Homem tenta atropelar ex-mulher e acaba preso em Jaru,RO

Suspeito ainda descumpriu medida protetiva.

Um homem foi preso preventivamente em Jaru (RO) no último sábado (9) após agredir a ex-companheira e descumprir medida protetiva. Suspeito tentou atropelar a vítima e ameaçou de morte.

Segundo informações da Polícia Civil, a mulher havia sido brutalmente agredida pelo ex, de quem estava separada há 8 meses. A Polícia Militar foi acionada mas, na ocasião, o homem conseguiu fugir. Após a agressão, a vítima foi submetida a exame de corpo de delito e pediu a medida protetiva.

Mesmo com a medida, o suspeito continuou perseguindo a mulher na rua, no local de trabalho e a ameaçando de morte. A vítima chegou e pedir demissão de dois empregos por temer que ele a matasse.

No dia 1º de janeiro deste ano, o homem tentou atropelar a vítima, enquanto estacionava uma motocicleta, mas não conseguiu, e voltou a ameaçá-la de morte. O suspeito derrubou a moto da vítima e fugiu em seguida.

A vítima informou a polícia sobre os constantes descumprimentos da medida protetiva e um pedido de prisão preventiva foi deferido pela Justiça de Jaru. O mandado de prisão foi cumprido por uma equipe da Delegacia da Mulher.

Fonte: G1/RO

Mulher é atropelada pelo ex-marido por não aceitar fim do relacionamento

Rodas do carro passaram por cima do corpo da jovem (mais precisamente na região de cintura escapular). Suspeito foi preso e levado ao quartel de Monte Negro.

Um homem foi preso suspeito de ter atropelado a ex-esposa com um carro em Monte Negro (RO), na noite de noite de quinta-feira (17). A tentativa de feminicídio foi motivada porque o suspeito não aceita o fim do relacionamento entre eles.

De acordo com informações da Polícia Militar (PM), a estudante de 24 anos estava na Avenida Governador Jorge Teixeira quando o homem — de 47 anos — chegou ao local com um veículo Saveiro.

Na sequência o ex-marido teria atropelado a jovem, passando com as rodas do carro por cima do corpo (mais precisamente na região de cintura escapular), ocasionando lesões graves.

O suspeito fugiu depois do crime e a polícia fez buscas, localizando-o perto do estacionamento da prefeitura. O motorista ainda estava dentro do carro usado no crime quando foi abordado pela polícia.

Segundo a PM, o homem recebeu voz de prisão e no mesmo instante pediu para ligar para um advogado. Logo depois o motorista foi levado ao Quartel local, mas negou ter atropelado a ex. Ele afirmou que a vítima foi quem se jogou na frente do veículo.

Já a estudante atropelada foi socorrida e levada ao hospital municipal, e precisou ficar internada. Ela deve passar por exames mais detalhados nesta sexta-feira (18) no intuito de checar se houve lesões graves internamente.

Fonte: G1/RO

Maia diz que reunirá líderes para discutir situação de Flordelis

Parlamentar foi denunciada na segunda (24) pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeita de ser a mandante do assassinato do ex-marido

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (26) que irá convocar para a próxima semana uma reunião com a Mesa Diretora e as lideranças para discutir a situação da deputada Flordelis, denunciada como a mandante da morte de seu ex-marido.

Presidente da câmara Rodrigo Maia

“Estamos aguardando o recebimento da documentação pelo MP do Rio e, na próxima semana, vou fazer uma reunião da mesa e depois com os líderes. Vamos discutir o assunto e ver de que forma a Câmara vai encaminhar esse assunto”, afirmou Maia.

“Vou reunir a mesa e os líderes e vamos decidir em conjunto. Não posso decidir tudo sozinho. Não é o melhor caminho”, completou.

A parlamentar foi denunciada na segunda-feira (24) pelo Ministério Público do Rio de Janeiro por suspeita de ser a mandante do assassinato do ex-marido, o pastor Anderson do Carmo. Flordelis é acusada, pela Promotoria, de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio, associação criminosa, uso de documento falso e falsidade ideológica. A suspeita nega as acusações.

Por ter imunidade prisional, Flordelis não foi presa. O benefício, garantido no artigo 53 da Constituição Federal, é concedido aos senadores e deputados como garantia de proteção contra prisão, exceto em casos de crime inafiançável. Ela foi suspensa pelo partido dela, o PSD.

O órgão não enviou ofício de prisão à Câmara dos Deputados. Vera Chemim, advogada constitucionalista com mestrado em administração pública pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), explica o procedimento caso o MP envie o documento: abre-se um processo na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) para 10 sessões de defesa da acusada. Se o grupo decidir pelo deferimento do pedido, a matéria é encaminhada ao plenário, onde ocorre votação pela maioria dos votos.

Na condição de o resultado ser pela prisão, a ação é expedida ao STF (Supremo Tribunal Federal). O crime, contudo, não tem ligação com o mandato de Flordelis. Por isso, sem a prerrogativa de foro, o caso deve voltar à Justiça comum.

Fonte: R7

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