Polícia flagra festa clandestina com mais de 70 pessoas em Espigão D’Oeste

A festa aconteceu em uma chácara da área rural, e segundo informação foi dada depois de uma denúncia pelo 190.

Mais de 70 pessoas foram flagradas em uma festa clandestina em uma chácara de Espigão D’Oeste (RO) na madrugada do último domingo (16).

Por volta de 5h30 a Polícia Militar (PM) recebeu a denúncia, pelo 190, informando sobre a aglomeração e música alta.

No local a polícia encontrou aproximadamente 70 pessoas sem máscaras. Havia muita bebida alcoólica e narguilés. O proprietário da chácara e os participantes da festa foram levados para a Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) juntamente com os materiais apreendidos.

Segundo boletim diário divulgado no domingo (16) pelas Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Espigão D’Oeste tem 2.624 casos confirmados de Covid-19 e 56 mortes. Em Rondônia, no total são 221.387 testes positivos e 5.488 vidas perdidas.

Fonte: G1/RO

Festa clandestina em chácara com mais de 140 pessoas termina com DJ preso em Porto Velho

A PM teve que utilizar balas de borracha e granada de efeito moral para conter os frequentadores.

Uma festa, com cerca de 150 pessoas, foi encerrada por guarnições da Polícia Militar, em uma chácara, altura do km 3, da Estrada da Areia Branca, na Zona Rural de Porto Velho. Já era o segundo dia do evento clandestino e um DJ, que seria o organizador, acabou sendo levado para a Central de Polícia para dar explicações. Uma arma e várias munições foram encontrados no local.

A PM narrou em ocorrência que apurava denúncias sobre a festa, proibida por decreto. Segundo a informação, no local, chácara Farmácia dos Trabalhadores, também haveria grande consumo de drogas e que houve disparo de armas de fogo.

Várias guarnições foram deslocadas para avaliar a situação. Com a chegada da PM foi tumulto e disparos foram ouvidos. A PM teve que utilizar balas de borracha e granada de efeito moral para conter os frequentadores.

Após o tumulto, a PM realizou revista geral e encontrou no chão, uma arma com dezenas de munições, mas não identificou o dono.

O DJ negou ser o organizador da festa e disse ter recebido R$ 150 pelo trabalho.

Fonte: Rondônia Agora

Polícia acaba com festa clandestina na zona sul de Porto Velho

Um dos participantes da festa ameaçou jogar uma garrafa de vidro nos policiais.

Na madrugada desta sexta-feira (26), três adultos e dois menores foram encaminhados para a delegacia, após serem flagradas em uma residência, onde acontecia uma festa clandestina. O fato aconteceu no Bairro Castanheira, na Zona Sul de Porto Velho.

Os policiais disseram que estavam em patrulhamento pelo bairro, quando receberam uma denúncia informando que no local estaria acontecendo uma festa clandestina, e que possivelmente estava havendo venda e consumo de drogas.

Chegando ao local, os policiais flagraram uma grande aglomeração de pessoas na casa confirmando a desobediência ao decreto estadual.

Ao questionar o proprietário sobre o que estava acontecendo no local, houve grande alvoroço por parte das demais pessoas que estavam na residência. Com raiva, algumas pessoas partiram em direção da equipe para tentar agredir os policiais.

Um dos participantes da festa ameaçou jogar uma garrafa de vidro nos policiais. Para se defender, a Polícia precisou efetuar um disparo de bala de borracha. Após essa ação, o homem conseguiu fugir pelos fundos do quintal.

Durante a busca pessoal nas pessoas que estavam na casa, e com a permissão do proprietário foi feita busca no interior da residência, onde foram encontradas várias latas de cervejas, garrafas de bebidas quentes e uma lata de substância conhecida como “loló”.

Dentro da casa, foi encontrado em cima do armário da cozinha um frasco contendo nove porções de maconha e material utilizado para embalar drogas, confirmando o crime de tráfico de drogas.

No momento em que os policiais realizavam as pesquisas nominais nos envolvidos, o proprietário da casa e outro participante da festa começaram a ameaçar os militares.

Os policias flagraram ainda, vários adolescentes ingerindo bebida alcoólica na festa clandestina.

Todos os envolvidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes, onde ficaram à disposição da justiça.

“Operação Restrição” interdita estabelecimento que promovia aglomeração e flagra festa clandestina na capital

A presença da equipe de fiscalização fez com que as pessoas, sendo maioria jovens, se dispersassem rapidamente do local.

A Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), realizou na noite de sexta-feira (19), a segunda fase da “Operação Restrição”, cujo objetivo é a fiscalização em estabelecimentos comerciais e locais de aglomeração de público. Três equipes cobriram todo o perímetro urbano de Porto Velho com intuito de garantir o cumprimento das especificações do Decreto, que estabelece critérios sociais, cuja finalidade é reduzir a propagação do coronavírus.

Coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar, a “Operação Restrição” atuou novamente de forma firme para coibir desrespeito quanto ao decreto e chegou a interditar um estabelecimento comercial, localizado no Centro de Porto Velho, que estava atuando em desconformidade com as especificações atribuídas em seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Além disso, o estabelecimento estava promovendo aglomeração de pessoas, comercializando bebidas alcoólicas e permitindo o consumo no próprio local.

O fato que chamou a atenção dos profissionais que atuaram na Operação foi a falta de conscientização de alguns clientes que estavam no estabelecimento e não utilizavam máscaras e chegaram a se irritar com a presença das autoridades.

Ainda durante a fiscalização, a coordenação da “Operação Restrição” recebeu uma denúncia de que um bar estava promovendo grande aglomeração de pessoas na rua Padre Chiquinho. Com a averiguação dos fatos, foi constatado que dezenas de pessoas estavam realmente aglomeradas, consumindo bebidas alcoólicas que estavam sendo adquiridas no próprio estabelecimento. A presença da equipe de fiscalização fez com que as pessoas, sendo maioria jovens, se dispersassem rapidamente do local.

Também foi constatado que várias pessoas estavam promovendo uma festa clandestina, que já ficou conhecida por “coronafest”, e não utilizavam máscaras. Além de ser percebido que, algumas pessoas estavam fazendo uso de um narguilé, uma espécie de cachimbo de água utilizado para fumar tabaco aromatizado, com o compartilhamento dos bastões. Ao serem abordados pela equipe de fiscalização, muitos dos que estavam descumprindo o decreto chegaram a desrespeitar membros das equipes que compõem a Operação.

Os proprietários do bar foram notificados pelas autoridades, onde foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) especificando a falta de uso de máscaras de proteção e ainda descumprindo outras determinações do decreto.

Durante a Operação, que teve início na noite de sexta-feira e se estendeu até a madrugada de sábado (20), foram efetuadas 74 intervenções, através das quais geraram sete notificações, seis TCOs, três autuações, uma interdição, além de cinco aglomerações. Desse total, 46 empresas estavam respeitando as determinações do decreto estadual, e foram especificadas na categoria “sem funcionamento” do relatório da Operação.

Os profissionais que atuam nestas operações estão percebendo que a população se tornou parceira das autoridades no que diz respeito à fiscalização para coibir eventos clandestinos e que geram aglomeração de pessoas. As centrais de denúncias estão recebendo informações precisas acerca de atividades irregulares promovidas na Capital. As ações de sexta-feira somente foram possíveis graças ao monitoramento que a população tem feito. Para denunciar eventos clandestinos, o cidadão pode ligar para os números 190197 ou 193, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, respectivamente.

Fonte: Sesdec

Equipes da Operação Consciência flagram festa clandestina e partida de Futebol durante fiscalização em RO

Ação Também monitorou 58 estabelecimentos comerciais na capital.

Durante fiscalizações, uma festa clandestina foi interrompida pela PM e Corpo de Bombeiros na noite deste sábado (6), em Porto Velho, equipes fiscalizam estabelecimentos comerciais e locais para evitar aglomeração de pessoas e fazer valer o decreto estadual. Uma partida de futebol com 30 pessoas também foi interrompida.

Ao todo, 58 estabelecimentos comerciais foram monitorados. Na zona Sul, uma farmácia na Avenida Jatuarana foi notificada por descumprir as medidas estabelecidas em decreto e um restaurante recebeu um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). No bairro Cidade do Lobo, na Avenida Campos Sales, as equipes flagraram um jogo de futebol, atividade esportiva em equipe proibida por decreto, durante a pandemia do Coronavírus. O futebol clandestino envolvia cerca de 30 pessoas que foram orientadas a deixar o local. Na zona Leste, pessoas que estavam aglomeradas no Skate Park, também foram orientadas a dispersar.


Por volta da meia-noite, uma das equipes da Operação Consciência flagrou uma festa regada a bebidas alcoólicas, em uma residência no bairro Areal. A “Coronafest”, tinha 16 pessoas, além de três crianças com idade entre um e 10 anos. “Os participantes correram para dentro da residência ao avistar a patrulha da Covid, fecharam o portão, impediram nossa entrada, alguns jovens conseguiram fugir pelo telhado, e pudemos perceber então que a ocorrência seria muito mais complexa, pois tinha muita aglomeração, todos sem máscara. Tentamos negociar de todas as formas e só depois de muito custo que eles abriram o portão e configuramos a desobediência ao decreto, além da resistência da prisão e um desacato no local”, detalhou o tenente Polícia Militar, Allisson Lopes Pereira.

Das 16 pessoas que estavam na festa, três foram conduzidas à Central de Flagrantes por resistirem à prisão e desacato, os outros participantes receberam TCO, sendo orientados a saírem do local. Para o coronel BM Gilvander Gregório de Lima, parte da população ainda não entendeu a importância do cumprimento do decreto estabelecido no Estado, por isso o número de efetivos na fiscalização aumentou. “Apesar do balanço positivo das outras duas noites da Operação Consciência boa parte da população tem entendido e feito a parte dela, mas uma minoria é que não tem entendido que o coronavírus é um vírus mortal e está fazendo muitas vítimas. Nosso trabalho é conscientizar, orientar e em casos de não cumprimento como esses, fazer valer a fiscalização”, disse o comandante.

Fonte: Rondônia Agora

Polícia de Ariquemes barra festa clandestina descumprindo decreto

O evento acontecia em uma casa do Setor 10.

Uma festa com quase 40 pessoas foi encerrada pela Polícia Militar (PM) na madrugada de domingo (24) em Ariquemes (RO), Vale do Jamari. O evento acontecia em uma casa do Setor 10.

Segundo a polícia, uma guarnição fazia patrulha pelo bairro quando ouviu som alto em uma residência. Ao irem no local, os policiais constaram que ali estava ocorrendo uma festa com várias pessoas, descumprindo assim o toque o decreto do estado, que inclui também o ‘toque de recolher’.

Grupo de quase 40 pessoas é abordado após festa em Ariquemes, RO, durante toque de recolher — Foto: WhatsApp/Reprodução
Grupo de quase 40 pessoas é abordado após festa em Ariquemes, RO, durante toque de recolher

A PM então pediu o reforço de mais duas viaturas e todos no imóvel foram abordados. Menores de idade também estavam participando da festinha.

Os participantes da festa tiveram que assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Dentro da casa foram encontrados vários narguilés.

Ariquemes está na fase 1 do decreto de distanciamento social, que tenta controlar a Covid-19, e conforme o decreto, está estabelecida a restrição da circulação em espaços e vias públicas entre as 20h e 6h. Sendo liberados para circulação APENAS pessoas envolvidas em serviços essenciais.

Também está proibida qualquer aglomeração de pessoas no estado, que já enfrenta falta de leito de UTIS.

Fonte: G1/RO

Ação policial em festa clandestina no Peru deixa pelo menos 13 mortos

Festa violava regras sanitárias para evitar disseminação de coronavírus. Cerca de 120 pessoas tentaram fugir do local com a chegada da polícia

Pelo menos 13 pessoas morreram esmagadas ou asfixiadas enquanto tentavam fugir da boate Thomas Restobar, localizada em Lima, no Peru, durante uma ação policial na noite do sábado (22). Outras seis pessoas ficaram feridas após a ação. A casa noturna estava aberta violando restrições impostas para combater a pandemia do coronavírus, segundo autoridades.

Cerca de 120 pessoas tentaram escapar do clube Thomas Restobar quando a polícia chegou para dispersar a festa que ocorria no segundo andar. As informações foram confirmadas pela polícia nacional e por funcionários do governo. Entre os feridos, três eram policiais.

Em Los Olivos, boate promoveu festa clandestina e violou normas sanitárias
Em Los Olivos, boate promoveu festa clandestina e violou normas sanitárias

De acordo com um comunicado do Ministério do Interior, divulgado pelas redes sociais do órgão, a intervenção policial não utilizou “nenhum tipo de arma ou bombas de gás lacrimogêneo.” Segundo o órgão, as vítimas estão sendo identificadas.

Vizinhos se queixaram e alertaram a polícia sobre o barulho no clube do distrito de Los Olivos, na capital peruana. “Nessas circunstâncias, quando as pessoas começam a lutar para sair é tumultuado, todos vão uns contra os outros”, disse Orlando Velasco, da Polícia Nacional, à rádio local RPP.

O Ministério do Interior relatou em comunicado que as pessoas tentaram se espremer pela única porta de entrada e ficaram presos entre a porta e uma escada que conduz à rua. 

Pelo menos 23 pessoas foram detidas e levadas à Direção de Investigação Criminal de Los Olivos enquanto ocorriam diligências com o objetivo de identificar os donos do estabelecimento. O Ministério do Interior informou ainda que irá solicitar a prisão preventiva dos responsáveis.

Cerca de 120 pessoas estavam no local. Entre os feridos, três eram policiais
Cerca de 120 pessoas estavam no local. Entre os feridos, três eram policiais

O órgão lamentou profundamente a morte das 13 pessoas “como consequência da irresponsabilidade criminal de um empresário inescrupuloso” e estendeu as condolescências às famílias das vítimas.

O país determinou o fechamento de boates e bares em março e proibiu reuniões familiares em 12 de agosto para combater a propagação da covid-19. O Peru tem  o segundo maior índice de infecção da doença da América Latina.

Fonte: R7

Casa flutuante com 50 pessoas afunda em rio no Candeias do Jamari

De acordo com decreto do governo do estado, festas e aglomerações estão proibidas. Cerca de 50 pessoas estavam na festa.

Flutuante afundou parcialmente no rio Candeias em RO — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Flutuante afundou parcialmente no rio Candeias em RO

No último fim de semana, durante uma festa de aniversário clandestina em Candeias do do Jamari, uma casa flutuante afundou parcialmente no rio Candeias, região metropolitana de Porto Velho. O acidente aconteceu durante a noite e cerca de 50 pessoas estavam no local, mas não houve feridos.

Entre a noite de sábado (25) e a madrugada de domingo (26) e embarcação partiu ao meio, por causa da quantidade de pessoas em cima, e a casa começou afundar na água.

O dono da embarcação comunicou que tinha alugado a casa para um grupo realizar uma festa no fim de semana. Porém, o empresário afirma que os organizadores colocaram excesso de peso no flutuante. Dentro da casa havia vários móveis, sendo quatro camas de casal, aparelhos de ar-condicionado, geladeira, cervejeira, fogão industrial, mesas e cadeias. Os eletrodomésticos e objetos afundaram no rio .

Uma testemunha contou que várias pessoas pularam na água após o flutuante começar a virar. Algumas delas perderam telefones, bolsas e até documentos pessoais.

“O flutuante partiu no meio e afundou…um prejuízo. Quase 50 pessoas estavam nessa barca aí”, disse uma das testemunhas.

O Corpo de Bombeiros informou não ter sido chamado para atender este acidente com embarcação no rio Candeias. Já a 1ª Delegacia de Candeias do Jamari informou estar apurando as causas que determinaram o acidente com a casa flutuante.

Imagens postadas nas redes sociais mostram várias pessoas, horas antes do acidente, participando da festa na casa flutuante.

De acordo com decreto do governo do estado, festas estão proibidas por causa da pandemia de coronavírus.

Fonte: G1/RO