Veja quem pode ser imunizado hoje no interior de Rondônia

Calendário de vacinação mostra quem pode receber a 1ª e a 2ª dose nesta sexta-feira (18) em Jaru, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena e Guajará.

A campanha de vacinação contra a Covid-19 começou no dia 19 de janeiro e desde então, cada prefeitura vem ampliando o público-alvo conforme chegam novas doses.

Abaixo, veja quais grupos estão sendo vacinados atualmente no interior de Rondônia:

Cacoal

A vacinação está suspensa nesta sexta-feira (18) por falta de doses.

Guajará-Mirim
  • Quem pode ser vacinado? 35+ sem comorbidades e demais grupos prioritários
  • Onde se vacinar? IFRO Guajará
  • Horário: 8 às 17h
  • Precisa de agendamento? Não
Jaru (distrito de Tarilândia)
  • Quem pode ser vacinado? 55+ sem comorbidades
  • Onde se vacinar? Escola Municipal José de Souza
  • Horário: a partir de 8h
  • Precisa de agendamento? Não
Governador Jorge Teixeira
  • Quem pode ser vacinado? Pessoas com mais de 35 anos sem comorbidades
  • Onde se vacinar? Escola Costa Júnior
  • Horário: De 8h às 12h
  • Precisa de agendamento? Não
Ji-Paraná
  • Quem pode ser vacinado? Comorbidades (18 a 59 anos), deficientes, trabalhadores da educação e do transporte público, pessoas de 50 anos ou mais sem comorbidades, e trabalhadores da saúde
  • Onde se vacinar? Escola Tupã (para moradores de Nova Colina) e Escola Loyola
  • Horário: 8h às 12h30
  • Precisa de agendamento? Sim
  • Como agendar? Pelo site da prefeitura: prefeitura-municipal10.reservio.com
Theobroma
  • Quem pode ser vacinado? Servidores da educação
  • Onde se vacinar? Sala de vacina do Hospital Municipal
  • Horário: 8h às 12h
  • Precisa de agendamento? Não
Vale do Anari
  • Quem pode ser vacinado? 45+ sem comorbidades
  • Onde se vacinar? Escola Bartolomeu Lourenço de Gusmão
  • Horário: 8h às 12h e de 14h às 17h
  • Precisa de agendamento? Não
Vilhena
  • Quem pode ser vacinado? Pessoas com mais de 54 anos sem comorbidades
  • Onde se vacinar? Unesc, Fimca e Unopar
  • Horário: 8h às 12h
  • Precisa de agendamento? Não. Vacinação será por ordem de chegada
  • Mais informações? 3322-4170 (WhatsApp)

Fonte: g1/ro

No interior de SP, Doria é recebido com protestos e prova o gosto da sua enorme “impopularidade” (veja o vídeo)

O tucano é um dos críticos vorazes da opinião do presidente Jair Bolsonaro.

João Doria (PSDB), governador de São Paulo, esteve no município de Mogi Guaçu (SP), no decorrer da semana passada, participando de um ato que marcou o início das obras de recuperação da rodovia estadual que liga Mogi Guaçu a Itapira.

Assim que chegou ao local, manifestantes se aglomeraram em volta da comitiva do governador e, aos gritos de “DitaDoria”, demonstraram insatisfação com as medidas restrititas severas e longas tomadas pelo Executivo estadual.

Sem graça, Doria chegou a acenar, disfarçando o constrangimento. Mas, os manifestantes continuaram reclamando e pedindo que o governador de São Paulo voltasse para Miami, relembrando a viagem que o tucano fez para os Estados Unidos, às vésperas do Natal de 2020; antes de anunciar o plano estadual de endurecimento para supostamente conter o avanço da pandemia da Covid-19.

Depois desse flagra em Miami, Doria foi visto, novamente, sem máscara e aglomerando com outras pessoas, na cobertura do Hotel de Luxo Fairmont, no Rio de Janeiro, tomando sol na piscina lotada. A imagem viralizou nas redes sociais e comprova que Doria não segue, nem acredita, nas regras que impõe aos paulistas. O tucano é um dos críticos vorazes da opinião do presidente Jair Bolsonaro.

Veja abaixo a forma “calorosa” que a população de Mogi Guaçu tratou o governador.

Fonte: JCO

Presidente Alex Redano indica credenciamento de restaurantes no interior, para oferecer refeição a R$ 2,00

Governo lançou o programa na capital, mas deputado solicitou que seja estendido para o interior do Estado

Lançado na há duas semanas pelo Governo do Estado, o programa Prato Fácil vai fornecer refeições a apenas R$ 2,00, na rede de restaurantes credenciada, em Porto Velho. O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), enalteceu a iniciativa do governador Marcos Rocha na implantação do programa, e aproveitou para apresentar uma indicação para que o programa seja estendido para municípios do interior.

“Parabenizo o governador pela implantação do programa, que nesse primeiro momento atende apenas a capital. Mas, apresentei indicação para que os municípios do interior também sejam contemplados, com o credenciamento dos restaurantes para que possam também oferecer refeições ao custo de R$ 2,00”, destacou Redano.

A coordenação do programa está a cargo da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas), comandada pela primeira-dama Luana Rocha. Segundo o Governo anunciou, terá acesso às refeições a R$ 2,00 a população de baixa renda, em situação de vulnerabilidade, cadastrada no CadÚnico do Governo Federal.

Para poder oferecer a alimentação ao preço de R$ 2,00, o Governo vai subsidiar uma parte dos custos da refeição, através de recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), que os deputados estaduais aprovaram.

Texto: Eranildo Costa Luna-ALE/RO

Criminosos tocam o terror em cidade do interior

Após roubarem moto na zona rural, criminosos atiraram aleatoriamente em ruas da cidade

Monte Negro, RO – Moradores de Monte Negro (RO) ficaram assustados com a série de ataques de dois bandidos na noite de quarta-feira (27). Além de roubarem várias vítimas, os criminosos atiraram aleatoriamente em ruas da cidade e um morador acabou sendo baleado gravemente.

Segundo informações da Polícia Militar (PM), o primeiro chamado de roubo aconteceu na zona rural, na Linha C5. Na ocasião, duas vítimas que andavam juntas na mesma motocicleta foram rendidas pelos dois bandidos armados.

Os criminosos ordenaram que o condutor e o passageiro da moto corressem por um matagal, sem olhar para trás. Uma das vítimas correu por cerca de 40 minutos no meio do mato e conseguiu chegar até uma residência, onde pediu ajuda e acionou a polícia.

Enquanto atendia a ocorrência da zona rural, a guarnição (com apenas dois policiais) recebeu a informação de outro assalto na zona urbana.

A vítima, um jovem de 27 anos, estava na Avenida Carlos Drumond de Andrade quando foi rendida por dois suspeitos que tinham as mesmas características do roubo anterior, e inclusive usavam a moto roubada na linha C5 (uma Honda modelo Fan de cor preta). Os criminosos apontaram uma arma, possivelmente espingarda, e obrigaram o jovem a entregar seu celular.

Ataque em ruas de Monte Negro terminou com um homem baleado — Foto: Rondônia24Horas/Reprodução

Enquanto atendia a segunda vítima de roubo, a Central de Operações recebeu a denúncia de que uma pessoa havia sido baleada por criminosos na rua Justino Luiz Ronconi, esquina com Francisco Prestes. Ao chegarem no endereço, os policiais encontraram um homem de 35 anos gravemente ferido (alvejado com um tiro no tórax).

Aos policiais, a vítima contou que estava na calçada mexendo no celular, quando dois elementos com as mesmas características dos roubos anteriores anunciaram o roubo e atiraram. O homem então foi socorrido por uma ambulância e, sob escolta, levado até o hospital de Ariquemes (RO).

Ainda durante a noite, a guarnição recebeu várias informações que os “meliantes” circulavam pela cidade, inclusive chegaram a efetuar mais disparos de arma de fogo.

A PM continuou fazendo buscas pelos suspeitos nas ruas de Monte Negro, mas ninguém foi localizado. Duas guarnições do PATAMO também se deslocaram a Monte Negro para reforçar a segurança.

Fonte: G1/RO

Família é feita refém durante roubo no interior de Rondônia

Crime aconteceu na madrugada do último domingo

Uma família foi feita refém durante o roubo de uma casa em Theobrama, município localizado a 237 km de Porto Velho, RO. O crime aconteceu na madrugada do último domingo (3), quando quatro criminosos renderam um homem de 46 anos, uma mulher de 35 anos e um adolescente de 17 anos.

O crime aconteceu por volta das 20h e de acordo com o relato das vítimas à Polícia Militar (PM), os quatro criminosos armados chegaram e renderam todos que estavam no local. Os três ficaram trancadas no banheiro da propriedade.

As vítimas também relataram à PM que os assaltantes usaram o veículo da família para carregarem os objetos e que eles deixaram a casa por volta das 00h30.

Os suspeitos levaram duas televisão, uma roçadeira, uma motosserra, bomba de passar veneno motorizada, caixa de som, bebedouro, duas correntes de ouro, um anel de formatura de ouro, um relógio, três celulares, uma pasta com vários documentos, entre escrituras, cheques e contratos de compra e venda, uma pistola calibre .380 com três carregadores, com cerca de 50 munições e vários objetos de utilidade doméstica.

Segundo boletim de ocorrência, quando a equipe da PM chegou no local, a família estava escondida nos fundos da propriedade.

Fonte: G1/RO

Detran-RO informa sobre o cumprimento de medidas no atendimento ao público

Segundo o departamento todas as unidades do prédio ‘Tudo Aqui’ de Rondônia, inclusive no interior estarão suspenso.

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia, informa os usuários que está atendendo nos 52 municípios e que os atendimentos seguem o que determina o Decreto nº 25.049 de 14 de maio de 2020 e também a Portaria Conjunta nº 11, de 29 de junho de 2020.

As duas unidades que ficam nos prédios do Tudo Aqui de Porto Velho, sendo uma na avenida Sete de Setembro, nº 830, região central da Capital, e a unidade do Porto Velho Shopping, bem como as unidades do Tudo Aqui de Ji-Paraná e Rolim de Moura, estão com os atendimentos suspensos, por determinação da Superintendência Estadual de Gestão dos Gastos Públicos Administrativos (Sugesp).

O Detran Rondônia esclarece que, em cumprimento à determinação da Sugesp, suspendeu o atendimento ao público nas unidades do Tudo Aqui no Estado. As demais, ao todo 74 unidades no Estado, estão funcionando conforme determina o Decreto n° 25.138.

A medida leva em conta o “Enquadramento dos Municípios do estado de Rondônia nas fases 1, 2, 3 e 4, conforme critérios estabelecidos no Decreto nº 25.049, de 14 de maio de 2020, com alterações do Decreto nº 25.138 de 15 de junho de 2020”, a respeito do sistema de distanciamento social controlado, para fins de prevenção e enfrentamento à epidemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19), no âmbito do estado de Rondônia, considerando a Portaria nº 170, de 14 de maio de 2020, com regras e critérios para reabertura das unidades de atendimento ao cidadão “Tudo Aqui”, em consonância com o “Plano Todos por Rondônia” e o Decreto n° 25.049, de 14 de maio de 2020.

Em especial o artigo 3º, que dispõe que os municípios que estiverem na primeira fase deverão manter a suspensão de todos os atendimentos, considerando que o Supremo Tribunal Federal no bojo da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental n° 672 e da Ação Direta de Inconstitucionalidade, ADI n° 6.341, reafirmou a competência da União, Estados e Municípios para legislarem sobre normas que cuidem da saúde, dirigirem o sistema único e executarem ações de vigilância sanitária e epidemiológica.

O Detran Rondônia, trabalha com responsabilidade, adotando todas as medidas necessárias para preservar a saúde do servidor, bem como a do usuário que busca atendimento por meio de prévio agendamento junto às unidades da autarquia no Estado. No mês de junho, o Detran Rondônia entregou para todas as unidades no Estado materiais de limpeza e de expediente, inclusive reforçando o estoque de álcool, material muito utilizado na higienização para o combate na proliferação do novo coronavírus.

Fonte: Detran

Presidente da Assembleia anuncia pauta trancada até Governo rever portaria fechando o comércio no interior

A proposta foi do deputado Laerte Gomes, em conjunto com todos os parlamentares estaduais

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), anunciou que a pauta do Poder Legislativo está trancada até que o Governo do Estado reveja a Portaria Conjunta nº 11, que na prática determinou o fechamento do comércio rondoniense em quase metade dos municípios. O parlamentar explicou que a decisão de fechar novamente as lojas foi tomada sem que a Casa de Leis fosse ouvida, e que os empresários, comerciantes e comerciários não aguentam mais essa situação.

A iniciativa de trancar a pauta foi tomada em conjunto pelos parlamentares após o posicionamento do deputado Laerte Gomes, que classificou o fechamento do comércio como uma atitude inoportuna. Na prática os deputados não votarão mais nenhum projeto encaminhado pelo Executivo enquanto o Governo não rever a questão.

Os deputados Adailton Furia (PSD) e Chiquinho da Emater também defenderam o trancamento de pauta. Em seu pronunciamento, Laerte Gomes citou os dois colegas e propôs que a ordem do dia prosseguisse, para que posteriormente fosse firmado o compromisso de suspender a votação de qualquer projeto encaminhado pelo Executivo. Logo após, todos os parlamentares encaminharam a proposição.

A Assembleia tomou o posicionamento em defesa dos comerciantes de Rondônia porque em muitos municípios o índice de pessoas infectadas pelo coronavírus não é tão alto. O presidente do Legislativo explicou que empresários e comerciantes estão enfrentando uma dificuldade muito grande, por isso, se for necessário fechar as lojas, deverá ser somente onde aumentar a incidência de covid-19, sem punir o Estado todo.
“O que não pode é continuar essa situação, com o comércio quebrando e comerciários perdendo o emprego. É preciso criar mais macrorregiões no Estado, para que o Governo possa dar assistência aos pacientes”, prosseguiu Laerte Gomes.
Atualmente existem apenas duas macrorregiões: Porto Velho e o interior. O deputado explicou que o interior é muito grande, por isso é preciso avaliar o que realmente está acontecendo, sem penalizar o comércio. “Daqui a pouco não vamos mais ter nem receita no Estado”, acrescentou.

Entenda o caso

O Governo editou na última segunda-feira (29) a Portaria Conjunta nº 11, determinando a reclassificação de 23 municípios para a fase mais rígida do distanciamento social. Assim apenas os serviços essenciais podem funcionar e a maior parte do comércio fica fechada.

Texto: Nilton Salina-ALE/RO

TRT, MPT e UNOPS entregam EPIs para hospitais no interior do Acre

Os equipamentos foram comprados pelo UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em infraestrutura, compras e gestão de projetos.

O TRT e o MPT em Rondônia e Acre destinaram Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o Acre, na quinta-feira (25). Foram entregues 21 mil máscaras N95, 14 mil máscaras cirúrgicas, 5 mil toucas e 300 óculos de proteção para os hospitais Dr. Sansão Gomes e Hospital Geral de Feijó, das cidades de Tarauacá e Feijó, região onde vive a maior população indígena do estado. Os equipamentos foram comprados pelo UNOPS, organismo das Nações Unidas especializado em infraestrutura, compras e gestão de projetos.

A compra foi realizada com recursos provenientes da atuação do Ministério Público do Trabalho em Rondônia e Acre, em ações civis públicas na Justiça do Trabalho e termos de ajuste de conduta firmados extrajudicialmente. A ação faz parte de uma série de atuações conjuntas entre o UNOPS, MPT e TRT para apoiar a resposta no enfrentamento à Covid-19 na região.

“A destinação dos EPIs para os hospitais de referência de Feijó-AC e Tarauacá-AC prestigia diretamente a população afetada pelo dano que a atuação do MPT visou restaurar”, afirmou o procurador do trabalho Antônio Bernardo Santos Pereira, responsável pela destinação. Ele disse ainda que proteger a integridade física de profissionais de saúde e da população em geral, em área distante e carente de políticas públicas, é importante. “Isso só foi possível através de atuação conjunta do MPT, SESACRE, Justiça do Trabalho e UNOPS”, explicou o procurador.

Na mesma linha, o juiz Vicente Rêgo, titular da Vara do Trabalho de Feijó, que atende ambas as cidades, a entrega dos EPIs visa garantir o trabalho seguro dos profissionais da saúde que estão atendendo a população. Deste modo, torna “efetiva a realização da proteção à saúde dos trabalhadores nos hospitais que atendem as mencionadas cidades”, afirmou o juiz.

A representante do UNOPS no Brasil, Claudia Valenzuela, disse que “o UNOPS é especialista em fazer compras para atender o máximo de pessoas nas mais diferentes localidades”. Segundo ela, proteger profissionais de saúde é de extrema importância para frear o avanço da pandemia e também garantir cuidado a quem necessite.

No Hospital Dr. Sansão Gomes serão beneficiados 179 profissionais que atuam no hospital. Já no Hospital Geral de Feijó, os EPIs devem proteger em torno de 100 funcionários e funcionárias do risco de COVID-19. Os hospitais atendem pacientes também de cidades próximas como Jordão.

O hospital de Feijó já teve casos de profissionais da equipe infectados pelo coronavírus. Assim, o diretor de assistência do hospital, Antônio Natan da Silva afirmou que os EPIs são importantes para evitar essa situação. “Vai contribuir muito para a proteção e diminuir a contaminação cruzada de profissionais de saúde, da limpeza e dos pacientes”, afirmou.

Ainda sem casos de profissionais com COVID-19, o Hospital Dr. Sansão Gomes já está preparado para proteger sua equipe, visto que a cidade já teve mais de 600 casos da doença. A gerente geral do hospital, Laura Elisa, agradeceu a doação neste contexto de pandemia.

TRT14 | MPT14 | UNOPS

MPF pede explicações da companhia azul e governo sobre retirada de voos no interior de RO

Procuradoria requisita fotos que mostrem a problemas na cerca do aeroporto de Vilhena, por exemplo.

Retomada de vôos em aeroportos do interior de RO depende de ajustes na infraestrutura

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício para várias entidades e à empresa Azul Linhas Aéreas para saber por que todos os voos foram retirados do interior de Rondônia.

No último dia 19 de junho, a Azul anunciou que a falta de estrutura em Ji-Paraná e Cacoal, além de violações na cerca de aeroporto de Vilhena, fizeram com a que a companhia retirasse todos os seus voos das cidades por medida de segurança.

No documento do MPF, a procuradoria pede que a Azul, o Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO), Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prestem esclarecimentos acerca das medidas que pretendem adotar para que os voos não sejam cancelados.

” O MPF solicita à Azul que esclareça e envie documentos sobre o problema de violação na cerca aeroportuária de Vilhena, que a levou a interromper as operações no aeroporto; que informe, ainda, sobre as tratativas realizadas com a administração do aeroporto, para discutir o problema e possíveis soluções encontradas, e quais medidas alternativas serão disponibilizadas pela companhia aérea para atender as pessoas que necessitam se deslocar dentro e fora do Cone Sul do estado”, diz a procuradoria.

Procurada a companhia Azul diz que prestará todos os esclarecimentos ao MPF, assim quando for notificada.

A ANAC e o DER-RO foram procurados, mas não retornaram contato, até a publicação, sobre a requisição feita pelo MPF.

“A Azul lembra que não cabe à empresa, enquanto concessionária de transporte aéreo, fornecer informações acerca da infraestrutura dos aeroporto, mas sim às autoridades aeroportuárias, que detêm todos os detalhes sobre o patrimônio do aeródromo”, afirma a empresa por meio de nota.

Problemas nos aeroportos

Segundo a companhia, vários fatores foram determinantes para que os voos fossem retirados do interior do estado.

Em Ji-Paraná, por exemplo, é preciso fazer a desapropriação de um dos lados da pista do aeroporto para ser implementado o IFR, que permite o chamado voo por instrumento. Isso é fundamental para a aproximação de aeronaves no período noturno e em condições meteorológicas adversas

O problema no aeroporto de Cacoal também se refere ao IFR. Segundo a companhia aérea, o equipamento para pouso por instrumento foi instalado há vários meses, porém ainda não teve a documentação validada.

No Cone Sul do estado, a interrupção dos voos da companhia aconteceu por outro motivo: a constante violação na cerca aeroportuária de Vilhena. Para a companhia, esses problemas na cerca podem permitir a invasão de animais na pista, comprometendo assim a operação segura de pousos e decolagens.

A manutenção dos aeroportos do interior do estado é de responsabilidade do governo de Rondônia, através do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO).

O coordenador de infraestrutura aeroportuária do DER-RO,no dia 19 de junho, Eduardo Antônio Leal Fernandes,no dia 19 de junho, informou estar concretizando um Termo de Compromisso com a Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, o qual irá custear a construção da cerca em Vilhena. A obra deve custar R$ 3 milhões.

Fonte: Rede Amazônica

MPF que saber por que voos da Azul serão cancelados no interior de Rondônia

Em ofícios enviados a órgãos e companhia aérea, Ministério Público Federal pede esclarecimentos sobre alternativas para quem precisa se deslocar no Cone Sul do estado

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício à companhia aérea Azul, ao Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER/RO), à Secretaria de Aviação Civil (SAC) do Ministério da Infraestrutura e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pedindo esclarecimentos acerca das medidas que pretendem adotar para que os voos não sejam cancelados no aeroporto Brigadeiro Camarão, em Vilhena (RO).

Os ofícios foram enviados porque o MPF tomou conhecimento de que os voos da Azul Linhas Aéreas estão sendo interrompidos devido a problemas estruturais nos aeroportos estaduais, fazendo com que a companhia aérea retire todos os seus voos do interior de Rondônia. Em Vilhena, o problema estrutural está na violação da cerca aeroportuária, permitindo a invasão de animais na pista e comprometendo, assim, a operação segura de pousos e decolagens. No entanto, de acordo com informações colhidas pelo MPF, o DER/RO estaria firmando termo de compromisso com a SAC do Ministério da Infraestrutura, o qual irá custear a construção da nova cerca em Vilhena, orçada no valor aproximado de R$ 3 milhões.

De forma direcionada e precisa, o MPF solicita à Azul que esclareça e envie documentos sobre o problema de violação na cerca aeroportuária de Vilhena, que a levou a interromper as operações no aeroporto; que informe, ainda, sobre as tratativas realizadas com a administração do aeroporto, para discutir o problema e possíveis soluções encontradas, e quais medidas alternativas serão disponibilizadas pela companhia aérea para atender as pessoas que necessitam se deslocar dentro e fora do Cone Sul do estado.

Ao DER/RO, à SAC e à Anac o MPF pede explicações e documentos que fundamentam o problema de violação na cerca, fornecendo detalhes sobre como todo o processo de transferência de recursos e obra ocorrerá, para o retorno das operações de voos comerciais no Brigadeiro Camarão. O MPF estabeleceu prazo de dez dias para que os endereçados expliquem qual é a perspectiva e o prognóstico para retorno das operações da companhia aérea no aeroporto de Vilhena.

Por Luiza Archanjo / Maríliane de Pinho