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Guedes diz que governo poupou 11 milhões de empregos na pandemia

O ministro da Economia participou nesta terça de debate no Milken Institute, com sede na Califórnia, sobre o futuro da relação Brasil e EUA

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu em um evento internacional nesta terça-feira (20) as políticas criadas pelo governo brasileiro no combate à crise sanitária do novo coronavírus. “Cerca de 11 milhões [de brasileiros] não foram demitidos por causa de programas auxiliares”, afirmou.

Guedes participou de forma virtual de uma discussão sobre o futuro das relações Brasil-Estados Unidos em um evento do Milken Institute, entidade que promove pesquisas e análises econômicas e tem sede na Califórnia (EUA).

O evento teve como moderador o ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil Clifford Sobel.

De acordo com o ministro, o Brasil perdeu 1 milhão de empregos durante a pandemia graças a empréstimos facilitados às empresas pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e por causa do auxílio emergencial, que distribuiu recursos a famílias carentes afetadas pela paralisação da economia. 

Guedes afirmou que agora é o momento de retomar os investimentos, e a melhor forma de fazer isso é mostrar que o Brasil está se modernizando. “Quando você torna fácil, sem burocracia, toda a operação, o dinheiro vem”, explicou o ministro.

Segundo ele, ao lado do Congresso Nacional, o governo federal vai retomar as reformas estruturais para simplificar as operações e para modernizar o sistema tributário. 

“Não vamos aumentar impostos, mas reformular a forma como ele é pago”, esclareceu Guedes.

“Tinha um monte de mentiras durante as eleições, porque as pessoas estavam com um pé atrás [em relação a Bolsonaro. Um ano e meio sem corrupção é como um século no Brasil. Temos uma democracia muito resiliente, não existe risco.”

O ministro aproveitou a conversa para reafirmar que o governo de Jair Bolsonaro fará tudo para fazer crescer o país, e de forma democrática.

Na opinião de Guedes, atualmente o Brasil é “o melhor lugar para investimento, o mais importante do mundo”.

Guedes também afirmou que não há razão para os investidores ficarem preocupados com a preservação ambiental brasileira. “Há muita mentira dita sobre desmatamento e as florestas”, declarou. De acordo com ele, há um grande trabalho do governo não só para preservar, mas também em busca do desenvolvimento econômico da região.

“Somos muito preocupados com a vida dos nossos índios. Eles possuem 14% do território brasileiro. Queremos transformar a Amazônia no paraíso da biodiversidade, temos que estimular e preservar a floresta. Os EUA transformaram o deserto de Nevada no paraíso do entretenimento, que é Las Vegas. Temos que transformar Manaus no paraíso da bioeconomia”, sugeriu.

Entrada na OCDE

Guedes afirmou também que o Brasil deve entrar na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em um ano, acrescentando que o país está agora atingindo dois terços dos requerimentos necessários para atingir esse objetivo.

Ele disse ainda que este é o momento de o governo fazer ‘roadshows’ para atrair investidores estrangeiros e, quanto aos riscos para o aporte de recursos no país, afirmou que o Ministério da Economia está trabalhando com o Banco Central em um mecanismo para hedge cambial.

Ele apontou que outro risco importante para investidores estrangeiros está sendo atacado: a burocracia da regulação de diversos setores.

“O Brasil sempre teve problemas de regulação, muito complexa. Estamos atualizando, está ficando muito moderna”, disse.

Fonte: R7

Apesar da crise causada pela pandemia, inadimplência registra queda no País

Especialistas alertam que o temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

A crise econômica provocada pela covid-19 no País elevou o desemprego a níveis recordes e provocou o fechamento de um sem-número de empresas. Mas, ao contrário do que se poderia esperar, os níveis de inadimplência, sejam de pessoas físicas ou jurídicas, recuaram.

Segundo especialistas, esse quadro surpreendente é resultado direto do auxílio emergencial, dos programas de socorro às pequenas e microempresas e também da taxa de juros no piso histórico, o que permitiu um forte movimento de renegociação de dívidas por parte dos bancos. No auge da pandemia, as instituições financeiras também permitiram o adiamento dos pagamentos por 60 dias.

A grande dúvida é como o calote vai se comportar quando todos esses socorros acabarem e a economia tiver de voltar a andar com as próprias pernas. O temor é que haja uma explosão da inadimplência no início do ano que vem.

“A queda da inadimplência é algo inédito”, afirma o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, empresa que monitora a situação financeira de consumidores e empresas no País. Em julho, último dado disponível, 63,5 milhões de brasileiros estavam inadimplentes, segundo pesquisa da Serasa. São 2,5 milhões de pessoas a menos em relação a abril, quando o País parou por causa da covid-19. Também o número de empresas com dívidas em atraso recuou em julho para o menor nível do ano: 5,8 milhões. É exatamente a mesma quantidade de companhias inadimplentes registrada em julho do ano passado.

Outro termômetro do calote é a quantidade de empresas que pediram recuperação judicial. Isto é, que reconheceram a incapacidade financeira de pagar as dívidas em dia e solicitaram à Justiça condições especiais. Os dados, coletados em todos os cartórios do País, mostram que neste ano, até agosto, 868 empresas procuraram esse caminho, um número 7,3% menor que o registrado no mesmo período de 2019. Para os oito primeiros meses do ano, o número de processos em 2020 foi o menor desde 2015. Pelo ritmo atual, a perspectiva é que 2020 termine com 1,3 mil pedidos. Em 2019, sem pandemia, foram 1.387

Rabi diz que o risco de o calote voltar a subir está ligado, num primeiro momento, aos consumidores, e depois às empresas. “Os brasileiros que perderam renda estão pendurados hoje no auxílio emergencial, que tem data e hora para acabar (no fim de dezembro).” Se até o fim do ano o quadro for ainda ruim para o emprego, a inadimplência da pessoa física pode subir e resvalar na pessoa jurídica, que não vai receber os créditos em dia. “A inadimplência está represada, não está extinta”, alerta Rabi.

Fabio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), considera que os bancos estão empurrando o problema da inadimplência com a “barriga”. Deram uma carência, por isso, o indicador não está saindo do lugar.”

Bancos

Do início da crise até agosto, os bancos postergaram R$ 110,5 bilhões em dívidas, em um total de 14,2 milhões de contratos, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Desse total, a maior parcela de beneficiados é de pequenas empresas e pessoas físicas, um volume de R$ 62,2 bilhões. Neste mês, vence a primeira rodada das carências concedidas, que pode vir acompanhada de aumento da inadimplência, num cenário de desemprego elevado.

A preocupação dos bancos com risco de calote está estampada nos balanços. No segundo trimestre, Bradesco, Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Caixa elevaram o gasto com provisões para devedores duvidosos em mais de R$ 14 bilhões, totalizando R$ 193,6 bilhões.

Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos, aposta em pico da inadimplência das famílias já no fim deste ano. Bentes, da CNC, lembra que o auxílio emergencial de R$ 600 foi reduzido pela metade a partir de setembro. Ele questiona se, após o fim dessas medidas, a economia terá capacidade de voltar a crescer por conta própria para fazer frente à inadimplência, uma vez que o investimento não foi retomado.

Sem sobras

A catadora de artigos para reciclagem Gisele Santos da Silva, de 34 anos, casada e mãe de duas filhas, estava inadimplente desde 2012. Na época, trabalhava como auxiliar de limpeza, foi demitida e a empresa, segundo ela, não pagou a rescisão. Resultado: ficou sem renda para quitar a fatura do cartão de crédito e a dívida, como acontece nesses casos, virou uma bola de neve.

Em agosto, com juros e multa, a dívida estava em cerca de R$ 700. Mas a catadora conseguiu quitar a pendência e deixar a lista de devedores, desembolsando R$ 143. “Foi fácil até demais negociar desta vez, não esperava esse descontão.”

Como catadora, Gisele tira entre R$ 300 e R$ 350 por semana, mas a renda é incerta. Ela está recebendo o auxílio emergencial, que até agosto era de R$ 600 e foi reduzido à metade a partir de setembro. “Com o auxílio, estou pagando as despesas, não sobra nada, ainda mais agora com tudo aumentando.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: R7

Governo lança Canal “Pra Cima Rondônia”

Programa também contou com a parceria da Superintendência Estadual de Tecnologia Setic.

O Governo do estado lançou nesta manhã desta segunda-feira (31) a nova inovação para busca de alternativas e soluções para o desenvolvimento e para projetar o Estado internacionalmente a plataforma #Pra Cima Rondônia. A solenidade aconteceu no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho.

A plataforma é um canal de comunicação que reúne conhecimento inovador para a retomada da economia e tem como dinâmica o compartilhamento de conteúdo de mentores e especialistas com foco em promover a cultura empreendedora.

Essa solidez fiscal que Rondônia tem consolidado, segundo ele, tem atraído empresários interessados em negócios que vão gerar emprego e renda para a população, e somado a essa inovação que o Governo está promovendo os índices de desenvolvimento econômico e social devem alcançar patamares inéditos.

O #Pra Cima Rondônia faz parte das ações da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) para o planejamento de colocar Rondônia no topo da inovação.

”A finalidade do serviço é transformar  ideias, conhecimentos intensivos em negócios inteligentes que tragam soluções para a vida das pessoas, e junto com outros projetos como geração de emprego e renda, a HUB.

O coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação, Thalles Gomes juntamente com o coordenador de Inteligência e Estratégia Empresarial, Marcos Vinícius Cardoso, fizeram a apresentação da plataforma. O #Pra Cima Rondônia nasceu a partir de observações dos índices de empregabilidade e de problemas sociais gerados por este cenário de pandemia como o crescimento de divórcios, depressão e suicídios.

‘‘Foi aí que nasceu a ideia de trabalhar um projeto com viés econômico e cultural, o #Pra Cima tem o foco em fomentar a cultura empreendedora trabalhando as principais trilhas de conhecimento. Nós chamamos mentores, consultores e especialistas de várias partes do Estado para produzir o conteúdo de forma voluntária que vai beneficiar desde a dona de casa, o estudante, os desempregados até os grandes empresários com material de qualidade’’, explica Thalles Gomes.

A plataforma possui particularidades para que o público acesse com facilidade. ‘‘O site foi criado com foco nas pessoas e considerando a experiência de usuário através de parceria com a Secom. Até as cores utilizadas foram pensadas naqueles que tem algum grau de deficiência física ocular, também possui fácil leitura, tudo para ter um Estado ainda melhor, então vamos deixar de lado a desesperança e vamos pra cima’’, considera Marcos Vinícius Cardoso.

A parceria contou com a Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) que trabalhou na construção dessa plataforma.

plataforma adapta-se a qualquer qualquer equipamento desde o computador, tablet ao smartphone.

Fonte: Secom-RO

Governo deve prorrogar auxílio por mais 4 meses com valor de R$ 300

Beneficiários aprovados no programa recebem cinco parcelas, de R$ 600 cada. Objetivo é minimizar efeitos econômicos da pandemia de covid

O governo deve prorrogar o auxílio emergencial até dezembro deste ano, com quatro parcelas de R$ 300, valor defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou o ‘Estadão’ com fontes das alas política e econômica do governo.

O presidente quer um plano que não inclua a revisão ou a extinção de outros benefícios, como o abono salarial, uma espécie de 14º salário pago a trabalhadores com carteira com salário até R$ 2.090 e que custa cerca de R$ 20 bilhões ao ano.

O abono é considerado ineficiente pela equipe econômica, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente em reunião na terça-feira (25). No dia seguinte, em viagem a Minas Gerais, Bolsonaro avisou que não vai “tirar de pobres para dar a paupérrimos”.

Na primeira referência pública de Guedes às críticas do presidente, o ministro – que chegou a ser alvo de rumores de que pediria demissão – disse que tomou um “carrinho” de Bolsonaro nesta semana. “Ainda bem que foi fora da área, senão era pênalti”, brincou Guedes em uma live organizada pelo setor do aço. Ontem, o ministro e Bolsonaro se encontraram fora da agenda oficial dos dois.

Técnicos discutiam na sexta-feira (28) uma revisão no seguro-defeso, pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida. Para acabar ou restringir o programa, que tem um custo de R$ 2,5 bilhões por ano e é sempre criticado por ter alto índice de fraudes, é preciso aprovar um projeto de lei – o que exige menos apoio do que os três quintos necessários para mudar a Constituição e mexer no abono. No entanto, governos anteriores também fracassaram nas tentativas de modificar o seguro-defeso.

Pouso suave

Enquanto não aponta a fonte do novo programa, a ideia do governo é que a extensão do auxílio seja uma transição para um “pouso suave” no novo Renda Brasil. Os técnicos da área econômica continuam debruçados sobre as alternativas para liberar espaço no Orçamento para o Renda Brasil e não desistiram nem mesmo de tentar convencer o presidente a propor alguma mudança no alcance do abono salarial atual. A ideia é tentar emplacar a mesma alteração proposta na reforma da Previdência, que restringia o abono a quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.045). A medida também foi rejeitada pelo Congresso.

Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que quem dá o “timing” sobre temas como a prorrogação do auxílio emergencial e a criação do Renda Brasil é a política. Segundo ele, a equipe econômica tem simulações prontas sobre os gastos que os benefícios vão acarretar.

“Eu sempre repito que o timing quem dá é a política. Nós temos as simulações todas preparadas, agora o timing, o nível de auxílio emergencial, de Renda Brasil, tudo isso são decisões políticas”, afirmou Guedes na portaria do ministério. Ele foi questionado se o Renda Brasil começaria a ser pago já no início do ano que vem. “Talvez antes, talvez no começo do ano que vem”, respondeu.

Sobre o auxílio emergencial, o ministro disse que “a gente sabe que R$ 600 é muito e R$ 200 é pouco”. “Estamos tentando acertar os números. Mas está tudo claro, tudo tranquilo.”

O auxílio emergencial foi criado originalmente para durar três meses (tendo como base os meses de abril, maio e junho). Depois, o governo prorrogou por duas parcelas (julho e agosto) por meio de decreto. O valor de R$ 600 foi mantido em todo esse período. Para mexer no valor, será preciso editar uma MP (Medida Provisória), que tem vigência imediata.

Fonte: R7

Bancos leiloam 373 imóveis com até 75% de desconto

Oito instituições realizam pregões nos próximos dias com lances mínimos entre R$ 23 mil e R$ 7,5 milhões. Especialistas apontam o que avaliar

pandemia do novo coronavírus não tem afetado o mercado de leilões de imóveis. Até o fim do mês, oito bancos vão leiloar 373 imovéis.

Um dos principais atrativos dos imóveis arrematados em leilões é o preço.

Esses empreendimentos são ofertados, em média, com até 40% de desconto.

Porém, nesses leilões há opções com desconto de até 75%. Caso de uma residência de 120 m² de área de terreno, 113.29 m² de área construída, em Nossa Senhora da Glória (SE), que está sendo vendida com o lance inicial de R$ 39.690.

O imóvel está ocupado, com processo para desocupação em trâmite.

Os imóveis são dos bancos: Bradesco, BMG, BTG Pactual, Itaú Unibanco, Pan, Pine, Santander, Safra. 

Os lances vão de R$ 23.500 (para um terreno desocupado de 200 m², em Parnamirim, no Rio Grande do Norte), do Banco Itaú, a R$ 7.456.680 (para uma casa desocupada de 1539 m² de área útil e 6064 m² de área total, no Rio de Janeiro), do Banco Santander.

Principais cuidados

1- Credibilidade da empresa

Para o leiloeiro Fernando Cerello, da Mega Leilões, o primeiro passo para quem deseja comprar um imóvel em leilão é checar a idoneidade da empresa.

A pesquisa pode ser feita no TJ (Tribunal de Justiça) do seu Estado. As empresas de leilões precisam estar cadastradas no órgão para atuar, segundo Cerello.

2- Ler o edital

O leiloeiro diz que é importante estar atento ao edital e ler o material por completo. Uma dica é pedir o auxílio de um advogado para fazer a análise antes de realizar a compra.

“A leitura do edital permite ao comprador saber se o imóvel está ou não ocupado, possíveis dívidas, processos, valores e formas de pagamento”, alerta André Zukerman, CEO da Zukerman Leilões.

3- Visitar imóvel ou bairro

Zukerman pede que, se possível, o comprador visite o imóvel para observar as condições ou, até mesmo, a rua e o bairro onde ele fica para avaliar a infraestrutura da região.

Se o imóvel estiver ocupado e não permitir a visita internamente, uma opção é visitar algum apartamento do mesmo prédio para ter uma ideia da estrutura do imóvel.

Circular pela região é recomendado para o futuro comprador observar o que tem no bairro: farmácia, supermercado, escola, hospital, por exemplo. Também ajuda a verificar se a região é muito movimentada ou barulhenta. 

Os especialistas orientam, inclusive, a ir ao local em todos os horários – manhã, tarde e noite – para fazer uma análise mais detalhada.

4- Faça as contas

Quem arremata um imóvel, não arca apenas com o valor da compra e da comissão do leiloeiro.

A operação tem outros gastos embutidos que podem encarecer o valor: documentação, escritura e ITBI (Impostos de Transmissão de Bens Imóveis).

Além disso, se o imóvel estiver ocupado, ou seja, se o antigo morador ainda mora lá ou o seu inquilino, o custo para retirá-lo de lá é integralmente do novo dono.

Por isso, é importante colocar tudo na ponta do lápis para saber se o desconto dado no leilão vale a pena.

“O comprador também precisa lembrar que o imóvel pode precisar de reformas”, diz Zukerman.

Vantagens dos leilões

As condições de pagamento dos imóveis arrematados, de acordo Zukerman, vem sendo facilitadas cada vez mais.

“Os leilões estão se tornando cada vez mais uma opção viável para compra de imóveis devido ao volume de oportunidades abaixo do mercado e às condições de pagamento”, diz Zukerman.As condições de pagamento incluem compras à vista com desconto, parceladas e até com possibilidade de uso do FGTS.

Zukerman também destaca a facilidade para participar no leilão online.

“Você pode pesquisar as oportunidades de imóveis em todo o Brasil, diversos tipos e metragens em uma mesma plataforma”, afirma o CEO.

Como funcionam os leilões?

Os leilões online são realizados nos sites das leiloeiras. Uma data e hora de encerramento são determinadas por edital e são divulgadas nas mídias tradicionais e no site oficial.

“Somente após a publicação do edital, os leilões estão abertos para lances, que podem ser registrados por meio do site oficial a qualquer momento dentro do período de duração”, explica Cerello.

Todos os lances são recebidos em tempo real para garantir uma disputa justa e transparente entre os participantes, complementa o especialista.

Agenda dos leilões

Evento: Leilão de Imóveis Santander Brasil

Data: 26/08

Horário: 15 horas

Quantidade de imóveis: 73

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Evento: Leilão de Imóveis Itaú Unibanco

Data: 27/08

Horário: 11 horas

Quantidade de imóveis: 37

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Evento: Leilão de Imóveis Bradesco

Data: 27/08

Horário: 14 horas

Quantidade de imóveis: 21

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Evento: Leilão de Imóveis Banco Santander

Data: 26/08

Horário: 11 horas

Quantidade de imóveis: 127

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Evento: Leilão Banco Bradesco

Data: 28/08

Horário: 11 horas

Quantidade de imóveis: 33

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Evento: Leilão Banco Pan

Data: 26/08

Horário: 10 horas

Quantidade de imóveis: 14

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Evento: Leilão Banco Pine

Data: 27/08

Horário: 10 horas

Quantidade de imóveis: 9

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Evento: Leilão Banco BTG Pactual

Data: 26/08

Horário: 15 horas

Quantidade de imóveis: 12

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Evento: Leilão Banco Safra

Data: 28/08

Horário: 10h30

Quantidade de imóveis: 7

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Evento: Leilão Itaú Unibanco

Data: 28/08

Horário: 15 horas

Quantidade de imóveis: 36

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Evento: Leilão de Imóveis Banco Inter

Data: 27/08 e 28/08

Horário: 10h40 e 14h00

Quantidade de imóveis: 4

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Fonte: R7

Tarifa de transporte intermunicipal de Rondônia poderá ter aumento de 10%

Segundo pedido solicitado pelo Sinetrer, que diz ter tido um aumento nas despesas e perda em arrecadação no período pandêmico no estado.

O Governo do Estado, por meio da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero), estudará o pedido de reajuste em 10%, da tarifa no transporte rodoviário intermunicipal de passageiros em Rondônia.

Segundo nota técnica, a concessão utilizará os índices até os meses de maio e junho de 2020 e se fundamentará em análises do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e da Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT).

Leia Mais: Prefeitura informa sobre Campanha de Vacinação contra raiva animal

O pedido de reajuste foi solicitado pelo Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviários de Passageiros do Estado de Rondônia (Sinetrer). Segundo a entidade, o período desse pedido “está atrelado à pandemia (Covid-19)”. Conforme o Sinetrer, houve perda de arrecadação e aumento de despesas.

atualização dos valores do Coeficiente Tarifário do Transporte (assim denominado tecnicamente) chegou à Agero acompanhada de dados, informações técnicas, documentos contábeis, resumo e planilha.

Conforme a Agero, o reajuste tarifário ocorre anualmente, para restabelecer o poder de compra das empresas transportadoras, quanto aos insumos necessários à prestação de qualidade dos serviços de transporte intermunicipal de passageiros. A atualização se deve também aos efeitos da inflação.

Fonte: Agero

Brasil ainda tem 10,3 milhões afastados do trabalho por pandemia

Entre os ocupados, 8,6 milhões trabalharam de forma remota na quarta semana de junho, o que representa 12,4% de trabalhadores ocupados

O Brasil tinha 10,3 milhões de pessoas afastadas do trabalho por causa da pandemia de coronavírus na quarta semana de junho, segundo a PNAD Covid19, uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (17) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Essa quantidade de trabalhadores recuou com a retomada gradual da economia no país, mas ainda representa 12,5% da população ocupada do país. 

Para comparar, dois meses antes, no início de maio, eram 16,6 milhões afastados do trabalho. Na semana anterior à pesquisa, na metade de junho, 11,1 milhões estavam longe do serviço. A coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, destaca que a queda não significa que todos continuam no mercado de trabalho.

“Isso é resultado de pessoas que podem estar retornando ao trabalho, mas também devido a um possível desligamento dessas pessoas do trabalho que elas tinham”, afirmou. 

A estimativa da pesquisa é que, no fim de junho, 82,5 milhões estavam ocupados, número menor do que os registrados na semana anterior (84 milhões) e em relação à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas). 

Aumento do desemprego

A taxa de desocupação cresceu e chegou a 13,1% na quarta semana de junho, atingindo 12,4 milhões de pessoas. Essa é a maior taxa desde o início de maio, quando começou a Pnad Covid19, e foi influenciada pela queda de 84 milhões para 82,5 milhões (-1,5 milhão) de pessoas ocupadas na semana.

A população fora da força de trabalho, ou seja, que não estava nem trabalhando nem procurando por trabalho, era de 75,1 milhões de pessoas.

Dentro deste número, cerca de 26,9 milhões de pessoas (35,9%) disseram que gostariam de trabalhar.

De acordo com o IBGE, “a Pnad Covid19 é uma versão da Pnad Contínua, realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal. O IBGE faz divulgações semanais e uma mensal da pesquisa”. 

Fonte: R7

Seti promove Live sobre os impactos da pandemia na economia nesta sexta (17) em RO

Live tem o tema sobre: Inovação na prática: O caminho para a retomada. Transmissão será pelo Facebook

Seis especialistas na área de inovação e Startup vão ministrar

Para uma maior compreensão de empresários de Rondônia sobre o sistema de inovação e a capacidade de se reinventar durante o período de retomada da economia pós pandemia, a Superintendência Estadual Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), vem auxiliando a classe com a realização de uma série de eventos online.
Na próxima sexta-feira (17), às 18h30, acontece a live: Inovação na prática: O caminho para a retomada.

Sérgio Gonçalves, superintendente da Sedi, destacou que é necessário a adaptação à nova realidade, sobretudo durante e após a pandemia. “Mais do que nunca é o momento de reinventar. A tecnologia e a inovação estão ajudando a minimizar os impactos econômicos na rotina dos cidadãos”, afirmou.

A transmissão ao vivo será gratuita e acontecerá por meio da plataforma do Facebook da Sedi, e terá como participante o superintende da Sedi, especialista em finanças, gestão executiva e gestão de varejo, ampla vivência como executivo de empresa nacional e multinacional. Marcelo Matos, Dra. Francilene Garcia, Procurador do Estado, Cássio Bruno, Andrews Botelho e o moderador da live, Thalles Gomes. Todos com amplo conhecimento na área de inovação e startup.

Fonte: Sedi

A cada 10 empresas fechadas em junho, quatro foram por pandemia

A maior parte (99,2%) das companhias que encerraram as atividades eram de pequeno porte, ou seja, com até 49 funcionários 

Setor de serviços foi o mais afetado pela pandemia
Setor de serviços foi o mais afetado pela pandemia

A cada dez empresas fechadas na primeira quinzena de junho, quatro foram por causa da pandemia, segundo a Pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (16). 

Na primeira quinzena de junho, estima-se que o país tinha quatro milhões de empresas, sendo 2,7 milhões (67,4%) em funcionamento total ou parcial, 610,3 mil (15,0%) fechadas temporariamente e 716,4 mil (17,6%) encerradas em definitivo.

Ao total, 1,3 milhão de empresas encerraram as atividades no período, sendo 522,7 mil (39,4%) por causa da pandemia. Destas, a maior parte (518,4 mil, 99,2%) eram de pequeno porte (até 49 empregados), 4,1 mil (0,8%) de porte intermediário (de 50 a 499 empregados) e 110 (0%) de grande porte (mais de 500 empregados). 

Os setores mais prejudicados foram o de serviços, com 258,5 mil (49,5%) empresas fechadas, comércio, com 192,0 mil (36,7%), construção, com 38,4 mil (7,4%) e indústria, com 33,7 mil (6,4%). 

O coordenador de Pesquisas Estruturais e Especiais em Empresas do IBGE, Alessandro Pinheiro, afirma que a pandemia afetou mais as empresas ligadas à serviços prestados às famílias. 

“Os dados sinalizam que a Covid-19 impactou mais fortemente segmentos que, para a realização de suas atividades, não podem prescindir do contato pessoal, tem baixa produtividade e são intensivos em trabalho, como os serviços prestados às famílias, onde se incluem atividades como as de bares e restaurantes, e hospedagem; além do setor de construção”, diz Pinheiro. 

Impactos da pandemia nos negócios

A pesquisa aponta que entre 2,7 milhões de empresas em atividade, 70% afirmaram que a pandemia teve um impacto geral negativo sobre o negócio. Apenas 16,2% declararam que o efeito foi pequeno ou inexistente. Por outro lado, 13,6% afirmaram que a pandemia trouxe oportunidades e que teve um efeito positivo sobre a empresa.

Sete em cada dez empresas (70,7%) sentiram queda na venda de produtos ou serviços por causa da pandemia. 

Já 17,9% disseram que o efeito foi pequeno ou inexistente e 10,6% afirmaram aumento nas vendas com a pandemia. 

Metodologia da pesquisa

O IBGE afirma que a pesquisa vai acompanhar os efeitos da pandemia do coronavírus nos setores da indústria, construção, comércio e serviços. Os dados começaram a ser coletados em 15 de junho, por telefone com cerca de duas mil empresas.

Os resultados serão divulgados quinzenalmente. A primeira divulgação traz comparações entre a primeira quinzena de junho e o período anterior ao início da pandemia, em 11 de março. As demais trarão comparações com a quinzena imediatamente anterior.

Fonte: R7

Governo amplia prazo de redução de jornada e suspensões de contratos

Medida provisória aprovada pelo Congresso permitia interrupção do trabalho por dois meses, mas agora todos os cortes podem durar até 120 dias

O governo federal publicou neste terça-feira (14) decreto que prorroga o programa de redução de jornadas de trabalho e salários e a suspensão de contratos durante a pandemia do novo coronavírus.

A medida provisória (MP) foi sancionada no dia 6 de julho, após ser aprovada pelo Congresso Nacional, mas previa a suspensão de contratos por até dois meses e redução de salários por até três. Com o novo decreto, o programa todo pode chegar a 120 dias.

O texto do decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, diz que ficam prorrogados “os prazos para celebrar os acordos de redução proporcional de jornada e de salário e de suspensão temporária do contrato de trabalho e para efetuar o pagamento dos benefícios emergenciais de que trata a Lei nº 14.020, de 6 de julho de 2020”.

Fonte: R7