Coren aciona justiça e alega várias irregularidades contra estado sobre hospital de campanha em RO

Entre uma das denúncias graves foram que fiscais do conselho flagraram paciente com larvas na boca.

Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia

O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RO) fez nesta terça-feira (13), uma série de denúncias contra o Governo do Estado, referente aos problemas enfrentados por profissionais de saúde que atuam no hospital de campanha da Zona Leste de Porto Velho, o chamado Cero, na linha de frente contra a Covid-19. A Sesau disse foi informada sobre um relatório, mas rebate enfaticamente pelo menos uma das graves acusações: que o Coren flagrou paciente com larvas na boca.

Uma ação foi ajuizada pelo Coren-RO, na 2ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Rondônia, pedindo providências urgentes quanto à contratação de profissionais de Enfermagem.

De acordo com o Coren-RO, o Hospital de Campanha da Zona Leste não atende às exigências mínimas da legislação referente à enfermagem, representando considerável risco à sanidade da prestação do serviço para o tratamento e cura dos pacientes com Covid-19.

Na denúncia, o Coren-RO disse que desde o mês de setembro de 2020, o órgão vem fiscalizando a unidade, constatando em janeiro deste ano a deficiência de equipe técnica para atender aos pacientes intubados, além da insalubridade no ambiente hospitalar.

Na ação em juízo, o conselho afirma que há sobrecarga de trabalho, ocasionando excesso de serviço às equipes, com longas e exaustivas jornadas laborais, situação que sobrecarrega e compromete o estado biopsicológico do profissional.

O órgão relata ainda, que apenas dois técnicos atendiam uma ala com até oito pacientes intubados. A equipe de fiscalização do Coren informou que encontrou pacientes intubados com larvas na boca, caracterizando um cenário totalmente contrário à assistência e tratamento à saúde das pessoas internadas naquele setor, uma violação à dignidade humana, além de medicamentos vencidos, que também foram encontrados entre os frascos a serem ministrados aos pacientes.

Diz o relatório da fiscalização, realizada no dia 17 do último mês de março, que as irregularidades continuavam acontecendo, sem local de descanso para os profissionais, banheiro interditado por falta de condições de uso, e estruturas que podem causar risco de contaminação ao processamento de materiais.

Na ação, o Coren-RO pede tutela de urgência para que o Estado, além de providenciar ajustes quanto a todas as irregularidades encontradas e relatadas no processo, contrate enfermeiros para suprir a necessidade de todos os setores que desenvolvem a atividade, e técnicos suficientes para a assistência aos pacientes, ambos profissionais para exercerem suas funções durante todo o período de funcionamento do hospital.



A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), através do Hospital de Campanha Zona Leste (Cero), disse que, a fiscalização feita pelo Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia (Coren-RO) ocorreu em 17 de março de 2021, quando foram apontados alguns ajustes na unidade, e que todos os pontos colocados no relatório e entregue à Sesau, já foram ajustados e respondidos para o órgão, inclusive com fotos.

A Sesau informou ainda, que a direção do hospital afirma que, em nenhum momento foi citado no relatório do Coren-RO, apresentado ao hospital, sobre pacientes com larvas na boca e nenhuma foto foi apresentada.

Fonte: Rondônia Agora

Covid-19: 15 pacientes de Rondônia devem ser transferidos para o Espírito Santo

O anúncio foi dado pelo próprio governo do estado em rede social.

15 pacientes com covid-19 de Rondônia, serão levadas ao Estado do Espírito Santo. A confirmação foi dada pelo governador Renato Casagrande, em uma rede social, na manhã deste domingo (07). “Sempre que for possível o ES estenderá as mãos para cuidar de quem mais precisa”, disse o governador.

O secretário de Saúde, Nésio Fernandes, também reforçou a informação a partir de uma rede social. Segundo Nésio, o acolhimento acontece após pedido do secretário de Saúde de Rondônia. “A crise de leitos se estende a outros Estados do Brasil”, postou.

Nos últimos dias, houve sobrecarga no sistema de saúde pública de Rondônia. Segundo o secretário de Saúde do Estado, Fernando Máximo, todos os leitos de UTI para tratamento de pacientes com Coronavírus estão ocupados. Além disso, há uma fila que não para de crescer de pessoas aguardando transferência.

Máximo afirmou que Rondônia não tem mais condições de criar novos leitos e que a transferência de pacientes para outros estados teve que ser retomada, mas agora para o Mato Grosso do Sul, uma vez que Cuiabá teve aumento significativo de casos e por isso não recebe mais doentes rondonienses.

Fonte: Rondônia Agora

Pará determina lockdown após confirmação de nova cepa de covid-19

Região do Baixo Amazonas e Calha Norte foi afetada pela medida

O governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou hoje (30) que a região do Baixo Amazonas e Calha Norte entrará em lockdown a partir de segunda-feira (1º), em razão da presença da nova cepa do novo coronavírus no estado. Ontem (29), o Instituto Evandro Chagas confirmou dois casos no município de Santarém, oeste paraense, em um homem de 58 anos e uma mulher de 26 anos de idade.

A variante já circula no Amazonas, estado vizinho ao Pará e que vive um colapso no sistema de saúde em razão de uma nova onda de casos de covid-19. Além, disso, segundo Barbalho, também há um aumento na procura por leitos clínicos e leitos de UTI na região, o que traz “severas preocupações da capacidade do nosso sistema de atender a todos”.

“Por esta razão, pedindo a compreensão e solidariedade de todos, estaremos mudando o bandeiramento da região que está em vermelho, risco elevado, para preto, lockdown. Isso é necessário para salvar a vida da nossa população, para evitar a proliferação do vírus e consequentemente problemas graves que possam levar a óbito muitos paraenses. Nós não podemos deixar que isso aconteça no nosso estado”, disse em vídeo publicado nas redes sociais.

Nas demais regiões do estado – Região Metropolitana de Belém, do Marajó Oriental, do Baixo Tocantins, do Marajó Ocidental, Nordeste, Xingu, dos Carajás, do Tapajós e do Araguaia – também passou a vigorar, desde ontem, a bandeira laranja, de risco médio, aumentando as medidas restritivas para o comércio e outras atividades.

De acordo com boletim da Secretaria de Saúde do Pará, atualizado na tarde de ontem, já foram registrados 328,8 mil casos de covid-19 no estado e 7.618 morreram em decorrência da doença.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Bolsonaro diz que Amazonas não informou sobre fim de oxigênio

Apesar da fala, o governador do Amazonas se reuniu com Pazuello no dia 6, quando teria informado sobre os problemas

Pressionado até por apoiadores sobre as ações do governo federal para conter a crise de saúde em Manaus, o presidente Jair Bolsonaro disse que o Amazonas não informou a União que haveria falta de oxigênio nos hospitais em razão do avanço do novo coronavírus. Com a falta do insumo, pacientes morreram sufocados na capital e também em municípios do interior.

“Nós demos dinheiro, recursos e meios. Não fomos oficiados por ninguém do Estado na questão do oxigênio”, disse, ao chegar ao Palácio da Alvorada. Segundo ele, foi a White Martins, principal fornecedora de oxigênio no Amazonas, que informou o problema na sexta-feira, 8 de janeiro. “E na segunda estava lá o ministro”, disse ele, em referência ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.

Apesar da fala de Bolsonaro, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), se reuniu com Pazuello no dia 6 de janeiro, quando teria comunicado a falta de oxigênio e a alta ocupação de leitos no Estado, assim como o pico de contaminações, previsto para o dia 13.

Como Bolsonaro informou, Pazuello de fato esteve em Manaus no dia 11, mas, acompanhado de uma comitiva de médicos, foi cobrar dos profissionais de saúde do Amazonas a administração de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19.

Lançou também um aplicativo, o TrateCOV, que recomenda o uso dos remédios até para bebês e pessoas com sintomas de ressaca. Dias depois, com o colapso no sistema de saúde em Manaus, o governo enviou caminhões, navios e aviões das Forças Armadas para o transporte de cilindros de oxigênio ao Estado.

Ainda sobre a crise de saúde no Amazonas, Bolsonaro disse que o governo federal foi “além daquilo” que seria obrigado a fazer. “Atualmente está equalizada a questão do oxigênio. Agora, lá no Estado, tem que ter gente para prever quando vai faltar uma coisa ou não, para tomar providência. Nós aqui fomos além daquilo que somos obrigados a fazer”, afirmou.

A um apoiador que sugeriu intervenção federal na saúde do Amazonas, Bolsonaro disse que não pretende tomar a iniciativa. “Primeiro o governo do Estado tem de nos comunicar nesse sentido nos pedindo. A gente analisa e vê se intervém ou não.”

Bolsonaro afirmou ainda que não indica, mas apenas “sugere” a adoção de medicamentos como a hidroxicloroquina e a ivermectina contra a covid-19, e destacou que conta com o respaldo do CFM (Conselho Federal de Medicina), para quem a autonomia dos médicos na prescrição de tratamentos deve ser respeitada. “A gente não indica, a gente sugere, pra deixar bem claro. O médico que decide, na ponta da linha”, disse.

Instado a fazer mais comentários sobre as restrições de funcionamento de estabelecimentos no Amazonas para conter a pandemia, Bolsonaro aproveitou para criticar o governador de São Paulo, João Dória. “O de São Paulo fechou e foi para Miami”, disse, sobre a viagem do tucano no fim do ano.

Segundo Bolsonaro, hotéis e restaurantes poderão demitir um milhão de empregados se essas restrições forem mantidas. Em São Paulo, eles terão de fechar às 20h em dias úteis e durante todo o fim de semana. Em reunião com o presidente, o setor pediu ao governo a retomada de políticas como a redução de salários e jornada, adotadas em 2020.

“Fomos ao Ministério da Economia tratar desse assunto e em parte está resolvido”, disse. Também em razão das restrições, ele criticou também o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil. “BH a mesma coisa, o prefeito vai bater no peito aqui quem manda sou eu, e o ditador sou eu né”, disse.

“Essa política de fechar eu pergunto, até quando? Esse vírus, queira ou não, a gente lamenta os mortos, mas a gente vai conviver com ele a vida toda. Não é fechando tudo”, disse. “É irresponsabilidade quem toma essas medidas que não deram certo no passado e continua insistindo com elas.”

Bolsonaro recomendou ainda que as reclamações sobre fechamento de estabelecimentos comerciais sejam cobradas dos prefeitos e governadores. “Vocês acabaram de escolher prefeitos, então não reclamem comigo.Tem prefeito que foi apoiado pelo governador e votaram nele.”

Sobre as críticas que recebeu pelo volume de compras da União em leite condensado, que totalizaram R$ 15 milhões em 2020, Bolsonaro disse que as explicações serão dadas em live amanhã, 28, ao lado do ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner do Rosário. “Fui chamado até de corrupto por isso”, afirmou. “Mesmo que eu tome 500 latas de leite condensado por hora não daria conta do recado.”

Apesar da fala do presidente, o montante gasto, revelado pelo site de notícias Metrópoles, deixa claro que o valor diz respeito a toda administração federal e não apenas à Presidência. De acordo com a reportagem, o gasto global do Executivo federal com alimentos e bebidas registrou um aumento de 20% em relação a 2019. Neste total estão ainda despesas de cerca de R$ 2,2 milhões com chicletes e R$ 32,7 milhões com pizza e refrigerante, por exemplo.

Fonte: R7

Manaus aguarda definição de grupos prioritários para retomar vacinação

Aplicação das doses foi suspensa a pedido de órgãos de controle locais

A prefeitura de Manaus e o governo do Amazonas suspenderam, temporariamente, a vacinação dos profissionais de saúde da capital contra a covid-19. A decisão foi anunciada na noite desta quarta-feira (20), dois dias após o início da campanha de imunização na cidade.

A medida só não afeta aos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), os únicos da categoria que continuarão sendo vacinados durante nesta quinta-feira (21), conforme previamente programado.

Em nota, a prefeitura diz que a medida atende recomendação de órgãos de controle locais, que cobram do governo estadual a apresentação de um “plano reorganizado de distribuição das doses [da vacina] nas unidades da rede estadual, com os critérios de definição de prioridades, baseados na exposição ao risco, comorbidades e faixa etária”.

Já o governo estadual garantiu que os trabalhos em Manaus serão interrompidos apenas hoje para que a campanha de vacinação seja “reformulada”. Segundo o governo, o objetivo é ajustar as ações locais ao número de doses da vacina que o Ministério da Saúde repassou ao estado, que as dividiu entre os municípios amazonenses, o que foi criticado pelo prefeito de Manaus, David Almeida.

De acordo com a prefeitura de Manaus, o ministério entregou pouco mais de 282 mil doses do imunizante aos cuidados da secretaria estadual de Saúde. Deste total, o governo estadual repassou 40.072 doses à Secretaria de Saúde de Manaus., que seriam suficientes para imunizar, com duas doses da vacina, apenas 34% dos mais de 56 mil profissionais de saúde da capital. Para estar protegida do novo coronavírus, a pessoa precisa tomar duas doses da vacina, em um espaço de poucas semanas.

Na terça-feira (19), David Almeida disse que esperava receber um volume maior de imunizantes, já que Manaus concentra mais da metade da população e o maior número de unidades de saúde do estado. “Não entendemos a divisão de apenas 40 mil doses para a cidade e esperamos que, nas próximas divisões, Manaus seja melhor contemplada”, disse o prefeito, ao revelar mudanças no cronograma inicial da Secretaria Municipal de Saúde.

“Íamos a 43 pontos de saúde fazer a vacinação [dos profissionais do setor]. Com a diminuição do número de vacinas, vamos reprogramar, nas próximas horas, para irmos até as unidades de saúde e, já nesta tarde, vacinar majoritariamente aqueles que estão diretamente envolvidos no enfrentamento da covid-19, aqueles que estão na linha de frente”, chegou a anunciar Almeida.

Ontem (20), o governo estadual informou que novos critérios para definir os grupos prioritários para receber as primeiras doses do imunizante seriam divulgados ainda nesta quinta-feira pelo Comitê de Resposta Rápida de Enfrentamento da Covid-19, grupo formado por representantes dos governos federal, estadual e municipal. Feito isso, os gestores de cada unidade de saúde da capital deverão enviar a lista nominal dos profissionais, indicando o setor em que cada um deles trabalha. De acordo com a prefeitura, o governo estadual tem até as 13h de hoje para divulgar sua proposta de reordenamento da campanha de imunização.

Até ontem, representantes das secretarias de Saúde do estado e do município concordavam em dar prioridade aos profissionais mais expostos ao novo coronavírus, portanto, correm maiores riscos de contaminação, como os que trabalham em unidades de referência, de média e alta complexidade e que tenham contato direto com pacientes com covid-19. Também devem ser levados em conta fatores como comorbidade e idade.

Segundo a prefeitura de Manaus, em dois dias, 1.140 profissionais de saúde que atuam na linha de frente, no atendimento de casos suspeitos e confirmados da covid-19, receberam a primeira dose da CoronaVac.

Detalhamento

Em nota, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas confirmou o recebimento de 282.320 doses de vacina no último dia 18. Segundo a fundação, um informe técnico do Ministério da Saúde estabeleceu que deveriam ser imunizadas 400 pessoas com mais de 60 anos que vivem sob os cuidados de instituições; 60 portadores de necessidades especiais também institucionalizados; 101.156 indígenas que vivem em terras indígenas e 32.813 profissionais da área de saúde, totalizando 134.429 pessoas – com as quais seriam usadas 268.858 do total de doses já entregues ao estado.

Pelo plano estadual, seriam vacinados inicialmente no Amazonas 100. 642 indígenas; 29.361 trabalhadores da saúde; 400 pessoas com mais de 60 anos institucionalizadas e 60 portadores de necessidades especiais institucionalizados, somando 130.463 pessoas, ou o equivalente a 260.926 doses.

Como há possibilidade de perda de parte do material em acidentes ou por contaminação, 13.046 das doses formam a chamada “reserva técnica”, que equivale a 5% do total de imunizante disponibilizado para os grupos prioritários do estado do Amazonas. O material entregue a cada município já abrange sua reserva proporcional. Ao término da aplicação da primeira dose, possíveis sobras também serão redistribuídas, conforme determinação ministerial.

Até a manhã desta quinta-feira, 225.779 das 282.320 doses que a fundação recebeu já tinham sido distribuídas para 58 cidades amazonenses, incluindo Tabatinga, próxima da fronteira com o Peru e a Colômbia. Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde, devido a um acordo firmado pelo Ministério da Saúde por causa da localização da cidade na tríplice fronteira, 25.440 doses foram transportadas diretamente para Tabatinga. Como esta quantidade está além das previstas 21.783 doses iniciais destinadas a Tabatinga, a prefeitura terá que devolver o excedente (3.657 doses), que será redistribuído para outras cidades.

Dos 58 municípios já abastecidos, 33 receberam material suficientes apenas para que os grupos prioritários recebam a primeira dose. É que tais municípios não têm estrutura adequada para armazenar as vacinas destinadas à aplicação da segunda dose. O material restante está guardado sob os cuidados da Fundação de Vigilância, devidamente identificado para ser entregue no momento certo.

Quatro cidades (Alvarães; Codajás; Nova Olinda do Norte e Uarini) receberão a primeira dose ainda hoje, conforme prevê o Plano Operacional da Campanha de Vacinação, assim como Silves, que receberá mais 296 doses até a mesma data, para complementar a remessa equivalente à primeira dose.

Fonte: Nádia Franco A/B

Ponte sobre rio Jacy-Paraná segue com obras em ritmo acelerado

Entrega da ponte sobre representará grande avanço na infraestrutura, atendendo Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Buritis e Campo Novo

O Governo de Rondônia, por meio do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), tem aproveitado a ausência das chuvas para trabalhar com agilidade e técnica na manutenção das rodovias, garantindo, assim, trafegabilidade com segurança e melhor infraestrutura nas rodovias estaduais. A obra da construção da ponte sobre o rio Jacy-Paraná localiza-se na Estrada Parque (linha eletrônica), em Jacinópolis.

Com 100 metros de extensão e 8,80 metros de largura, a ponte terá pista dupla e está recebendo um investimento do Governo do Estado que ultrapassa R$ 4 milhões.

Para acompanhar de perto a evolução dos trabalhos, como também, garantir melhores resultados, o diretor-geral do DER, Elias Rezende, acompanhado de sua equipe técnica, esteve nesta quinta-feira (17) no local da obra.

“A entrega da ponte sobre o rio Jacy-Paraná representará um grande avanço na infraestrutura desta região, atendendo Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Buritis e Campo Novo.

Na oportunidade, o gestor da pasta esteve na 15ª Residência Regional do DER, que atende mais de 300 quilômetros de rodovias não pavimentadas, sob o comando do residente Adecleito Effgen. O diretor-geral percorreu toda a sede da residência e acompanhou os trabalhos na rodovia 420 que liga Buritis a Nova Mamoré, onde o DER já executou serviços de patrolamento com limpeza lateral e construção de saídas d’água; corte de morros e instalação de tubos metálicos para evitar atoleiros e lamaçal durante o período de chuvas.

Fonte: DER