Rondônia anuncia inclusão de profissionais da Segurança no grupo prioritário da vacinação contra covid

A princípio, serão atendidos profissionais envolvidos diretamente nas ações de combate ao coronavírus.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (30), que irá incluir profissionais das forças de segurança no grupo prioritário da vacinação contra covid-19. A decisão ocorre após alguns estados e municípios já terem começado a aplicar doses nestes profissionais, como é o caso do Amazonas. Desde o mês de fevereiro de 2021 que o governo de Rondônia, havia solicitado a inclusão, o que ganhou força nesta semana.

Foram dois ofícios enviados pelo Poder Executivo Estadual ao Ministério da Saúde. O último datado no dia 17, definindo como urgência na Segurança Pública que compreende a Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Polícia Civil (PC), Polícia Técnico-Científica (Politec) e Polícia Penal, uma vez que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus e estão mais sujeitos à infecção.

No momento em que enviou o ofício, o governador Marcos Rocha destacou a importância do pedido e reforçou que em nenhuma das Fases do “Plano Todos Por Rondônia” a Segurança Pública parou, principalmente os policiais que passaram a atuar nas medidas relacionadas ao enfrentamento à pandemia do coronavírus.

O ofício enviado pelo governo estava de acordo com o mesmo pedido solicitado pelo Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, bem como ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), ao Ministro da Saúde. Na ocasião, foi destacado o reconhecimento das forças policiais dentre as prioridades para a vacinação contra a Covid-19.

A resposta ao Governo de Rondônia foi imediata. Logo na manhã desta quarta-feira (31) foi enviada pelo Ministério da Saúde ao Executivo Estadual uma Nota Técnica que trouxe informações detalhadas sobre o assunto referente a vacinação do grupo de forças de Segurança e Salvamento, deixando claro que no momento serão atendidos os profissionais envolvidos nas ações de combate à Covid-19.

Neste primeiro momento, tão logo sejam enviadas as vacinas específicas para atende as forças policiais, serão atendidos, a princípio os profissionais envolvidos diretamente no atendimento e/ou transporte de pacientes; em resgates e atendimento pré-hospitalar; nas ações de vacinação contra a Covid-19 e nas ações de vigilância das medidas de distanciamento social, com contato direto e constante com o público independente da categoria.

O Ministério da Saúde analisou que o enfrentamento à pandemia requer uma ampla gama de medidas de intervenção de múltiplos setores da sociedade, envolvidos tanto na manutenção do funcionamento dos serviços de saúde, nas ações de vacinação, quanto como na implementação e fiscalização das medidas não farmacológicas.

Na nota do Ministério da Saúde, define que os demais trabalhadores da Segurança Pública, que não se enquadrarem nas atividades direcionadas ao enfrentamento do coronavírus, deverão ser vacinados de acordo com o andamento Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).

Desta forma, visando contemplar os profissionais mais expostos às ações de combate ao coronavírus, será antecipado o envio de um quantitativo de doses de vacinas contra a Covid-19, de maneira escalonada e proporcional, direcionado exclusivamente para a vacinação dos seguintes trabalhadores das forças de Segurança e Salvamento, ordenados por prioridade.

Fonte: Secom-RO

Ministro da Educação reforça pedido para imunização de professores

Ribeiro defende prioridade para setor retomar atividades presenciais

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, reforçou nesta terça-feira (16) o pedido ao Ministério da Saúde para que professores façam parte do grupo prioritário na vacinação contra a covid-19.

Ribeiro encontrou-se hoje com o atual ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e com o médico Marcelo Queiroga, indicado para assumir a pasta nos próximos dias. “Vim pedir a possibilidade de vacinar todos os professores para voltar às aulas presenciais. Esse pedido está sendo analisado e deve entrar na escala”, disse o ministro da Educação, ressaltando que estão em análise como serão “as questões técnicas e como será realizado [o processo]”.

Milton Ribeiro lembrou que, em outubro do ano passado, enviou ao Ministério da Saúde um ofício pedindo prioridade de vacinação para os professores e os demais profissionais da área.

O Ministério da Educação (MEC) estima que o país tem entre 2,3 milhões e 3 milhões de professores.

Fonte: Nádia Franco A/B

Prefeitos voltam a defender vacinação de profissionais de educação

Comissão apresenta reivindicações a ministro da Saúde

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) voltou a pedir ao Ministério da Saúde que todos os profissionais que trabalham em escolas sejam imediatamente vacinados contra a covid-19. A inclusão dos trabalhadores do setor entre os grupos prioritários da campanha de vacinação é um dos itens de pauta da videoconferência que representantes da entidade e o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, realizam esta manhã.

No último dia 12, a frente enviou ao Ministério da Saúde um ofício destacando a importância de que os profissionais de educação sejam imunizados. No documento, a entidade manifestava a preocupação com a saúde dos trabalhadores e com o potencial risco deles se tornarem vetores da disseminação da doença à medida que as aulas presenciais sejam retomadas em várias partes do país.

No documento, a frente cita um relatório elaborado pelo Sistema Público de Saúde do Reino Unido e divulgado em janeiro deste ano, e que aponta que 26% de 10 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus, cujos casos foram analisados, tinham ligações com creches, escolas primárias e secundárias e universidades. A conclusão do relatório é que, possivelmente, o retorno às aulas presenciais pode ter ocasionado três vezes mais contaminações do que as que tiveram origem em hospitais.

“Por isso, a FNP reforça que vacinar imediatamente os profissionais da educação é zelar por toda a comunidade educacional, que hoje corresponde a um quarto de toda a população brasileira”, sustenta a entidade, em nota.

Cronograma

Além da vacinação dos profissionais de Educação, a frente cobra a divulgação de um cronograma nacional detalhado, com informações atualizadas e previsão mês a mês quanto ao planejamento de entrega de vacinas aos estados e municípios e previsão de grupos populacionais a serem vacinados.

Durante a conversa com o ministro, a comissão – formada pelo presidente da FNP, Jonas Donizette (ex-prefeito de Campinas), e por nove prefeitos que representarão as cinco regiões brasileiras – disse que também pretende defender a necessidade de uma campanha publicitária para incentivar e esclarecer a população a respeito da importância de se vacinar, e o repasse de recursos financeiros para que as prefeituras possam manter ou ampliar o número de leitos de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) para tratamento dos pacientes da covid-19.

No Twitter, o presidente da frente explicou que a reunião para tratar dos desdobramentos da vacinação contra a covid-19 vinha sendo solicitada desde 14 de janeiro. 

“Precisamos de esclarecimentos quanto às doses de vacinas prometidas pelo Ministério aos governadores”, escreveu Donizette, manifestando a expectativa de que, a partir da videoconferência, reuniões entre a comissão representante dos prefeitos e o ministério passem a ser mais frequentes. 

“Precisamos entender os cenários para traçar estratégias. É inadmissível que as cidades paralisem a imunização por falta de vacinas”, acrescentou Donizette, reiterando a crítica contida em uma nota que a FNP divulgou na última terça-feira (16), apontando a falta de vacinas em todo o país.

Além de Donizette, participam da conversa com o ministro e com secretários do ministério os prefeitos David Almeida (Manaus); Edvaldo Nogueira (Aracaju); Edmilson Rodrigues (Belém); Rafael Greca (Curitiba); Sebastião Melo (Porto Alegre); Emanuel Pinheiro (Cuiabá); Bruno Reis (Salvador); Eduardo Paes (Rio de Janeiro) e Duarte Nogueira (Ribeirão Preto).

Em nota divulgada logo após o término da reunião, o Ministério da Saúde afirma que estuda incluir novos grupos entre os já considerados prioritários. A pasta afirma que a expectativa é incluir novos grupos a partir de março.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

União Europeia inicia vacinação com médicos e idosos na 1ª fila

Bélgica e Luxemburgo só vão iniciar aplicações na segunda-feira (28); e a Holanda pretende abrir campanha em 8 de janeiro

Com alguns dos países mais afetados pela pandemia de covid-19, a União Europeia inicia neste domingo (27) a campanha de vacinação na maior parte dos países do bloco.

Ao menos três dos 27 integrantes do grupo preferiram adiar o início das aplicações: Bélgica, Luxemburgo e Holanda.  

Em um continente atingido no momento pela segunda onda da doença e com nações traumatizadas pela pandemia, casos de Itália, Espanha, França e Alemanha, o imunizante desenvolvido pela alemã BioNTech e pela norte-americana Pfizer terá como primeiros da fila profissionais de saúde e idosos.

Uma mulher de 96 años, Araceli, moradora de uma casa de repouso pública em Guadalajara, foi a primeira pessoa da Espanha a ser vacinada contra a covid-19 neste domingo. Depois dela veio Monica, trabalhadora do mesmo estabelecimento.

Na Dinamarca, um senhor de 79 anos teve esse privilégio. Ele vive em um lar de idosos em Odense. Leif Hasselberg recebeu a dose com bom humor. “Espero que funcione”, disse sorrindo ao médico responsável pela injeção.

Cercados de repórteres, cinco idosos inauguraram os trabalhos em Viena, na Áustria, país que desde sábado (26) apertou as regras da quarentena para minimizar o avanço da pandemia.

A primeira dose dada na Universidade de Medicina de Viena foi para uma aposentada de 84 anos, que declarou à emissora pública ORF que só deseja agora “voltar a ver os filhos, netos e bisnetos sem problemas”.

Uma mulher de 26 anos foi a primeira da fila na Romênia.  Apesar de não ter idade para estar no grupo de risco, Mihaela Anghel tem dois bons motivos para ter sido escolhida.

Fonte: R7

%d blogueiros gostam disto: