Desespero toma conta da esquerda, “poste” parte para “agressão”

Haddad falou como se os responsáveis pelos atos de violência visassem o melhor para o Brasil

Durante a manifestação da esquerda ocorrida no último sábado (03), em São Paulo, o petista Fernando Haddad voltou a disparar seus ataques contra o presidente Jair Bolsonaro.

Em seu discurso para os militantes, Haddad destilou ódio contra o presidente da República, chegando a dizer que o mandatário está ‘com os dias contados’:

“Cada vez que você ameaçar a democracia, ocuparemos as ruas. Aqui tem gente que lutou pela redemocratização do país.

Você é um representante da ditadura militar, um representante mequetrefe, saiu dos porões da ditadura junto com os torturadores. Não se engane, Bolsonaro, você não é dono de nada, está com os dias contados”, vociferou Haddad.

Em meio ao incêndio de uma agência bancária, e a depredação de uma concessionária de veículos, três pontos de ônibus e até da fachada de uma Universidade, Haddad falou como se os responsáveis pelos atos de violência visassem o melhor para o Brasil:

“O povo tá aqui na rua para tomar o país de volta das suas mãos. Você é um assassino desgraçado que matou milhares de brasileiros.”

A “agressão verbal” parece muito mais um “show pirotécnico” de um sujeito imbecilizado e carente de atenção, que precisa, a todo custo, tentar “lacrar” para uma plateia que não representa o sentimento do povo brasileiro.

Fonte: JCO

Flávio Dino anuncia saída do PC do B e dá sinais da decadência da extrema esquerda

O governador não disse ainda qual será seu novo destino

O governador do Maranhão, Flávio Dino, anunciou a desfiliação do PC do B, na tarde desta quinta-feira (17)

“Informo que pedi desfiliação ao PCdoB. Desejo êxito ao Partido na sua caminhada em defesa de uma Pátria Livre e Justa. Uma grande Frente da Esperança é um vetor decisivo para um novo ciclo de conquistas sociais para o Brasil. A tal tarefa seguirei me dedicando”, escreveu o político em seu Twitter.

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Dino foi filiado ao partido por 15 anos e, segundo documento enviado à direção da legenda, disse ter uma visão diferente de estratégia e táticas políticas. O governador não disse ainda qual será seu novo destino, porém, sua saída ocorre apenas uma semana depois do anúncio do deputado federal Marcelo Freixo, que também acaba de se despedir do PSOL.

Seria esse, um claro sinal do enfraquecimento político dos partidos da extrema esquerda no Brasil?

Fonte: JCO

Membros da esquerda se reúnem no Rio para “discutir” volta ao poder custe o que custar (veja o vídeo)

Grupos da esquerda, incluindo MST, sindicatos e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB se reuniram no Rio

Em uma reunião que mais parecia uma versão politiqueira do filme de terror ‘A Invocação do Mal’, líderes da esquerda, incluindo MST, sindicatos e partidos como PT, PSOL, PCdoB e PSB se reuniram no Rio, para tramar a volta ao poder.

A TV JCO recebeu informações com exclusividade sobre essa reunião e os perigos reais que rondam nosso país, inclusive com players internacionais movimentando o maior bloco de oposição da história.

Haverá mais greves, para frear a economia do país, mobilização contra as aulas? O que podemos esperar? A jornalista Camila Abdo conversa com o advogado e jornalista Paulo Faria, para aprofundar o debate sobre o tema.

A primeira cidade chinesa já está sendo construída no Brasil, na Bahia, estado governado pelo petista Rui Costa. Será o primeiro território sob controle chinês dentro do nosso país. Nossa soberania está em risco?

Assista a mais essa live imperdível!

Capacho da esquerda, vergonha para os gaúchos (veja o vídeo)

Dispara Bibo Nunes contra Tite, ele quer desestabilizar, passar para o mundo a imagem de que Bolsonaro quer causar atrito

O deputado federal Bibo Nunes, usou suas redes sociais para expor sua opinião sobre a atitude do técnico da seleção, Tite.

“Tite é um capacho da esquerda, vergonha para os gaúchos”

Segundo Nunes, partiu de Tite a iniciativa inicial de alguns jogadores em não disputar a Copa América no Brasil:

“É uma tentativa política do Tite, que é um esquerdista, que é um capacho da esquerda, tentar desmoralizar o Governo Bolsonaro. A esquerda está assim (…). Estão desesperados! Não adianta.

O presidente Jair Bolsonaro será reeleito. Que vergonha, que antipatriotismo. Você não tem nada de gaúcho, você é um antidemocrata, você não ama seu país, você ama o dinheiro, a grana, assim como outros mercenários que estão querendo seguir seu conselho”.

Nunes aproveitou para criticar a tentativa de manipulação feita por Tite, que tentou influenciar os jogadores contra a iniciativa do presidente Jair Bolsonaro de trazer a Copa América para o Brasil:

“É uma vergonha insuflar os jogadores a não jogar. Uma vergonha. Ele quer desestabilizar, passar para o mundo a imagem de que Bolsonaro quer causar atrito. A ideia é prejudicar a imagem de Bolsonaro. Quanto mais tentam prejudicar, mais cresce a imagem de Bolsonaro.

Tite, você tem que ser ejetado do Brasil. Tenho certeza de que a imensa maioria dos jogadores da Seleção Brasileira gostaria de jogar a Copa América. Está tentando sabotar a Copa América para prejudicar Bolsonaro”.

E disparou:

“Um ser desprezível, uma vergonha para os gaúchos. Isso é egoísta. É o ‘quanto pior, melhor’. Um presidente patriota como Bolsonaro, o PIB crescendo, o quarto país que mais vacina no mundo, e você vem querer prejudicar.

É uma palhaçada fazer esse tipo de jogo, um técnico de futebol a serviço da esquerda tentando sabotar. Um embuste”, desabafou ele.

Confira:

Fonte: JCO

Manifestação convocada por partidos de esquerda não tem adesão popular (veja o vídeo)

Os ‘gatos pingados’ seguiram caminhando pela Avenida Presidente Vargas, com bandeiras da UNE e de sindicatos…

Os extremistas anunciaram aos quatro ventos que fariam uma grande manifestação no dia 29 de maio… mas, parece que esqueceram de combinar com o povo.

Um pequeno grupo se concentrou na Praça da Cinelândia, no Centro do Rio, revelando um protesto esvaziado e sem adesão da população.

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Os ‘gatos pingados’ seguiram caminhando pela Avenida Presidente Vargas, com bandeiras da UNE e de sindicatos…

O que se viu foram aqueles militantes de sempre, dos próprios partidos, sem comparação com as mega manifestações espontâneas que ocorreram nos dias 1º, 15 de maio e no evento que reuniu mais de 40 mil motociclistas, tendo o presidente Bolsonaro à frente.

Para aqueles que acreditam em pesquisas da Folha, nada como um choque de realidade e o desprezo do povo.

Confira:

Fonte: JCO

Movimento Judaico rebate parlamentares de esquerda

“Todos queremos paz, mas, antes da paz, queremos também a verdade”

Integrantes do Congresso Nacional do Brasil, a grande maioria de partidos de esquerda, que compõem a denominada “Frente Parlamentar Mista Pelos Direitos do Povo Palestino” divulgaram Nota Pública, esta semana, em que manifestam “preocupação, repulsa e condenação dos atos de guerra do Estado de Israel contra populações civis de palestinos em Gaza, Cisjordânia e nos territórios atribuídos a Israel”.

De acordo com o documento, no dia 10, aviões de guerra israelenses lançaram bombas em áreas residenciais, deixando um saldo elevado de mortos. E acusam o Estado de Israel de promover, o que chamou, de “limpeza étnica e apartheid”.

“Vem promovendo uma continuada política de ‘limpeza étnica e apartheid’ contra palestinos, numa clara violação do Direito Internacional”, alega trecho da Nota.

E complementa:

“Condenamos a tentativa israelense de expulsar palestinos de Jerusalém, os ataques a pessoas e casas palestinas nos territórios atribuídos a Israel e os bombardeios à Faixa de Gaza”.

“Repudiamos os laços econômicos, militares e políticos do governo brasileiro com estas violações, assumindo o compromisso de atuar para que esta cumplicidade não se aprofunde ainda mais”.

Confira:

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O Movimento Judaico Apartidário (MJA) rebateu as críticas desse minúsculo grupo de parlamentares brasileiros, componentes da tal ‘frente’, pontuando que Israel não ataca o povo palestino. “Apenas responde” às ofensivas de um grupo terrorista.

“Lamentavelmente, a Nota divulgada pela aludida Frente Parlamentar, composta por uma minoria dos representantes do povo brasileiro, não expressa a verdade, posto que Israel apenas responde a ataques que estão lhe sendo dirigidos por grupo reconhecido por suas atividades terroristas, o Hamas”, explicou.

E acrescenta:

“A conduta do Hamas não é a mesma conduta do povo palestino e, menos ainda, do mundo árabe que, em diversas partes, não atribui a Israel a responsabilidade pelo conflito”.

E conclui:

“Todos queremos paz, mas, antes da paz, queremos também a verdade: Israel se defende de mísseis lançados pelo Hamas e contra ataca, avisando com antecedência necessária para que os civis possam se proteger. O mesmo comportamento, infelizmente, não é praticado pelo outro lado”, finaliza.

Eis a íntegra do documento:

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Nesta sexta-feira (21), um cessar-fogo “mútuo e simultâneo”, mediado pelo Egito, passou a valer entre Israel e o Hamas. O acordo vinha sendo “costurado” há dias, com pressão internacional, principalmente, sobre Israel, embora os ataques tivessem começado pelo grupo islâmico Hamas.

Fonte: JCO

Lira dribla esquerda e Câmara aprova MP que desestatiza Eletrobras

A MP foi aprovada por 313 votos favoráveis e 166 contrários.

O deputado federal Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, comemorou, no Twitter, nesta quinta-feira (20), a aprovação de Medida Provisória de desestatização da Eletrobras.

Para ele, a MP demonstra que a Casa se mantém no rumo das reformas e da modernização do País. A MP foi aprovada por 313 votos favoráveis e 166 contrários.

Lira disse que a votação deixa um legado para o país.

“Palavras ao vento são fáceis de pronunciar, mas se perdem no vento também. As transformações permanentes são árduas e exigem esforços, mas deixam o legado de uma sociedade melhor e de um povo mais próspero e um futuro mais promissor”, afirmou o presidente da Câmara em suas redes sociais.

O modelo de desestatização prevê a emissão de novas ações da Eletrobras, a serem vendidas no mercado sem a participação do governo, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente pela União.

Essa forma de desestatização é a mesma proposta no PL 5877/19, que o governo enviou em 2019, mas não foi adiante. Apesar de perder o controle, a União terá uma ação de classe especial (Golden share) que lhe garante poder de veto em decisões da assembleia de acionistas.

Ricardo Barros (PP-PR), líder do Governo, destacou que metade do dinheiro arrecadado com a venda das ações da estatal, R$ 25 bilhões, será investido na diminuição das contas de energia.

“A empresa se tornará uma corporação. Permitirá que R$ 25 bilhões sejam arrecadados e que metade vá para reduzir a conta da energia, para a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), para que o consumidor possa ter redução na sua conta de energia”, explicou.

A Conta de Desenvolvimento Energético é um fundo setorial usado para custear políticas públicas como descontos para usuários de baixa renda. Esses recursos poderão ser usados para minimizar possíveis impactos na tarifa, com a mudança do sistema de cobrança.

Fonte: Câmara dos Deputados

Esquerda e OAB fazem fogo cruzado contra Secretaria de Cultura

Eles querem o dinheiro da Lei Rouanet na marra…

No último dia 10 de maio, o Secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula fez uma postagem em seu Twitter com a cópia de uma decisão judicial assinada pelo juiz Itagiba Catta Preta Neto da Justiça Federal da 1ª região, no Distrito Federal, que recusou um pedido de afastamento do cargo.

“Saiu a decisão da Ação que visava me afastar do cargo da Rouanet, movida pelos deputados Túlio (Gadelha – PDT/PE) e Benedita (da Silva – PT/RJ). O senhor juiz, Itagiba Catta Preta, negou o pedido e ainda salientou, nas palavras dele, que o pedido era por motivos ‘ideológicos e ODIOSA DISCRIMINAÇÃO RELIGIOSA’.”, escreveu o secretário, completando em seguida com um trecho da sentença proferido pelo juiz.

“Os autores populares não conseguem esconder que, por trás de toda sua argumentação, está o intuito imediato de afastar do Cargo ou das atribuições em comento, o Secretário, por motivos ideológicos e odiosa discriminação religiosa.”

A ação da esquerdalha para arrancar Porciuncula do cargo, na marra, em defesa de uma casta de artistas que se tornaram ricos em função da Lei Rouanet e que ainda insistem em se pendurar nas tetas do poder público, foi desconstruída pelo juiz, que ainda desvendou artimanhas nada republicanas, senão desonestas e canalhas por parte dos autores da ação, considerando não terem sequer discutido questões técnicas ou de capacidade profissional para exercer a função no pedido de afastamento, mas apenas questões relacionadas à vida particular do secretário.

Nos comentários, André Porciuncula ainda comenta a seriedade do juiz que proferiu a sentença:

“Queria reforçar que a sentença é uma aula de direito e integridade. Parabéns ao senhor juiz Itagiba Catta Preta”!

Mas, no mesmo post, uma resposta da deputada federal Áurea Carolina (PSOL/MG), uma das autoras da ação, mostra que eles não desistiram e já encaminham novo recurso.

“Nossa ação contra a portaria autoritária da Rouanet foi indeferida. O juiz responsável compreendeu que nosso objetivo seria afastar o secretário de fomento do cargo, por motivos ideológicos e odiosa discriminação religiosa. Como não é verdade, vamos recorrer da decisão”.

E por trás de tudo isso, uma outra notícia que passou a circular nesta quarta-feira (12), mostra que há uma verdadeira ação coordenada para fazer pressão sobre o governo, com a finalidade de arrancar o dinheiro da Rouanet, seja como for.

Apenas 24 horas depois da derrota dos deputados na justiça, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também foi à justiça, na mesma vara do Distrito Federal, com uma ação contra o que chamou de “paralização da Lei Rouanet no governo Bolsonaro”.

A entidade “governada” pelo defensor de esquerdistas e opositores de Jair Bolsonaro, Felipe Santa Cruz alega no texto do documento protocolado na justiça que o governo federal “têm por objetivo declarado o desmonte da cena cultural no país” e alega que “ilegais limitações e indevidas intervenções” na aprovação de projetos submetidos à Lei Rouanet representam ‘evidente dano ao patrimônio público e social’.

Ao afirmar, portanto, que há ilegais limitações e indevidas intervenções, a OAB se refere justamente à secretaria administrada por André Porciuncula, que passa a ser atacada em várias frentes, na esperança de que, em algum momento, a decisão caia no colo de “alguém mais alinhado à ideologia” dos solicitantes.

A ação elaborada pela OAB tem 36 páginas, entretanto, traz uma série de ataques e acusações subjetivas, típicas de quem se apega a narrativas, preferindo ignorar questões administrativas e financeiras que competem somente ao poder executivo.

“Atos omissivos e comissivos de autoridades vinculadas à União Federal têm acarretado incalculáveis danos ao patrimônio público e social na medida em que violam as garantias fundamentais do direito à cultura e ao acesso à cultura, em total desrespeito à ordem jurídica vigente e aos compromissos internacionais assumidos pela Federação”, diz o texto, que ainda acusa Jair Bolsonaro de “travar uma notória guerra contra a cultura desde a campanha presidencial” e ainda de “adotar uma operação tartaruga ao impor uma meta de analisar mensalmente o limite de 120 novas propostas dentro da Lei Rouanet”.

O texto da ação movida pela OAB contém ainda uma frase que, por si só, demonstra a necessidade do setor cultural fazer uma autoanalise e buscar repensar se está, de fato, fazendo o tipo de arte que a população brasileira espera:

“Tal limitação drástica no número de projetos é uma redução gigantesca na produção cultural do país, em absoluta asfixia do setor, que vive quase que exclusivamente do mecenato”.

Ora, se é assim que a OAB e a esquerda enxergam os trabalhadores da cultura no Brasil – pessoas que só sobrevivem a partir do mecenato, há algo errado com a arte por eles praticada, considerando que não conseguem, por si só, conquistar público, audiência e consumidores de sua produção.

O fato é que eles não se conformam que a mamata acabou, e não vai adiantar o fogo cruzado … o povo já autorizou!

Fonte: JCO

A esquerda como retrocesso autoritário, doença coletiva, enfermidade política e degradação social

O esquerdismo é uma filosofia de pirralhos chorões

Em certa ocasião, o famoso pensador e intelectual americano P. J. O’Rourke proferiu uma máxima que resume perfeitamente a esquerda política. Ele disse:

“No âmago do esquerdismo está uma criança mimada — infeliz, como todas as crianças mimadas, insatisfeita, exigente, indisciplinada, despótica e inútil. O esquerdismo é uma filosofia de pirralhos chorões.”

Não há como negar as verdades expressas por P. J. O’Rourke sobre a esquerda política com tanta perfeição. Militantes socialistas são pessoas histriônicas que se comportam de forma infantilizada, acham que devem receber tudo gratuitamente do estado, que trabalhar é “opressão” e “exploração”, e que o estado deve ser considerado um deus soberano que tem a palavra final sobre tudo.

Inflexíveis e totalitários, militantes não aceitam absolutamente nada que possa contradizer a sua arcaica e obsoleta ideologia de estimação. Ignorantes, não tem o menor conhecimento do que efetivamente gera riquezas — o mercado e a produtividade, e não o estado —, são coletivistas que desprezam o indivíduo e possuem um anseio febril em impôr suas tirânicas doutrinas sobre toda a sociedade, se necessário através da força.

Em linhas gerais, minhas experiências pessoais com militantes nunca foram positivas. Essas pessoas são irremediavelmente histéricas e irracionais, são incapazes de debater ideias de forma civilizada, e sentem a necessidade de impor suas convicções de forma agressiva sobre terceiros. Militantes veem como inimigos mortais todas as pessoas que discordam de suas ideias distorcidas, levadas na consideração de “certezas absolutas”. Portanto, questioná-las constitui uma verdadeira “heresia”.

Outro enorme problema da esquerda está na confiança absoluta que eles possuem no estado e em todo o seu corpo de políticos e burocratas, acreditando cegamente que estes podem resolver todos os problemas que afligem a sociedade humana. A realidade prática mostra de forma efetiva, no entanto, que o governo e a burocracia estatal não resolvem problemas, eles criam problemas.

Em nenhum lugar do mundo, o estado produziu prosperidade e desenvolvimento. Deixar o estado no controle de tudo — o grande objetivo da esquerda — é ficar refém do socialismo totalitário.

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O segredo para reduzir problemas e conflitos na sociedade é permitir que as pessoas tenham prosperidade. Esse é o elemento que facilita a solução para todos os demais problemas. E a política não produz prosperidade; os negócios, os indivíduos livres e o setor privado produzem prosperidade.

Por isso os indivíduos devem ser livres para produzir no mercado. E o que permite a aquisição de prosperidade é a liberdade econômica. Liberdade econômica, por suz vez, gera progresso. Progresso gera desenvolvimento e diferentes níveis de prosperidade para os indivíduos.

Para constatar essa verdade, basta que analisemos quais são os países mais prósperos e desenvolvidos do mundo, e como foi que atingiram o nível de progresso e desenvolvimento do qual usufruem. Para citar apenas alguns, Estados Unidos, Austrália, Suíça, Estônia, Singapura e Nova Zelândia estão entre as nações mais prósperas e ricas que existem.

Nenhum desses países atingiu progresso e prosperidade por conta do estado, mas por usufruírem de um elevado nível de liberdade econômica. Nesses países, a iniciativa privada não é asfixiada por uma carga tributrária excruciante, por burocracias aviltantes e paralíticas, por regulações arbitrárias, por licenças, permissões ou concessões que demoram meses ou anos para serem formalizadas.

No entanto, militantes de esquerda não estudam história nem economia. Portanto, dialogar com essas pessoas geralmente é uma tarefa terrivelmente contraproducente.

As pessoas precisam entender que o estado mais atrapalha do que ajuda. No Brasil, a burocracia estatal sempre foi o grande obstáculo para o desenvolvimento dos indivíduos, da sociedade e do setor privado. Recentemente, tivemos mais um dramático exemplo de como o estado atrapalha o desenvolvimento pessoal dos cidadãos.

Uma menina de 17 anos, Elisa Flemer, foi impedida de entrar na USP porque não tinha diploma do ensino médio. Adepta do homeschooling, a garota há muitos anos estuda em casa. Inteligente e estudiosa, ela passou em quinto lugar no curso de engenharia civil da USP. No entanto, a justiça estatal a impediu de ingressar na Universidade, porque ela não tinha o pedaço de papel pomposamente conhecido como diploma.

Vendo potencial na estudante, no entanto, a empresa StartSe — localizada na Califórnia, nos Estados Unidos — concedeu a ela uma bolsa de estudos na Escola Internacional de Negócios da StartSe University, que cobrirá todas as suas despesas no Vale do Silício. O CEO da Companhia, Junior Borneli, deu a seguinte declaração:

“Nós, da StartSe, acreditamos que não são os diplomas que definem nossas habilidades, mas sim o conhecimento que se adquire. Por isso, decidimos acompanhar a Elisa no seu desenvolvimento.”

Infelizmente, aqui no Brasil a esquerda, o estado e a burocracia estão muito mais preocupados com formalidades vazias, como diplomas, certificados, documentos autenticados, carimbos e a papelocracia infinita que não acaba nunca — e resume bem porque o Brasil não se desenvolve, não permite que seus cidadãos se desenvolvam e mostra perfeitamente porque perdemos nossos maiores e melhores talentos, que acabam indo embora, justamente por encontrar muito mais oportunidades em outros países.

Evidentemente, ninguém da esquerda vai se pronunciar sobre o caso da menina Elisa Flemer, porque ele mostra como o estado é deletério para o desenvolvimento dos indivíduos e da sociedade. Além do mais, Elisa era adepta do homeschooling, que é simplesmente o ato de estudar em casa e ser totalmente independente nos estudos e na educação.

A esquerda odeia isso porque possui uma natureza inerentemente coletivista; por isso, ela detesta que os indivíduos tenham qualquer tipo de autonomia e independência. A esquerda pretende manter a forma convencional e compulsória de ensino curricular do Ministério da Educação, porque seu grande objetivo é doutrinar os cidadãos, para formar uma cidadania padronizada, obediente ao seu projeto de poder.

O homeschooling não permite isso, visto que concede liberdade aos estudantes para aprender de forma mais livre e orgânica, permitindo que cada um tenha uma educação de acordo com as suas necessidades pessoais. Ou seja, o homeschooling representa um grande obstáculo ao programa de doutrinação coletiva da esquerda política. Essa é uma das fortes razões para se defender arduamente o homeschooling.

É fácil perceber que o grande objetivo da esquerda é promover o estado como um deus soberano e absoluto, e sujeitar todas as pessoas à sua obediência. Não seria exagero nenhum, portanto, afirmar que — para militantes de esquerda — o estado é como uma religião.

De fato, a política em si é para a esquerda uma espécia de religião, assim como partidos são como classes sacerdotais e os políticos são considerados semideuses, que devem ser obedecidos incondicionalmente. O esquerdismo na prática não passa de uma seita autoritária que exige de forma despótica e inflexível a servidão dos indivíduos e a total obediência destes para com o estado. A esquerda política pode ser compreendida como uma seita coletivista que pretende transformar os indivíduos em escravos do estado.

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É verdade que a esquerda tem um lado aparentemente “rebelde”, do qual ela parece orgulhar-se bastante, como uma criança que aprendeu a descascar a bergamota sem a ajuda da mamãe. Essa rebeldia, no entanto, manifesta-se apenas quando um governo de direita está no poder. Quando é um governo de esquerda que está no comando, a classe doutrinada dos militantes autoritários exige subserviência total da população, rotulando como “fascistas” todos aqueles que ousam expressar insatisfação e descontentamento.

Mas por que a esquerda é despótica e totalitária? Por que ela se considera portadora de uma inquestionável verdade absoluta? E por que ela venera tanto o estado, bem como todo o seu corpo de políticos e burocratas? Por que ela os considera sacrossantos e infalíveis? De onde vem tanta subserviência?

A observação sistemática do comportamento de militantes progressistas responde a todas essas perguntas. E o elemento que motiva toda a fúria e ferocidade da turba militante é um dos piores e mais antigos defeitos humanos: a inveja. A esquerda política odeia pessoas inteligentes, motivadas, criativas e construtivas. Por isso tem uma obsessão doentia pelo igualitarismo, pois seu maior objetivo é rebaixar todos ao mesmo nível.

O progressismo, antes de tudo, pode e deve ser entendido como uma ideologia infantil — o que nos remete à citação de P. J. O’Rourke, presente no início do artigo. A esquerda é, de fato, uma ideologia de adultos que comportam-se como crianças beligerantes e irracionais, completamente desprovidas de virtudes como altruísmo, abnegação, autocontrole e autodomínio. Ou seja, são como crianças histéricas incapazes de se controlar e agir de forma civilizada. Isso se deve ao fato de que militantes progressistas agem primariamente como criaturas emocionais, e não racionais. Esta talvez é a característica mais preponderante da esquerda política.

Tanto nas redes sociais como também no mundo real, essas pessoas frequentemente manifestam comportamento histriônico, beligerante e agressivo, estão sempre reclamando de tudo e frequentemente colocam a si próprias na posição de vítimas, o que revela uma necessidade patológica de chamar a atenção.

Muitos militantes realmente acreditam que eles são pobres vítimas de um sistema injusto e cruel, e os seus políticos de estimação — de alguma forma que nem eles próprios são capazes de entender— conseguirão suplantar o atual sistema, que dará lugar a uma utopia mais vicejante e colorida, transformando o mundo em um lugar melhor.

Que o mundo é um lugar injusto, hostil e cruel, não há dúvida. E muitas das reivindicações da esquerda tem sua razão de ser. Não obstante, não ajuda em nada para a sua causa que seus adeptos se comportem de forma beligerante, histriônica, indolente e agressiva, considerando como inimigos mortais todas as pessoas que pensam diferente deles. Esse pensamento monolítico e uniforme é, por si só, uma manifestação do caráter despótico e totalitário da esquerda, o que só faz a grande maioria das pessoas adquirir ainda mais resistência e repulsa à doutrina esquerdista.

A melhor cura para um mundo destrutivo é ser construtivo. Ao ser destrutiva, a esquerda contribui para piorar o mundo, e não melhorá-lo. O grande problema é que aí nos deparamos com outra contradição da esquerda. A militância possui um discurso que é drasticamente diferente do que ela realiza na prática. Isso serve para mostrar que a maioria dos militantes não passam de vagabundos que desejam protestar, apenas com a intenção de receber coisas gratuitas do estado. A militância — de uma forma geral — não está interessada em construir absolutamente nada. Essas pessoas não querem ser produtivas ou construtivas, elas só querem que seus políticos de estimação cheguem ao poder, para que elas possam receber benefícios assistencialistas do papai-estado.

O comportamento infantil é um padrão da mentalidade esquerdista, sendo — sem dúvida nenhuma — a característica mais forte da militância. Toda essa carga emocional da esquerda é evidência de sua infantilidade. A esquerda jamais é prática, pragmática e racional, mas sempre emocional, histérica e indolente. Sua maior estratégia é o apelo ao sentimentalismo das massas e de seus adeptos. Isso porque seu grande objetivo não é, jamais, resolver problemas, mas chegar ao poder e lá permanecer indefinidamente.

Assim, ela pode extrair inúmeros benefícios da máquina estatal, enriquecer avidamente, aumentar seu capital político e conquistar o eleitorado com esmolas assistencialistas. Com essas estratégias, a esquerda pode se perpetuar indefinidamente no poder. Essa é uma situação em que tanto os demagogos populistas quanto o curral eleitoral podem tirar proveito. No final das contas, tudo não passa de oportunismo planejado para adquirir vantagens financeiras e materiais.

A verdade é que quando lidamos com militantes, não estamos lidando com adultos maduros, responsáveis e bem resolvidos consigo mesmos, mas com pessoas que possuem sérias deficiências mentais. Como o psiquiatra americano Lyle H. Rossiter afirmou, o esquerdismo deve ser tratado como um transtorno psiquiátrico.

A compreensão dessa verdade facilita muito as coisas. O esquerdismo é um desastre psicossocial, que promove a estagnação e o retrocesso da civilização. Para que haja progresso e prosperidade, essa lastimável enfermidade coletiva deve deixar de existir.

Por Wagner Hertzog

‘Alucinado’ Ciro Gomes expõe o racha na esquerda

“(…) Lula, com a sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite”

Em entrevista publicada na Folha, neste sábado (27), Ciro Gomes falou sobre as estratégias e dificuldades para a campanha eleitoral de 2022.

O pedetista, ex-ministro do governo Lula, afirmou que a solução para derrotar o presidente Jair Bolsonaro é ‘uma amplíssima união de centro-esquerda’.

Ciro disse, também, achar quase impossível uma aliança com o PT, já que considera que Lula jamais abrirá mão do protagonismo dentro do partido, e que esse foi um dos motivos para a escolha de Haddad como pré-candidato, já que ‘não fará sombra a ele, nem hoje nem jamais, ou seja, quer replicar a escolha de Dilma [Roussef]:

“Converso muito com petistas. Lá dentro, tem um grupo que acha que o Lula, com a sua loucura e caudilhismo, está passando de qualquer limite. Faz as coisas sem consultar ninguém, joga só. É o Pelé”, disse.

Segundo Ciro, a estratégia para 2022 deve ser a de ir para o segundo turno contra Jair Bolsonaro e, para isso, primeiro é preciso derrotar o PT no primeiro turno:

“Nesse quadro de hiperfragmentação, quem for contra o Bolsonaro no segundo turno tem tendência de ganhar a eleição. O menos capaz disso é o PT. Por isso, a minha tarefa é necessariamente derrotar o PT no primeiro turno“, disse.

Noutras palavras, a percepção é clara no sentido de que Bolsonaro está garantido no segundo turno.

Assim, Ciro vai centrar sua ruidosa e inescrupulosa artilharia contra o PT.

Moral da história: A esquerda vai sair capenga do primeiro turno.

Conclusão: Se houver segundo turno, Bolsonaro deve vencer com facilidade.

Quem viver verá!

Fonte: JCO