Fale conosco pelo WhatsApp(69) 99916-3250

Estado desativa Hospital de campanha no bairro zona leste de Porto Velho

No total, a unidade permaneceu ativada por 72 dias e contou com o apoio de 190 profissionais para combater o coronavírus no estado.

O Governo de Rondônia anunciou nesta quarta-feira (14) a desativação do Hospital de Campanha para enfrentamento do novo coronavírus na Zona Leste de Porto Velho. No total, a unidade permaneceu ativada por 72 dias e contou com auxílio de 190 profissionais.

Em entrevista coletiva, o secretário Estadual de Saúde (Sesau), Fernando Máximo, informou que ao menos 100 pacientes foram curados no hospital. Ainda conforme o chefe da pasta, Rondônia tem 2% de taxa de letalidade.

Porém, por precaução, a estrutura do hospital continuará preparada. Caso não haja mais aumento no número de casos da Covid-19, por exemplo, o prédio voltará a atender como Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero).

O hospital está equipado com 30 respiradores, monitores multiparâmetros, bombas de infusão, raio-X digital, ultrassonografia portátil, laboratório, gasometria arterial e outros equipamentos necessários, segundo o Estado.

Fonte: G1/RO

Profissionais de saúde recebem mais uma etapa de curso de capacitação no combate à Covid em RO

Cerca de 40 profissionais que atuam na linha de frente no Hospital de Campanha da Zona Leste da capital, receberam noções básicas de ventilação mecânica, intubação e pronação de pacientes, parada cardiorrespiratória e entre outros.

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), realizou na última sexta-feira (7), mais um treinamento para os profissionais de saúde que estão atuando na linha de frente no combate ao novo coronavírus. Cerca de 40 profissionais entre médicos, enfermeiros e fisioterapeutas do Hospital de Campanha de Rondônia – Unidade Zona Leste (antigo Cero), participaram da capacitação.

O curso que envolve paramentação, desparamentação, intubação e pronação de pacientes, parada cardiorrespiratória, noções básicas de ventilação mecânica, reanimação cardiopulmonar, entre outras emergências.

Categorias - Rondônia - Governo do Estado de Rondônia
O curso coloca em movimento as condutas e os protocolos corretos, buscando evitar erros

“É muito importante essa capacitação, pois esses novos profissionais estão agora num cenário de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e emergência, atendendo pacientes com Covid-19 em situação grave, por isso a necessidade de treinar simulação, para que eles tenham um manuseio prático, que é diferente da teoria. Claro que todos eles estudaram para estarem aqui, todos são formados e capacitados, porém a realização desse treinamento vem agregar ainda mais seus conhecimentos”, disse o diretor clinico do Hospital de Campanha de Rondônia, Maxwendell Batista.

Veja também: Tarifa de transporte intermunicipal de Rondônia poderá ter aumento de 10%

O Governo de Rondônia está investindo nesses treinamentos, capacitando principalmente os profissionais da linha de frente no combate ao novo coronavírus.

“Importante frisar que essas capacitações são feitas com frequências, sábado fizemos novamente com a equipe do Hospital de Campanha de Rondônia, e em breve faremos novamente com a equipe do Cero, além de outros profissionais das unidades do interior do Estado, que passaram por essa mesma capacitação. Isso é somar, são profissionais já capacitados, que estão sempre querendo se aperfeiçoar ainda mais”, destacou o médico Maxwendell Batista.

Fonte: Sesau

Covid-19: Mais três pacientes da UTI do Hospital de Campanha recebem alta

De acordo com o último boletim, os números de curados eram de 34.900, o que representa mais de 70% de cura dos 42.021 infectados.

última atualização do boletim divulgado pelo Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), mostra que o Estado já ultrapassou os 70% de pessoas curadas da Covid-19.

E esses números aumentam a cada dia. Na última quarta-feira (5), mais três pacientes graves receberam alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Campanha de Rondônia (HCR).

Francisco Ericsson Lopes da Silva 40 anos, morador da zona leste de Porto Velho, passou 11 dias internado na unidade. “Só quero agradecer muito a Deus, que esteve e está sempre conosco. Foi uma vitória muito especial. Agradeço aos médicos e enfermeiros que foram o máximo comigo, meu sentimento é de gratidão”, disse Francisco.

Iêda Maria Costa dos Santos, 45 anos, é moradora do município de Ji-Paraná e chegou ao Hospital de Campanha no dia 29 de julho. Longe de casa e da família, a dona de casa se emocionou ao sair curada, após sete dias de internação. Na saída da unidade, ao ver sua família, não conseguiu conter as lágrimas. “Estou muito feliz e grata a Deus por tudo que tem feito na minha vida, estou curada dessa terrível doença e voltando para casa, perto dos meus filhos”, disse Iêda Maria.

A dona Meradulina Borges de Araújo, de 72 anos, também é moradora do município de Ji-Paraná e ficou seis dias internada, com um quadro pior, pois é hipertensa. “Cheguei aqui muito mal, mas pela graça de Deus, fui muito bem cuidada por todos desse hospital, que para mim são anjos enviados do Senhor, peço a Deus que abençoe todos aqui”, disse Meradulina, muito emocionada.

De acordo com o boletim divulgado no último dia 5 de agosto, os números de curados eram de 34.900, o que representa mais de 70% de cura dos 42.021 infectados.

Fonte: Sesau

Coronavírus: Governo conclui mais uma etapa de entrega de leitos

O hospital tem capacidade para 53 leitos, e localizado na zona leste de Porto Velho.

Leitos com capacidades para 53 pessoas

O governador coronel Marcos Rocha anunciou a ativação de mais dez leitos no segundo Hospital de Campanha, localizado na zona Leste da capital (antigo Centro de Reabilitação de Rondônia -Cero). O hospital passou por reformas na estrutura física com recursos provenientes de doações de empresários, recebeu 25 ventiladores mecânicos de alta performance do Ministério Público do Trabalho (MPT) e Tribunal Regional do Trabalho 14ª região (TRT), a própria população do entorno também doou os suportes para os respiradores, e outros equipamentos de tecnologia de ponta foram comprados pelo governo do Estado.

Com investimento de R$ 2,5 milhões, o hospital tem capacidade para 53 leitos, sendo 30 de UTI já prontos e 23 clínicos, mas o funcionamento pleno da unidade depende de que mais profissionais de saúde se coloquem à disposição. A Sesau já realizou mais de 20 chamamentos. Para este segundo Hospital de Campanha foram contratados 150 profissionais, mas a necessidade é de um total de 350.

Governador marcos Rocha

‘‘Tudo que conseguimos fazer primeiro é porque Deus está nos abençoando, e segundo por essa união. Tenho visto isso em todos os lugares que passo no Estado, inclusive aqui na Capital. As pessoas acreditando que as coisas vão dar certo. Eu acredito que nós vamos vencer a pandemia e é em conjunto, a exemplo dessa unidade que foi construída com a união de esforços’’, afirma o governador ao agradecer cada um dos que colaboraram.

O governador também destacou a quantidade de vidas que já foram salvas nas unidades de saúde. Rondônia já possui 32.157 recuperados, e apenas 6.971 casos ativos. ”A gente vê a alegria das pessoas que venceram a Covid-19 e de seus familiares”.

Segundo o marcos, ainda reforçou que tem feito de tudo para proteger as vidas e os recursos de cada contribuinte com  a responsabilidade que vem tratando o dinheiro público.

O governador ainda aproveitou a oportunidade para parabenizar o trabalho feito pelo secretário Fernando Máximo que se recupera da Covid-19. ” Um homem valente, que tem buscado todos os meios necessários para vencer essa crise. Estamos fazendo uma revolução do bem na saúde, dando dignidade aos profissionais de saúde e a toda a população”, considera o governador.

O Hospital de Campanha – Unidade zona Leste fica na rua Petrolina, 9660, no bairro Mariana.

Fonte: Sesau

Mais três pacientes recuperados do Covid recebem alta em RO

Pacientes estavam internados na UTI do Hospital de Campanha.

Na última segunda-feira (13), mais três pacientes graves que estavam na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital de Campanha de Rondônia receberam alta. Na porta do hospital os pacientes foram recepcionados pelos servidores e familiares com aplausos, abraços e muita emoção.

Dos três pacientes que receberam alta e voltaram para suas casas, uma é moradora do município de Rio Crespo. Maria Anunciada Gomes da Silva, de 59 anos, ficou internada na UTI da unidade durante nove dias. “Eu consegui vencer a Covid, estou bem e muito feliz em poder voltar para casa, fui muito bem tratada aqui nesse hospital, agradeço a todos que cuidaram de mim, graças a Deus e a esses profissionais posso rever minha família de novo”, disse a paciente.

Fabio Vieira de Oliveira, 43 anos, é de Porto Velho, passou oito dias internado, venceu a doença e volta para casa cheio de gratidão. Na porta do hospital, o mesmo foi recebido com o abraço emocionado da esposa. “Eu venci essa doença, e só tenho a agradecer, e peço a Deus a recuperação dos amigos que fiz aqui dentro do hospital e que em breve eles possam voltar para seus lares”, explica Fábio.

Dona Francisca Martins da Silva Nunes, 60 anos, passou 10 dias na unidade e sai com um sorriso de gratidão por ter vencido a doença. “Estou saindo curada, e agradeço a Deus em primeiro lugar, agradeço os médicos, enfermeiras, as técnicas, todos os funcionários desse hospital que trata dos pacientes com muita dedicação e um amor muito grande. Do jeito que eu cheguei aqui, e agora estou contando a história, é um milagre”, disse Francisca.

O Hospital de Campanha de Rondônia foi inaugurado em 24 de junho e desde então vem salvando vidas, com uma equipe extremamente competente. Os profissionais tem se dedicado 24 horas para chegar a resultados como esse: famílias emocionadas se reencontrando e comemorando a recuperação da doença.“Nós como profissionais nos emocionamos a cada paciente que deixa esse hospital, sabemos que passaram por momentos difíceis, por conta da doença e longe da família, que possamos ver e proporcionar mais momentos como esses”, disse o coordenador da UTI, Dr. Maxwendell Gomes Batista.

Fonte: Sesau

Inovação na aquisição de hospital de campanha de Porto Velho trará benefícios permanentes

Segundo o estado hospital ficará para o uso da população com o fim da pandemia

O Governo do Estado de Rondônia está se equipando cada vez mais com investimento em ações, serviços, infraestrutura e recursos para tratar dos pacientes com coronavírus. “Hoje o Estado de Rondônia conta com 535 leitos habilitados para tratar exclusivamente de pacientes graves ou gravíssimos com Covid-19. Do total, 365 deles são de leitos clínicos e 165 leitos de unidade de tratamento intensivo (UTI), podendo ser ampliado para 195 leitos a qualquer momento com os 30 leitos no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), e para 485 o número de leitos clínicos com mais 120 no Hospital de Campanha,” descreve  o secretário-adjunto de Estado da Saúde (Sesau), Nélio de Souza

Para o secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Pedro Antônio Afonso Pimentel, a ação de compra do Hospital de Campanha, antigo Regina Pacis, foi uma decisão inteligente tomada pelo governador coronel Marcos Rocha e toda a equipe de governo. “Uma vez que a locação  de um hospital de campanha ficaria em torno de R$ 25 milhões de reais, por seis meses, e após esse período teria que ser desmontado. Isso sem contar que são R$ 25 milhões de reais somente pela estrutura física sem os equipamentos e equipe médica,” explica Pimentel.

O secretário-adjunto de Estado da Saúde (Sesau), Nélio de Souza, destaca que o hospital de campanha adquirido pelo governo do Estado trouxe economia e celeridade nas ações de enfrentamento ao coronavírus. “A unidade foi adquirida por R$ 12 milhões  (valor referente a estrutura original, conforme avaliação dos órgãos competentes) passando por uma reforma total que elevou a capacidade operacional para o enfrentamento da COVID-19 para 140 leitos”, relata Nélio Souza. 

Segundo definição, um hospital de campanha é uma pequena unidade médica móvel, ou mini-hospital, com funcionamento temporário. Essas unidades cuidam de pessoas atingidas por situações de emergências e calamidades públicas, como é o caso da pandemia da COVID-19, antes que possam ser transportadas com segurança para instalações mais permanentes se necessário. 

Mas o governo do Estado de Rondônia adotou uma estratégia diferenciada, inovando no modelo de aquisição do hospital de campanha. ‘‘É um modelo diferente, pois os hospitais de campanha construídos em outros estados serão destruídos após seis meses, mas esse vai ficar para nossa população. Depois que acabar essa pandemia, teremos uma estrutura nova pronta que pode ser um anexo do atual João Paulo II ou um pronto-socorro no centro da cidade,” ressalta Pimentel.

Fonte: Sesau

Governo de Rondônia inaugura hospital de campanha no combate ao Covid-19

São leitos de tratamento intensivo completos e uma equipe competente. A construção do Hospital de Campanha, era do antigo prédio que funcionava Materno Infantil Regina Pacis.

Inaugurado oficialmente nesta manhã da quarta-feira (24), o hospital de campanha de Rondônia, em Porto Velho com 12 leitos, estrutura permanente, usina de oxigênio, equipamentos completos e uma equipe competente para o enfrentamento no combate ao Coronavírus no estado.

O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, destaca que a missão é salvar vidas

O governo de Rondônia adquiriu por R$ 12 milhões o prédio do Hospital de Campanha, antes funcionava como Centro Materno Infantil Regina Pacis, juntamente com equipamentos e a obra de reforma geral com readequação de leitos. Na comemoração estiveram presentes o governador Marcos Rocha, o secretário estadual Fernando Máximo, a deputada federal Mariana Carvalho e entre outros.

‘’A missão é trabalhar com dedicação para salvar vidas e em uma estrutura de concreto que nos permite, ao término da pandemia, continuar a utilizá-la”, pontuou o governador.

São leitos de tratamento intensivo completos com bombas de infusão, ventiladores mecânicos, monitores multiparâmetros e demais itens pertinentes à assistência hospitalar, e ainda com o diferencial que o oxigênio não fica armazenando em cilindros, mas em uma rede de abastecimento própria.

Os 12 leitos de UTI são os primeiros da obra da reforma que foram concluídos. A reforma dos demais blocos prosseguem e a estrutura completa do hospital deve ser entregue nos próximos dias.

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é Utei-Hospital-de-campanha-24.06.2020-foto-Esio-Mendes-9-570x380.jpg
A quantidade de leito deve ser ampliada nos próximos dias

‘‘É um modelo diferente, pois hospitais construídos Brasil afora serão destruídos após seis meses, mas esse vai ficar para nossa população. Agradeço a todos os profissionais de saúde que trabalharam arduamente para isso acontecer’’, reforçou o secretário de Estado de Saúde (Sesau), Fernando Máximo.

De acordo com a diretora Sandra Maria Petillo Cardoso, o Hospital de Campanha é composto por, além dos 12 leitos de UTI, que será ampliado para 20, centro cirúrgico com três salas, sala de RPA (Recuperação pós Anestésica). E tem capacidade para 140 leitos no total. 

O processo de aquisição do hospital e demais compras e contratações emergenciais em decorrência da pandemia podem ser acessados no Portal da Transparência do governo de Rondônia.

Fonte: Secom-RO

Com previsão de novo pico de covid-19, Manaus fecha hospital de campanha

Segundo apontam os cientistas, seria entre julho e agosto.

Um novo estudo da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), divulgado pelo O Estado de S. Paulo, mostra que Manaus pode ter uma segunda onda de contaminações por covid-19 ainda mais intensa do que a vivida na cidade em abril. O pico dessa segunda fase da doença, apontam os cientistas, seria entre julho e agosto.

Segundo dados da plataforma Brasil.io, a capital amazonense registrava até esta terça-feira de ontem (23), 25.710 casos confirmados da doença e 1.727 mortes. No início do mês, por uma determinação do governo do estado, a cidade reabriu o comércio.Na época, o prefeito Arthur Virgílio (PSDB) se mostrou contrário à reabertura, mas apesar das críticas nas redes sociais, não editou um decreto municipal contrariando o plano estadual.

Prefeito Arthur Virgílio

Segundo Virgílio, a retomada exige “muito planejamento e cautela em meio a uma população que se mantém exposta, fora de casa”. Para o prefeito, foram feitos poucos testes em Manaus para que se pudesse ter um quadro real da situação, culminando com o que chama de “reabertura precipitada”, que pode influenciar neste novo pico. De acordo com estimativa da equipe da Ufam, a cidade pode chegar a 200 mil casos simultâneos da doença, caso o comércio permaneça aberto.

Por meio de sua assessoria, o prefeito Arthur Virgílio afirmou ainda que “da parte da prefeitura de Manaus, diversas medidas foram adotadas para o isolamento social da população e a proteção de quem não pode ficar em casa, […] incluindo a obrigatoriedade do uso de máscaras em estabelecimentos comerciais e no transporte público e privado. A suspensão de licenças para eventos públicos de qualquer natureza, o fechamento de parques urbanos e unidades de conservação municipais, além de equipamentos de uso coletivo, como academias ao ar livre e parquinhos infantis, além do decreto de regime de teletrabalho para servidores municipais”.

Desde o dia 15, o hospital de campanha Gilberto Novaes, feito pela prefeitura, encerrou seu funcionamento para voltar a ser um complexo de educação infantil. “A prefeitura criou um hospital  com apoio da iniciativa privada, rendendo bons resultados, com mais de 600 pessoas recuperadas em pouco mais de dois meses. Em caso de uma nova subida nos números, novas medidas serão avaliadas”, declarou o prefeito por meio de sua assessoria.

Imbróglio

Apesar de festejada prefeitura, a parceria com a iniciativa privada chegou ao fim. No dia 10 de junho, o município assumiu integralmente a gestão do hospital. O grupo Samel e o Instituto Transire, parceiros na organização do hospital, se responsabilizaram pela transição na gestão da unidade.

No último dia 17, porém, o presidente do Grupo Samel, Luis Alberto Nicolau, divulgou nas redes sociais da empresa um vídeo em que manifestava indignação com a prefeitura. De acordo com Nicolau, o órgão se recusava em realizar o empréstimo dos equipamentos doados pelas instituições a um hospital de Roraima.

Acompanhado do tenente do Exército Marcelo Grun, Nicolau esteve no hospital para liberar os equipamentos ao Exército Brasileiro, mas teria sido barrado pelo secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

O Amazonas é o estado brasileiro que mais tem mortos pela covid-19, na comparação por 100 mil habitantes. Além das populações urbanas, povos indígenas no estado vêm sofrendo com a doença e enfrentam divergência de números entre as secretarias estaduais e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).

Fonte: Congresso em Foco