Homem morre durante emboscada em uma fazenda no interior

A vítima era funcionário da Fazenda. Outros dois homens que também trabalhavam no local ficaram feridos.

Um homem de 28 anos, funcionário de uma propriedade rural, foi morto a tiros na madrugada de ontem domingo (25) durante uma emboscada em uma fazenda em Machadinho D’Oeste (RO). Outros dois homens que também trabalhavam no local ficaram feridos.

Segundo o boletim de ocorrências, a Polícia Militar foi acionada na propriedade, localizada na Linha T-15, distrito 5º BEC, pois um homem havia sido morto durante uma emboscada realizada por invasores de terras acampados nas proximidades.

Quando chegaram no local, foram informados por uma testemunha que durante a madrugada 12 homens fortemente armados passaram a atirar contra eles. O homem de 28 anos, que estava dormindo em um abrigo em um curral, foi atingido por dois tiros e morreu no local.

Outros dois funcionários também foram baleados, sendo um no joelho direito e outro no braço direito. Ambos foram socorridos ao Hospital Regional de Ariquemes.

As testemunhas ainda contaram que quando o grupo realizava os disparos, os criminosos gritavam ameaças de morte.

De acordo com a polícia, os homens que fizeram o ataque tinha conhecimento de táticas de guerrilha, pois se dividiram em grupo e atiraram de locais estratégicos.

A perícia esteve no local para os trabalhos necessários, assim como a polícia judiciária. Várias cápsulas de menos cinco calibres diferentes foram encontradas na propriedade. O corpo da vítima passou pela perícia e foi liberado para a funerária. O caso é investigado pela Polícia Civil.

Fonte: G1/RO

Funcionários da Caixa Econômica de Rondônia se mobilizam e apoiam a paralisação de 24 horas

A paralisação é para apoiar as defesas dos direitos dos trabalhadores que são contra a privatização do Banco.

A exemplo do que aconteceu, simultaneamente, em todo o país, os empregados da Caixa de Rondônia participaram, nesta quinta-feira (22), de assembleia geral virtual sobre as mobilizações em defesa dos direitos dos trabalhadores e da Caixa 100% pública. Entre essas propostas está a decretação de estado de greve e paralisação de 24 horas a partir da meia-noite do dia 27 de abril, aprovadas pela maioria dos empregados da Caixa em Rondônia, com índice de 57,14%.

“O governo Federal vem promovendo várias intervenções para inviabilizar a Caixa como uma empresa 100% pública, e por isso pretende abrir o capital das operações mais rentáveis da instituição, a exemplo do Seguridade Caixa. Esse é o momento de união dos trabalhadores e trabalhadoras, que devem estar mobilizados para barrar essa tentativa de privatização de um banco que é, sobretudo, patrimônio do povo”, avalia José Toscano, presidente em exercício do SEEB-RO.

A agenda permanente de luta dos trabalhadores também inclui o pagamento justo da PLR Social, a inclusão dos bancários no Plano Nacional de Imunização (vacinação contra a covid-19) e combate às metas desumanas.

“A paralisação é mais uma atividade que cobra respeito de Pedro Guimarães com os empregados”, concluiu o dirigente.

Fonte: SEEB-RO

Energisa decide suspender atendimento presencial em Ariquemes e Cacoal por conta da pandemia

No resto do estado, o atendimento funcionará normalmente. No dia 31 de dezembro, os escritórios devem funcionar até 12h. população de ambos os municípios podem solicitar atendimento de forma virtual.

O atendimento presencial na Energisa de Ariquemes e de Cacoal está suspenso. Segundo a assessoria da distribuidora de energia, o atendimento foi suspenso devido a pandemia da Covid-19.

Em nota, a assessoria explicou que uma colaboradora de Cacoal apresentou sintomas do novo coronavírus e por isso, a empresa resolveu suspender o atendimento ao público até a próxima segunda-feira (28). Já em Ariquemes, não há uma data para que o atendimento presencial volte a acontecer.

No resto do estado, o atendimento funcionará normalmente. No dia 31 de dezembro, os escritórios devem funcionar até 12h.

Atendimento Online

A população de ambos os municípios podem solicitar atendimento de forma virtual. A empresa lançou um aplicativo e um canal virtual para atender as demandas da população. “Clientes podem usar aplicativo e nova geração de atendimento virtual via whatsapp, além da agência virtual para acessar maioria dos serviços”, explica nota oficial da empresa. 

Veja a nota:

Com o crescimento dos casos de Covid-19 em todo o país, a Energisa decidiu fechar a agência de Cacoal nesta quinta-feira (24) e dar acesso em primeira mão aos clientes do município a seus novos canais digitais: o aplicativo Energisa On e a atendente pelo Whatsapp Gisa. Os dois canais oferecem a maioria dos serviços disponíveis nas agências e estão disponíveis 24 horas, com ferramentas de robô e inteligência artificial. Junto com a agência virtual www.energisa.com.br fazem parte do projeto de transformação digital da empresa.

Desde a reabertura das agências, a concessionária vem tomando uma série de medidas para proteger clientes e colaboradores. O acesso às agências foi limitado e o layout adaptado para evitar aglomerações. A empresa também disponibilizou álcool em gel e colocou tapetes sanitizantes nas portas. O atual cenário da doença no país, porém, tem levado diversos municípios a ampliar as medidas de proteção da população, que a distribuidora decidiu adotar em Ariquemes.

O aplicativo Energisa ON está disponível nas plataformas Google Play e Apple Store. Já a atendente pelo Whatsapp Gisa pode ser acessada no número (69) 99358-9673. O endereço da agência virtual é www.energisa.com.br . A previsão é de reabertura da agência na segunda-feira (28).”

Fonte: G1/RO

TST marca audiência de conciliação entre Correios e funcionários

Funcionários da estatal estão em greve desde 17 de agosto

A ministra Kátia Arruda, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), marcou para amanhã (11), às 15h, uma audiência de conciliação sobre a greve dos trabalhadores dos Correios. A audiência será realizada por meio de videoconferência e com participação restrita aos representantes dos sindicatos dos funcionários, da empresa e do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Os funcionários da estatal entraram em greve no dia 17 de agosto diante das discussões do novo acordo coletivo. 

Segundo a ministra, que é relatora do processo de dissídio, a audiência será uma tentativa de buscar uma solução consensual para o impasse e evitar que o caso seja levado para julgamento na Seção de Dissídios Coletivos.

No mês passado, após fracasso nas primeiras tentativas prévias de conciliação, o ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho determinou que o caso seja levado para julgamento. O ministro propôs a manutenção das 79 cláusulas do acordo coletivo assinado no ano passado, com permanência dos atuais benefícios concedidos aos funcionários, mas sem reajuste nas cláusulas econômicas.  A proposta foi aceita pelos sindicatos que participam das negociações, mas os Correios se manifestaram somente pela continuidade de nove cláusulas. 

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), a greve foi deflagrada em protesto contra a proposta de privatização da estatal e pela manutenção de benefícios trabalhistas. Segundo a entidade, foram retiradas 70 cláusulas de direitos em relação ao acordo anterior, como questões envolvendo adicional de risco, licença-maternidade, indenização por morte e auxílio-creche, entre outros benefícios. 

Além disso, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu o prazo de vigência do acordo coletivo também contribuiu para o impasse. No ano passado, o TST definiu que o acordo seria válido de 1º de agosto de 2019 até 31 de julho de 2021. No entanto, no mês passado, a Corte atendeu a uma liminar dos Correios e definiu que o acordo tem validade somente por um ano e perdeu a validade em agosto. 

Após o fracasso das primeiras tentativas de acordo, os Correios declararam que aguardam o julgamento do dissídio no TST e afirmam que o fim da greve é essencial para a população. De acordo com o comunicado, a empresa teve suas receitas impactadas pela pandemia da covid-19 e “não têm mais como suportar as altas despesas”, incluindo benefícios que “não condizem com a realidade atual de mercado”.

Fonte: Nádia Franco A/B

Pequim impõe sanções contra 11 funcionários dos EUA em retaliação

País alega interferência nos assuntos de Hong Kong

A China anunciou hoje (10) sanções contra 11 funcionários norte-americanos, por interferência nos assuntos de Hong Kong, depois de os Estados Unidos terem adotado medidas semelhantes contra várias autoridades da região semiautônoma chinesa.

As sanções impostas por Pequim afetam os senadores republicanos Ted Cruz e Marco Rubio, entre outros, informou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Zhao Lijian.

Zhao exigiu aos Estados Unidos que parem de interferir nos assuntos internos da China. “A China decidiu impor sanções a algumas pessoas que se comportaram mal em questões relacionadas com Hong Kong”, afirmou.

O líder da organização de defesa dos Direitos Humanos Human Rights Watch (HRW), Kenneth Roth, também foi visado.

A decisão é semelhante a uma medida retaliatória adotada por Pequim em meados de junho, quando baniu a entrada na China de membros do Congresso dos EUA e de um diplomata, depois de Washington ter feito o mesmo a líderes do Partido Comunista da China (PCC), devido a alegado envolvimento em abusos contra membros de minorias étnicas chinesas, de origem muçulmana, na região de Xinjiang, no extremo noroeste da China.

Na sexta-feira (7), Washington anunciou sanções contra 11 dirigentes de Hong Kong, incluindo a chefe do Executivo, Carrie Lam, acusados de restringir a autonomia do território e a “liberdade de expressão e reunião”.

O responsável pela polícia de Hong Kong, o secretário da Segurança e o da Justiça encontram-se também entre os atingidos pela medida.

A Lei de Segurança Nacional, imposta no fim de junho por Pequim a Hong Kong, “não apenas minou a autonomia do território, mas igualmente violou os direitos dos seus habitantes, permitindo aos serviços de segurança da China continental operar com toda a impunidade na região”, segundo o governo norte-americano.

Fonte: Agência Brasil

Empresas não poderão exigir novo teste de Covid para retorno de funcionário diagnosticado

Determinação está publicada na portaria n° 20, no Diário Oficial.

A Portaria, editada pelo Ministério da Economia através da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho em conjunto com o Ministério da Saúde, estabelece uma série de medidas que devem ser observadas visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 nos ambientes de trabalho.

As Empresas privadas e órgãos públicos não podem exigir novo teste de Covid-19 como condição para retorno do funcionário ao trabalho, após cumprimento do período em quarentena. É o que estabelece a Portaria Conjunta n° 20, publicada pelo Governo Federal no Diário Oficial da União, no dia 18 de junho.

Entre as medidas para retomada das atividades, destaque para a 12.1.1 onde diz que “Não deve ser exigida testagem laboratorial para a Covid-19 de todos os trabalhadores como condição para retomada das atividades do setor ou do estabelecimento por não haver, até o momento da edição deste anexo, recomendação técnica para esse procedimento”.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), através do Call Center 0800 647 5225, está recebendo constantes ligações de pessoas que solicitam novo teste para comprovar ao empregador que não tem mais o vírus. “Todos são informados de que não existe recomendação técnica das autoridades em saúde e sanitárias para a realização de outro teste”, explica a secretária adjunta Marilene Penati.

Ainda de acordo com a Portaria Conjunta, trabalhadores confirmados ou suspeitos para o novo coronavírus, ou que tenham tido contato com casos confirmados, devem ser afastados imediatamente do trabalho presencial por quatorze dias a partir da data de início dos sintomas.

O retorno após o período de quarentena deve acontecer se o trabalhador não apresentar nenhum sinal ou sintoma da doença por 72 horas ininterruptas. Informações também enfatizadas no Boletim Epidemiológico 07, publicado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Um juiz trabalhista que atua no Tribunal Regional do Trabalho da 14° Região informou que “se a empresa exige um novo teste como condicionante para a volta das atividades laborais deve oferecer essa condição ao trabalhador”.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) também publicou dois documentos de orientação sobre condições seguras e eficazes de retorno ao trabalho durante a pandemia da Covid-19. De acordo com a entidade, as medidas podem consistir na instalação de barreiras físicas, melhoria da ventilação ou adoção de horários flexíveis de trabalho, além de práticas de limpeza e higiene e uso de equipamento de proteção individual.

Fonte: Comdecom