Polícia civil prende empresário de MT por homicídio ocorrido há 23 anos, em Rondônia

Mandados são expedidos pela Justiça de Espigão d’Oeste. Suspeito também é acusado de envolvimento da morte do empresário Gilberto de Oliveira Couto, o “Beto Caça e Pesca”, ocorrido em maio deste ano.

Um homem de 52 anos, empresário na cidade de Matupá (695 km ao norte de Cuiabá), foi preso pela Polícia Civil nesta quinta-feira (5), em cumprimento a um mandado expedido pela Justiça da Comarca de Espigão d’Oeste, em Rondônia, por homicídio cometido no estado vizinho, há mais de duas décadas.

Investigadores da Delegacia Regional e da Municipal de Guarantã do Norte conseguiram prender o foragido depois de realizar monitoramento desde que receberam informações de que ele estava residindo em Matupá.

Em1998, em um crime possivelmente motivado por uma disputa de terras em Rondônia, o foragido matou uma das vítimas com um tiro de espingarda. O filho da vítima também foi morto a golpes de enxada. Após o crime, o autor fugiu.

Após várias diligências, os investigadores conseguiram localizá-lo nas dependências de um posto de combustível em Matupá. Ao ser dada voz de prisão, ele não resistiu à abordagem policial.

O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Matupá e permanece à disposição da Justiça.

Além do crime em Rondônia, ele é investigado pela Polícia Civil no inquérito que apura o homicídio do empresário Gilberto de Oliveira Couto, de 46 anos, o “Beto Caça e Pesca”, ocorrido em maio deste ano, em Guarantã do Norte. Durante investigação do homicídio, a equipe da Delegacia de Guarantã do Norte descobriu o mandado que estava em aberto pelo crime cometido em Rondônia.

Morte em Guarantã

MidiaNews | PMs são investigados por envolvimento na morte de empresário
Empresário Gilberto Couto morto este ano

Gilberto Couto foi morto na manhã de 25 de maio, em frente a sua residência, no bairro Jardim Vitória. A vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça e estava a aproximadamente quatro metros da sua motocicleta.

No final de maio, a Delegacia de Guarantã do Norte cumpriu a prisão de três pessoas também investigadas por envolvimento no homicídio, entre elas a ex-esposa do empresário, o atual namorado dela e o filho da vítima.

Conforme a investigação, o crime foi motivado por questões patrimoniais, relacionadas a divisões de bens de herança.

Fonte: MT Agora

Polícia civil prende dupla de irmãos envolvidos em homicídio e tráfico de drogas em RO

De acordo com a polícia, um dos suspeitos estaria foragido da justiça por crime de assassinato de um PM em Cujubim.

Os irmãos Leandro e Leonardo foram presos na manhã desta quinta-feira (20), durante operação conjunta da Polícia Civil, coordenada pelo delegado Rodrigo Camargo, com apoio de policiais do 7° Batalhão da Polícia Militar, suspeitos de envolvimento em homicídio e tráfico de drogas, além de porte de armas de fogo, no distrito de Vista Alegre do Abunã, em Porto Velho.

De acordo com a Polícia, Leonardo estava foragido há dois anos, após ser condenado pelo assassinato do sargento da PM Campos, durante uma abordagem policial no município de Cujubim.

Na ação desta manhã foram apreendidas armas de fogo, munições, porções de drogas, quatro celulares e grande quantia de dinheiro com os criminosos, que receberam voz de prisão e estão à disposição da Justiça.

A operação foi denominada Extrema por conta do local onde os foragidos foram encontrados pertencer à área da Delegacia de Extrema, distrito do município de Porto Velho.

Fonte; Rondônia Agora

MPF denuncia sete pessoas ligadas ao PCC por tentativa de homicídio e organização criminosa em Rondônia

Denunciados tinham missão de assassinar quatro agentes penitenciários federais em Porto Velho (RO)

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou sete pessoas por tentativa de homicídio e organização criminosa a mando da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Seis deles foram presos por meio da Operação Ônix, realizada em abril de 2021, e um está foragido. Outras três pessoas que participaram do crime já haviam sido presas em flagrante em 2020.

Em junho do ano passado, na Estrada da Penal, Bairro Cuniã, um delegado da Polícia Civil ouviu disparos de arma de fogo, acionou a Polícia Militar e perseguiu um veículo suspeito. Na sequência houve a prisão em flagrante de Matheus Gustavo Silva, Jefferson Cleiton Silva e Aurilene Correia. Eles haviam planejado e tentado matar um rapaz que acreditavam ser um agente penitenciário federal de Porto Velho (RO).

Ao serem interrogados, um deles afirmou que estavam cumprindo uma “missão” dada pelo PCC em que o objetivo era matar pelo menos um entre quatro agentes penitenciários federais de uma lista com nomes e fotos.

Com o objetivo de atrair a vítima para a realização do homicídio, os denunciados criaram um perfil falso de uma mulher em uma rede social. Érica Abadias era a responsável por manter conversas e administrar o perfil, além de atrair o rapaz para frente de uma casa onde pretendiam matá-lo.

No dia marcado, o rapaz aguardava no local em sua moto quando foi surpreendido por disparos de arma de fogo em sua direção. Os tiros partiram de dois carros. Ele não foi atingido por um erro de pontaria. Apenas após a prisão os criminosos descobriram que a vítima não era um agente penitenciário federal.

Após investigações e análises de celulares apreendidos, foram identificados outros envolvidos no crime e houve a deflagração da Operação Ônix, em 2021. Foram presos preventivamente Érica Cristina Abadias, Indeomar Pereira, Márcia Oliveira, Dijon Cruz, Marcelo de Almeida e Nélio Filho. Outro participante dos crimes, Daniel Silva, está foragido.

Marcelo de Almeida era um dos principais integrantes do PCC no estado, foi um dos principais articuladores do plano e era o elo entre Rondônia e o grupo sediado no Paraná. Érica foi apontada como figura central dentro da organização criminosa, foi a responsável pela aproximação e escolha da vítima, além de estar em um dos carros no momento do ataque. Daniel Silva veio do Paraná até Rondônia para organizar o crime, um dos responsáveis diretos pela execução do plano. Nélio Filho também era um dos principais envolvidos na organização criminosa.

Dijon Cruz forneceu armas e coletes balísticos para o grupo e mantinha contato direto com Matheus no dia da ação. Indeomar Pereira prestou apoio para o aluguel do imóvel onde o grupo planejou o ataque, assim como Márcia Oliveira, esposa de Indeomar.

No imóvel alugado pelo grupo foram apreendidas munições, chips e celulares quebrados, capas de coletes balísticos e um pedaço de papelão onde constavam as placas de veículos pertencentes a agentes penitenciários federais de Porto Velho.

O grupo foi denunciado pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado, por motivo torpe, mediante emboscada e contra agente do sistema prisional e organização criminosa. A denúncia é a de número 1011845-65.2020.4.01.410 e será julgada pela Justiça Federal em Porto Velho.

Fonte: Secom/MPF

Jovem de 23 anos morre durante aplicação de hidrogel no corpo na Zona Leste

O caso é investigado como homicídio.

Um jovem de 23 anos morreu na última segunda-feira (19) após receber uma injeção de hidrogel no corpo. Ele havia pago R$ 1 mil pela aplicação. Uma mulher, suspeita de aplicar a substância, foi presa. O caso é investigado como homicídio.

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar (PM) foi acionada por volta das 20h30 para atender uma ocorrência de homicídio no bairro Socialista. Ao chegar no local, uma mulher informou aos policiais que foi contratada pela vítima para que ela aplicasse hidrogel.

A mulher contou que o procedimento durou cerca de 1h. Depois da aplicação, o jovem começou a ter convulsões, seguida de uma parada cardíaca e ela tentou animá-lo com massagem cardíaca, mas não teve resultado. Diante da situação, ela ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe médica chegou no local e constatou a morte da vítima. Por conta da situação, ligou para a PM. A Polícia Civil, perícia e o rabecão do IML também foram acionados.

No local, a perícia recolheu objetos utilizados durante o procedimento: um frasco de silicone V1000,01, frasco de álcool 70, caixa com luvas, caixa com máscaras, várias seringas, agulhas, tesoura, cola, fraco de anestésico, rolo de atadura.

A mulher foi presa e levada à Central de Flagrantes da capital. A mãe do jovem informou à polícia que ele tinha problemas respiratórios e também era portador do vírus HIV.

Polícia Civil prende dupla suspeita por homicídio e ocultação de cadáver, em ouro Preto

De acordo com as investigações, suspeitos estavam armados, teriam surpreendido a vítima dentro de casa.

Dois homens foram presos em flagrante suspeitos de participação no homicídio e ocultação de cadáver de um pedreiro de 47 anos em Ouro Preto do Oeste (RO). A Polícia Civil localizou o corpo da vítima e os suspeitos na última segunda-feira (21), um dia após o crime.

Segundo informações da polícia, os suspeitos, armados, teriam surpreendido a vítima dentro de casa, a rendido e a agredido com quatro pauladas na cabeça. Em seguida, teriam colocado o corpo da vítima no carro dela e escondido o veículo em uma área de mata.

Após investigações, os policiais localizaram o carro com o corpo do pedreiro e detiveram os suspeitos, que confessaram o crime.

Polícia prende suspeito de participar de assalto em quartel militar na Bolívia

Segundo as equipes da operação, Suspeito também estaria envolvido em três homicídios de abril deste ano.


Um homem de 19 anos foi preso nesta quinta-feira (22) em Extrema, distrito de Porto Velho, suspeito de participar de três homicídios, além da tentativa de assalto a um quartel militar na Bolívia.

A prisão ocorreu em meio a Operação Hórus, comandada pela delegada Keity Mota. Os policiais encontraram o suspeito em casa. Ele já tinha um mandado de prisão preventiva em aberto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria participado de três homicídios no distrito, da tentativa de roubo a um quartel militar na Bolívia, além do roubo de uma caminhonete na BR-364, em Extrema.

De acordo com o delegado à frente das investigações, Odair Roberto, um dos homicídios aconteceu em abril deste ano.

Após ser preso, o suspeito foi encaminhado a um presídio de Porto Velho, onde permanece à disposição da Justiça.

A Operação Hórus é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e tem objetivo de combater crimes na faixa de fronteira do país.

Fonte: G1/RO