Polícia civil prende grupo por manter famílias em cárcere privado para roubar casa e carros, na capital

Os veículos roubados tinham a Bolívia como destino, na maioria das vezes. Segundo a Polícia Civil, no país vizinho os veículos eram trocados por drogas e armas.

A Polícia Civil cumpriu quatro mandados de prisão contra suspeitos de integrarem uma quadrilha especializada em roubos e furtos em residências de Porto Velho. A ação aconteceu por intermédio da Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA), na quarta-feira (16).

Os homens, que já eram condenados por outros crimes, foram apresentados na delegacia. Os delegados responsáveis pelas prisões, Alessandro Morey e Rogério Alessandro, ressaltaram que os suspeitos são integrantes de um grupo criminoso.

Eles agem sempre com muita violência. Espancam as vítimas e se elas não passarem o valor solicitado por Pix, ainda as humilham. Muitos carros são levados para Bolívia, mas outros eles abandonam por aqui mesmo. Eles são apontados como autores de vários crimes de roubo e furto de residências e veículos”, comenta.

Outro ponto destacado pelo delegado é quanto a dinâmica de como os suspeitos faziam as transações dos valores, por meio do Pix.

“Se a pessoa perceber que entrou um dinheiro em sua conta, é bom verificar a procedência, pois os criminosos usam “CPF fanta” para receber o resgate. Eles abrem uma conta qualquer, com qualquer CPF para receber o dinheiro. É possível que tenha caído em contas sem relação com a organização”, diz, ressaltando que as vítimas só eram liberadas após pagamentos por Pix.

O delegado ainda pediu que as vítimas dos crimes de roubo e furto em residências compareçam na delegacia para reconhecer os autores. A delegacia fica localizada na rua Dr. José Adelino, 4447, bairro Costa e Silva, em Porto Velho.

Os veículos roubados tinham a Bolívia como destino, na maioria das vezes. Segundo a Polícia Civil, no país vizinho os veículos eram trocados por drogas e armas.

Além dos mandando de prisão preventiva, mandados de buscas e apreensão domiciliar foram cumpridos pela Polícia Civil.

A ação contou com o Serviço de Investigação e Capturas (Sevic), Coordenadoria de Operações Especiais (Core). Os integrantes da quadrilha foram encaminhados ao Sistema Prisional onde permanecerão à disposição da Justiça.

Fonte: PC

Polícia Civil deflagra operação contra grupo criminoso de advogados, policiais e presos de facção em RO

A operação tem o objetivo de produzir prova e resguardar a investigação que tramita na Delegacia Regional de Ji-Paraná.

A Polícia Civil deflagrou uma operação, chamada Simbiose, para cumprir 62 ordens judiciais contra 25 pessoas investigadas por fazerem parte de uma organização criminosa nos estados de Rondônia, Pará e Rio de Janeiro. A ação começou nas primeiras horas desta sexta-feira (12) e acontece por intermédio da Delegacia Regional de Ji-Paraná (RO).

As ordens judiciais de medidas cautelares foram autorizadas pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), sendo:

  • 26 mandados de busca e apreensão;
  • 20 ordens de sequestro de bens;
  • 9 mandados de prisão temporária;
  • 3 mandados de prisão domiciliar;
  • 4 ordens de medidas de monitoramento por tornozeleira.

A operação tem o objetivo de produzir prova e resguardar a investigação que tramita na Delegacia Regional de Ji-Paraná.

As investigações tem o foco em uma organização criminosa, onde os núcleos que a integram são compostas por advogados, policiais penais e presos de uma facção criminosa e que se destina ao tráfico de drogas e suporte logístico para internos das unidades prisionais de Ji-Paraná.

A ação conta com a participação de 100 policiais civis do estado de Rondônia e ainda com o apoio do Núcleo de Operações Aéreas (Noa) da Sesdec, de uma equipe da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (Core/PC-RO), Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e Polícia Civil do Pará.

Fonte: G1/RO

Polícia realiza Operação para combater invasão de terras em Rondônia

De acordo com a polícia, ação tem como objetivo investigar integrantes que comercializavam armas e munições como fuzis, escopetas, pistolas para abastecer a organização criminosa.

Centenas de munições foram apreendidas pelos agentes em Rondônia — Foto: PC-RO/Reprodução
Centenas de munições foram apreendidas

Uma ação da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO2) apreendeu armas e centenas de munições, nesta segunda-feira (23), em Rondônia. A operação Canaã (nomeada Paiol) teve o objetivo de combater invasões de terras e crimes ambientais.

Segundo a Polícia Civil, os agentes cumpriram 14 mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão domiciliar e 12 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram cumpridas em Porto Velho, Ji-Paraná, Seringueiras, São Miguel do Guaporé e Cacoal.

Durante a investigação, os policiais descobriram que o grupo criminosos primeiro mapeava o local que seria o alvo da invasão e, usando armamento de alto calibre, invadia a propriedade.

“A terra então era repartida e vendida aos camponeses e investidores mediante pagamento pecuniário, veículos e armas, sem contar que há promessa de legalização da posse após a tomada da terra”, diz a DRACO2.

Propriedades de São Francisco do Guaporé, Machadinho d’Oeste, Porto Velho e Áreas de Proteção Ambiental eram os alvos principais dos suspeitos.

Nessa fase da operação, o objetivo foi investigar integrantes que comercializavam armas e munições como fuzis, escopetas, pistolas, carabinas e submetralhadoras para abastecer a organização criminosa.

“O armamento era disponibilizado ao braço armado da organização, que utilizava tanto para invadir as propriedades quanto para, após a invasão, garantir a posse mediante violência e evitar a reintegração dos possuidores ou poder público”, divulgou a Civil.

Segundo a polícia, a operação contou com apoio do Departamento de Estratégia e Inteligência, Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Delegacia Especializada em Repressão a Furtos e Roubos, Polícia Federal e 17ª BIS, além de unidades da Polícia Judiciária do interior inseridas nas Regionais de Cacoal, Ji-paraná e São Miguel do Guaporé.

Fonte: Assessoria

Grupo de PM’s e bombeiros são presos por prática de extorsão e participação de organização criminosa em Ji-Paraná

A ação faz parte da Operação Soldado da Borracha coordenada pelo MP.

Um grupo de nove servidores públicos, sendo policiais militares e bombeiros, foram presos durante uma operação que investiga uma organização criminosa em Rondônia na segunda-feira (9). A suspeita é que os PM’s e os bombeiros praticavam extorsão e integravam uma organização criminosa armada.

Segundo o Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO), que coordenou a operação Soldado da Borracha, os militares e bombeiros são suspeitos de cometerem vários crimes na região do Soldado da Borracha, também conhecida como Estrada do Chaules, em Cujubim (RO).

A investigação aponta que o grupo de PM’s e bombeiro ameaçava posseiros de terras, dizendo-se proprietário dos lotes e assim forçava os moradores a desocuparem as áreas, tomando-as para si.

Ainda de acordo com o MP, para cometer as extorsões, a quadrilha de PM’s e bombeiros era estruturalmente ordenada, inclusive com divisão de tarefas, na região rural de Cujubim.

O grupo começou a ser investigado no ano passado. Os militares e bombeiros moram em Ji-Paraná, mas iam até Cujubim para cometerem o crime.

Os mandados de prisão foram expedidos pela 3ª Vara Criminal de Ariquemes. Foram 18 ações judiciais, sendo nove mandados de prisões preventivas e nove mandados de buscas e apreensões.

Fonte: G1/RO

Operação Octopus investiga grupo criminoso suspeito de roubo, furto e receptação em RO

Polícia Civil cumpre 20 mandados de prisão preventiva nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim.

PC deflagra operação “Octopus” e prende 12 membros de organização criminosa  especializada em roubos, furtos e receptações de veículos e barcos - Folha  Nobre
Polícia Civil deflagra operação Octopus

Uma operação foi deflagrada pela Delegacia Especializada em Repressão a Extorsões, Roubos e Furtos (DERF) na manhã desta quarta-feira (5) para o cumprimento de 20 mandados de prisão preventiva e 15 mandados de busca e apreensão em Porto Velho e Guajará-Mirim (RO).

A polícia investiga um grupo criminoso suspeito de roubo, furto e receptação. Doze integrantes da organização foram identificados e outros cinco são investigados por terem participado de crimes com o grupo.

De acordo com a polícia, alguns dos suspeitos moravam em Guajará-Mirim pois os veículos e barcos furtados eram enviados para a Bolívia. O delegado responsável pelo caso, Marcelo Resem, diz que há a possibilidades dos investigados terem realizado outros crimes.

A Operação Octopus recebeu o nome em referência ao polvo, pois a organização criminosa, assim como o animal marinho, tinha vários braços em sua estrutura. As ações foram coordenadas pela Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DERF) e pelo Departamento de Polícia Especializada da Civil (DPE).

Fonte: PC-RO

PF realiza operação contra grupo responsável por atentados contra policiais penais em RO

A operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal e o DEPEN.

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Departamento Penitenciário Federal (Depen), deflagrou na manhã desta quinta-feira (22) a denominada OPERAÇÃO ONIX no intuito de desmantelar uma organização criminosa responsável pelo atentado contra a vida de servidores públicos federais em Porto Velho/RO.

As investigações tiveram início em junho de 2020 após um atentado frustrado contra a vida de um indivíduo que se passava por Policial Penal Federal na cidade de Porto Velho/RO, a mando de uma facção criminosa estruturada no Estado de São Paulo e cujos líderes se encontram reclusos em Penitenciárias Federais.

Após meses de investigação, a Polícia Federal conseguiu identificar diversos elementos responsáveis pela organização do plano criminoso, tendo a 3ª Vara Federal do Porto Velho/RO decretado a prisão preventiva de 06 (seis) pessoas no Estado de Rondônia e deferido o pedido de busca em 03 (três) imóveis.

A operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal e o DEPEN representa uma resposta das forças de segurança contra os ataques planejados por facções criminosas no país, buscado responsabilizar todos aqueles que integrem organizações estruturadas para atentados contra o Estado e seus servidores.

Os presos, após serem ouvidos na sede da Polícia Federal, deverão ser transferidos para Penitenciária Federal e responderão pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado (art. 121, §2º, inciso IV, combinado com art. 14, inciso II, do Código Penal) e organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850/2013), com penas que ultrapassam 18 (dezoito) anos de reclusão.

Fonte: Departamento de Comunicação Integrada da PF

Polícia civil prende grupo suspeito de ameaçar jornalista de Ariquemes

Na última sexta-feira (12), um grupo criminoso divulgou nas redes sociais vídeos em que ameaçavam, com forte armamento, um profissional da imprensa em razão de ter divulgado notícias policiais da cidade.

A Delegacia Regional de Ariquemes, com apoio do Grupo de Ação e Pronto Emprego da (GAPE) da Polícia Penal e do canil do Departamento de Narcóticos (DENARC) de Ariquemes, deflagraram a Operação Speak, para prender um grupo criminoso que gravou um vídeo ameaçando um jornalista do município de Ariquemes.

Os foragidos Romualdo Parente dos Santos, 22 anos, Roger Alexandre Januário Figueiredo, 20 anos e Alôncio da Conceição, 24 anos, foram presos na manhã desta quinta-feira (18). O delegado Rodrigo Camargo comandou a operação juntamente com os delegados Tiago Flores e Lucas Torres.

De acordo com a Polícia, na última sexta-feira (12), o grupo criminoso divulgou nas redes sociais vídeos em que ameaçavam, com forte armamento, um profissional da imprensa em razão de ter divulgado notícias policiais da cidade.

Rapidamente, o núcleo de inteligência da Polícia Civil identificou os envolvidos, inclusive esclarecendo a participação de um apenado identificado como Lucas Santos Bastos, 20 anos.

De acordo com a Polícia, o apenado Lucas teria sido o responsável pela publicação do vídeo, usando um smartphone dentro da unidade prisional Casa do Albergado de Ariquemes. O local foi o alvo da operação nesta manhã, onde foi cumprido mandado de busca e apreensão. Os investigadores apreenderam dezenas de aparelhos celulares, porções de maconha e cocaína.

Ainda de acordo com a Polícia, os três presos possuem mandados de prisão em aberto por crimes diversos. Romualdo responde por roubo e homicídio, Roger tem mandado de prisão em aberto por Homicídio qualificado e Alôncio possui mandado de prisão em aberto por roubo.

A ação policial foi batizada como “Speak” em referência ao dever de assegurar a total liberdade de imprensa. “Nenhum profissional da imprensa deve ser tolhido de seu direito de exercer livremente sua profissão e o dever de informar”, afirmou o delegado Rodrigo Camargo.

PF combate grupo criminoso que atuava com garimpo ilegal em Pernambuco

Entre os investigados estão servidores, financiadores e receptadores

Uma organização criminosa, que atuava com garimpo ilegal no sertão pernambucano, está sendo combatida, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira (27), pela Polícia Federal. Os policiais cumprem dez mandados de prisão e 13 de busca de apreensão.

As ações da Operação Frígia estão ocorrendo em endereços dos suspeitos localizados nos municípios de Serrita, São José do Belmonte, Igarassu, em Pernambuco; e Juazeiro do Norte e Jardim, no Ceará. Entre os investigados estão servidores públicos, financiadores, refinadores de minérios e receptadores.

Segundo a PF, a atividade do grupo criminoso consistia na extração de minérios em terrenos públicos e particulares, localizados na zona rural de Verdejante, com o consequente beneficiamento, que era realizado no município de Serrita.

“Os valores oriundos da venda eram colocados em circulação, com aparência de legalidade, por meio da aquisição de veículos e de outras condutas, atos consistentes em lavagem de dinheiro. Também se constatou que alguns pagamentos pelos serviços realizados em favor do garimpo eram feitos com verbas da prefeitura de Serrita”, diz a PF.

De acordo com a PF, o nome da operação, Frígia, faz menção à terra do rei Midas, da mitologia grega. Tudo o que ele tocava virava ouro.

Fonte: Aécio Amado A/B

Operação da polícia já prendeu 9 suspeitos envolvidos em assassinatos de PMS em Nova Mutum, RO

Titular da Sesdec informou que a demora na divulgação de novos dados é para não comprometer as investigações.

A polícia já prendeu nove dos 17 suspeitos de participação na morte de dois policiais militares em uma fazenda do distrito de Nova Mutum, em Rondônia. A informação foi repassada em entrevista coletiva nesta sexta-feira (16) pelo Coronel Hélio Cisneiro Pachá, titular da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Segundo o secretário, a demora na divulgação de novos dados foi para não comprometer as investigações. Na coletiva, Pachá explicou também que as provas do envolvimento de 17 pessoas na morte dos militares, até o momento, vem de testemunhas.

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“Hoje nós temos nove pessoas presas, algumas delas durante a operação, outras duas, uma se entregou e foi conduzida a registro de ocorrência em Ouro Preto do Oeste e outra foi preso dois dias atrás em Ariquemes. Provas testemunhais por enquanto das pessoas que foram ouvidas e identificação com fotos através das vítimas e das próprias pessoas que já foram presas”, disse o secretário.

Ainda de acordo com o coronel, os estados que fazem divisa com Rondônia já foram informados de foragidos e receberam fotos e informações para o cumprimento de medidas da Justiça.

“Já receberam diretamente da minha pessoa e dos outros acatários as imagens com as devidas medidas cautelares, caso eles sejam localizados, possam ser devidamente presos. Foi concedido um mandado de reintegração de posse pela Justiça estadual e aproveitamos a oportunidade e já reintegramos. Foram retiradas 520 pessoas do local, em torno de 18 carros e 60 motos”, complementou.

Fonte: G1/RO

Polícia e MP investiga grupo criminoso suspeito de fraudar e desviar recursos do DER em Rondônia

De acordo com as investigações. o prejuízo provocado pelo grupo é de aproximadamente R$ 3 milhões.

Imagem Acessível: Banner com o nome da Operação tendo ao fundo as faixas de segurança de uma estrada e as logos do GAECO e da Polícia Federal
MP e PF deflagram operação Miragem

O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Polícia Federal, deflagrou na manhã desta terça-feira (22/09), a Operação Miragem, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Porto Velho. A operação investiga supostas fraudes na aplicação dos recursos provenientes do Programa PROINVEST, no âmbito do Departamento de Estrada de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos do Estado de Rondônia (DER). 


A investigação, realizada pelo GAECO, revelou indícios de esquema criminoso no âmbito do Grupo Especial de Trabalho Multidisciplinar (NEGEP), instituído no DER/RO desde o ano de 2015, o qual tinha a finalidade de acompanhar os recursos provenientes do mencionado programa. 
Os indícios apontam que alguns membros do mencionado grupo, em tese, falsificaram normativas, suprimiram documentos e vedaram a publicidade de seus atos, o que teria resultado prejuízo ao erário no montante de aproximadamente de R$ 3 milhões, a partir do pagamento de gratificações, em tese, de origem ilícita.
Dentre as ilegalidades apuradas, até o cumprimento das buscas, têm-se indícios de prática dos crimes de organização criminosa, falsificação de documentos públicos e peculato, além de ilícitos civis caracterizadores de improbidade administrativa.

As identidades dos envolvidos serão mantidas em sigilo em atenção ao princípio da intimidade, do devido processo legal e da presunção de inocência.

Em relação ao nome dado à operação, “Miragem” significa efeito óptico que ocorre nas estradas, ocasionando uma falsa percepção da realidade. Nesse contexto, faz alusão às falsidades documentais praticadas, em tese, pela ORCRIM, com a finalidade de desviar dinheiro público, no âmbito do Departamento de Estrada de Rodagem de Rondônia. 

Fonte: Departamento de Comunicação MP/RO

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