Operação retira famílias do “Bico do Parque” em Guajará-Mirim, RO

Cerca de 60 famílias foram retiradas, no último final de semana.

Uma ação de reintegração de posse foi realizada no último final de semana e retirou cerca de 60 famílias do “Bico do Parque”, que é a Zona de Amortecimento do Parque Estadual Guajará-Mirim. A zona de amortecimento é uma área ao redor de uma unidade de conservação para “filtrar os impactos” que ocorrem fora dela, como, poluição, invasões e avanço da ocupação humana.

A ação foi realizada pelas forças de segurança do estado com apoio da Força Nacional, as famílias retiradas planejavam uma nova invasão, segundo a polícia.

Durante o final de semana, várias árvores foram derrubadas atravessando a RO-420. Com a rodovia bloqueada em 10 pontos em quase 2 km, o tráfego ficou paralisado e os invasores retornaram ao acampamento.

Os policiais, com apoio de alguns populares, conseguiram desobstruir a rodovia e retiraram novamente as famílias do acampamento. Elas foram levadas para a escola estadual do distrito de Jacinópolis.

Fonte: G1/RO

EUA preveem ‘conflito e guerra’ se Israel não parar com despejo de famílias palestinas, diz mídia

O secretário de Estado norte-americano, alertou as autoridades israelenses contra possíveis tentativas de despejo de famílias palestinas

No início desta semana, Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, afirmou que a “solução de dois Estados” era necessária para “o futuro de Israel como Estado judeu e democrático”.

No entanto, o mesmo também demarcou a importância de “dar aos palestinos o Estado ao qual têm direito”.

Blinken se comprometeu a ajudar na reconstrução das relações entre os EUA e a Palestina, começando com a reabertura de um consulado em Jerusalém, medida para restaurar os laços diplomáticos com Palestina, vista com maus olhos pelo premiê israelense, Benjamin Netanyahu.

O secretário de Estado norte-americano, por sua vez, alertou as autoridades israelenses contra possíveis tentativas de despejo de famílias palestinas do bairro Sheikh Jarrah, de acordo com um relatório publicado na quinta-feira (27) pelo portal Axios.

Durante visitas a Jerusalém e Ramallah, Antony Blinken teria alertado as autoridades que futuras agitações em torno do local sagrado do Monte do Templo poderiam levar a uma nova onda de “tensão, conflito e guerra”.

Família palestina volta para casa na Cidade de Gaza, após cessar-fogo ter sido acordado entre Israel e o Hamas, 21 de maio de 2021
© AFP 2021 / MAHMUD HAMSFamília palestina volta para casa na Cidade de Gaza, após cessar-fogo ter sido acordado entre Israel e o Hamas, 21 de maio de 2021

secretário de Estado dos EUA detalhou que durante suas viagens diplomáticas, funcionários americanos levantaram preocupações com a Autoridade Nacional Palestina pelo “incitamento à violência ou permissão de que a violência prossiga de forma impune”, bem como pagamentos “muito problemáticos” às famílias palestinas acusadas de terrorismo.

No entanto, por sua vez, Blinken não revelou muito sobre respostas dos oficiais da Autoridade Nacional Palestina e das autoridades israelenses, mas expressou que tem havido um esforço de ambos os lados para um cessar-fogo contínuo.

“O cessar-fogo não foi um fim por si só, por mais importante que tenha sido, mas antes um meio de criar algum espaço para começar a construir algo um pouco mais positivo”, comunicou Blinken, citado na matéria.

Apesar do otimismo do diplomata norte-americano, estas declarações quase por certo não cairão bem com a posição israelense sobre o Conselho dos Direitos Humanos da ONU, considerado contrário a Israel pelo Estado judeu.

Fonte: Sputnik

Estudo da Inglaterra mostra que vacinação reduz transmissão da covid-19 em lares

Dados são da Saúde Pública da Inglaterra

As vacinas contra covid-19 distribuídas na Inglaterra podem diminuir a transmissão do novo coronavírus nos lares até pela metade, mostram nesta quarta-feira (28) dados da Saúde Pública da Inglaterra (PHE), além da proteção que oferecem contra infecções sintomáticas.

A pesquisa oferece uma visão de uma das maiores incógnitas sobre as vacinações contra a covid-19, que é até que ponto elas evitam a transmissão do novo coronavírus, e podem dar fôlego aos planos do primeiro-ministro, Boris Johnson, de encerrar o lockdown inglês em junho.

“Já sabemos que as vacinas salvam vidas, e o estudo tem os dados mais abrangentes do mundo real, mostrando que elas também cortam a transmissão desse vírus mortal”, disse o ministro da Saúde, Matt Hancock.

Novas pesquisas mostram que as pessoas que foram infectadas com o novo coronavírus três semanas depois de receber uma dose da vacina da Pfizer ou da AstraZeneca ficaram de 38% a 49% menos suscetíveis de transmiti-lo em contatos domiciliares, na comparação com as que não foram vacinadas.

As vacinas também impedem que pessoas inoculadas desenvolvam infecções sintomáticas, reduzindo o risco em cerca de 60% a 65% quatro semanas após uma dose de qualquer uma das vacinas.

“Embora essas descobertas sejam muito animadoras, mesmo se você tiver sido vacinado, é muito importante continuar a agir como se tivesse o vírus”, disse Mary Ramsay, chefe de Imunização da PHE.

O estudo incluiu mais de 57 mil contatos de 24 mil lares, nos quais havia um caso confirmado em laboratório que recebeu uma vacinação, informou a PHE, em comparação com quase 1 milhão de contatos de casos não vacinados.

Fonte; Agência Brasil

Ismael Crispin verifica ações em prol das famílias atingidas pela cheia do rio Madeira

Cerca de 2 mil famílias podem ficar desabrigadas em Porto Velho

Preocupado com a possibilidade de enchente no rio Madeira, que está a menos de um metro (16,26m) para alcançar a cota de inundação (17,0m) em Porto Velho, segundo o boletim hidrológico divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) nesta segunda-feira (01), o deputado Ismael Crispin (PSB) esteve com o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia, coronel BM Gilvander Gregório de Lima verificando as ações que estão sendo tomadas para garantir o atendimento necessário às famílias atingidas pelas inundações.

“Se o rio Madeira atingir essa cota de inundação, quase 2 mil famílias podem ficar desabrigadas em Porto Velho e diante de um número tão alto, precisamos começar as medidas preventivas em prol dessas famílias. O coronel Gregório apontou que as ações da Defesa Civil do Estado estão alinhadas com a do município e já existe um plano de contingência para garantir abrigo para essas famílias”, apontou.

Segundo informações do Governo de Rondônia, a partir do momento em que o nível do rio atinge a marca de 17 metros, o Corpo de Bombeiros ganha a função de agente principal na política de assistência às famílias atingidas, bem como na fiscalização acerca do nível da água e a Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas) inicia as ações no mesmo sentido, distribuindo água e cestas básicas às famílias e na execução de ações de suporte às pessoas afetadas que precisam de assistência médica periódica.

“Estamos preocupados também com a possibilidade de aglomeração, em tempos de covid-19, toda atenção é necessária. Estamos acompanhando a crise no Acre e precisamos estar em alerta máxima”, finalizou.

“Estamos preocupados também com a possibilidade de aglomeração, em tempos de covid-19, toda atenção é necessária. Estamos acompanhando a crise no Acre e precisamos estar em alerta máxima”, finalizou. 


Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Defesa Civil monitora nível e orienta famílias em Porto Velho

A população deve evitar contato com a água da enchente, que pode estar contaminada

A Prefeitura de Porto Velho mantém alerta constante nestes primeiros meses do ano, período em que é comum o nível do rio Madeira ultrapassar a média. Na sexta-feira (19), o nível do rio Madeira mediu 15,39 metros. Em 2020, nesta mesma data, o nível era de 15,29. Neste período, como as chuvas são constantes, as casas próximas aos igarapés são mais vulneráveis. A Defesa Civil do município recomenda à população alguns cuidados com higiene para evitar acidentes e doenças.

Segundo Edmilson Hobold, coordenador da Defesa Civil de Porto Velho, as famílias que residem próximas ao rio devem ficar atentas com o nível das águas. Outra orientação, transmitida pela Defesa Civil, é que os moradores fiquem em alerta para evitar contato com animais peçonhentos.

É comum também a ocorrência de cobras, piolhos de cobra, lacraias, aranhas caranguejeira. A população deve evitar contato com a água da enchente, que pode estar contaminada com urina e fezes de rato que causam muitas doenças, como a leptospirose.

LIXO

Uma das preocupações da equipe é com o excesso de lixo encontrado próximo das residências, problema que gera riscos à saúde e atrai animais peçonhentos, além de ratos.

CANAIS DE COMUNICAÇÃO

A população pode contar com o apoio da Defesa Civil de Porto Velho através do telefone 199 que recebe ligações das 8h às 18h, de segunda a sexta-feira. Se possíveis urgências acontecerem fora deste horário, o pedido deve feito pelo telefone (69) 99264-1163 ou, ainda, 193 do Corpo de Bombeiros Militar.

Fonte: Comdecom

Seas capacita servidores para atuarem no mapeamento de famílias do programa Minha Casa Minha Vida

O objetivo é apresentar a realidade socioeconômica das famílias visando a melhoria da qualidade de vida.

O treinamento realizado esta semana abordou a organização e metodologia.

A Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) está capacitando esta semana as equipes que vão realizar a sondagem nos empreendimentos da capital previstos para acontecer no mês de novembro. A ação conta ainda com a parceria da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) que vai auxiliar com a pesquisa.

Neste primeiro momento, as equipes vão iniciar a coleta de dados no Residencial Orgulho do Madeira por ser um dos mais populosos, constituído por quatro mil unidades e com uma população aproximada de 16 mil habitantes. Segundo a primeira–dama e secretária da Seas, Luana Rocha o objetivo da ação é mapear a realidade socioeconômica dos moradores, tendo em vista a situação de escolaridade, trabalho e renda, acesso a serviços públicos, estrutura das unidades habitacionais entre outros fatores.

“ESSES DADOS SÃO IMPORTANTES PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS E POLÍTICAS PÚBLICAS QUE VÃO AO ENCONTRO DESSAS FAMÍLIAS CONTRIBUINDO COM A QUALIDADE DE VIDA DOS MESMOS”, DESTACOU A SECRETÁRIA.

O treinamento realizado esta semana abordou a organização e metodologia que serão aplicadas durante o mapeamento e a abordagem com as famílias, focando principalmente nas normas de proteção à Covid -19. Nesse sentido, a Seas está orientando as equipes sobre a importância do distanciamento social e o uso de máscara. A Secretaria vai disponibilizar kits contendo frascos de álcool em gel para reforçar a proteção.

Fonte: Seas

Famílias são beneficiadas com regularização, através do programa papel passado

Foram comtempladas os municípios de Castanheiras, Corumbiara, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Machadinho do Oeste e São Miguel do Guaporé.

O Programa Papel Passado, promovido pelo Governo do Estado de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat) em parceria com o Governo Federal e municípios, vai regularizar aproximadamente 8.500 imóveis nos municípios de Castanheiras, Corumbiara, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Machadinho do Oeste e São Miguel do Guaporé.

As atividades estão direcionadas ao atendimento da população beneficiária do Programa Papel Passado, que mora no bairro Planalto, no município de Nova Mamoré.

Equipe da Sepat presta atendimento às famílias beneficiárias do Programa Papel Passado em Nova Mamoré

Durante o atendimento, que iniciou dia 21 e vai até 26 de setembro, o beneficiário do programa de regularização fundiária preenche e assina o requerimento de solicitação para alienação gratuita e apresenta os documentos necessários à formalização de processo administrativo para a outorga de título definitivo.

Para ter o imóvel regularizado de forma gratuita, o beneficiário precisa se enquadrar nos seguintes critérios: ter renda familiar inferior a cinco salários mínimos vigentes, não ser dono ou concessionário de outro imóvel urbano ou rural; não ter sido beneficiário de outro programa de regularização fundiária ou habitacional e o lote urbano não pode ultrapassar 1.000 m².

Os atendimentos estão sendo realizados na Escola Coronel Jorge Teixeira de Oliveira, localizada na área de intervenção, na Avenida Raimundo Fernandes. A estimativa é que 809 lotes urbanos devem ser  regularizados no bairro Planalto.

Fonte: Sepat

Justiça manda despejar famílias de agricultores em área da União, Veja o Vídeo

Mesmo com pandemia do coronavírus, justiça Estadual de Rondônia manda produtor rural deixar o local imediatamente

Porto Velho, RO – Uma decisão judicial do tribunal de justiça Estadual desalojou uma família que vivia a quase 30 anos no Setor Chacareiro do Jardim Santana, na cidade de Porto Velho – RO, em meio à pandemia do coronavírus. O mais interessante é que a reintegração de posse em nome de terceiro, proferida pela Justiça Estadual de Rondônia  se deu em cima de terras pertencentes à União.

A desocupação ocorreu na manhã desta terça-feira, 15, na Chácara Bem Ti Vi, de uma 1,5 há, localizada na Linha Salvador Lira, pertencente ao sitiante José Roberto Mululu, mineiro radicado a mais de 20 anos na região. O despejo ocorreu justamente num momento em que a recomendação do Governo de Rondônia é para que as pessoas fiquem em casa para evitar a disseminação do coronavírus.

O Setor Chacareiro do Jardim Santana na Zona Leste de Porto Velho, abriga centenas de famílias de produtores rurais nas áreas que já pertenceram ao migrante conhecido por ‘Militão’ que por falta de pagamento do Imposto Territorial Rural (ITR), a Justiça Federal determinou a extinção da posse reintegrando à União.

Segundo declarações de ‘Mululu’, a Oficial que esteve no local há uma semana escoltada por segurança partícula e numa segunda aparição, escoltada por policiais da Força Tática fortemente armados, não me citou no processo, muito menos, quis acreditar que não sou a pessoa que procurava intimar’.

Ele revelou, ainda, que, em várias ocasiões, disse não se tratar de Hélio Pereira dos Santos, a quem a ação da Justiça tornou objeto da suposta reintegração de posse. De acordo com Mululu, ‘esse cidadão não passa de um desconhecido na região e afirmou ser vitima de um grande erro da Justiça Estadual em despeja-lo da terra em que tiro meu sustento’, disse.

O agricultor José Roberto Mululu, se encontra na mesma posição de mais de 300 famílias já consideradas posseiras da União ao menos 30 anos. As terras, que já pertenceram ao ‘Militão’ foram, reintegradas à União por falta de pagamento do Imposto Territorial Rural (ITR).

Uma suposta cunhada de ‘Militão’ que reside fora do Estado de Rondônia e com grandes propriedades no Rio de Janeiro e no Distrito Federal (DF), ao menos cinco anos vem ‘vendendo parte das terras dos Lotes 1 e 2 a pessoas desavisadas através de duas ou mais imobiliárias acreditadas em Porto Velho’, revela um ex-corretor de imóveis que atuou no escritório do advogado Paulo Moraes Mota.

Segundo a fonte – que pediu para não ser identificada e que esteve na reunião de domingo dia 13, na Associação de Ação Popular Integrada dos Hortifrutigranjeiros da União (AAPIHGU), ‘a venda das terras da União, mesmo com ocupantes, ocorre via Contrato de Promessa de Compra e Venda Sob Cláusulas em nome da cunhada de Militão, o antigo posseiro que teve a área reintegrada à União Federal’.

De acordo com servidores da 15ª Superintendência Regional do INCRA, em Rondônia, ouvidos sob sigilo da identidade, na gestão do novo titular do órgão, agrônomo Ederson Littig Bruscke, a terra é subdividida em dois lotes (1 e 2), medindo cerca de 400 hectares. O lote 2 já foi reintegrado à União após sucessivas tentativas da suposta herdeira.

Com relação ao Lote 1, ocupado por mais de 200 famílias da agricultura familiar, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1/DF), encaminhou o processo à Primeira Instância em Rondônia. A medida, segundo servidores do INCRA, ‘por se tratar da Comarca de origem’, bem como, devido à parte autora ‘só reclamaria nos autos, apenas a quitação das parcelas não pagas pelos compradores, também, no âmbito da Justiça Estadual’.

– E não a propriedade dos Lotes 1 e 2, ambos pertencentes à União, arrematou a fonte que não terá o nome revelado pela Reportagem.

SITUAÇÃO CONFLITANTE – O chacareiro José Roberto Mululu, mesmo não sendo citado em prazo de Justiça, após a desocupação desta terça-feira (15), se disse ‘insatisfeito com a decisão e afirmou que Hélio Pereira dos Santos, como o agente imobiliário que, agora, anunciou a venda da terra a um novo dono, ‘nunca plantou um pé de nada no Setor Chacareiro’.  

De acordo com um advogado – que foi ligado às associações de Agricultores Boa Safra (ASBOA) e Vale do Sol -, Ex-Presidentes dessas entidades  teriam  firmado um acordo com a suposta cunhada do antigo posseiro (conhecido por Militão) para que os associados assinassem os contratos com as imobiliárias que representam os interesses da família.

– Isso facilitou a entrada das imobiliárias dentro do Setor Chacareiro, inclusive, na ação de convencimento de terceiros para que os contratos de promessa de compra e venda das terras da União fossem viabilizados, arrematou a fonte.

Por Xico Nery | Redação/CN

Descaso de municípios coloca em risco mais de 100 famílias e preocupa deputado Ismael Crispin

Ponte sob o rio Massangana na divisa dos municípios de Ariquemes e Monte Negro está em situação precária

Na tarde desta terça-feira (01), o deputado Ismael Crispin (PSB) fez uso da tribuna na Assembleia Legislativa de Rondônia para relatar sua indignação e preocupação com as mais de 100 famílias que precisam utilizar a ponte sob o rio Massangana na região do Vale do Jamari na divisa dos municípios de Ariquemes e Monte Negro na linha C-60.

“Até a ponte, a discussão e que a área pertença ao município de Ariquemes e do outro lado da ponte, a área pertença a Monte Negro, no entanto os eleitores que ali residem, são eleitores do município de Ariquemes, contudo nenhum dos dois municípios estão dando atenção a precariedade da ponte e principalmente ao risco que estão colocando os moradores da região”, ressaltou.

Para o parlamentar é lamentável que em pleno século XXI “os gestores não tenham a capacidade de trabalhar para melhorar a qualidade de vida do seu povo. Esse tipo de situação me assusta, pois no meu entendimento um mandato só tem razão de ser se pudermos mudar a vida das pessoas. Não tem como não ficar indagando diante de tanto descaso. Cadê a responsabilidade daqueles que tem o compromisso de tocar os municípios? ”, indagou. 

Foto: Assessoria – Descaso Ismael Crispin

Durante a visita do deputado, os moradores relataram que constantemente cobram dos municípios a manutenção necessária para garantir a estrutura da ponte, mas quem realmente realiza os reparos são os próprios usuários.

Por fim, o deputado Ismael Crispin pediu a intervenção do Estado de Rondônia para resolver esse impasse. “A ponte atende os dois municípios e ambos poderiam ter tomado providências, talvez por meio de um Termo de Cooperação, o que não foi feito, mesmo diante do pleito dos moradores”, finalizou. 

Texto: Laila Moraes-ALE/RO

Semusa distribui kits informativos para apoio das equipes de saúde da família

As publicações contêm informações sobre manejo clínico do coronavírus, vigilância epidemiológica e ainda sobre a saúde dos portovelhenses

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Departamento de Atenção Básica (DAB), está executando a entregas de kits informativos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para auxiliar o trabalho das Equipes de Saúde da Família (ESF) no atendimento a população e no enfrentamento do novo coronavírus (Covid-19).

O kit informativo é composto por três publicações, sendo o Guia de Vigilância Epidemiológica e Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus na Atenção Primária à Saúde, ambos elaborados e distribuídos pelo Ministério da Saúde; além do Boletim da Saúde do Município de Porto Velho desenvolvido pela Semusa, com apoio da Usina Jirau, contendo informações sobre os indicadores de saúde do município referentes ao ano de 2019.

A distribuição dos kits informativos aconteceu nesta terça-feira (28). Ao todo, 80 equipes de saúde da família receberam o material, na zona urbana, rural e também em comunidades e distritos. Segundo a diretora do DAB, Maria Zilma, as publicações são uma espécie de manual para os profissionais de saúde. Orientam as equipes médicas desde o trato com o paciente até o preenchimento de formulários e notificações.

No Guia de Vigilância Epidemiológica e Protocolo de Manejo Clínico do Coronavírus na Atenção Primária à Saúde contém informações como curso clínico, identificação de casos suspeitos de síndromes gripais, medidas para evitar contágio nas unidades de saúde, manejo terapêutico, isolamento domiciliar, notificações, monitoramentos, aplicação de testes, dentre outras informações pertinentes ao trabalho médico.

O Guia de Vigilância Epidemiológica busca orientar o Sistema Nacional de Vigilância em Saúde para a circulação simultânea do coronavírus, influenza e outros vírus respiratórios no âmbito da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional.

Por fim, o Boletim da Saúde da Semusa apresenta um panorama completo dos indicadores de saúde do município como influenza, meningites, dengue, malária, causas de mortalidades, natalidade, principais doenças, além de vigilância sanitária, ambiental e fatores de riscos biológicos,

Fonte: Comdecom