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Bolsonaro participa da abertura de fórum econômico com países árabes

Destaque é para os produtos do agronegócio, diz presidente brasileiro

O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (19) que a aproximação no campo político entre Brasil e países árabes tem permitido novos espaços de cooperação em setores estratégicos, como ciência, tecnologia, inovação e energia. Bolsonaro participou da abertura do Fórum Econômico Brasil e Países Árabes, que acontece de forma virtual até a próxima quinta-feira (22).

No ano passado, o presidente brasileiro esteve em visite aos Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita onde apresentou as reformas que o governo está empreendendo na área econômica e as oportunidades de investimento no país. Em 2019, o intercâmbio entre o Brasil e países árabes superou os US$ 11 bilhões.

No ano passado, o Brasil exportou US$ 4,9 bilhões para os 22 países da Liga Árabe e de janeiro a agosto de 2020, as exportações já chegaram a US$ 4,6 bilhões. De acordo com o presidente brasileiro, o destaque é para os produtos do agronegócio.

“Hoje, a produção brasileira halal, que respeita as tradições e regras da religião islâmica, é sinônimo de qualidade e confiança. Por isso, os países árabes pode contar com o Brasil como parceiro estratégico na garantia de sua segurança alimentar”, disse.

De acordo com Bolsonaro, cerca de 30 empresas brasileiras possuem escritórios e unidades de produção no Oriente Médio. Durante seu discurso, ele destacou também as parcerias comerciais em países árabes da África, como Egito, Marrocos e Argélia.

“Pretendemos continuar a estreitar laços históricos, culturais e de amizade que unem os nossos povos. Também quero aproveitar o enorme potencial que ainda há para ser explorado nos mais diversos setores e abrir novas frentes de diálogos, cooperação e trabalho pela prosperidade de nossas nações”, disse.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Inflação de julho foi puxada por preços da gasolina e eletricidade

Os transportes tiveram maior influência com alta de 0,78%, diz IBGE

A gasolina, com uma alta de preços de 3,42% em julho, foi o item que mais impactou a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no mês. Os combustíveis, de uma forma geral, subiram 3,12%, devido a aumentos de preços no óleo diesel (4,21%), etanol (0,72%) e gás veicular (0,56%).

“A gasolina continua revertendo o movimento que teve nos meses de abril e maio. Já havia subido em junho e voltou a subir em julho”, disse o pesquisador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Pedro Kislanov.

Os transportes foram o grupo de despesas que teve maior influência no IPCA de julho, com alta de 0,78%.

O IPCA fechou o mês em 0,36%, influenciado também pelo aumento do custo com habitação (0,80%), puxado pela alta de preços da energia elétrica (2,59%). Outros grupos que tiveram impacto importante na inflação foram saúde e cuidados pessoais (0,44%), artigos de residência (0,90%) e comunicação (0,51%).

Os alimentos subiram apenas 0,01% e tiveram pouco impacto na inflação de julho. Três grupos registraram deflação (queda de preços): vestuário (-0,52%), despesas pessoais (-0,11%) e educação (-0,12%).

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Consumidores protestam contra aumento na conta de luz e quedas de energia em RO

Os moradores estão decididos a interpelar a empresa junto à Promotoria de Defesa do Consumidor na tentativa, inclusive, de obterem redução na tarifa

Porto Velho, RO – Moradores de Porto Velho resolveram protestar contra a péssima qualidade do serviço de energia elétrica em Rondônia. A constante queda de energia em vários pontos da cidade obrigaram os consumidores a apelarem ao Ministério Público através da Promotoria de Defesa do Consumidor e órgãos vinculados desta Corte Ministerial.

O objetivo da manifestação é cobrar uma solução para o problema das constantes quedas de energia, que tem causado prejuízos aos moradores com a queima de eletrodomésticos por conta das quedas de energia que acontece em diversos pontos da capital rondoniense, além do aumento na conta de energia elétrica.  

O manifesto dos moradores realizado nesta terça-feira, 7, na Vila Isabel, no bairro São Francisco, Zona Leste da capital foi compartilhada por moradores dos residenciais Crystal da Calama, Cidade de Todos, Porto Madero (Zona Leste), Morar Melhor e Areia Branca, região Sul.

Mas, o grau mais intenso das reclamações contra a queda de energia cuja distribuição é de responsabilidade é do Grupo Energisa, com sede em Minas Gerais, partiu de moradores da antiga Vila Isabel, no Bairro São Francisco e região. Segundo os moradores, a exemplo dos residenciais do Programa Habitação, Minha Casa, Minha Vida, de responsabilidade do Governo Federal, ‘um transformador ainda não substituído pela ENERGISA, é o causador do problema’.

Como forma de obrigar a Energisa resolver o problema da falta de energia, na próxima quinta-feira, 9, os moradores estão decididos a interpelar a empresa junto à Promotoria de Defesa do Consumidor na tentativa, inclusive, de obterem redução nos valores cobrados acima do suposto consumo apontado pelos medidores.

Por Xico Nery

Os parasitas que se alimentam da energia e vitalidade do hospedeiro

Os juízes do STF – todos eles, sem exceção – são o maior entrave ao desenvolvimento do Brasil.

“Acho difícil superar a pandemia com esse desgoverno”. Cármen Lúcia, do STF, em uma live ontem realizada por um instituto da Unicamp em parceria com a UOL.

Vejam como uma juíza do Supremo Tribunal Federal se refere ao Governo do Presidente da República.

Imaginem se Jair Bolsonaro falasse em uma transmissão ao vivo que “com um Supremo Tribunal Federal desse dificilmente o país vai funcionar”.

O que aconteceria com ele? O que diriam a seu respeito? Quais seriam as consequências?

Os juízes do STF – todos eles, sem exceção – são o maior entrave ao desenvolvimento do Brasil.

Eles são iguais a um parasita que se alimenta da energia e da vitalidade do hospedeiro.