Mayra Pinheiro enfrenta Omar Aziz e detona “CPI dos Horrores” (veja o vídeo)

Entramos com uma nova medida, uma notificação para o STF, pedindo ao ministro Lewandoski que apurasse a responsabilidade sobre a quebra de sigilo

Como a Dra Mayra Pinheiro, Secretária de Gestão do Trabalho e Educação do Ministério da Saúde, não recuou dos ataques que sofreu na CPI, o sistema corrupto parece estar se movimentando contra a médica.

A CPI, que deveria ter mantido os documentos da secretária em sigilo, expôs tudo, em primeiro lugar para a Rede Globo, em um movimento orquestrado e absurdo.

“Foram sucessivas medidas para tentar criminalizar meus atos. Entramos com uma nova medida, uma notificação para o STF, pedindo ao ministro Lewandoski que apurasse a responsabilidade sobre a quebra de sigilo, pedindo à Polícia Federal as investigações.

Foram dados cinco dias para que o senador Omar Aziz responda, mas o senador persiste em dar entrevistas, dizendo que eu não tenho qualificação técnica nem moral.

Entrei com um pedido de indenização por danos morais contra o senador Omar Aziz, para que ele possa respeitar a justiça”, ressaltou, em entrevista exclusiva à repórter Berenice Leite, em Brasília.

Para surpresa da médica, o senador Randolfe Rodrigues deu entrevistas, dizendo que vai pedir exoneração de Dra. Mayra, alegando que ela está tentando obstruir os trabalhos da CPI.

“É uma inversão completa de valores, homens que deveriam prestar um serviço à sociedade brasileira, mostrar dignidade em seus cargos representativos, agem com abuso de autoridade.

Eles não têm qualificação moral para serem juízes na CPI. Eu quero que a população brasileira acorde, porque o que aconteceu comigo, pode acontecer com qualquer depoente, qualquer brasileiro”, alerta a médica.

Confira:

Fonte: JCO

Venezuela enfrenta base de operações paramilitares estabelecida na Colômbia, diz ministro da Defesa

O ministro afirmou que as quadrilhas paramilitares colombianas se converteram em um produto de exportação.

Ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, afirmou que o seu país enfrenta uma base de operações paramilitares estabelecida na Colômbia, cujo objetivo é desestabilizar a situação na fronteira entre os dois países.

“Nos confrontamos com uma base de operações paramilitares em território colombiano que ataca sistematicamente, com todos os planos perversos da oligarquia colombiana, a pátria do libertador”, disse Padrino.

O ministro afirmou que as quadrilhas paramilitares colombianas se converteram em um produto de exportação.

“Se tornou um produto de exportação que tem tido o seu efeito, como já vimos no Caribe, que tem tido o seu efeito na Venezuela, quando em uma zona fronteiriça tentaram criar um território indefinido, uma paraeconomia proveniente e alimentada pelo narcotráfico e pelas gangues paramilitares”, ressaltou.

Soldados colombianos patrulham de barco no rio Arauca, na fronteira entre Colômbia e Venezuela, visto de Arauquita, Colômbia em 28 de março de 2021.
© REUTERS / LUISA GONZALEZSoldados colombianos patrulham de barco no rio Arauca, na fronteira entre Colômbia e Venezuela, visto de Arauquita, Colômbia em 28 de março de 2021

Padrino López disse que se trata de uma estratégia concebida pelo Ocidente e pelo Oriente para fragmentar a Venezuela, mas que o país não o permitirá. Ao mesmo tempo, o ministro da Defesa sublinhou que a Venezuela conseguiu vencer as tentativas de desestabilização, pois conta com Forças Armadas coesas.

Caracas tem acusado o governo colombiano de armar quadrilhas paramilitares para atacar seu território e tentar assassinar o presidente Nicolás Maduro.

Nesta terça-feira (13) o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, mostrou provas em como o assassinato do presidente do Haiti poderia estar ligado ao atentado contra Nicolás Maduro em 2018.

Fonte: Sputnik

População ainda enfrenta dificuldades para acessar o palácio rio madeira

O Centro Político Administrativo (CPA), construído no Governo Cassol com o propósito de encurtar o caminho entre a gestão pública e os contribuintes, piorou

Porto Velho, RO – Apesar dos avanços, ainda é grande a distância entre a gestão pública estadual e os cidadãos rondonienses em se tratando de comunicação, sobretudo entre cidadãos de baixa escolaridade em busca de informações e documentações prioritárias de interesse dos contribuintes.

Com a mudança constante de pessoas e funções ocupadas interinamente por pessoas inabilitadas, continua causando polêmica em setores da administração pública; seja no âmbito municipal, estadual ou federal. Por conta disso, o cidadão porto-velhense tem enfrentado grandes dissabores ao procurarem gabinetes, portarias e/ou setores protocolares do setor público.

Foi o que ocorreu na manhã desta sexta-feira (28), no Centro Político Administrativo (CPA), construído no Governo Cassol com o propósito de encurtar o caminho entre a gestão pública e os contribuintes’, ou mesmo, aqueles contribuintes de baixa escolaridade que buscam algum tipo de auxílios divulgados pelo Governo do Estadual.

Chegando ao Palácio Rio Madeira, de cara o cidadão se depara com uma guarnição militar posta de prontidão pela Casa Civil, que tem como finalidade realizar a interlocução entre o Governo e a sociedade civil, porém não sabem explicar onde funciona a Seção de Protocolo Civil. No caso das demais secretarias, o atendente limitou-se a sugerir que as pessoas recorressem ao sistema remoto para ter acesso às repartições.

Um professor universitário, concursado que trabalha em um dos anexos da residência do Governador Marcos Rocha, disse não está surpreso com as ‘informações consideradas tangenciadas por militares à porta dos prédios. Onde sabemos, ‘todas as informações e contatos com agentes públicos, com base na Lei de Acesso à Informação Pública, devem estar disponíveis em locais visíveis’.

– Segundo ele, a falta de um bom atendimento é tanto que ‘o cidadão sai daqui totalmente desenformada, uma situação considerada totalmente fora da realidade, ele disse ainda que, ‘não precisa nem fazer pesquisa, basta ir às repartições públicas constatar essa triste realidade’, ressaltou.

Segundo ele, desde o governo anterior o cidadão tem penado na obtenção de informações de seu interesse. Dentre os maiores problemas estão os relacionados a nomes e contatos de titulares das pastas e cargos de chefia. O maior entrave, segundo o professor, ‘é com relação ao cidadão de baixa escolaridade’ – a maioria não tem rede de internet nem manipulam aplicativos.

A reportagem conferiu os relatos do professor – que também é servidor da pasta da Segurança Pública. Segundo a pesquisa deste site, na recepção do prédio que dar acesso à Secretaria de Estado de Assistência Social (SEAS), não há interfone direto com o gabinete nem outra forma de comunicação, a não ser pelo serviço remoto.

Mesmo diante de retorno, as pessoas ainda encontram resistência por parte de terceirizados que não facilitam em nada a comunicação entre o contribuinte e as chefias entronadas no gabinete da secretária da SEAS, Luana Rocha. Porém, comprovou que algumas figuras supostamente privilegiadas (?), ‘tem o acesso liberado após ligações de celular institucional’.

Por Xico Nery