Bolsonaro admite a Biden alta do desmatamento da Amazônia

Presidente da República prometeu eliminar desmatamento ilegal no Brasil até 2030. Documento foi enviado nesta quarta (14)

Em carta enviada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu a alta de desmatamento na Amazônia e prometeu eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030.

“Salientar essas medidas e resultados não é, para meu governo, um expediente superficial para escusarmo-nos de fazer mais e melhor. A ação do Estado e da sociedade precisam aperfeiçoar-se. Reconheço, por exemplo, que temos diante de nós um desafio de monta, com o aumento das taxas de desmatamento na Amazônia, que se vem verificando desde 2012”, afirmou Bolsonaro.

“Queremos reafirmar nesse ato, em inequívoco apoio aos esforços empreendidos por V. Excelência, o nosso compromisso em eliminar o desmatamento ilegal no Brasil até 2030”, acrescentou.

O desmatamento na floresta amazônica brasileira atingiu um pico de 12 anos em 2020, mostraram dados oficiais do governo divulgados pelo Prodes, sistema de cobertura de satélite que dá a estimativa oficial de desmatamento do país.

No período entre agosto de 2019 e julho de 2020, a destruição da maior floresta tropical do mundo aumentou 9,5% em relação ao ano anterior, para 11.088 quilômetros quadrados, de acordo com dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que ainda são considerados prévios.

O documento foi enviado ao presidente norte-americano nesta quarta-feira (14) e contém, ao todo, sete páginas. O envio da carta ocorre dias antes do encontro com dezenas de chefes de Estado sobre mudanças climáticas – o convite partiu do próprio Biden e a reunião será realizada em 22 de abril e marca o retorno de Washington à primeira linha do combate às mudanças climáticas, depois de o governo de Donald Trump abandonar o Acordo de Paris sobre o clima.

“Reitero o compromisso do Brasil e do meu governo com os esforços internacionais de proteção do meio ambiente, combate à mudança do clima e promoção do desenvolvimento sustentável. Teremos enorme satisfação em trabalhar com V. Excelência em todos esses objetivos comuns”, disse Bolsonaro na carta.

Fonte: R7

Depois de lançar mísseis, Coreia do Norte acusa Biden de ‘provocação’

Presidente dos EUA condenou novos testes balísticos em Pyongyang, que violam acordos da ONU e fez advertência

Coreia do Norte acusou neste sábado (27) o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de “ingerência” e “provocação” por condenar o lançamento de mísseis que Pyongyang fez esta semana.

Um alto funcionário norte-coreano afirmou que a condenação expressa pelo presidente americano ao lançamento de mísseis por Pyongyang constituem uma “ingerência” e uma “provocação”, informou a agência estatal de notícias KCNA.

“Esse tipo de declarações por parte do presidente americano são uma ingerência evidente no nosso direito à autodefesa e uma provocação”, declarou Ri Pyong Chol, que supervisionou o teste, em um comunicado, citado pela agência KCNA.

A Coreia do Norte informou que o lançamento de quinta-feira, o primeiro desde que Joe Biden chegou à Casa Branca, foi um teste de um novo “projétil tático guiado” equipado com um motor de combustível sólido.

Após o lançamento, Biden afirmou que o teste violou as resoluções da ONU e fez uma advertência a Pyongyang.

“Consultamos nossos sócios e aliados, Haverá uma resposta se eles (as autoridades norte-coreanas) optarem por uma escalada. Será uma resposta proporcional”, afirmou o presidente americano.

Em sua declaração, Ri disse que a Coreia do Norte expressou sua “profunda apreensão pelo fato de o líder dos Estados Unidos ter criticado os testes, realizados no exercício de nosso direito à legítima defesa, como uma violação das resoluções das Nações Unidas”.

Além disso, o alto funcionário norte-coreano afirmou lamentar que Biden tenha mostrado sua “hostilidade profunda”.

No passado, Pyongyang recorreu a testes de armas várias vezes para alimentar as tensões, na tentativa de atingir seus objetivos de longo prazo.

“Acho que o novo governo dos Estados Unidos obviamente deu um primeiro passo em falso”, criticou Ri no comunicado, que a KCNA disse ter sido divulgado nesta sexta-feira.

“Se os Estados Unidos continuarem com essas declarações imprudentes sem pensar nas consequências, talvez tenham que lidar com algo que não será bom”, alertou, acrescentando que a Coreia do Norte está preparada para “continuar a aumentar nossas forças armadas mais avassaladoras e capacidades militares”.

Em uma nota que evita usar as palavras “mísseis” e “balístico”, a KCNA afirmou na sexta-feira que os dois projéteis disparados na quinta-feira atingiram com precisão os alvos no mar depois que percorreram uma distância de 600 quilômetros.

A agência afirmou que a arma poderia transportar uma carga útil de 2,5 toneladas.

Fonte: R7

Biden envia carta a Bolsonaro e promete parceria para frear covid

Mensagem é resposta ao cumprimento do presidente brasileiro após a vitória do democrata nas eleições americanas de 2020

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enviou uma carta ao presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, e garantiu que a relação bilateral entre os dois países continua saudável e bem apesar da mudança de governo. O conteúdo foi divulgado nesta quinta-feira (18) pela Secretaria Especial de Comunicação Social do governo.

Durante o mandato de Donald Trump, Bolsonaro se aproximou dos EUA e viajou diversas vezes ao país para ter reuniões com o mandatário. Com a saída do empresário do poder, o presidente brasileiro questionou a legitimidade das eleições americanas e foi o último líder mundial a parabenizar Biden. A carta foi enviada ao Brasil no dia 26 de fevereiro.

Agora, em resposta ao comunicado do Brasil, o presidente Biden ressalta que os Estados Unidos e o país compartilham uma “trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades”.

Biden também garante que não há limites para o que os dois países possam conquistar juntos e que seu governo está pronto para trabalhar e ajudar o Brasil, especialmente nas áreas de saúde, por conta do coronavírus, e do meio ambiente.

Biden destacou que ambos os países podem reunir esforços “no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente, em alusão ao caminho para a COP26 e para a Cúpula sobre o Clima, esta última a ser sediada pelos EUA em 22 de abril próximo”.

O americano também destacou que uma das responsabilidades dos dois governos é garantir que os países se tornem “mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras” e abriu as portas para uma maior colaboração e união entre os países em fóruns internacionais, nas questões ambientais e no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

Confira a carta na íntegra:

“NOTA

Em atenção à mensagem de cumprimentos recebida por ocasião de sua cerimônia de posse como 46º Presidente dos Estados Unidos da América, o Presidente Joe Biden dirigiu carta de agradecimento ao presidente Jair Bolsonaro, datada de 26 de fevereiro último.

Ao referir-se às diversas vezes em que esteve no Brasil como vice-presidente, o presidente Biden sublinhou que não há limites para o que o Brasil e os EUA podem conquistar juntos. Destacou que as duas nações compartilham trajetória de luta pela independência, defesa de liberdades democráticas e religiosas, repúdio à escravidão e acolhimento da composição diversa de suas sociedades.

Após enfatizar a responsabilidade comum dos dois líderes em tornar o Brasil e os EUA mais seguros, saudáveis, prósperos e sustentáveis para as gerações futuras, o Presidente Biden saudou a oportunidade para que ambos os países unam esforços, tanto em nível bilateral quanto em fóruns multilaterais, no enfrentamento aos desafios da pandemia e do meio ambiente, em alusão ao caminho para a COP26 e para a Cúpula sobre o Clima, esta última a ser sediada pelos EUA em 22 de abril próximo.

Ao final, o presidente Biden salientou que seu governo está pronto para trabalhar em estreita colaboração com o Governo brasileiro neste novo capítulo da relação bilateral.

Secretaria Especial de Comunicação Social / MCom”

Fonte: R7

Presidente dos EUA afirma que Putin ‘pagará’ pela suposta interferência nas eleições de 2020

Nesta quarta-feira (17), a embaixada russa em Washington rejeitou as acusações da inteligência norte-americana contra a Rússia sobre uma suposta interferência nas eleições de 2020.

O presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu que o presidente russo Vladimir Putin enfrentaria em breve repercussões da suposta interferência nas eleições presidenciais de 2020.

“Ele vai pagar um preço. Vocês logo vão ver”, afirmou Biden à ABC News ao ser questionado sobre as consequências que o presidente russo teria de enfrentar.

A declaração foi feita logo após a embaixada russa em Washington afirmar, nesta quarta-feira (17), que as acusações da inteligência dos EUA contra a Rússia sobre uma suposta interferência nas eleições serem infundadas.

“O documento preparado pela inteligência dos EUA ainda é mais um conjunto de acusações infundadas contra nosso país de interferência em processos da política interna norte-americana. As conclusões do relatório sobre a condução pela Rússia de operações de influência na América são confirmadas unicamente pela confiança dos serviços de inteligência na veracidade delas. Não são fornecidos fatos ou evidências concretas dessas declarações”, afirmou a embaixada.

Os diplomatas russos enfatizaram que, com estas alegações, os EUA estão tentando jogar a responsabilidade pela desestabilização política interna para países estrangeiros.

“Nós declaramos que Washington continua praticando a “diplomacia de megafone”, com o principal objetivo de manter uma imagem negativa da Rússia; culpando jogadores externos de desestabilizarem a situação dentro do país. Esta atitude da administração dificilmente corresponde ao diálogo em igualdade e respeito mútuo que nós propusemos em busca de soluções para as questões mais urgentes. As ações de Washington não levam à normalização das relações bilaterais”, ressaltou a embaixada.

A declaração se seguiu a um relatório do Conselho Nacional de Inteligência dos EUA de terça-feira (16), alegando que o presidente russo Vladimir Putin sabia e orquestrou um alegado esforço para manipular as eleições presidenciais nos EUA em 2020 a favor de Donald Trump.

“Nós declaramos que Washington continua praticando a “diplomacia megafone”, com o principal objetivo de manter uma imagem negativa da Rússia; culpando os jogadores externos por desestabilizar a situação dentro do país. Esta atitude da administração dificilmente corresponde com o diálogo de igualdade e respeito mútuo que nós propomos em busca de soluções às pressões. As ações de Washington não visam a normalização das relações bilaterais”, ressaltou o embaixador.

Essa eu quero ver….

Fonte: Sputnik

Coreia do Norte alerta EUA: ‘se quer paz, não cause problema’

Irmã de Kim Jong-un aproveitou visita de diplomatas dos EUA à Coreia do Sul para dar recado ao governo Biden

A irmã do líder da Coreia do Norte, Kim Yo-jong, criticou os atuais testes militares na Coreia do Sul e alertou o novo governo dos Estados Unidos a não “causar problema” se quiser a paz, reportou a imprensa estatal na terça-feira (16, no horário local). 

A declaração acontece um dia antes da chegada do principal diplomata e do chefe de Defesa norte-americanos em Seul para uma primeira rodada de conversa com seus equivalentes sul-coreanos.

“Aproveitamos essa oportunidade para alertar o novo governo dos EUA que tenta deixar o cheiro de pólvora em nossa terra”, disse Kim em nota publicada pela agência de notícias estatal KCNA. “Se quiser dormir em paz pelos próximos quatro anos, era melhor não ter causado um problema em seu primeiro passo”.

O líder Kim Jong Un participou de três reuniões históricas com Trump e trocou uma série de cartas, mas o governo do país asiático encerrou as negociações e afirmou que não participaria mais enquanto os Estados Unidos não abandonassem sua política de hostilidade. 

Tropas norte-americanas e sul-coreanas iniciaram um exercício militar conjunto, que foi limitado a simulações de computador por conta do risco com o coronavírus, além das iniciativas contínuas de engajar em negociações com o Norte.

Fonte: R7

EUA planejam inaugurar no Alasca radar para rastrear mísseis balísticos

Esta instalação militar ‘Ameaça direta à Rússia’

Maior alcance, detecção de lançamentos de mísseis a milhares de quilômetros, seleção de blocos de combate e alvos falsos – os EUA estão colocando em serviço mais um elemento do sistema de defesa antimíssil.

A nova e potente estação de radar estará operacional no Alasca neste ano, escreve colunista da Sputnik Nikolai Protopopov.

Tal como no passado, Washington afirma que este radar é necessário para repelir um possível ataque de mísseis do Irã ou da Coreia do Norte. Porém, especialistas apontam que o sistema de radar está sendo desenvolvido para outros propósitos.

Controle total

A construção da estação de Radar de Discriminação de Longo Alcance (LRDR, na sigla em inglês) foi iniciada em 2018 na base da Força Aérea dos EUA de Clear, no Alasca. Esta instalação militar está em serviço desde meados do século passado e é considerada uma das mais importantes no sistema de defesa antimíssil dos EUA.

Estava previsto que a estação de radar estivesse operacional no ano passado, mas devido à pandemia os trabalhos foram suspensos. Recentemente, foi relatado que o projeto estava perto de ser concluído.

De acordo com os desenvolvedores, LRDR é 25 vezes maior do que a estação de radar multifuncional AN/SPY – o elemento principal do sistema de combate Aegis, que também é instalado em cruzadores e destróieres da Marinha dos EUA.

Estação de radar na base da Força Aérea dos EUA de Clear, no Alasca
© CC0 / U.S. ARMY CORPS OF ENGINEERS Estação de radar na base da Força Aérea dos EUA de Clear, no Alasca

O novo radar funciona em Banda S e é fabricado com nitreto de gálio, o que melhora significativamente as características técnicas do aparelho.

O LRDR será capaz de detectar não só mísseis balísticos intercontinentais (ICBM, na sigla em inglês) e hipersônicos, mas também identificar alvos falsos que acompanham as ogivas dos ICBM.

Outra particularidade é que o radar não precisa ser desligado mesmo durante manutenção técnica. A estrutura é um complexo de blocos sólidos, fáceis de combinar e de acrescentar componentes adicionais para aumentar a potência.

Oficialmente o LRDR protege o território continental dos EUA de um ataque de mísseis do Irã e da Coreia do Norte. No entanto, especialistas consideram que alvo principal do sistema de radar serão os mísseis russos.

“Quando os americanos implantaram o sistema de defesa de mísseis na Europa, eles também alegaram que era para conter o Irã”, disse especialista militar russo Konstantin Sivkov.

“Na verdade, o novo radar é dirigido exclusivamente contra a Rússia. A trajetória de voo dos mísseis balísticos da Coreia do Norte passa sobre o oceano Pacífico. Para rastreá-los seria necessário colocar radares na área do Havaí, por exemplo”, explica.

Por outro lado, as trajetórias mais curtas dos ICBM russos lançados da Sibéria, da Frota do Norte e até do Pacífico, por submarinos estratégicos, passam diretamente sobre o Alasca, acrescenta Sivkov.

Míssil SM-3 Block IIA é lançado do complexo Aegis Ashore (foto de arquivo)
© FOTO / DOMÍNIO PÚBLICO/ MARINHA DOS EUAMíssil SM-3 Block IIA é lançado do complexo Aegis Ashore (foto de arquivo)

Para os EUA, Alasca é uma região estrategicamente importante, principalmente porque a distância de lá até as bases militares russas é de poucos quilômetros, apenas é preciso cruzar o estreito de Bering.

O Pentágono não só constrói radares no Alasca, mas também aumenta suas forças ofensivas.

Escudo da Rússia

Moscou também dispõe de radares do mesmo nível do LRDR. Nos últimos anos, o Sistema de Alerta de Mísseis (SPRN, na sigla em russo) tem sido significativamente aperfeiçoado, protegendo bem as fronteiras do país.

Em meados de fevereiro deste ano, a Rússia concluiu testes estatais do SPRN, disse Sergei Boev, o principal responsável pela concepção do sistema e diretor-geral da corporação militar Vympel.

Parte receptora da estação de radar Konteiner
© FOTO / MINISTÉRIO DA DEFESA DA RÚSSIAParte receptora da estação de radar Konteiner

Conforme explica Boev, o SPRN russo sempre se desenvolveu com a aplicação das mais avançadas capacidades científicas e tecnológicas, por isso, ele é capaz de detectar e rastrear lançamentos de mísseis hipersônicos e seus voos a velocidades de 5-6 Mach, em outras palavras, entre 6.125 km/h e 7.350 km/h.

Além disso, Moscou planeja instalar novos radares além do horizonte capazes de detectar uma variedade de alvos aéreos a milhares de quilômetros das fronteiras.

O primeiro radar russo além do horizonte Konteiner, que consegue identificar alvos aéreos a uma distância de dois mil quilômetros, entrou em serviço em dezembro do ano passado.

Fonte: Sputnik

Caças Israelenses e bombardeiros dos EUA fazem ‘demonstração de força’ ao Irã (Vídeo)

.

Força Aérea israelense escoltaram dois bombardeiros americanos B-52 através do espaço aéreo israelense.

No domingo (7), caças F-15 de Israel escoltaram dois bombardeiros B-52 norte-americanos no espaço aéreo israelense.

De acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI), o voo foi “parte da cooperação estratégica conjunta com as forças norte-americanas, que é fundamental para manter a segurança dos céus israelenses e do Oriente Médio”.

​Hoje (domingo), caças F-15 da Força Aérea israelense escoltaram dois bombardeiros americanos B-52 através do espaço aéreo israelense. O voo é parte da cooperação estratégica conjunta com as forças norte-americanas, que é fundamental para manter a segurança dos céus israelenses e do Oriente Médio.

As FDI não declararam diretamente que a manobra foi realizada para demostrar força para Irã, entretanto, o voo foi realizado em um momento de tensões elevadas entre EUA e Israel, de um lado, e Irã, de outro.

Enquanto isso, o ministro da Defesa do Irã, Amir Hatami, declarou que Teerã vai “arrasar Tel Aviv e Haifa”, as duas maiores cidades israelenses, caso tentem atacar a República Islâmica.

Anteriormente, o ministro da Defesa de Israel, Benny Gantz, revelou que Tel Aviv identificou “numerosos alvos” no Irã, cuja destruição potencialmente poderia comprometer a capacidade de Teerã desenvolver armas nucleares.

As forças do Comando Central do Exército dos EUA (CENTCOM, na sigla em inglês) intensificaram sua presença no Oriente Médio desde o ano passado, realizando missões para dissuadir o Irã.

No final de 2020, os EUA realizaram uma demonstração de força ao implantar o grupo de ataque do porta-aviões USS Nimitz na região e sobrevoar a área com dois bombardeiros B-52. O objetivo seria impedir Teerã de realizar qualquer ataque às forças dos EUA no primeiro aniversário do assassinato do general iraniano Qassem Soleimani pelos Estados Unidos, segundo a mídia.

Fonte: Sputnik

Dólar tem pequena queda e fecha a R$ 5,42

Bolsa sobe 0,38% em dia de recuperação

O dólar teve pequena queda e a bolsa de valores fechou com leve alta num dia de recuperação de recentes perdas. Declarações sobre o futuro dos juros nos Estados Unidos e a expectativa em torno da votação de medidas fiscais e de privatizações no Brasil influenciaram os mercados nesta quarta-feira (24).

A moeda norte-americana recuou pelo segundo dia consecutivo. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,421, com queda de R$ 0,021 (-0,39%). Na mínima do dia, por volta das 10h, a divisa chegou a cair para R$ 5,39, mas aproximou-se da estabilidade durante a tarde.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 115.668 pontos, com alta de 0,38%. Durante a manhã, o indicador chegou a operar em baixa, mas recuperou-se a partir do meio-dia, até fechar com pequena valorização. As ações da Petrobras, as mais negociadas, subiram 1,28% (papéis ordinários, com voto em assembleia de acionistas) e 1,41% (preferenciais, com preferência na distribuição de dividendos).

No Brasil, o envio da medida provisória da privatização da Eletrobras e as negociações em torno da renovação do auxílio emergencial influenciaram as negociações.

No exterior, a declaração do presidente do Federal Reserve (FED, Banco Central norte-americano), Jerome Powell, de que os juros nos Estados Unidos permanecerão baixos fez o dólar cair perante as principais moedas de países emergentes. Em discurso ontem (23), ele declarou que a autoridade monetária norte-americana continuará a comprar títulos para estimular a economia, em meio à pandemia do novo coronavírus.

* Com informações da Reuters

Fonte: Agência Brasil

Irã reverterá ações quando EUA suspenderem sanções, diz chanceler

Reação foi resposta à proposta de Washinton de retomar conversações

O Irã “reverterá imediatamente” as ações relacionadas ao seu programa nuclear quando as sanções dos Estados Unidos (EUA) forem suspensas, disse hoje (19) o ministro das Relações Exteriores, Mohammad Javad Zarif, reiterando a posição de Teerã quanto à proposta de Washington de retomar as conversações.

Nessa quinta-feira (18), o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, disse estar pronto para ressuscitar um acordo de 2015, entre o Irã e potências mundiais, que o ex-presidente Donald Trump abandonou em 2018 antes de reativar sanções ao Irã.

Quando as sanções forem suspensas, “reverteremos imediatamente todas as medidas corretivas. Simples”, disse o chanceler no Twitter.

Também na quinta-feira, Zarif tuitou que as “medidas corretivas” de seu país são uma reação a violações do acordo cometidas pelos EUA, o Reino Unido, a França e Alemanha. China e Rússia também são signatárias do pacto.

Mais cedo, Zarif afirmou, em entrevista divulgada em um site do governo, que os EUA não somente descumpriram suas obrigações, mas mantêm a “pressão máxima fracassada” de Trump, apesar de afirmar que estão dispostos a retomar o acordo nuclear.

“Portanto, os europeus precisam notar que a pressão sobre o Irã não funciona, e que comentários inúteis tampouco servem para algo”, disse Zarif, acrescentando: “Assim que virmos medidas dos Estados Unidos e da Europa para o cumprimento de suas obrigações, reagiremos imediatamente e retomaremos nossos compromissos.”

Fonte: Agência Brasil

Biden anuncia compra de 200 milhões de doses de vacina

Presidente dos EUA disse que pretende ter doses suficientes para imunizar toda a população do país até julho

 O presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou nesta quinta-feira (11), que seu governo fechou dois acordos para adquirir 200 milhões de doses adicionais de vacinas contra o novo coronavírus.

“Esta tarde, assinamos contratos para comprar 100 milhões de novas doses do laboratório Moderna e outros 100 milhões de vacinas da Pfzire. Agora estamos mais próximos de ter o suficiente para imunizar 300 milhões de norte-americanos até o fim de junho”, disse Biden, após visitar a sede dos Institutos Nacionais de Saúde (NHI, na sigla em inglês), perto de Washington.

Desde que assumiu, há três semanas, o governo Biden vinha buscando esses acordos, que aumentam em 50% o estoque de vacinas contra a covid-19 do país. O presidente usou a ocasião para criticar seu antecessor, Donald Trump.

“Enquanto os cientistas faziam seus trabalhos descobrindo vacinas em tempo recorde, o meu antecessor — vou ser bem franco sobre isso — não fez seu trabalho em se preparar para o imenso desafio de vacinar centenas de milhões de pessoas”, disse Biden.

A campanha de vacinação dos EUA teve um começo complicado em dezembro, mas desde então melhorou: pelo menos 34,7 milhões de pessoas já receberam pelo menos a primeira dose do imunizante, mais de 10% da população. No total, 46,3 milhões de doses já foram aplicadas e 68,2 milhões foram distribuídos pelo país.

O próximo passo é abrir a vacinação em farmacias e muitas delas já estão aceitando agendamentos. O governo federal também acionou uma lei de emergência para aumentar a produção da vacina e outros insumos no país, abriu grandes centros de vacinação em estádios e começou um programa para levar a imunização a comunidades carentes.

Fonte: R7

1 2 3 10
%d blogueiros gostam disto: