O fechamento das igrejas e Templos Religiosos

Qual é o verdadeiro objetivo e o que está por trás disso?

Nestes tempos em que muitos estão passando por algum sofrimento devido à atual situação, seja pela perda de um ente querido, pela falta de recursos ou pelo aumento do medo e ansiedade, observamos uma verdadeira batalha sendo travada contra as Igrejas e Templos. Neste momento, você pode estar se perguntando: mas o que uma coisa tem a ver com a outra?

Desde que a doença começou a demonstrar seus efeitos, medidas foram tomadas por governadores e prefeitos e, em alguns casos, observamos resultados desastrosos obtidos através de decretos que levaram pessoas à fome, depressão e miséria.

A fórmula adotada uniu o medo, a supressão de direitos e a opressão de quem pensa diferente, criando um caos social que, provavelmente, possui um único objetivo. Em meio a esta grande turbulência, não há dúvida de que uma boa parte da população se mantém firme através da fé, buscando alento junto a seus sacerdotes.

Então, qual seria a melhor forma de “quebrar as pernas” de quem ainda se mantém de pé? Bingo!

Já dizia Gramsci:

“O mundo civilizado tem sido saturado com cristianismo por 2000 anos, e um regime fundado em crenças e valores judaico-cristãos não pode ser derrubado até que suas raízes sejam cortadas.”

Muitos se questionam e vão até as mídias sociais de políticos para perguntar por que não se preocupam com ônibus e metrôs lotados, bailes funk e pontos de tráfico, ao invés de manterem as Igrejas fechadas. Mas esta não é a questão, visto que, a intenção por trás do fechamento dos templos vai muito além do controle do vírus. Esta é apenas uma das formas de implementar um desastroso regime conhecido por muitos, onde Deus é o Estado, fazendo com que o homem deixe de lado a Lei Natural e, consequentemente, suas virtudes, incluindo a coragem, para se tornar um servo daqueles que se encontram no poder.

Alguns se utilizam de artimanhas abusando de versículos bíblicos para tentar convencer os fiéis de que não há necessidade de ir à Igreja. Outros, nos chamam de genocidas por colaborar com a propagação do vírus. Um argumento pífio, quando paramos para pensar durante um momento e lembramos o que ocorre nos mercados, bancos, entre outros estabelecimentos, lembrando que os locais de culto estão funcionando com apenas 25% de sua capacidade. O fato é que estar em uma Igreja para receber a sagrada Comunhão, confessar, ouvir a Palavra, chorar por nossas perdas, gera uma sensação de conforto e nos oferece a força necessária para enfrentar mais um dia.

O Brasil, como a Polônia, é um país majoritariamente cristão, fato este que se demonstra como um grande obstáculo para o estabelecimento de um regime revolucionário. Por isso, não devemos deixar de lutar pela nossa fé, pois, apenas dessa forma, iremos garantir um futuro em que nossos filhos e netos poderão desfrutar de sua liberdade.

Por Claudia Roberta Sies Kubala

Gilmar Mendes veta cultos e missas em igrejas de SP

Plenário do STF discute tema na quarta


Na contramão do ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), que liberou missas e cultos em todo o Brasil, o colega de Corte Gilmar Mendes negou nesta segunda-feira, 5, pedidos do Conselho Nacional de Pastores do Brasil e do Partido Social Democrático (PSD) para derrubar o decreto do governo de São Paulo que vetou atividades religiosas coletivas presenciais durante as fases mais restritivas do plano de combate ao novo coronavírus.

Com as decisões contraditórias, caberá ao Plenário do Tribunal pacificar a questão. A decisão de Nunes Marques foi tomada no âmbito da ADPF 701, ajuizada pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Já a determinação de Gilmar Mendes faz parte da tramitação da ADPF 811, movida pelo PSD.

O próprio Gilmar Mendes quer que o assunto seja debatido com urgência no Colegiado. O presidente do STF, Luiz Fux, deve levar a questão para análise do plenário nesta quarta-feira, 7. Em julgamento no ano passado, os ministros deram autonomia a governadores e prefeitos para definirem medidas de isolamento social.

“Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde”, escreveu Gilmar Mendes.

O ministro ainda afirmou que “apenas uma postura negacionista” permitiria concluir que a “excepcionalidade” das restrições às celebrações religiosas neste momento de nova escalada da pandemia violaria direitos fundamentais. “Uma ideologia que nega a pandemia que ora assola o país, e que nega um conjunto de precedentes lavrados por este Tribunal durante a crise sanitária que se coloca”, disparou. “As medidas impostas foram resultantes de análises técnicas relativas ao risco ambiental de contágio pela Covid-19 conforme o setor econômico e social, bem como a necessidade de preservar a capacidade de atendimento da rede de serviço de saúde pública.”

Na prática, ao autorizar missas e cultos às vésperas da Páscoa, Nunes Marques se antecipou a Gilmar Mendes, que havia indicado que não tomaria uma decisão antes do feriado, apesar das manifestações em regime de urgência enviadas pela Procuradoria-Geral da República e pela Advocacia Geral da União pedindo a abertura de igrejas e templos.

O decano do Supremo Marco Aurélio Mello criticou a liminar de Nunes Marques. “Pobre Judiciário”, disse o ministro. “O novato, pelo visto, tem expertise no tema. Pobre Supremo, pobre Judiciário. E atendeu à Associação de juristas evangélicos. Parte legítima para a ADPF (tipo de processo que discute cumprimento à Constituição)? Aonde vamos parar? Tempos estranhos!”, prosseguiu.

A decisão de Nunes Marques inaugurou uma corrida ao Supremo, com pedidos do partido Cidadania e do prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), que chegou a ser intimado por Nunes Marques a cumprir a liminar depois de anunciar nas redes sociais que não seguiria a ordem do ministro.

O presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Jonas Donizette, também pediu que o presidente do STF, Luiz Fux, se manifeste com urgência sobre a decisão monocrática de Nunes Marques. O ex-prefeito de Campinas disse que decisões judiciais precisam ser cumpridas, mas que a liminar de Nunes Marques está em “flagrante contradição” com o posicionamento do Tribunal – o que em sua avaliação, “atrapalha” o enfrentamento ao coronavírus.

Fonte: Estadão Conteúdo

Equipes da “Operação Alerta” flagram aglomerações em comércios e igrejas na capital

As equipes receberam várias denúncias de atividades irregulares durante o final de semana.

Agentes da Operação Alerta fiscalizam estabelecimento

A Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), cumpriu com mais uma etapa da “Operação Alerta”, fiscalizando as ruas da capital visando conter a propagação da Covid-19 no estado.

Na zona Leste da capital, a ação conjunta abordou flagrantes de diversos tipos, por intermédio de denúncias anônimas e patrulhamento nas ruas, quanto ao descumprimento das regras de distanciamento social controlado, constatado em estabelecimentos comercias, espaços públicos e até mesmo em templos religiosos em atividade irregular.

Atendendo a denúncia, a equipe da “Operação Alerta” flagrou uma igreja com mais de 20 pessoas, aberta fora do horário estabelecido em ato normativo, desrespeitando as recomendações do decreto 25. 859. O responsável, a princípio, tentou repudiar a fiscalização, mas, depois compreendeu a gravidade da situação e suspendeu a atividade. Os agentes de fiscalização, além de orientar, lavraram um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

Operação Alerta
Equipe flagrando jovens no espaço alternativo

Na região Central da cidade, um comerciante que aparentava estar sob efeito de álcool, também foi notificado por contrariar a regulamentação do decreto estadual. As equipes percorreram toda a noite, monitorando a permanência de pessoas não autorizadas nos espaços e vias públicos.

No Espaço Alternativo, os agentes de fiscalização, flagraram três jovens circulando fora do horário permitido. Apenas um deles usava máscara facial e ainda de maneira incorreta. Os jovens foram orientados pela equipe a irem para casa.

Na 6ª noite da “Operação Alerta”, 67 estabelecimentos comerciais foram visitados pelas equipes de fiscalização, dos quais 48 estavam sem funcionamento, seis foram notificados, dois passaram por vistorias resultando em situação regular, dois TCOs lavrados e cinco orientações. Não foram registradas interdições e autuações.

Fonte: Sesdec

Militantes destroem igrejas no Chile (veja o vídeo)

Fogo e vandalismo em meio ao ódio

Neste domingo (18), milhares de manifestantes se reuniram na Praça Itália, no centro de Santiago, para participar de uma manifestação, que acabou por ser uma demonstração de violência e vandalismo, culminando com o incêndio provocado em uma igreja.

O ato foi organizado para comemorar o primeiro aniversário dos protestos que se iniciaram no ano passado contra a desigualdade no Chile, mas acabou em confronto e tumulto.

Mais de 15 estações de metrô foram fechadas temporariamente durante os tumultos, e vândalos encapuzados ainda atacaram outra igreja da cidade, incendiando seu pináculo.

As autoridades já estão investigando para saber a origem dos atos terroristas!

Nas redes sociais, internautas estão estranhando o fato de o Papa Francisco manter-se em silêncio perante a situação.

Até o momento, Francisco nada disse sobre o terrorismo praticado pelos militantes no Chile e os rumores são de uma possível complacência.

Assista ao vídeo:

Fonte: Jornal da Cidade

Governo autoriza reabertura de igrejas e templos e demais espaços religiosos

De agora em diante, as igrejas estão na lista de atividades essenciais, Conforme o decreto sancionado pelo estado.

Coronavírus: Fé se adapta às regras da reabertura dos templos em ...
Sancionada PL que define igrejas como atividade essencial

O governo de Rondônia sancionou o decreto de lei Lei nº 4.791, que defini o trabalho das igrejas como atividade essencial em tempos de calamidade pública. A partir de agora, igrejas, templos e salões religiosos de todos os credos poderão reabrir no Estado, com público limitado a 30%. Dirigentes louvam a medida, mas se mantêm na expectativa da estabilidade da ocorrência da Covid-19, para em seguida retornar às celebrações regulares.

Suas direções devem se submeter às regras técnicas do Plano “Todos por Rondônia”, que estabelece regras sanitárias e de segurança que deverão ser seguidas.

Desde abril, a maioria das grandes igrejas produziu lives para orientar e animar seus fiéis. Atividades on-line preenchem a programação. A expectativa que até então se manifestava entre seguidores de diversos credos se tornou dependente do maior controle da disseminação do novo coronavírus.

A Igreja Às Nações permanecerá com sua programação on-line neste próximo domingo, informa a Pastora Araelise Neves. O templo na Rua Raimundo Cantuária, no Bairro Mato Grosso, em Porto Velho, deverá seguir protocolos e prevenções em vigor.

“Somos Igreja, Corpo de Cristo, e cuidamos de vidas. O coração de Deus pulsa por vidas, e nós todos aqui precisamos nos sentir bem e derramar esse bem sobre os demais irmãos”, justifica a pastora.

A lei foi proposta pelo deputado estadual Alex Silva, em uma das pautas na assembleia legislativa de Rondônia.

O QUE DIZ A LEI Nº 4.791

A Lei nº 4.791, de 16 de junho de 2020, Art. 1° estabelece as igrejas e os templos de qualquer culto como atividade essencial em período de calamidade pública no Estado de Rondônia, sendo vedada a determinação de fechamento total de tais locais.

Parágrafo único: Poderá ser realizada a limitação do número de pessoas presentes em tais locais, de acordo com a gravidade da situação e desde que, por decisão devidamente fundamentada da autoridade competente, devendo ser mantida a possibilidade de atendimento presencial em tais locais.

Fonte: Secom

Governo de Rondônia anuncia PL que inclui igrejas na lista de serviços essenciais

No Facebook, o governador afirmou que foram estabelecidas medidas sanitárias e de segurança que serão seguidas pelos templos quando o momento de reabertura chegar.

O governado Marcos Rocha anunciou em uma rede social a sanção de um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO) que torna as igrejas atividades essenciais no estado durante o período de calamidade pública.

A lei, proposta pelo deputado estadual Alex Silva, “estabelece as igrejas e templos de qualquer culto como atividade essencial em períodos de calamidade pública”, e ainda proíbe a determinação de fechamento total dos locais.

O documento permite a limitação do número de pessoas presentes nesses locais de culto, de acordo com a gravidade da situação, e com decisão fundamentada por autoridade competente.

Em uma postagem no Facebook, Marcos Rocha disse que foram estabelecidas medidas sanitárias e de segurança que serão seguidas pelos templos quando o momento de reabertura chegar.

“É fundamental destacar que estaremos ao lado dos pastores e padres observando as melhores práticas e acompanhando o desenvolvimento da atividade. Entendemos que é algo fundamental para esse momento, pois é alimento para alma e conexão com Deus”, disse.

O anúncio foi está semana, ainda não se sabe quando estará em vigor a nova lei.

Fonte: G1/RO

Bombeiro confessa intenção de obrigar igrejas de Ji-Paraná a assinar TAC para que possa funcionar

No documento é especificado que o objetivo é “elaborar planos de enfrentamento e contingência para um possível avanço dos casos de coronavírus em Ji-Paraná”.

O comandante do Corpo de Bombeiros em Ji-Paraná, capitão José Aparecido dos Santos, confessa em um áudio encaminhado através do aplicativo WhatsApp que sua intenção em fechar templos é obrigar os pastores a assinar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público para que as igrejas possam funcionar no município.

No áudio, ele tenta empurrar a responsabilidade para cima do MP, mas o ofício encaminhado pela promotora em momento algum cita a necessidade de fechamento de igrejas. No documento é especificado que o objetivo é “elaborar planos de enfrentamento e contingência para um possível avanço dos casos de coronavírus em Ji-Paraná”.

Apesar disso, de maneira estranha, em momento algum a fiscalização do Corpo de Bombeiros abrange a situação do coronavírus. O motivo alegado para o fechamento de templos é a falta de projeto de combate a incêndio.
O motivo alegado pelos Bombeiros de Ji-paraná para lacrar uma das igrejas foi a falta de corrimão na escada de acesso ao púlpito, e para a outra foi a ausência de placa informando quantas pessoas a instituição comporta.

Enquanto aperta as igrejas de Ji-Paraná, o Corpo de Bombeiros é acusado de fazer vista grossa em situações muito mais sérias. Em Porto Velho os Bombeiros não fecharam o CPA, por exemplo que nem alvará de funcionamento tem em seu prédio principal. Os demais prédios do CPA funcionaram durante anos sem alvará nenhum, e os Bombeiros não se mexeram.

O Corpo de Bombeiros também é acusado de fazer vista grossa em relação às escolas estaduais, que também não têm projeto de incêndio. Os pastores dizem que querem ver o comandante dos Santos, que agora faz pose de moralista, ir fiscalizar os colégios de Ji-Paraná, fechando-os, se tiver coragem de contrariar o coronel governador.

Redação/CN | Edilson Neves

Fiéis dizem que Jhony Paixão mentiu em live e o acusam de ajudar a perseguir igrejas em Ji-Paraná

A “solução” do deputado é que os pastores assinem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC)

O deputado Jhony Paixão (PRB) tentou se dar bem, mas arrumou muita confusão ao gravar um vídeo ao lado do comandante do Corpo de Bombeiros em Ji-Paraná, capitão José Aparecido dos Santos. O capitão, que no vídeo recebe todo o apoio do deputado, é classificado por fiéis evangélicos como o principal perseguidor das igrejas do município. Os bombeiros fecharam tempos com problemas como ausência de corrimão na escada de acesso ao púlpito.

O mais sério é que, na gravação, Jhony Paixão alega ter trazido a solução para o problema do fechamento das igrejas em Ji-Paraná. A “solução” do deputado é que os pastores assinem um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a Ministério Público.

Por esse motivo Jhony Paixão passou a ser chamado de “cara de pau”, já que não trouxe solução nenhuma. A condição de assinar o TAC com o MP para que as igrejas sejam reabertas já tinha sido apresentada pelo capitão dos Santos, classificado como o grande perseguidor das igrejas de Ji-Paraná.

Na gravação onde aparece ao lado de Jhony Paixão, o capitão confessa um possível crime. Ele diz que a imprensa o acusa de deixar escolas estaduais funcionando sem que tenham projeto de incêndio, e alega ter notificado os colégios. O deputado só fica balançando a cabeça, concordando.

Ouvido pelo site, o advogado Breno Mendes disse que a autoridade comete prevaricação quando tem conhecimento da irregularidade e não toma das devidas providências. Breno Mendes explica, também, que devem ser seguidos os princípios da constitucionalidade e da razoabilidade. “Não é razoável que uma igreja seja fechada sem notificação, enquanto uma escola, que tem um público muito maior, seja apenas notificada”, disse.

Breno Mendes lembrou que igrejas têm geralmente um piso só, enquanto o CPA é um prédio. “Se for para fechar uma igreja sem notificação, tem que fechar o CPA e as escolas. Não é admissível que se usem pesos e medidas diferentes quando se trata de algo público”, alertou.

O advogado lembrou que a autoridade que conhece um problema e não toma providências comete prevaricação. “O comando do Corpo de Bombeiros e a associação divulgaram uma nota. Quer dizer que viram a matéria na imprensa. Então os Bombeiros sabem que o CPA não pode funcionar, e nem as escolas. A autoridade nem pode mais alegar que desconhece o problema”, citou Breno Mendes.

De acordo com o advogado, o critério usado pelo Corpo de Bombeiros para fechar templos religiosos e manter o CPA e as escolas abertos pode caracterizar perseguição às igrejas, como vem alertando a imprensa.

Veja o vídeo:

https://www.facebook.com/cabojhonypaixao/videos/286494439136582/

Redação | Edilson Neves