.0001), no qual certamente será decretada a falência.

Nesta ação há pelo menos uma centena de credores tentando reaver créditos do grupo empresarial em que Marcelo foi o administrador, afora outra centena de trabalhadores que buscam receber salários e direitos trabalhistas perante a Justiça do Trabalho da Comarca de Rio Branco no Acre.

Os prejuízos causados por Marcelo no Estado do Acre só não foram maiores porque a Justiça do Trabalho levou a leilão e conseguiu vender um imóvel (Pátio) pertencente à empresa Real Norte Transportes S.A., que também fazia parte do mesmo grupo econômico administrado por Marcelo, obteve um pouco mais de R$ 5 (cinco milhões de reais) e atualmente está pagando os trabalhadores, dentro do possível.Atualmente, “a empresa de Marcelo” sobrevive com 18 ônibus em circulação na capital, ônibus esses, que segundos informações, NEM DOCUMENTO TEM, já que os mesmos não foram pagos e o verdadeiro dono dos veículos levou consigo toda documentação, e não se vê nenhuma operação de trânsito para constatar a legalidade dos referidos veículos.

Desde dezembro do ano passado, a prefeitura de Porto Velho é que vem pagando os salários dos funcionários de Marcelo, em uma negociação de uma divida judicial que nem era dele, porém a prefeitura abriu mão dos recursos em prol dos trabalhadores, mas os recursos acabaram e novamente os trabalhadores tomaram cano do ambicioso empresário e seus sócios.

Fonte: Blog do Caldeira

São Paulo volta a fechar comércio de bares e restaurantes

Decisão partiu dos próprios donos de estabelecimentos, afirmam que ‘Reabrir agora é suicídio’.

Bares e restaurantes vão além do delivery - A Crítica de Campo ...
Restaurantes e Bares de SP voltam a fechar.

Um grupo de donos de bares e restaurantes de São Paulo decidiu manter as portas dos estabelecimentos fechadas mesmo com a autorização do governo do Estado para a reabertura. Entre os motivos alegados, estão a falta de segurança para funcionários e clientes, expectativa de baixo movimento e receio de falência.

A partir de segunda-feira (6/7), a gestão do governador João Doria (PSDB) passou a autorizar que estabelecimentos do setor voltem a funcionar depois de quase quatro meses de quarentena por causa da pandemia de covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Para isso, os locais precisam seguir algumas regras, como horário fixo (das 11h às 17h), lotação de até 40% da capacidade, proibição de mesas nas calçadas e exigência de uso de termômetros e máscaras, além de distanciamento entre os clientes.

O governo classificou esse cenário — de flexibilização gradual da economia com restrições — de “amarelo”. A condição “verde” traria “abertura parcial”, e a “azul” seria o “normal controlado”.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Estado de São Paulo tinha no domingo (5/7) cerca de 320 mil infectados por coronavírus, além de pouco mais de 16 mil mortes por covid-19.

“Achamos os protocolos (de reabertura) vagos e, em alguns casos, sem sentido. Por que abrir apenas para o horário do almoço e fechar à noite? Não há nenhuma pesquisa mostrando que o coronavírus se propaga mais à noite”, diz Gabriel Pinheiro, dono da pizzaria Villa Roma, que tem duas unidades na capital: uma na região da avenida Paulista e outra no Tatuapé.

Segundo ele, a maior parte do faturamento do restaurante antes da pandemia vinha do período noturno, no jantar. O almoço, no entanto, reunia clientes que trabalham em prédios comerciais e de escritórios — hoje, em boa parte, fechados.

“Não faz sentido para nós abrir só de manhã se nossos clientes estão trabalhando em home office”, explica. “Ninguém vai sair de casa para almoçar fora nesse momento. As pessoas estão cozinhando ou pedindo por delivery.”

O empresário Gerson Higuchi, dono do restaurante Apple Wood, no bairro da Anália Franco, também tem a maior parte do seu faturamento à noite. “Quem vai vir almoçar se as pessoas não estão trabalhando nos escritórios?”, questiona.

‘Reabrir é suicídio’

Empresários ouvidos pela BBC News Brasil, que atendem hoje apenas por delivery, dizem temer que a reabertura dos restaurantes signifique um prejuízo financeiro ainda maior — e até a falência diante do aumento de gastos sem retorno no faturamento.

“Nós hoje operamos de maneira enxuta, com poucos funcionários. Suspendemos os contratos de 70% do nosso pessoal. Se reabrir, teria de trazê-los de volta sem perspectiva de que o faturamento iria aumentar novamente”, explica Gabriel Pinheiro, da pizzaria Villa Roma.

Fotos: A reabertura de restaurantes em SP - 06/07/2020 - UOL Notícias
Empresários afirmam que faturamento do restaurante antes da pandemia vinha do período noturno.

“Teríamos que recontratar os funcionários, aumentar o estoque e outros gastos, além de reformular a operação sem garantia de que o movimento volte a crescer. Vi pesquisas mostrando que a grande maioria das pessoas não está disposta a sair de casa ainda”, diz ele, que durante a pandemia demitiu 17 dos antigos 20 funcionários.

“Nós ainda não atingimos o pico da pandemia. Agora, no inverno, os casos podem aumentar e, possivelmente, o governo terá de fechar novamente o comércio. Entendo quem está desesperado, também estou. Mas preferi esperar do que reabrir agora e ter de fechar de novo daqui a 30 dias. Qualquer movimento que eu tome sem planejar muito bem pode ser fatal para minha empresa. Reabrir agora é suicídio, significa falência”, explica.

“Mesmo para reabrir, os proprietários precisam recontratar o pessoal e renovar estoque. Nem todo mundo consegue fazer isso hoje, então prefere ficar quietinho, fechado. Muita gente que reabrir terá mais prejuízo ainda”, diz.

Segundo ele, a Abrasel tem negociado uma flexibilização ainda maior, com aumento do horário permitido até o período noturno e o fim da restrição do uso de mesas nas calçadas — algo bastante popular em São Paulo e que foi proibido pela nova norma do governo do Estado.

“Nosso faturamento caiu 80%. Hoje não conseguimos nem pagar as contas, às vezes precisamos vender algumas coisas para compensar o prejuízo. Só estamos de pé porque somos pequenos e porque temos esperança de que em breve a situação vá melhorar”, diz.

“Os shoppings reabriram e continuam vazios. Já os bares são locais de celebração, e hoje não temos nada para celebrar. Entendo as pessoas que querem retomar os negócios, mas acho uma decisão equivocada. Não há garantia de que o investimento para a reabertura agora será recompensado”, afirma.

“O momento é crítico, a curva de infecção não baixou. A maioria dos meus funcionários usa transporte público para vir trabalhar. Não posso e não vou expô-los ao coronavírus”, diz.

Fonte: G1