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Procon de Rondônia Orienta população sobre golpe do FGTS Emergencial

Segundo coordenador, o golpe da facilidade do recebimento para colher dados da pessoa, através de plataformas é antigo. E já lesou milhares de brasileiros.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Rondônia (Procon) está orientando a população e chamando a atenção do consumidor sobre o risco de ficar exposto a esta nova estratégia dos criminosos o golpe do recebimento facilitado do dinheiro (R$ 1.045,00) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Conforme o coordenador estadual do Procon, Ihgor Rego, este é um golpe antigo, que foi aprimorado pelos criminosos e já lesou milhares de brasileiros que repassaram seus dados por meio de aplicativos, como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, e foram surpreendidos com pesadas dívidas feitas em seu nome, como abertura de contas, saques de cartão, empréstimos e uma série de outros serviços bancários, devidamente “autorizados”, sem que o consumidor tenha legalmente proposto.

Ele explicou que, na versão aprimorada, os golpistas estão se aproveitando do início do novo saque emergencial de R$ 1.045,00 do FGTS para enganar beneficiários, prometendo facilitar o recebimento do valor, que é creditado pela Caixa Econômica Federal, de acordo com o mês de nascimento, em contas poupanças sociais digitais abertas em nome dos trabalhadores, e assim, na ânsia de receber os valores antecipadamente, eles arriscam e passam seus dados aos criminosos.

O golpe é aplicado por meio de aplicativos e SMS

Segundo ele, este é um crime afeto à Delegacia de Crimes contra o Consumidor, mas que é papel do Procon alertar a população, repassando orientações importantes para evitar o golpe. Ele disse que autoridades e empresas especializadas em segurança digital, como o PSafe (dfndr lab) já identificaram vários novos links do golpe que promete o saque do FGTS. Em geral, na página falsa, os golpistas solicitam dados pessoais das vítimas e, em seguida, pedem o compartilhamento do link falso com seus contatos, como uma suposta garantia para o recebimento do dinheiro.

COMO O CONSUMIDOR DEVE AGIR?

Ihgor Rego chegou a ser didático ao informar que o consumidor, não deve, por nada, repassar seus dados pessoais por meio de aplicativos como WhatsApp, Facebook Messenger e SMS, por que isso facilita o trabalho dos criminosos. Ele fez questão de lembrar que a rede bancária não se comunica por aplicativos com seus clientes, o que feito diretamente no site de cada banco, e que o consumidor ainda tem que checar se aquela página é oficial e tem segurança, se não é falsa.

De acordo com pesquisa publicada pela Revista Exame, e recomendada pelo coordenador do Procon, o consumidor deve atentar para três dicas importantes para se proteger do golpe: “1 – Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de segurança no celular, como o dfndr security, que oferecem proteção em tempo real contra links maliciosos compartilhados por meio de WhatsApp, Facebook Messenger e SMS e no navegador; 2 – Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável, e por fim, 3 – Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro”.

Ihgor Rego afirmou, por fim, que usou a publicação para explicar que quando a vítima informa seus dados no link malicioso, ela fica vulnerável ao vazamento de suas informações pessoais, que podem ser usadas pelo cibercriminoso para realizar todo tipo de crime. Disse também que outro problema é que, quando a vítima compartilha o link malicioso com seus contatos, ela torna-se um vetor de disseminação da ação, o que garante aos cibercriminosos um crescimento acelerado do golpe que, como consequência, explica o ataque a mais de 100 mil brasileiros lesados só no golpe do FGTS.

Fonte: Procon-RO

Idaron: Produtores comerciais e revendedores de plantas irão ter facilidade no cadastro

De acordo com o Idaron, as mudanças foram para atender a solicitação do setor e diminuir as exigências e burocracia sem, deixar de realizar a segurança na sanidade vegetal do Estado.

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron) simplificou o cadastro para produtores comerciais e revendedores de plantas ornamentais em Rondônia. A simplificação é normatizada pela Portaria nº 470, que foi publicada no último dia 19 de junho. “Ela (portaria) simplifica o cadastro de plantas ornamentais, diminuindo exigências e burocracia sem, contudo, deixar de realizar o controle do setor assegurando a sanidade vegetal do Estado”, explicou o gerente de Defesa Vegetal, Jessé de Oliveira Júnior.

Parabéns às autoridades pela fiscalização do “Lockdown RT”, com a ...
Plantas produzidas para ornamentação oferecem menos risco, porque ficam contidas em vasos e jardins

“A fiscalização da produção, comércio e trânsito de mudas é muito importante para o controle de entrada e disseminação de pragas de interesse socioeconômico. Esse trabalho é ainda mais importante quando se trata de mudas de espécies que são hospedeiras destas pragas e, por isso, as regras são mais rígidas. No entanto, as plantas produzidas para ornamentação oferecem menos risco, por que ficam contidas em vasos e jardins em baixa escala de plantio”, salienta, completando que, apesar disso, as ornamentais sempre foram tratadas com a mesma rigidez e controle dado às mudas destinadas para o plantio de produção, que necessitam de controle mais rígido.

Atendendo solicitação do setor, a Defesa Vegetal da Agência Idaron discutiu, com vários fiscais estaduais agropecuários de diferentes regiões do Estado, uma regulamentação que estabelecesse um tratamento diferente para as plantas ornamentais, fundamentado no risco fitossanitário. O que resultou na Portaria nº470.

Ou seja, todas as pessoas físicas ou jurídicas que produzam com finalidade de uso doméstico ou ornamentação, descaracterizado de finalidade de plantio, em sua embalagem definitiva, e que não se enquadrem como espécie hospedeira de pragas regulamentadas, ficam obrigadas à obtenção de Cadastro Simplificado de Vegetais junto à Idaron. “O cadastro é dispensado para quem produz para uso próprio”, destaca Jessé de Oliveira.

O cadastro pode ser solicitado pelo portal da Idaron, onde também estão disponibilizadas todas as orientações ao produtor, basta clicar neste link e inserir as informações solicitadas. Após uma vistoria simples e análise da lista de espécies apresentadas, o certificado de cadastro é liberado.

Fonte: Idaron

Rondônia já abriu 6.649 empresas com a facilidade do certificado digital

Com a pandemia, a secretaria modificou sua forma de atuação para não prejudicar o empresariado.

Junta Comercial - Até abril, todos os municípios de Rondônia ...
Secretaria Geral da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Jucer)

A Secretaria Geral da Junta Comercial do Estado de Rondônia (Jucer) informou que segundo os dados de levantamento, desde o mês de março foram abertos em Rondônia 6.649 novas empresas

A agilidade também aconteceu, graças à Instrução Normativa nº 62, editada pela Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI).

Conforme o cômputo da Jucer, de 1º a 31 de março o Estado teve 590 empresas extintas, incluindo micro e pequenas empresas individuais (MEI’s). Em abril 367, em maio 522, e em junho 384.

“Foram 1.754 naquele mês, 1.160 em abril, 1.477 em maio, e 1.314 em junho”, informou o secretário geral, Leilson Souza, considerando as Micro e Pequenas Empresas Individuais.

A pandemia levou a Jucer a modificar sua forma de atuação, para não prejudicar o empresariado. Segundo Leilson Souza, a situação melhorou a partir da parceria com o Conselho Regional de Contabilidade (CRC).

“Diminuímos custos para o empresário, que não precisou ir até a Junta para abrir empresas, porque os contadores conseguiram para eles o certificado digital. Estão filiados ao CRC 1,4 mil profissionais.

“Todos os serviços são feitos pelo sistema remoto, especialmente certidões; também adotamos o livro digital”, enfatizou Souza.

Para participar de licitações, muitas empresas precisavam levar a documentação fisicamente à Jucer, porém, a agregação de serviços facilitou a continuidade do seu ritmo de trabalho. Empresários queixavam-se da maneira como protocolar documentos, até encontrarem as facilidades proporcionadas pela Junta e pelo CRC.

“O registro automático é feito pelo contador, via certificado digital”, destacou Souza.

Diversas lives no período de pandemia visaram estimular o empresariado a não esmorecer, nem perder o foco de seus projetos para 2020. Por exemplo, o CRC ajudou a esclarecer diversas instruções normativas, como a de nº 81, considerada uma super instrução normativa, porque reúne tudo em 133 artigos e revogou 50 instruções anteriores. “Era uma reivindicação de todas as juntas comerciais nos estados”, disse o secretário geral da Jucer.

As lives explicativas continuam com acesso das juntas e CRC’s estaduais. Para esta quarta-feira (1º) está programada uma, a respeito da instrução nº 81, das 16h às 17h30 (horário de Brasília), com participação gratuita dos interessados.

Fonte: Secretaria da junta comercial de Rondônia (Jucer)

Especialistas alertam para impactos de pagamento pelo WhatsApp

O novo serviço pode facilitar atividades como compras online

O Whatsapp anunciou que passará a permitir transações financeiras entre os usuários, utilizando a plataforma de finança digital da empresa controladora do app, o serviço Facebook pay. O serviço, com grande potencial de se tornar popular em um país com mais de 130 milhões de usuários do app, traz impactos e cuidados, segundo especialistas e pesquisadores.

Na avaliação da especialista em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Juliana Oms, o novo serviço pode facilitar atividades como compras online, pagamentos e transferência de recursos para muitas pessoas. Mas a novidade também pode provocar prejuízos aos consumidores.

“O Facebook, embora seja uma rede social, tem seu negócio centrado na publicidade. Lucra a partir da exploração dos dados de seus usuários, que são utilizados para permitir envio de publicidades direcionadas aos consumidores. Esta nova funcionalidade permite ao Facebook adentrar em um novo meio de informações, ou seja, saber com quem você realiza transações financeiras, o que você compra, com qual frequência etc. Tudo isso pode ser integrado às demais informações que o Facebook possui sobre cada consumidor”, analisa a especialista do Idec.

“Isso é preocupante”, continua Juliana Oms, “se considerado que o Facebook tem um histórico de uso abusivo e vazamento de dados dos usuários. Por isso é importante tomar cuidado quanto à segurança das informações. O controle de uma grande base de dados reforça também, completa a representante do Idec, o domínio de mercado da empresa, dificultando a entrada de novos competidores”.

Mercado

O professor de sociologia econômica da Universidade Federal do Ceará e autor de livros sobre finanças digitalizadas, Edemilson Paraná prevê um impacto no mercado de carteiras digitais brasileiro, que já conta com serviços semelhantes de grandes empresas de tecnologia, como o Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay.

“Certamente, devido a sua dimensão, escala e capilaridade há um potencial para causar um enorme impacto nesse mercado, reconfigurando-o por completo. A enorme base de usuários previamente cadastrados e utilizando ativamente a plataforma dá, sem dúvida alguma, uma posição privilegiada e desigual ao Facebook na concorrência com outros serviços de pagamento digital”, disse.

A capacidade de integração dos serviços informacionais e agora financeiros do Facebook e de suas aplicações, acrescenta Paraná, abre novas possibilidades à empresa “para a customização na divulgação e venda de produtos, tornando esse um espaço em que estar de fora – tanto para consumidores, mas sobretudo para as empresas – será cada vez mais difícil e custoso”.

Segurança

Em termos de segurança, o Whatsapp tem se tornado foco de golpes que clonam o app do usuário para pedir dinheiro a amigos. Com a possibilidade de fazer transações, esse tipo de procedimento abre espaço para acesso indevido aos recursos movimentados pela pessoa pelo aplicativo. Por isso, cuidados com a segurança envolvendo seus smartphones e programas são fundamentais, como a Agência Brasil mostrou na reportagem Covid-19: uso maior da internet requer mais cuidado com segurança, publicado em 27 de março deste ano.

Fonte: Agência Brasil