Banco da Amazônia vai disponibilizar R$ 30 milhões para micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia da COVID-19

Recursos são do novo Pronampe, programa que deve ser operacionalizado no mês de julho 

A partir do mês de julho, micro e pequenas empresas afetadas pelos impactos causados na economia pela pandemia da COVID-19 poderão contar novamente com a linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Pronampe. 

O Banco da Amazônia (Basa), principal instituição financeira do governo federal para fomento à economia na Região Amazônica, irá disponibilizar o recurso de R$ 30 milhões para contratações nessa Linha de Crédito. 

O gerente executivo de Pessoa Jurídica do Basa, Nélio Gusmão, explica que a criação do Pronampe representou um importante indutor no crédito para as micro e pequenas empresas, ao ampliar a oferta de financiamentos com um custo mais baixo, garantindo aos pequenos negócios recursos para manutenção de suas atividades em um momento, ainda muito delicado, que esse público atravessa ocasionado pelo agravamento da pandemia. 

“Nesta nova etapa do programa, o teto para contratação é de até R$150 mil por empresa ou até 30% do faturamento ou 50% do capital social”, explicou. No ano passado, o limite era de R$ 87 mil por empresa. “Com a ampliação do limite máximo disponível por mutuário, será possível ampliar o acesso ao crédito, garantindo manutenção de empregos e renda, gerando estabilidade aos negócios, em especial às micro e pequenas empresas”, ressaltou Nélio Gusmão, que adiantou que a instituição espera atender mais de 2 mil empresas com o Pronampe.  

De acordo com o gestor, desde o início da operação com o programa, o Basa já contratou, nessa modalidade, mais de R$ 445 milhões na região Norte somente para as micro e pequenas empresas.  

Finalidade do Pronampe  

Os recursos do Pronampe podem ser usados para capital de giro e possuem taxas reduzidas. A taxa de juros anual máxima será igual à taxa Selic (atualmente em 4,25% ao ano), acrescida de 6% (seis por cento) sobre o valor concedido. O valor poderá ser dividido em até 48 parcelas com carência de 11 meses para início do pagamento. As operações poderão ser contratadas apenas com aval dos sócios, reduzindo assim os custos cartorários e o tempo para a operacionalização do negócio. Para as empresas que já possuem cadastro no Basa, o processo é mais rápido, bastando apenas o tomador apresentar em sua agência de relacionamento as informações do e-Cac para que a proposta seja iniciada. 

Fonte: Assessoria Banco da Amazônia S/A

Estratégia com empresas garante ocupação de postos de trabalho em Porto Velho

Atendimentos acontecem de forma presencial e remota no sine.

O último balanço do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho aponta tendência de recuo do desemprego na capital. Os números positivos são uma resposta às estratégias adotadas pela Prefeitura para garantir a ocupação de postos de trabalho.

O número de pedidos de seguro-desemprego recuou cerca de 6% quando comparado os meses de maio e abril desse ano. Uma tendência que, segundo Davi Castiel, diretor do Sine Municipal, se vê desde o início de 2021. “Os pedidos diminuíram em relação ao primeiro trimestre desse ano. Isso permite concluir que as pessoas estão permanecendo mais nos empregos. Caso contrário, teríamos o caminho inverso, com mais pessoas dando entrada no tipo de benefício”, explica.

O seguro-desemprego é um dos principais termômetros da economia local. O outro é a oferta e ocupação de postos de trabalho. Hoje, o Sine Municipal oferece vagas para diversos perfis e diferentes graus de qualificação.

No entanto, a direção do Sine aponta um fenômeno que retarda a ocupação de alguns postos no mercado. “Muitas vagas continuam abertas por falta de mão de obra qualificada. Enviamos os perfis dos candidatos, mas algumas empresas exigem qualificação específica ou experiências anteriores”, explica Castiel.

Para driblar o problema, o Sine Municipal está estreitando o diálogo com as empresas. A estratégia é convencê-las a contratar pessoas e capacitá-las para que permaneçam por mais tempo nos postos de trabalho.

“Sugerimos que as empresas contratem pessoas, mesmo sem experiência, e deem a elas a chance de uma capacitação. Dessa forma, o empregador molda o colaborador de acordo com a sua necessidade e diminuímos a rotatividade desse cargo”, explica o gerente do Sine.

A estratégia do Sine tende a beneficiar principalmente a população de 18 a 25 anos, que tende a não possuir longa experiência no mercado de trabalho.

O Sine Municipal de Porto Velho está localizado na rua Brasília, 2512, bairro São Cristóvão. O horário para atendimento é das 7h30 às 13h30, de segunda à sexta-feira.

A Prefeitura também dispõe de canais remotos para atendimento. Os contatos podem ser feitos através dos números (69) 3901-3181 (fixo) e (69) 98473-7437 (WhatsApp)

O usuário também pode consultar as ofertas de vagas diariamente pelo site do Sine.

Fonte: Sine Municipal

Treinamento para instalação do aplicativo SASI é levado a empresas

Capacitação mostra como instalar e utilizar o sistema que faz agendamento para vacinação contra a Covid-19

Cerca de 60 trabalhadores da empresa de refrigerantes Dydyo receberam, nesta segunda-feira (07), treinamento de instalação do aplicativo SASI, em que é feito o cadastramento para a vacinação contra a Covid-19 em Porto Velho.

A capacitação é realizada pela Divisão de Imunização, da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), que pretende acelerar a inclusão da população no aplicativo e disseminar o conhecimento sobre a importância do cadastramento no processo de vacinação.

“Quanto mais pessoas souberem sobre o aplicativo, mais essas pessoas se tornarão multiplicadoras, tanto do cadastramento, quanto das informações sobre a plataforma”, explica a enfermeira Marina Martelê, da Divisão de Imunização, da Semusa.

“A Dydyo tem uma grande quantidade de vendedores que estão em contato direto com a população. Estamos transmitindo orientações para que eles tirem dúvidas. Mostramos como é o funcionamento do aplicativo e os benefícios”, diz Lígia Arruda, farmacêutica e bioquímica da Semusa.

A prefeitura está atendendo pedidos de empresas parceiras que queiram treinar seus funcionários quanto ao uso do SASI. Os interessados podem enviar as solicitações para o e-mail: semusavacina@gmail.com .

SHOPPING

A população de Porto Velho pode tirar dúvidas referentes ao aplicativo SASI, em um stand instalado no 1° piso do Porto Velho Shopping, próximo ao Tudo Aqui.

O stand permanecerá no shopping por 30 dias e o funcionamento será de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h. Nos domingos e feriados, das 13h às 21h.

Fonte; Semusa

Sine Estadual prorroga inscrições para empresas que queiram participar do programa “Feirão do Emprego” em RO

Jovens e adultos terão a oportunidade de concorrer a vagas de emprego em todo o Estado. As empresas podem ainda fazer o cadastro por meio eletrônico.

A Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), prorroga até o dia 15 de junho, as inscrições para o cadastro de empresas que desejam participar do “Feirão do Emprego”. A iniciativa é do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e tem por objetivo contribuir para a geração de oportunidades no mercado de trabalho, sendo estendido para fazer a colocação de 1.500 pessoas, entre jovens e adultos em todo o Estado.

As empresas poderão usufruir de minicursos de capacitação, além da contratação de pessoas, que devem residir no Estado e terão a oportunidade de adquirir experiência e aprimoramento profissional.

A coordenadora do Sine, Teresa Cristina, pontua que a finalidade do feirão é fomentar a geração de emprego e renda em Rondônia. “Considerando o cenário de pandemia, temos muitas vagas disponíveis e também, muito trabalhador em busca de uma oportunidade. Então promover essa intermediação de mão de obra dentro do feirão, traz assertividade e agilidade”.

edital de chamamento encontra-se publicado no Diário Oficial do Estado e também no portal da Sedi (http://www.rondonia.ro.gov.br/sedi/). As empresas podem ainda fazer o cadastro por meio eletrônico.

ETAPAS

No dia 16 de junho, será divulgada a relação de e-mails para encaminhamento de currículos. No dia 17 de junho será publicada uma lista com as empresas credenciadas ao projeto e aptas a participar do “Feirão do Emprego”. Entre os dias 17 e 19 de junho, os currículos dos candidatos serão encaminhados, devendo as entrevistas acontecerem entre 20 e 24 de junho. Até o dia 28 de junho, as empresas credenciadas devem informar a seleção efetiva e até o dia 4 de julho, a contratação dos candidatos.

Fonte; Sedi

Rondônia atrai grandes investidores para a região do Vale do Jamari

Com confiabilidade em alta, mais de 600 empresas oferecem propostas para reforçar a economia do estado.

O atributo alt desta imagem está vazio. O nome do arquivo é Alto-Paraiso-Agro-29-05-21-12-570x380.jpg
Inauguração oficial da empresa, trouxe boas noticias para o desenvolvimento da região de Alto Paraíso

Com solo fértil e clima favorável com o volume de chuvas ideal, Rondônia tem sido considerado por muitos investidores como terra de oportunidades. É o cenário ideal para o agronegócio que se completa com o interesse do Governo do Estado: desenvolver Rondônia em todos os aspectos. Tanto que o eixo de desenvolvimento econômico e social, no qual integra o agronegócio.

“Rondônia vem lutando para melhorar a meta definida pelo Ministério da Economia e só agora conseguimos alcançar a classificação triplo “A”,  que significa solidez fiscal, segurança de investimento e capacidade de pagamento que resulta em mais confiança ao investidor. Desde o início do nosso Governo mais de 600 empresas nos procuraram para se instalar aqui em Rondônia”, destacou o governador durante o ato de inauguração de uma empresa de grande porte no município de Alto Paraíso, mas que atua na área do agronegócio em toda a região do Vale do Jamari com ferramentas que vão desde o plantio até a colheita, garantindo o máximo em economia e produtividade.

A empresa oferece aos pequenos e médios produtores rurais da região serviços como: amostragem de solo eficaz, análise laboratorial, indicação agronômica, assessoria técnica, acompanhamento do plantio à colheita, com GPS e drone, mensuração de resultados, além de possuir uma equipe de campo especializada e compromissada com o resultado.

Rondônia teve a maior nota na avaliação em transparência em dois rankings: nacional e internacional. Por isso, ainda durante a inauguração da empresa, o governador Marcos Rocha falou sobre os projetos e programas que o Poder Executivo vem implantando para desenvolver os 52 municípios do Estado, que são o “Tchau Poeira”, “Governo na Cidade” e “Governo no Campo” que demonstram a transparência do Executivo Estadual na aplicação de recursos na ordem de mais de R$ 824 milhões em várias frentes de trabalho, com obras de qualidade, além do Programa de Apoio às Micros e Pequenas Empresas e Empreendedores de Pequenos Negócios (Proampe) direcionado aos micros e pequenos empresários.

Uma das obras que deve receber atenção especial na região de Alto Paraíso é a da ponte sobre o rio Jamari, levada pela enchente em 2019 e desde então, o Governo vem trabalhando para substituir e melhorar o acesso ao município, que é feito por balsa. Durante a visita a Alto Paraíso, o governador Marcos Rocha anunciou que a licitação foi concluída e a obra deve iniciar nos próximos 90 dias. Mas, de imediato, o chefe do Executivo afirmou que o Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) vai trabalhar na recuperação da RO-458, estrada de acesso ao município de Alto Paraíso.

O gestor da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani destacou: “o potencial de investimentos que Rondônia tem é devido a seriedade com que o Governo do Estado tem tratado o agronegócio e a credibilidade do governador Marcos Rocha de aplicar recursos economizados em infraestrutura para desenvolver o Estado. Rondônia tem sido destaque nacional de produtividade no setor, com oito milhões de hectares usados pela agropecuária e cinco milhões para a produção agrícola. Foi ainda reconhecido por ter rebanho bovino livre de febre aftosa sem vacinação, assim Rondônia só tem a crescer e atrair novos investimentos”, salientou o secretário.

Entre os produtores rurais já atendidos pela empresa está Alismar Dantas, que tem propriedade no município de Cujubim, um dos que integram a região do Vale do Jamari. “Nos plantamos soja, arroz e milho e acreditamos no plantio rotacionado. Com tecnologia conseguimos uma produtividade maior”, comenta o produtor rural que ressaltou o apoio do Governo de Rondônia no agronegócio, por entender o que o setor representa para todo o país.

A Associação de produtores de soja e milho (Aprosoja) também acredita na produtividade com sustentabilidade. De acordo com a diretora regional da Aprosoja, Antoniele Bottoli, que também e produtora rural em Alto paraíso, “a proposta é aumentar a produtividade sem necessariamente aumentar a área plantada no município. E para isso a tecnologia e fundamental”, complementa.

Esse diferencial tem atraído investidores para o Estado. O diretor comercial da mais antiga empresa de sementes de soja do Brasil, Ideraldo Lazarin, explica que, “a empresa fornece produtos para todo o país e enxerga em Rondônia um potencial que não tem em outros estados. Rondônia está para o Brasil, assim como o Brasil está para o mundo na produção de alimentos”, ressalta o empresário.

Essa visão é embasada por outro sócio da empresa que acaba de se instalar em Alto Paraíso, José Carlos: “Nós estamos aqui na região há cinco anos, começamos com gado e agora partimos para os grãos. Vimos que Rondônia tem a condição ideal para abastecer o mercado nacional e internacional. Nós vendemos para a China e outros países. Temos a expectativa de expandir os nossos produtos. Vamos produzir aqui o feijão chinês já no ano que vem”, comentou o produtor rural, destacando o diferencial alcançado por Rondônia a partir da iniciativa do Governo em desenvolver e apoiar o agronegócio.

Fonte; Seagri

Segundo Caged, Rondônia resultou em mais contratações formais no mês de Abril

Foram 10,6% de contratação, um saldo de 795 novas pessoas empregadas em 2021.

No mês de abril, Rondônia registrou 7.479 desligamentos e 8.274 admissões, resultando em um saldo de 795 novas pessoas empregadas ou cerca de 10,6% mais contratados do que demitidos, segundo dados disponibilizados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em todo o ano de 2021 foram criadas 4.083 novas vagas de emprego no estado, sendo o mês de fevereiro o que teve o melhor saldo, com 1.840 mais contratações do que demissões.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, abril de 2021 registrou 7,5 vezes mais vagas, já que abril de 2020 foi o pior mês na geração de empregos no estado desde o início da pandemia, com um saldo negativo de – 5.196.

Na divisão por áreas de economia, o comércio foi o que mais contratou no mês de abril, mas também foi o que mais demitiu, deixando o setor de serviços com o melhor saldo de admissões, com 479 novos empregados.

A agropecuária foi que a menos demitiu, mas também a que menos contratou, encerrando o mês com um saldo de 10 novas vagas ocupadas.

Saldo de emprego por área da economia

SetorAdmissõesDesligamentosSaldo
Serviços28592380479
Comércio33363124212
Construção60152972
Indústria1273125122
Agropecuária20519510

Fonte: Caged

Região Norte

A Região Norte foi a segunda do país com a maior variação do número de novos contratados em relação ao total de empregados, terminando abril com um saldo de 0,49% mais postos de trabalho, atrás apenas do Centro-Oeste, que criou 0,61% mais empregos.

Em números absolutos, a Região Sudeste foi a que teve o maior saldo, com 49.371 mais contratados que demitidos.

Empregos nas regiões do Brasil

RegiãoAdmissõesDesligamentosSaldoEstoqueVariação relativa
Norte60.51251.3429.1701.862.0250,49%
Nordeste176.177156.43019.7476.475.0450,31%
Sudeste714.492665.12149.37120.745.5440,24%
Sul302.186280.46521.7217.692.0430,28%
Centro-Oeste128.341107.41320.9283.435.9650,61%

Fonte: Caged

Entre os estados do Norte, apenas o Amapá teve um saldo negativo de geração de empregos, enquanto o Pará lidera o ranking com mais de 4 mil novos postos de trabalho:

  1. Pará -> 4.298 novos empregos
  2. Amazonas -> 1.952 novos empregos
  3. Tocantins -> 1.336 novos empregos
  4. Rondônia -> 745 novos empregos
  5. Acre -> 566 novos empregos
  6. Roraima -> 283 novos empregos
  7. Amapá -> -60 empregos

Fonte; Caged

Governo de Rondônia lança edital de credenciamento de empresas interessadas em patrocinar o 6º Concafé

Interessados têm até o dia 23 de maio para manifestarem disposição em patrocinar o 6º Concafé

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), lança novo edital de credenciamento de empresas interessadas em patrocinar o 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé). Os interessados têm até o dia 23 de maio de 2021 para manifestarem disposição em patrocinar o evento. O resultado será divulgado no site da Seagri até o dia 26 de maio de 2021.

O objetivo do Concafé é identificar, premiar e promover os cafés Robusta de qualidade e produzidos com sustentabilidade no Estado de Rondônia, com destaque para duas categorias: avaliação da qualidade de bebidas do café e na avaliação de sustentabilidade das propriedades produtoras.

O edital abre a possibilidade para que empresas patrocinem o evento, fomentando o setor e incentivando a agropecuária e, por conseguinte, a economia de Rondônia. “Nós abrimos a oportunidade para novas parcerias de patrocínio que serão fundamentais para a realização do maior concurso de cafés Robustas do país. O Concafé é responsável por incentivar o produtor a investir na sua lavoura e garantirá uma competição saudável, que vai servir para alavancar a produção de café em relação à qualidade sem negligenciar a questão da sustentabilidade”, explicou o secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani.

Para realizar o credenciamento, o interessado deve entrar em contato com a coordenação do evento por meio do e-mail: concafe.rondonia@gmail.com, informando que possui interesse em patrocinar o concurso, e anexar o documento “Anexo I – Documento de Credenciamento”, disponibilizado no edital. Além disso, o interessado deve assinar o Termo de Patrocínio (Modelo – Anexo II do edital) referente à cota de patrocínio que se inscreveu (conforme Modelo – Anexo I – Termo de Credenciamento do edital) e enviar ao mesmo e-mail.

Conforme consta no edital, serão aceitas como cotas de patrocínio valores em dinheiro ou prêmios (equipamentos, insumos, serviços, entre outros) que tenham relação direta com o fomento da atividade cafeeira. As cotas serão distribuídas do maior para o menor valor, conforme a ordem classificatória, não havendo limite mínimo para classificação. Os interessados devem indicar no documento de credenciamento o valor que pretendem patrocinar. As propostas de cotas de patrocínio serão avaliadas e julgadas pela comissão organizadora do 6º Concafé.

De acordo com a organização do evento, o cronograma de realização do concurso já está definido e será realizado de acordo com as seguintes datas: 24 de maio de 2021, início das inscrições; 6 de agosto de 2021, encerramento das  inscrições e 4 e 5 de novembro de 2021, cerimônia de premiação.

“As datas ainda podem ser alteradas pela comissão organizadora, caso for necessário. O local de realização da cerimônia de premiação será definido pela coordenação e divulgado por meio do site do Governo de Rondônia. A expectativa para este ano é bater recordes de premiações e participação. Estamos confiantes que será um grande sucesso o 6º Concafé”, informou o coordenador do concurso, Janderson Dalazen.

Fonte; Seagri

Rondônia está entre os estados mais ágeis na abertura de empresas no Brasil

Em abril deste ano, o tempo médio para abertura de empresa no estado foi de 53 horas e 35 minutos. Já a média nacional foi de 80 horas

No mês de abril, Rondônia registrou o sexto menor tempo médio para abertura de empresas no país, segundo dados estatísticos da Redesim (Rede Nacional para a Simplificação do Registro e Legalização de Empresas e Negócios). Foram necessárias cerca de 53 horas e 35 minutos para realizar os processos de viabilidade, registro e obtenção de CNPJ na Receita Federal. Em todo o país, a média de tempo para o mesmo processo ficou na casa de 80 horas (3 dias e 8 horas).

Ao reduzir o tempo de atendimento ao cidadão/empreendedor, o Estado cria um ambiente favorável aos novos negócios, gerando desenvolvimento econômico, maior eficiência na gestão, emprego e renda, e, por consequência, aumento na arrecadação de tributos.

“A tecnologia cria um ambiente de negócio favorável ao empreendedor, totalmente virtual, simples, ágil e capaz de integrar todos os processos de registro e legalização, promovendo a manutenção das atividades econômicas voltadas ao desenvolvimento social e econômico do estado”, explica James Matos, diretor da Vox Tecnologia, empresa desenvolvedora do SIGFácil, plataforma integradora da Redesim e que está presente em cinco dos 10 estados melhores colocados neste ranking.

Ao todo, a Vox Tecnologia está presente em 11 estados (AL, ES, GO, MA, PB, PI, PR, RN, RO, SE, TO) e em mais de 1.800 prefeituras, integrando as informações das secretarias da fazenda, juntas comerciais, bombeiros, órgãos ambientais e sanitários.

“A Redesim permite que o cidadão/empreendedor faça seus requerimentos, envie documentações e acompanhe o resultado das suas demandas em uma única interface. Do outro lado estão os órgãos envolvidos que recebem as demandas e analisam a legalidade dos pedidos”, acrescenta Matos.

A classificação do tempo de abertura de empresas da Redesim é feita com base em três etapas: 

Viabilidade: pesquisa prévia, sob responsabilidade da administração pública, para identificar a viabilidade de endereço e do nome empresarial.

Validação cadastral: de responsabilidade da administração tributária, via Secretaria de Fazenda ou de Finanças, valida os dados coletados na Redesim.

Registro/Inscrição: análise do órgão registral (Junta Comercial, Cartório PJ ou OAB) para obtenção do registro e da inscrição no CNPJ da Receita Federal.

Observação Importante: Não estão computados neste levantamento o tempo para obtenção das licenças, alvará de funcionamento e inscrições tributárias estaduais e municipais.

Por Marcelo Lima

Trabalho em home office tende a continuar após fim da pandemia

Empresas avaliam que teletrabalho trouxe benefícios para todos

O sistema de trabalho home office (teletrabalho), adotado por grandes empresas, públicas e privadas, em função da pandemia do novo coronavírus, apresenta tendência de permanência na maioria das companhias, mesmo após uma futura volta à normalidade. Um dos exemplos é a mineradora Vale. 

A gerente executiva e líder do programa Jornada Vale, Josilda Saad, informou que em 2019, antes do início da pandemia no Brasil, a Vale havia decidido estabelecer um sistema de trabalho mais flexível, adotando, uma vez por semana, o trabalho em forma remota. Mas a adesão era muito baixa.

Com a pandemia, a Vale colocou todas as funções administrativas e de suporte operacional no regime remoto em todas as suas instalações no mundo desde 13 de março de 2020. Ao final do primeiro mês no novo sistema, a companhia constatou que não houve redução do volume de transações de atividades, embora as equipes tenham tido que se adequar.

Atualmente, 18 mil profissionais da Vale trabalham de forma remota, o que equivale entre 24% e 25% dos funcionários da companhia. Os cargos operacionais continuam no formato presencial, mas adotando protocolos de distanciamento seguindo diretrizes do Ministério da Saúde. “As funções que não são essenciais foram colocadas em teletrabalho. Essencial, na nossa classificação, é aquela função que não pode deixar de acontecer em um site operacional”, explicou Josilda. 

As diretrizes foram passadas também para os fornecedores da Vale. Para o trabalho de campo de engenheiros, por exemplo, soluções inovadoras foram adotadas, como uso de câmeras nos capacetes, que permitem às equipes acompanhar as visitas mesmo à distância.

Favorabilidade

Pesquisa realizada em junho de 2020 com os empregados da mineradora identificou um grau de favorabilidade ao trabalho remoto de 73%. “Foi uma surpresa bastante positiva, com 73% das pessoas se dizendo satisfeitas e produtivas trabalhando remotamente”, disse a líder do programa Jornada Vale. 

Segundo Josilda, esse foi um sinal forte para implantar o programa, que se traduz em um novo modelo de trabalho mais flexível, seguro e colaborativo para os empregados e que combina home office com hubs, ou espaços de colaboração. O programa atenta não só para o repensar dos espaços físicos e o que se quer fazer com eles, mas também para o bem-estar dos funcionários e para a dinâmica de trabalho.

A Vale decidiu, que quando a pandemia permitir, vai migrar para um ambiente de trabalho híbrido. Nos sites operacionais, ficarão apenas mantenedores e funções operacionais. O novo regime, mais flexível, combinará trabalho remoto e hubs de colaboração e desenvolvimento, onde os empregados poderão agendar encontros presenciais, conectando-se também de forma cultural e emocional, em um lugar em que poderão trocar ideias ou trabalhar em conjunto. 

Todos os escritórios da Vale no mundo serão transformados em hubs ou espaços de colaboração. No Brasil, há dez escritórios fora das áreas operacionais e serão construídos mais sete que devem estar prontos no terceiro trimestre que serão construídos em Minas Gerais, no Espírito Santo e no Pará.  “Não vamos ter mais a obrigatoriedade do trabalho presencial, mas nós vamos ter esses hubs para receber as pessoas”.

Condições adequadas

Para que os funcionários em trabalho remoto tivessem condições adequadas em termos de ergonomia, a Vale liberou para todos, em setembro do ano passado, um suporte financeiro para compra de mobiliário de escritório, além de um suporte ergo-office, para apoio de um consultor, quando necessário. 

Josilda assegurou que a principal motivação para a adoção desse sistema não foi a redução de custos com aluguel, por exemplo, mas sim o fato que a maior flexibilização do trabalho torna os empregados mais engajados e produzindo mais. “Essa sempre foi a nossa crença”. Os ganhos serão em termos de qualidade e produtividade, segundo ela.

Uma pesquisa mais recente feita pela Vale mostrou que o índice de aprovação do home office subiu de 73% para 80%, pois reduziu para muitas pessoas o tempo excessivo gasto com deslocamentos até o local de trabalho. “Os funcionários vislumbram a possibilidade de interagir nos hubs e não querem mais a obrigatoriedade de ir ao trabalho no modelo tradicional. É o lado positivo: a união das famílias com a jornada de trabalho e a gestão da própria família”. 

O pagamento de contas de luz e internet pela Vale não constitui um nicho de demanda dos funcionários, segundo a empresa. Josilda afirmou, no entanto, que a companhia está mapeando as reais necessidades dos seus empregados.

A expectativa é que, a partir do segundo semestre, com aumento da vacinação e redução dos casos de internação por covid-19, a Vale possa liberar o primeiro hub no Brasil, que deve ser o do Rio de Janeiro, com capacidade menor, para poder iniciar o funcionamento de seu projeto.

Adaptação

A vice-presidente de Recursos Humanos da Coca-Cola South Operations, Simone Grossmann, explicou que a experiência do home office é muito singular neste momento porque, mais do que o teletrabalho, há a quarentena e o isolamento. “Isso traz uma série de questões; então é essencial o apoio do RH e dos líderes e das próprias pessoas estarem atentas a buscarem ajuda. A situação exige uma adaptação de todos ao mundo totalmente digital. Com isso, é importante repensar as atividades, repriorizar de acordo com o que é mais relevante para o negócio e factível para a rotina de cada um”. 

Simone informou que isso foi feito logo no início da pandemia e, pelo menos uma vez por mês, o colaborador tem uma conversa individual com o gestor, onde avaliam e ajustam juntos o que é preciso para o próximo mês. Outro ponto que contribuiu, segundo ela, para o bem estar geral é que a empresa promove muita flexibilização de horário, de modo que as pessoas ajustem sua rotina no que for necessário.

“Acreditamos que comunicação e união nesses momentos nunca é demais. O número de reuniões com os times se tornou mais frequente, temos feito happy hours virtuais e usado muito a nossa rede social interna para aproximar as pessoas. É fundamental ter plataformas tecnológicas que ajudem a manter o engajamento”. Os escritórios da empresa adotaram o trabalho remoto desde 16 de março de 2020. “O objetivo de ter grande parte dos funcionários em casa é contribuir para a segurança e saúde dos que não podem exercer suas atividades de forma remota”.

Simone afirmou que, por ser uma atividade essencial, o Sistema Coca-Cola Brasil, composto pela Coca-Cola Brasil e seus nove engarrafadores, continua operando, mas com cuidados extras de segurança, produção e distribuição de produtos.

Avaliação

Em uma pesquisa interna com os funcionários, foram apontados pontos positivos da mudança que eles querem ter continuidade daqui em diante, entre os quais pessoas e líderes mais flexíveis, comunicação mais regular e transparente, maior foco de todos nas questões de bem-estar, uma forma de trabalhar mais ágil e dinâmica e uma liderança ainda mais próxima. Como desafios, alguns colaboradores indicaram dificuldade de manter o foco no trabalho, falta do acesso mais informal que acontecia no escritório e aumento do número de reuniões virtuais, que geram o chamado cansaço virtual. Esse ajuste e equilíbrio são fundamentais pensando em um período de home office mais prolongado, disse Simone.

A vice-presidente esclareceu que o trabalho remoto para o pessoal de escritório era uma prática que a Coca-Cola incentivava, mas não era um padrão. “Exigiu criatividade, capacidade de adaptação e a criação de novas rotinas e ferramentas. De uma certa maneira, toda a crise que estamos passando acelerou muitas mudanças organizacionais que já eram devidas, mas ainda não tinham acontecido”.

Os funcionários receberam ajuda de custo para a montagem de seus espaços de trabalho ou para despesas adicionais extraordinárias desse período. “Levaram cadeira e seus equipamentos para casa e, como já estávamos muito digitalizados, utilizando plataformas como Teams, a migração foi muito bem sucedida”, avaliou a vice-presidente de RH.

Teletrabalho, home office ou trabalho remoto.
A experiência do home office foi e tem sido uma experiência de muitos desafios para trabalhadores e empresas

Experiência

Além de Vale e Coca-Cola, do setor privado, grandes empresas públicas também optaram pelo trabalho em casa para seus empregados, em razão da pandemia do novo coronavírus. Uma delas foi a Eletrobras. Para as empresas do grupo, a experiência do home office foi e tem sido uma experiência de muitos desafios, possibilitando um grande aprendizado e, ao mesmo tempo, trazendo uma reflexão sobre a forma de se trabalhar. “É inegável destacarmos que a volta ao escritório tende a ser diferente após toda essa experiência”, disse, em nota, a empresa.

Na própria Eletrobras, que atua como holding, sem desempenhar atividades operacionais, 100% do quadro de empregados está atuando remotamente. Atualmente, uma decisão da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro impede que os empregados retornem às atividades presenciais. Nas empresas Eletrobras que gerenciam e operam, em tempo real, ativos de transmissão e geração de energia elétrica, cerca de 50% dos empregados permaneceram no trabalho presencial, seguindo os protocolos de saúde estabelecidos pela companhia, “atendendo às melhores práticas e orientação de especialistas de saúde.”

A Eletrobras informou que, de forma geral, o regime de trabalho remoto traz, por natureza, redução de custos em relação a despesas correntes dos escritórios, tais como serviços terceirizados, conta de luz, água, telefone, materiais de escritório, entre outros. A companhia citou que, antes da pandemia,  vinha buscando redução dos custos com suas instalações, por meio da otimização da alocação de grande parte dos empregados no mesmo espaço físico e, também, por meio da devolução de andares e de imóveis. 

Produtividade

Segundo a Eletrobras, a continuidade das atividades laborais com produtividade foi um dos pontos positivos mostrados pela adoção do home office. Outros destaques foram qualidade e não interrupções dos serviços; redução de custos com viagens a serviço e para treinamentos, a partir do uso intensivo de recursos de videoconferência; integração ágil e sinérgica dos profissionais e empresas; realização de grandes eventos corporativos, possibilitando participação elevada dos empregados em diferentes localidades. A Eletrobras destacou ainda que as palestras por videoconferência são mais econômicas do que com o aluguel de espaços.

Entre os pontos negativos do trabalho remoto, foram apontados a perda da convivência diária e interação entre os profissionais da equipe; possíveis dificuldades com equipamentos, infraestrutura e qualidade do ambiente de trabalho doméstico; perda da integração dos empregados nas instalações comuns e convivência fora da empresa; perda para os estagiários e jovens aprendizes em relação às experiências de convivência no ambiente laboral, “uma vez que o acompanhamento no local de trabalho é mais enriquecedor do que a distância para o monitoramento das atividades”, diz a nota.

A Eletrobras não arca com os custos de luz e internet dos funcionários em home office. “Os gestores têm à disposição celulares com 4G e notebooks corporativos”. Algumas empresas do grupo estão emprestando computadores e notebooks, além de cadeiras para atender os problemas de ordem ergométrica dos seus colaboradores.

Tendência

A Eletrobras considera que ainda é prematuro afirmar que o home office será de fato a nova forma de se trabalhar, porém admitiu que esse sistema “com certeza” ampliou seu espaço no mundo do trabalho, embora reconheça que há uma série de precauções para sua efetiva implantação em um contexto pós-pandemia.

No trabalho presencial, a companhia vem adotando protocolos que incluem campanha de testagem para covid-19 para colaboradores; avaliação individual dos grupos de riscos para covid-19 de cada empregado, de acordo com idade e comorbidade; disponibilização de equipamentos de barreira de proteção para uso no ambiente de trabalho e deslocamento, como máscaras de proteção e álcool em gel.

Integram ainda os protocolos disponibilização de atendimentos psicossociais online, por meio de rede de apoio de psicólogos e assistentes sociais das empresas; disponibilização de protocolo de avaliação de riscos sociais para covid-19; realização de desinfecção das dependências das empresas; 
e sinalização de orientação de distanciamento e orientações de prevenção ao coronavírus nas empresas do grupo.

Petrobras

Também em nota informou que o teletrabalho nos moldes atuais, adotado durante cinco dias na semana, está vigente até o dia 30 de junho de 2021. “Conforme previsto desde a última prorrogação, em fevereiro, o modelo será reavaliado em maio, considerando a situação da pandemia no país e com base em análises e dados técnicos”. 

Atualmente, cerca de 54% dos empregados da Petrobras se encontram em teletrabalho. 

Fonte: Agência Brasil

Sine busca parcerias com empresas para capacitar profissionais através do programa “Geração Emprego” em RO

Sine pretende por meio do programa capacitar pessoas e direcioná-las às empresas.

O Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) em ação conjunta com o Programa de Sistema Nacional de Emprego (Sine) busca parcerias com instituições de capacitação e ensino, por meio do programa “Geração Emprego” com o objetivo  de oferecer cursos gratuitos de qualificação e preparação de mão de obra para o mercado de trabalho.

A coordenadora geral do Sistema Nacional de Emprego (Sine), Teresa Cristina, esteve em Vilhena na última terça-feira (27) onde participou de uma reunião com o presidente da Associação Comercial Industrial do município, Dirceu Hoffmann, apresentando propostas de parceria com empresários locais.

Teresa explicou que hoje, o Sine realiza o cadastramento de empresas e de candidatos a empregos. A maioria das vagas busca por pessoas qualificadas e com experiência e a falta de mão de obra qualificada é uma situação complicada tanto para os empresários quanto para os trabalhadores que buscam nova posição no mercado de trabalho.

Para mudar esse cenário, o sistema estará realizando cursos, a princípio ensino a distância (EaD), com a capacitação de profissionais para ingressarem no mercado de trabalho, proporcionando condições para fomentar a geração de emprego e renda, fortalecendo as atividades econômicas de cada região. “Temos uma demanda grande de pessoas em busca de emprego, porém sem nenhuma qualificação ou experiência. O Sine pretende por meio do “Geração Emprego” capacitar pessoas e direcioná-las às empresas que estejam em busca da mão de obra”, conta.

A coordenadora do Sine também ressalta que o órgão vem buscando fortalecer as políticas públicas com o intuito de reduzir os impactos da pandemia.

A reunião também contou com a presença do gerente da unidade regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Rafael Oliveira e da gerente regional do Sine, Salete Keller.

A equipe de coordenação do Sine esta percorrendo todo Estado, visitando os municípios que contam com o polo do órgão em busca de parcerias com as associações comerciais e empresariais com o intuito de diminuir o índice de desemprego em Rondônia.

Fonte: Sedi