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Caso de peste suína clássica é confirmada no Piauí

Ministério da agricultura confirma que ocorreu em criatório de suínos para subsistência

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) confirmou nesta segunda-feira (5) um foco de Peste Suína Clássica (PSC) no Piauí. O diagnóstico foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em Pedro Leopoldo (MG), por técnica de diagnóstico molecular (RT-PCR em Tempo Real).

O caso ocorreu no município de Parnaíba, norte do estado, em criatório de suínos para subsistência. Segundo o ministério, o estado é localizado fora da zona reconhecida como livre de PSC pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). 

“A ocorrência já foi notificada pelo Ministério à OIE e não há justificativas para restrições ao comércio internacional de suínos e seus produtos. O último foco de PSC no Piauí foi encerrado em novembro de 2019”, afirmou a pasta por meio de nota. 

O ministério informou ainda que a propriedade em que se identificou o foco da doença foi interditada e o serviço veterinário estadual está adotando os procedimentos determinados pela pasta para eliminação do foco, incluindo sacrifício dos suínos e desinfecção da propriedade afetada, além de investigações para rastreamento de provável origem e vínculos epidemiológicos.

Peste Suína Clássica 

A Peste Suína Clássica (PSC), também conhecida como febre suína ou cólera dos porcos, é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta somente suínos e javalis. Não oferece riscos à saúde humana e não tem impacto na saúde pública.

O estado do Piauí faz parte da zona não reconhecida como livre de PSC, juntamente com outros 10 estados (AL, AM, RR, PA, AP, MA, CE, RN, PB, PE). Os limites entre as zonas livre e não livre de PSC são protegidos por barreiras naturais e postos de fiscalização, onde procedimentos de vigilância e mitigação de risco para evitar a introdução da doença são adotados continuamente.

A zona livre de PSC do Brasil concentra mais de 95% de toda a indústria suinícola brasileira. Toda a exportação brasileira de suínos e seus produtos são oriundas da zona livre, que incorpora 15 estados brasileiros e o Distrito Federal (RS, SC, PR, MG, SP, MS, MT, GO, DF, RJ, ES, BA, SE, TO, RO e AC), e não registra ocorrência da doença de PSC desde janeiro de 1998.

Fonte: Liliane Farias A/B

PRF interdita local de trecho que deixou 8 mortos na BR-277 no Paraná

Interdição foi feita, na madrugada desta terça (4), por causa da fumaça no trecho e pela falta de visibilidade dos motoristas.

Fumaça dificulta a visibilidade dos motoristas na BR-277, em São José dos Pinhais  — Foto: Divulgação/PRF
Fumaça dificulta a visibilidade dos motoristas na BR-277, em São José dos Pinhais

O trecho da BR-277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, onde ocorreu um acidente com oito mortos e 21 feridos, ficou interditado por mais de três horas entre a madrugada e manhã desta terça-feira (4) por causa da fumaça e da falta de visibilidade dos motoristas.

A interdição foi feita em um trecho de dois quilômetros, nos dois sentidos da rodovia, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela concessionária que administra o trecho, Ecovia.

A medida foi tomada para evitar novas tragédias no trecho e houve lentidão no trânsito. O bloqueio começou às 3h40 e encerrou às 6h55.

O acidente foi um engavetamento e envolveu cinco motocicletas, 16 carros, sendo um da Polícia Militar, e um caminhão. No momento do acidente, a PRF e a Ecovia, relataram que a visibilidade na rodovia ficou prejudicada em função da fumaça gerada por uma queimada.

A falta de visibilidade foi o motivo para o acidente, conforme a Ecovia. Segundo os bombeiros, a ocorrência começou com um primeiro acidente envolvendo alguns carros, perto de uma passarela.

Em seguida, o caminhão que trafegava atrás tentou desviar dos veículos que estavam parados pela batida, mas acabou atropelando quatro ocupantes que haviam saído dos veículos e estavam na lateral da pista.

Depois disso, outros veículos também colidiram, ainda conforme os bombeiros.

Investigação

Acidente envolveu 22 veículos, na BR-277, em São José dos Pinhais — Foto: Cícero Bittencourt/RPC
Acidente envolveu 22 veículos, na BR-277, em São José dos Pinhais

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o trabalho de atendimento às vítimas contou com 10 ambulâncias de equipes do Siate, Samu e da concessionária, seis caminhões de combate ao incêndio e resgate, além de 15 carros de policiais, peritos e socorristas.

A Polícia Civil informou que vai abrir um inquérito para apurar as causas do acidente.

O delegado Fávio Machado informou devem ser ouvidos o motorista do caminhão, bombeiros, policiais que participaram do atendimento e os sobreviventes.

Machado comentou que a polícia deve identificar se cabe responsabilidade penal ao motorista do caminhão.

A Sulista, empresa para a qual o motorista do caminhão prestava serviço, informou que, no momento do acidente, ele iniciava viagem a caminho de São Paulo, após um final de semana de descanso com a família.

Logo após o ocorrido, uma equipe da empresa se deslocou ao local para prestar assistência ao motorista.

“A empresa lamenta a fatalidade ocorrida, se solidariza com as vítimas e se coloca à disposição das autoridades competentes para fornecer as informações necessárias à investigação e conclusão dos motivos que originaram esse gravíssimo acidente”, informou em nota.

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) informou que está acompanhando o caso e que solicitou levantamento de informações sobre o acidente ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), à PRF e também para a Ecovia.

A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Logística e o DER disseram que também notificaram a Ecovia e que solicitaram mais informações sobre o caso.

Fonte: G1

Procon fecha posto de gasolina com adulteração de bandeira em Porto Velho

De acordo com fiscais, a interdição aconteceu através de denúncias. A irregularidade foi um dos postos na zona Leste da capital.

Técnicos do Programa de Orientação, Proteção e Defesa ao Consumidor (Procon-RO), interditaram um posto de combustível, situado na zona leste de Porto Velho. Nesta terça-feira (14), foi constatado que o estabelecimento comercializava produto diferente do que foi anunciado, desrespeitando os direitos básicos do consumidor. A interdição se deu após denúncias recebidas nos canais de atendimento do órgão.

O posto pertencia a uma modalidade de bandeira e estava comercializando produtos como se fosse de outra. Os postos bandeira branca tem a liberdade para adquirir combustível de qualquer distribuidora, enquanto os postos com de bandeira Shell assinam um contrato de exclusividade.

Com sua interdição, o posto não poderá funcionar até que seja sanada a irregularidade. De acordo com Ihgor Rego, coordenador estadual do Procon-RO, “ou o proprietário mantém e passa a comprar e vender combustível shell, ou ele retira todas as placas informativas, e passa a vender com a especificação de onde ele está retirando esse combustível”, relatou. 

O trabalho dos técnicos diante da denúncia é para constatar a irregularidade, feito isso, eles lacram a bomba, que só poderá ser reaberta após a solução dos problemas evidenciados. Eles solicitam notas de entrada, para saber a origem de onde está sendo comprado o combustível, nesse caso foi recusada a entrega das notas. Assim os técnicos entraram em contato com o distribuidor Shell de Porto Velho e foi informado que a última compra com a distribuidora havia sido dia 15 de janeiro. 

O posto comercializa um produto diferente do que era informado. De acordo com o Procon-RO isso é crime contra o consumidor, e atenta contra os direitos básicos com a informação.  Para esse tipo de atuação não é recolhido nenhum pertence do posto e o posto só poderá funcionar depois de fazer as adequações.

Fonte: Procon

Fiscais da Prefeitura interditam comércios por descumprirem medida

Foram lavrados 23 autos e 13 interdições de bares, conveniências e postos de combustíveis que descumpriram as normas sanitárias.7

As fiscalizações acontecem com o apoio da Polícia Militar


A Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), vistoriou 123 estabelecimentos comerciais na última semana, e notificou 38 deles que estavam em desacordo com o decreto estadual 25.049, de 14 de maio de 2020. que novamente reinseriu Porto Velho na fase 1 no combate ao Coronavírus na capital.

O decreto em questão autoriza o exercício de estabelecimentos com serviços considerados essenciais em Porto Velho. As fiscalizações acontecem com o apoio da Polícia Militar (PM) para garantir o cumprimento das medidas restritivas previstas no decreto.

Durante em uma das inspeções noturna, foram lavrados 23 autos e 13 interdições de bares, conveniências e postos de combustíveis que descumpriram as normas sanitárias pelo não uso de máscaras e por causarem aglomerações de pessoas.

Os fiscais e os policiais trabalham para fazer cumprir a portaria nas ações de combate ao novo coronavírus (Covid-19) e as medidas de fiscalização devem ocorrer durante o período de 14 dias, conforme as normas vigentes pelo Estado.

“A FISCALIZAÇÃO VAI CONTINUAR NOS PRÓXIMOS DIAS, INCLUSIVE NOS FINAIS DE SEMANA”, INFORMOU O SUBSECRETÁRIO DA SEMUSB, RAINEY VIANA. SEGUNDO ELE, “A AÇÃO SERVE PARA REFORÇAR O FUNCIONAMENTO DE SERVIÇOS ESSENCIAIS E QUEM DESCUMPRIR PODERÁ SOFRER PUNIÇÕES COMO, POR EXEMPLO, MULTA POR DESOBEDIÊNCIA E ATÉ TER O ESTABELECIMENTO INTERDITADO.

Fonte: Semusb