Para ministro, 5G resultará em US$ 1,2 trilhão em investimentos

Fábio Faria diz que 5G vai proporcionar mais inclusão digital e social

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, estima que a quinta geração de internet (5G) poderá resultar em um total de US$ 1,2 trilhão em investimentos diretos e indiretos no país – motivo pelo qual ele tem buscado dar celeridade ao processo que resultará no leilão das faixas destinadas à nova tecnologia.

Segundo o ministro, um outro fator a ser considerado é o avanço que o 5G proporcionará em termos de inclusão digital e social. “O Brasil não pode ficar para trás [nesse processo]”, disse o ministro destacando que o setor de telecomunicações é prioridade da pasta.

De acordo com Faria, com a internet 5G, “o problema de cobertura será eliminado do Brasil”. As declarações foram feitas durante a abertura do seminário Painel Telebrasil 2021.

Inclusão digital e social

“Precisamos fazer logo o leilão porque temos mais de 40 milhões de pessoas sem internet, que dependem dela para trabalhar, estudar, matar saudades; para receber auxílio emergencial e para se informar. Quanto mais rápido realizarmos o leilão, mais rápido conectaremos essas pessoas, dando condição mínima de inclusão digital e social a elas”, disse o ministro ao estimar que, implantada, a 5G trará, ao país, US$ 1,2 trilhão em investimentos.

Diante dessa expectativa, Faria disse ter colocado uma equipe trabalhando constantemente para responder eventuais demandas e dúvidas da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Tribunal de Contas da União (TCU) e Congresso Nacional. “5G não é programa de governo, mas de Estado, para fazer nosso país ser respeitado no mundo inteiro”, disse.

O pedido de celeridade foi feito um dia após a Anatel ter adiado a conclusão da análise do edital do leilão do 5G. O adiamento ocorreu após pedido de vista feito pelo conselheiro Moisés Queiroz Moreira. A data para retomada da discussão não foi definida.

O 5G é uma nova tecnologia que amplia a velocidade da conexão móvel e reduz a latência, permitindo novos serviços com conexão segura e estabilidade. Indústria, saúde, agricultura, produção e difusão de conteúdos são áreas que podem ser beneficiadas.

A proposta de leilão tem valor previsto de R$ 44 bilhões e está estruturada com foco em investimentos e oferta da tecnologia a todos os municípios com mais de 600 pessoas, e não na arrecadação de recursos para o governo.

Anatel

Também convidado para falar no Painel Telebrasil, o presidente da Anatel, Leonardo Euler, estima que, ao longo de 20 anos, “os investimentos relacionados à internet 5G vão gerar R$ 160 bilhões [em investimentos]”. Durante sua fala, Euler destacou o papel que as soluções digitais tiveram para o combate à pandemia e para a implantação de políticas públicas.

“Tivemos novos contornos a partir de soluções digitais incorporadas pelas políticas públicas. O Estado ampara os mais vulneráveis [por meio digital]. Com isso, a inclusão digital passa a ser também instrumento de solidariedade”, disse.

Propriedade cruzada

Outro convidado do painel foi o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que defendeu a “criação de uma agência regulamentadora que abranja telecomunicações e radiodifusão, de forma a evitar propriedade cruzada”, conforme recomendado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“A economia digital nos faz sonhar com futuro quase utópico, de crescimento sustentável e ininterrupto. Ela, com uma regulamentação necessária, promoverá o estímulo de boas práticas e a redução da desigualdade mundial nessa área [digital]”, disse Pacheco ao lembrar que a pandemia “expôs com muita clareza a desigualdade digital da nossa sociedade”.

Citando outra recomendação apresentada no relatório da OCDE, o presidente do Senado disse que é preciso enfrentar a questão tributária, uma vez que 40% dos preços de serviços de banda larga móvel são compostos de tributos e taxas.

Fonte: Lílian Beraldo A/B

O presidente Bolsonaro acaba de assinar MP que altera Marco Civil da Internet

A MP altera o Marco Civil da Internet e restabelece a liberdade de expressão na web

Um dia antes de uma das maiores manifestações que o Brasil que verá, o presidente Jair Bolsonaro assinou uma importante Medida Provisória.

A nota divulgada pela SECOM afirma que a medida “reforça direitos e garantias dos usuários da rede e combatendo a remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”.

A democracia vive!

Leia a nota na íntegra:

LIBERDADE DE EXPRESSÃO

O Presidente Jair Bolsonaro acaba de assinar medida provisória que altera o Marco Civil da Internet, reforçando direitos e garantias dos usuários da rede e combatendo “a remoção arbitrária e imotivada de contas, perfis e conteúdos por provedores”.

A medida ora assinada pelo Presidente objetiva conferir maior clareza às “políticas, procedimentos, medidas e instrumentos” utilizados pelos provedores de redes sociais para cancelamento ou suspensão de conteúdos e contas.

Além da exigência de justa causa e de motivação em caso de cancelamento, suspensão e exclusão de conteúdos e funcionalidades das contas nas redes sociais, o dispositivo prevê ainda direito de restituição do conteúdo disponibilizado pelo usuário na rede.

Assim como trabalhou para sempre assegurar o direito de ir e vir dos brasileiros e o direito de trabalhar e colocar comida na mesa da família, o Governo do Brasil segue buscando meios de garantir todas as justas e morais liberdades desta Nação.

Fonte: JCO

Brasil tem 152 milhões de pessoas com acesso à internet

Dia do Internauta mostra que apesar de amplo, acesso ainda é desigual

O internauta tem um dia dedicado a ele, 23 de agosto, data em que, no ano de 1991, a rede mundial de computadores foi aberta ao mundo. No Brasil, tem crescido, ano a ano, o número de pessoas com acesso à internet e a pandemia acelerou esse processo. Porém, as desigualdades de acesso ao mundo digital persistem no país, segundo especialistas.

Pesquisa promovida pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil revelou que, em 2020, o país chegou a 152 milhões de usuários – um aumento de 7% em relação a 2019. Com isso, 81% da população com mais de 10 anos têm internet em casa. 

O coordenador da pesquisa, Fábio Storino, destaca que a pandemia fez com que os indicadores de acesso à internet apresentassem os maiores crescimentos dos 16 anos da série histórica.


O crescimento do total de domicílios com acesso à internet ocorreu em todos os segmentos analisados. As residências da classe C com acesso à internet passaram de 80% para 91% em um ano. Já os usuários das classes D e E com internet em casa saltaram de 50% para 64% na pandemia.

Porém, Fábio Storino explica que esse acesso à internet é desigual, uma vez que cerca de 90% das casas das Classes D e E se conectam à rede exclusivamente pelo celular.

A desigualdade de acesso à internet no Brasil se reflete também no ensino básico. O censo escolar de 2020 revelou que apenas 32% das escolas públicas do ensino fundamental têm acesso à internet para os alunos, porcentagem que chega a 65% no caso das escolas públicas do ensino médio.

Além de aumentar os investimentos em infraestrutura para internet nas escolas, o diretor executivo da ONG D3e, Antonio Bara Bresolin, que atua na produção de pesquisas para orientar políticas de educação, afirma que é necessário também capacitar os profissionais da área.

O governo federal espera aumentar a infraestrutura da internet nas escolas a partir do leilão do 5G, previsto para outubro deste ano. Segundo o ministro das Comunicações, Fabio Faria, 6,9 mil escolas públicas urbanas que hoje não têm acesso à internet receberão a infraestrutura nos primeiros anos da instalação do 5G no Brasil. O edital do 5G prevê investimentos para levar internet de alta velocidade para todas as escolas em locais com mais de 600 habitantes até 2029. 

Fonte: Agência Brasil

‘No dia dos Namorados’, conheça casais que se formaram durante a pandemia

A internet foi cupido de muitos casais no isolamento.

A supervisora de mídia audiovisual Karen Sayão, 30 anos, estava solteira há dois anos quando conheceu o analista de sistemas Lucas Alves, também de 30 anos, no aplicativo Tinder.

“Não botava muita fé em aplicativo, porque normalmente nenhum ‘match‘ [quando se forma um par com outra pessoa no aplicativo de relacionamento] ia pra frente, isso antes da pandemia, e normalmente logo cansava e esquecia do app, preferia o ao vivo, mas estava a fim de conversar com pessoas novas e ver como anda a vida de outras pessoas, fora do meu círculo de amigos.”

Dia dos Namorados
Dia dos Namorados: Karen Sayão e Lucas Alves se conheceram durante a pandemia por meio de um aplicativo

Apesar do medo de conhecê-lo pessoalmente – em função da pandemia de covid-19 que já assustava o mundo – ela topou sair de casa para um encontro, em setembro do ano passado, depois de três meses de conversas pelo aplicativo.

“Tive medo, até porque moro com os meus pais, que são idosos, tinha que confiar em alguém que não conhecia e que falava que estava em isolamento e fazendo home office”, explicou.

“Além disso, tinha o medo de passar algo para ele, uma vez que, no meu caso, não estava de home office, devido a minha profissão, mas como moro com os meus pais estava tomando todos os cuidados possíveis. Foram três meses de conversa antes do primeiro encontro”, completou.

A pandemia mudou a forma de as pessoas se relacionarem. E não foi diferente com os namoros. A rotina do casal que está junto há nove meses ainda não é de balada, e as atividades são caseiras. “Como ele mora em uma casa com um casal de amigos, que fazem isolamento também, normalmente a gente passa o fim de semana lá, às vezes a gente sai para correr no parque, pedimos comida por delivery, assistimos séries e é só isso”.

Cupido virtual

Já o casal José Wilker Oliveira, 34 anos, e Gabriel de Matos Barbosa, 21 anos, se conheceram no Grindr, um aplicativo de relacionamento gay, em outubro de 2019. Eles saíram uma vez, mas o relacionamento não foi para frente.

“Após o primeiro encontro, nos afastamos e só nos reencontramos no final de janeiro de 2020, quando o Gabriel fez uma postagem no Facebook, e eu comentei. Após o meu comentário voltamos a conversar, mas nada de relacionamento.”

Dia dos Namorados
Dia dos Namorados: José Wilker e Gabriel começaram a namorar e a morar juntos em meio ao surto do novo coronavírus

Eles voltaram a se encontrar depois do carnaval de 2020. “Alguns dias depois, começaram a surgir casos suspeitos em nossa cidade [Muriaé, MG], nessa época, acabei ficando super bitolado e, com isso, proibindo o Gabriel de frequentar minha casa, uma vez que ele trabalhava em uma cantina do hospital da cidade”, relembrou o gerente financeiro José Wilker.

O medo com relação à doença e as dúvidas que ela trazia tomou conta de muitas pessoas, e não foi diferente com José Wilker. “Após os primeiros casos confirmados, a cantina e vários outros estabelecimentos foram fechados no primeiro lockdown, mas, mesmo assim, eu só reencontrei o Gabriel após 15 dias de isolamento em casa, com a condição de ele estar tomando todos os cuidados. Após esse período de quarentena, voltamos a nos encontrar. Quando ele chegava a minha casa, a primeira coisa era deixar o calçados na porta e ir para o banho e trocar de roupa, só após o banho que a gente namorava”, detalha José Wilker.

Foi nesse período de isolamento e incertezas que o relacionamento dos dois engrenou. Afastado do trabalho, Gabriel, que é analista de suporte de sistemas, passou por uma crise familiar séria por conta de sua orientação sexual. Os conflitos acabaram fazendo com que ele saísse de casa e fosse morar sozinho.

“Após uns dias de sua saída de casa, Gabriel foi demitido da cantina. Logo em seguida, surgiu uma vaga na empresa que eu trabalho, ele foi selecionado para fazer um teste e passou. Logo, ele me pediu em namoro, dias depois ele se mudou de vez para minha casa e passamos a morar juntos”, conta José Wilker.

“Mais de um ano se passou, e ainda estamos morando, namorando, malhando, nadando, trabalhando e se divertindo juntos, literalmente, 24 horas por dia juntos. Hoje estamos construindo nossa casa e planejando o futuro para que, em breve, possamos nos casar oficialmente.”

Romance ideal

Essas são apenas duas de muitas histórias de homens e mulheres que buscam os aplicativos na esperança de encontrar um “par perfeito”.

Segundo pesquisa realizada pelo portal especializado Casamentos.com.br, quase 20% dos casais brasileiros com planos de casamento se conheceram pela internet e redes sociais. O levantamento foi feito com mais de 3,4 mil casais, entre 26 e 40 anos.

De acordo com a pesquisa, os apps de relacionamento são os cupidos digitais com mais pontaria, com destaque especial para o Tinder, Happn e Badoo: 36% das histórias de amor que começam online e terminam em casamento nascem de um swipe [escolher alguém para conversar].

Mas outras tecnologias ainda têm muito espaço entre todas as faixas etárias: logo atrás está o Facebook, que conecta quase 33% dos usuários da internet. Além disso, os matches de Instagram representam 15%, e grupos de WhatsApp, 7%.

Vínculos afetivos duradouros

A psicóloga Adriane Branco, especialista em sexualidade humana pela Universidade de São Paulo, explica que o isolamento imposto pela pandemia fez muitas pessoas se sentirem sozinhas e que os aplicativos de relacionamentos preencheram parte desse vazio.

“A pandemia interrompeu o convívio social das pessoas e, como consequência, muitos passaram a experimentar a solidão. A possibilidade de interagir socialmente, através de um perfil num aplicativo de relacionamento, fez muitos utilizarem essa ferramenta. Além de preencher o vazio, o isolamento social obrigatório, fez as pessoas repensarem seu modo de viver. O que fez muitos buscarem nos aplicativos a oportunidade de encontrarem parcerias para vínculos afetivos mais duradouros”.

A especialista alerta, porém, para alguns problemas de se entrar de cabeça num relacionamento com o intuito de suprir a carência causada pela pandemia. “O risco é entrar em um relacionamento apenas para preencher o vazio e a solidão sentidos em função do isolamento, o que foi muito comum durante esse período, a busca por companhia”, afirma.

“É fazer caber em sua vida uma pessoa que não tem nada a ver com você e, em alguns casos, assumir compromisso mais sério. Ou mesmo se relacionar com pessoas com comportamentos agressivos ou inadequados”, destaca a pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Comportamento e Sexualidade.

Ela não descarta, entretanto, a existência de histórias de amor surgidas a partir de um clique – ou um “match” – nas redes sociais.

“Quando o amor está presente, passamos a ver no outro as qualidades e os defeitos, porém, em geral, as qualidades se sobrepõem aos defeitos. Admiramos e respeitamos. Há o desejo de permanecer juntos independentemente das diferenças encontradas, porque elas existem. Entretanto são superadas em prol de um convívio harmonioso. Diante das dificuldades, há o interesse em resolver as divergências”, frisa a especialista.

Fonte: Agência Brasil

Copolla faz alerta para a “dinâmica do sequestro intelectual” que vem inundando a internet (veja o vídeo)

Essa onda agressiva que vem inundando as redes sociais

O comentarista político Caio Copolla em vídeo publicado em no YouTube, analisa a postura daqueles que usam a discussão política para ofender quem pensa de forma diferente da sua.

Com o vídeo intitulado ‘Quem chama de Gado, Burro é’, ele comenta a atual invasão da internet por formadores de opinião agressivos e insensatos.

“Por trás de toda ofensa gratuita e dos gritos de ‘GADO!’, há um ‘BURRO’ ressentido e frustrado com a própria incapacidade de persuadir o próximo. Este vídeo é dedicado a PESSOAS SENSATAS e avessas à agressividade no debate público”.

Conforme Copolla, essa onda agressiva que vem inundando as redes sociais, acaba afastando do debate política pessoas que preferem discutir de forma argumentativa:

“A virtude da sensatez encontra cada vez menos espaço numa Internet cada vez mais agressiva. Por essa razão, pessoas sensatas e AVESSAS À VIOLÊNCIA VERBAL deixam de se manifestar por receio de constrangimento público e ficam reféns de uma espiral de silêncio”, aponta ele.

O comentarista faz, ainda um alerta sobre os influenciadores digitais agressivos, que beiram a doutrinação:

“Aparentemente, só eles compreendem o que está em jogo. São verdadeiros iluminados, sempre motivados por uma causa nobre, mas doutrinando seus seguidores por repetição, enquanto censuram quem discorda ou quem não quer colaborar”, lembra ele.

Confira:

Fonte: JCO

Bolsonaro veta lei que dá a estudantes acesso gratuito à internet

Justificativa é que medida dificultaria cumprimento da meta fiscal

O presidente Jair Bolsonaro vetou, integralmente, o Projeto de Lei nº 3.477/20, que prevê o acesso à internet, com fins educacionais, a alunos e professores da rede pública de educação. O texto, aprovado em fevereiro pelo Congresso, define que o governo federal destine recursos para estados e municípios aplicarem em ações que garantam internet gratuita, em razão da adoção do ensino remoto durante a pandemia de covid-19.

Em mensagem aos parlamentares, publicada hoje (19) no Diário Oficial da União, Bolsonaro diz que a medida é inconstitucional e contraria o interesse público ao aumentar a “alta rigidez do Orçamento, o que dificulta o cumprimento da meta fiscal e da Regra de Ouro”. Além disso, contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal, pois o texto não apresenta a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro.

“Por fim, o governo federal está empregando esforços para aprimorar e ampliar programas específicos para atender à demanda da sociedade, por meio da contratação de serviços de acesso à internet em banda larga nas escolas públicas de educação básica, a exemplo do Programa de Inovação Educação Conectada (PIEC), instituído pelo Decreto nº 9.204, de 2017, e do Programa Banda Larga nas Escolas (PBLE), bem como do Programa Brasil de Aprendizagem, em fase de elaboração no Ministério da Educação”, diz a mensagem.

Além da internet, a proposta prevê a aquisição de tablets para todos os estudantes do ensino médio da rede pública vinculados ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), tomando como referência o preço de R$ 520 por equipamento.

De acordo com o texto, a estimativa do impacto orçamentário e financeiro da proposta é de R$ 26,6 bilhões. Os custos seriam cobertos com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), doações e outros recursos previstos na lei orçamentária.

O veto ao projeto ainda será analisado pelos parlamentares, que poderão mantê-lo ou derrubá-lo.

Fonte: Graça Adjuto A/B

Vídeo do governador de Rondônia viraliza na internet

O governador é Fake…

Durante a fala do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, falando que queria começar um governo diferente, um governo pro povo; um governo leve, um governo onde as pessoas possam se identificar.

Em seguida aparece o deputado estadual Jair Montes, dizendo que havia aceitado o convite do governador Marcos Rocha e teria se tornado vice-líder do governo na Assembleia Legislativa.

Porém, um outro fato chamou a atenção daqueles que acompanhavam os acontecimentos. O deputado federal Coronel Chrisóstomo usou uma live para detonar o governador e disparou:

“O senhor nunca comandou nada governador, o senhor passou a ser coronel da PM sem comandar um batalhão, é porque se tivesse comandado um batalhão seria um coronel de verdade. O senhor é Fake, Fake, é Fake sim!”

“O senhor, não tem paridade com os coronéis, nunca comandou um batalhão, nunca foi pra frente, via no governo, em cargos do governo”

“É só onda, é só onda!”… comentou Chrisóstomo.

Ô povinho mimisento. Quanta maldade com o governador.

Claro que o fato não passou despercebido na web e os internautas não perdoaram.

Veja o vídeo:

da Redação/CN

Governo publica medida que reduz impostos sobre internet via satélite

Objetivo é dobrar número de estações de banda larga até 2025

O presidente Jair Bolsonaro editou nesta segunda-feira (21) a Medida Provisória (MP) nº 1.018/2020, que reduz tributos sobre os serviços de internet de banda larga via satélite de pequeno porte, as chamadas VSATs (Very small aperture terminal, da sigla em inglês).

De acordo com o Ministério das Comunicações, a iniciativa vai gerar um renúncia fiscal de R$ 4,5 bilhões, entre 2021 e 2030. Em contrapartida, a projeção de investimentos para o mesmo período é de R$ 8,9 bilhões. Com a publicação, a MP já está em vigor, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

Segundo a pasta, o serviço VSAT tem o potencial de atender principalmente zonas rurais e outras localidades fora dos centros urbanos, sendo, muitas vezes, a única forma de acesso para à internet para milhares de brasileiros. A expectativa do governo é dobrar o número de estações receptoras, passando dos atuais 350 mil pontos de conexão para 750 mil até 2025. Um estudo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aponta que, com a redução dos tributos, o número de usuários finais atendidos pelo serviço pode chegar a 2 milhões em 2027, quantitativo que representa o dobro do que estava previsto para o aumento do serviço caso não houvesse essa desoneração.

“Em um país com tanta desigualdade no acesso à internet, é o serviço de satélite que consegue fazer esse atendimento nas comunidades mais isoladas. No entanto, era um dos setores que mais pagavam impostos. Essa redução trazida pela MP corrige uma injustiça histórica e é muito bem-vinda”, afirma Luiz Otávio Prates, Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélites (Sindsat).

Segundo ele, entre 2016 e 2019, cerca de 75% das novas antenas de VSAT instaladas no país foram em localidades classificadas pela Anatel nas categorias 3 e 4, onde o serviço de acesso à internet é considerado precário, de baixa competitividade ou até inexistente.  

Mudanças

Para viabilizar a desoneração, a MP modifica valores cobrados em quatro tributos: a Taxa de Fiscalização de Instalação (TFI), a Taxa de Fiscalização de Funcionamento (TFF), a Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP) e a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine). Com isso, empresas que prestam o serviço de internet via satélite de pequeno porte deixarão de recolher uma taxa única de R$ 201,12 na instalação do serviço, e passarão a pagar R$ 26,83. O valor anual das taxas, que chegava a R$ 100,56, passará para para pouco mais de R$ 13.

Luiz Otávio Prates assegura que a redução dos tributos vai se refletir também no custo do serviço, que ficará mais barato para os consumidores. “Para o setor, o custo do serviço foi reduzido em mais de 7 vezes, o que deve gerar uma redução de aproximadamente R$ 20, me média, para o consumidor final”, afirma.

Operado principalmente na chamada Banda Ka, que é uma faixa de frequência de comunicação via satélite, o serviço VSAT utiliza antenas que variam de 60 a 80 centímetros de diâmetro, conectadas a um modem. Segundo o presidente do Sindsat, esse tipo de tecnologia já consegue oferecer velocidades de 20 megabytes por segundo de download a um custo mensal de cerca de R$ 150.

Fonte: Liliane Farias A/B

Dia das Crianças: geração conectada ainda gosta de brincar de bonecos

Especialistas aconselham a lidar com as crianças da geração alfa

Nativos digitais, as crianças que comemoram o dia dedicado a elas na data de hoje – 12 de outubro – não conhecem o mundo sem os tablets, internet e toda a gama de conexão e tecnologia que existe atualmente. Chamada de geração alfa, as crianças nascidas a partir de 2010 ainda sonham em ser médico ou dentista quando crescerem, mas, como o Rubens Benith Belo, de 6 anos, também querem fazer robô.

“Quero ser dentista como minha irmã, quero ser médico e ser mecânico para consertar carros. Mas, também quero fazer robô”, disse o garoto, que é irmão gêmeo da Lorena, que quer ser dentista. “Porque gosto de mexer no dente!”, disse a menina.

Enquanto não crescem, os irmãos gostam de brincar de boneco, boneca, lego, jogos de tabuleiro, mas, como a maioria das crianças dessa geração, adoram uma tela e gostam dos jogos digitais. “Gosto de encontrar o meu irmão no jogo do Roblox [jogo online]. Gosto de assistir desenho, mas também de brincar de mico [jogo de baralho]. Acho o mundo maravilhoso, mas tenho medo de gente malvada. Não gosto da pandemia, nem das queimadas, não acho legal”, opinou Lorena, que contou ainda que pediu uma boneca de presente de Dia das Crianças, já que “dá para inventar mundos, como se estivesse montando um filminho.”

O irmão contou que também pediu um boneco “porque ele tem máscara”. E continuou: “Gosto de brincar de Lego, aí eu monto coisas, eu sou criativo. Também gosto de jogar Roblox e de ver filmes na TV. Acho o mundo legal, mas é meio malvado, porque tem ladrão e ladrão que mata policial”, disse Rubens.

A mãe dos gêmeos, a professora Angélica dos Santos Benith Belo, disse que eles acham engraçado quando conta que na infância dela não existia celular. “A tecnologia para eles é uma realidade, mas não entendem quando a gente fala, por exemplo, que na nossa época não tinha celular, que não tinha isso ou aquilo, eles acham engraçado porque eles já nasceram na era digital”.

Apesar de eles gostarem de jogos digitais, ela disse que coloca limite no tempo de tela. “Com relação à tecnologia, se a gente não colocar um limite, eles querem o tempo todo ficar com o tablet, mas a gente está sempre de olho e explica que tem que ser com moderação”.

também mãe de uma bebê de um ano, Angélica espera que no futuro suas crianças sejam pessoas de bem. “Imagino um futuro no qual eles possam fazer o que quiserem, no sentido de ter a profissão que quiserem, e eu imagino que serão pessoas de bem, engajadas, porque a gente tenta, de toda a maneira, criar com apego e com carinho para que eles não sintam necessidade de buscar fora de casa alguma coisa para eles. A gente tenta criá-los com empatia, ensinando a se colocar no lugar do outro.”

Futuro da geração alfa

Assim como a Angélica, a relações públicas Lays Ribeiro, mãe do Vincenzo, espera um futuro mais empático para o seu filho viver. “Um futuro em que a escolha do gênero não interfira em que somos, em 2020 ainda vivemos com estereótipos. E que a educação dada agora o ajude a ser emocionalmente saudável e que busque para si sempre o melhor. E que o sucesso tão procurado por todos, seja em se sentir bem, estar com alguém que goste e amar o que ele faça.”

O pequeno Vincenzo, de 4 anos, também falou que gosta de jogos digitais, mas ainda de outras brincadeiras. “Gosto de montar o parque do Jurassic World, com muitos dinossauros”. Quando perguntado sobre o que acha do mundo em que vive, ele ainda não tem noção das malícias, e responde: “Gosto muito de tomar sol lá fora”. Sorte do Vincenzo, que quer ser paleontólogo e pescador.

A mãe dele conta que ele vê o mundo como uma grande brincadeira. “No dia a dia lidamos as tarefas como missões, para que possa ter noção de responsabilidades. Não ligamos noticiários, então ele não sabe o que está acontecendo lá fora exatamente. Sabe os porquês da restrição de não sair de casa, e de nós cuidarmos para não passar o vírus aos avós”.

Lays conta ainda que as telas são usadas com cautela, mesmo em tempos de isolamento. “Tem dias que passam um pouco do combinado, mas vemos claramente que a restrição de telas ajuda a ter criatividade, proatividade e desperta o livre brincar. Como consequência, tenho uma criança mais ativa e que interage com todos ao redor, é muito curiosa, menos ansiosa e irritada”, detalhou.

“A geração denominada Alfa já nasceu com a tecnologia inserida em seu contexto diário, mas se bem estimadas, também adoram o brincar desconstruído”, afirma a pedagoga com especialização em educação transdisciplinar, autora de literatura infantil e infanto-juvenil, Elisabete da Cruz. “O que observo é este brincar precisa ser mais instigante. Elas não gostam do jogo pronto, mas da possibilidade de criar suas próprias regras. São mais autônomos e frequentemente desafiadores.  Precisam de outros estímulos que estimulem seu lado criativo e imediatista.

É o que também pensa a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano. “A criança precisa se pautar pelo toque, pela leitura do corpo, das expressões e das atitudes do outro. A lição mais importante que os pais podem ensinar aos filhos pertencentes a geração alfa é a de saber equilibrar as relações tecnológicas e presenciais, entender que não podemos banir a tecnologia de nossas vidas , mas fazer dela ferramenta que nos ajuda a ler o mundo”, aconselha.

Tecnologia, infância e pandemia

Como a tecnologia faz parte dessa geração, cabe aos pais o papel de não cercear, e sim, auxiliar os seus filhos a utilizar a tecnologia com equilíbrio, defende Viviani.  “Os pais podem ensiná-los a estabelecer uma relação de “usuário e consumidor consciente” dos meios tecnológicos desde cedo, pois eles impactam diretamente nas relações sociais e acadêmicas que os filhos estabelecerão por toda a vida.”

A neuropsicopedagoga explica que, devido a intensa influência tecnológica, as crianças alfa são muito inteligentes, curiosas, multitarefas e tem intensa necessidade de interagir, inventar e se conectar. “Boa parte das brincadeiras são realizadas por meio da tecnologia, ou seja, os amigos podem ser virtuais ou não, mas o meio de relação entre eles é o mesmo: a tecnologia,”

A pandemia intensificou o uso das tecnologias e a sala de aula virou a tela do computador/tablet/celular. Esse “novo normal” para as crianças pode mudar a relação delas com o mundo. “O período de quarentena vivenciado por todos nós aumentou consideravelmente o “tempo de tela” de adultos e crianças, gerando alguns problemas que são notados de perto por todos: a exposição intensa gera dificuldades de concentração, atenção, memória e irritabilidade, problemas ocasionados pelo isolamento social e também pela instabilidade do sono”, disse.

“A tecnologia, nesse caso, nos possibilitou algumas situações que eram feitas presencialmente. A viabilização dessas situações por meio da tecnologia foi o que nos permitiu continuar, mesmo que em adaptação, algumas atividades essenciais do nosso cotidiano”, destacou a pedagoga especialista em Gestão e Docência no Ensino de EaD [Educação à Distância], Regina Madureira.

Para Regina, esse período de pandemia vai refletir no futuro das crianças. “Temos que considerar as mudanças na rotina, a incerteza – não só da criança, mas dos adultos que convivem com ela – enfim, teremos impactos no futuro, que podem ser positivos ou de melhoria para os seres humanos.”

Na opinião da Elisabete da Cruz, o uso das tecnologias pelas crianças não é responsável por despertar inseguranças. “Nesse isolamento, as dificuldades, a ausência do convívio dos amigos e familiares pode gerar inseguranças, medos e até aflorar outras emoções no futuro, o uso da tecnologia não, ela faz parte do contexto desta geração alfa e para eles é apenas uma ferramenta”, afirmou.

“O que não podemos perder de vista é que somos seres humanos geneticamente sociais e apesar dos relacionamentos interpessoais se darem também por meio da tecnologia, necessitamos do afeto físico. Nossas crianças precisam ser educadas também para se relacionar de forma física. O afeto ultrapassa as telas de computadores e dispositivos móveis”, ressaltou a neuropsicopedagoga Viviani Zumpano.

Conteúdos infantis e tempo de tela

Nem herói, nem vilã, as telas devem ser vistas como uma realidade, apontaram as especialistas. Mas o que muito se discute entre os pais é se limitar o tempo de tela é necessário. A pedagoga Elisabete destaca a importância da família para estabelecer regras.

“A criança não tem discernimento do que é bom para ela, a família é seu norteador, os limites são necessários para seu crescimento como ser humano. Não existe uma quantidade de horas pré determinadas, porque cada família possui sua própria rotina. Acredito no equilíbrio. Brincar, comer, se exercitar, usar o tablet ou celular, assistir um filme, ler um livro. A vida tem nos mostrado que o equilíbrio é o caminho. Opte pelo equilíbrio e não deixe de acompanhar as atividades que a criança tem tido acesso”, aconselha.

A pedagoga Regina Madureira completa que é preciso orientar e otimizar. “O tempo precisa ser de qualidade, principalmente com os recursos tecnológicos. Não podemos só focar na tecnologia e deixar as outras atividades como brincadeiras que estimulem coordenação motora e lateralidade, por exemplo. O desenvolvimento infantil precisa ser holístico e diversos fatores precisam ser considerados para termos um processo sólido e de efetividade para facilitar esse processo das crianças”.

Para as especialistas, é necessário pensar também no conteúdo a ser acessado pelas crianças. “Estar atento, acompanhar, buscar informações sobre a programação, limitar acessos e principalmente fazer parte disto. Ser presente, se familiarizar com o que está sendo o centro de interesses da criança, participar quando possível desta experiência e oferecer também possibilidades de conteúdo”, disse Elisabete, que ainda orienta aos pais a utilizarem ferramentas de moderação.

“Hoje existem centenas de plataformas, sites, blogs, empresas de projetos educativos e outras infinidades de recursos facilmente encontrados na internet para dar este suporte, até a contratação de um profissional especializado para estas orientações.”

Construir uma relação saudável das crianças com a internet/telas, é possível, concorda  Regina. “Estar junto à criança nas atividades, entender o propósito delas, se conectar com as crianças. Todos os momentos são únicos porque são momentos de orientação para o uso efetivo e consciente da tecnologia, tendo em mente o propósito dela que é ser uma ferramenta para facilitar e servir o ser humano.”

Outro conselho da pedagoga Elisabete é usar a tecnologia a seu favor promovendo atividades fora da tela, mas usando suas referências. “Frequente mais a cozinha, faça receitas encontradas nos aplicativos e coloque a criança para cozinhar com você, faça atividades manuais, brincadeiras, jogos. A felicidade está nas coisas simples, então, descomplique. Exercite o equilíbrio porque não existe receita pronta. Cada criança é um ser único, e independente de sua geração, precisa de afeto e proteção.”

Fonte: Maria Claudia A/B

Governo disponibiliza venda via internet de 109 imóveis

Bens estão avaliados em cerca de R$ 100 milhões

A Secretaria de Patrimônio da União (SPU) disponibiliza, a partir de hoje (27), alguns dos imóveis que, por meio de concorrência pública, serão vendidos via internet. Fazem parte dessa primeira lista 109 dos 907 imóveis que estão na “esteira de vendas” do governo federal.

Segundo o governo, os 109 imóveis desta primeira leva, localizados em sete estados, estão avaliados em cerca de R$ 100 milhões.

De acordo com o secretário de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, Fernando Bispo, a expectativa de arrecadação com os 907 imóveis – prédios, lojas, terrenos, salas e apartamentos vagos ou sem uso – é de R$ 1,7 bilhão, caso sejam colocados à venda.

Na avaliação da SPU, imóveis que não estão sendo utilizados na prestação de serviços públicos acabam gerando custos para a administração. “Muitos desses imóveis federais são alvo de invasões, depredações e alguns ainda têm risco iminente de colapso, colocando em risco a vida de pessoas. Esses bens, quando adquiridos por particulares, trazem uma excelente oportunidade de desenvolvimento das economias dos municípios”, argumentou, em nota, o secretário.

Um dos leilões mais aguardados nesse novo formato é o do edifício A Noite, no Rio de Janeiro. Inaugurado em 1929, o prédio, de 22 andares e 102 metros de altura, tem projeto do arquiteto francês Joseph Gire, também criador do Hotel Copacabana Palace, e do brasileiro Elisário Bahiana. Foi o primeiro arranha-céu da América Latina e primeiro mirante do Rio de Janeiro, e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2013.

O valor estimado da venda do edifício A Noite é de R$ 90 milhões. O edifício também abrigou a pioneira Rádio Nacional desde a sua criação, em 1936, e foi ocupado durante décadas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

De acordo com a nova lei que flexibiliza a venda de bens públicos, o valor dos imóveis poderá ser reduzido em até 25% do valor inicial de oferta se houver necessidade de um segundo leilão. No caso de um imóvel ter sido ofertado duas vezes em leilões poderá ser vendido diretamente, com intermediação de corretores de imóveis, mantendo-se o desconto.

A participação no leilão é feita pelo Portal de Imóveis da União. Na página, os bens podem ser filtrados por valor ou pela localização por estado ou município. Há, ainda, a avaliação, identificação do respectivo edital e mapa com localização.

Para participar da concorrência pública, o interessado deverá fazer o credenciamento prévio no portal Gov.br, criando login com nome e senha. Depois disso, basta apresentar a proposta, que deve ser igual ou superior ao preço de avaliação do imóvel. A partir de então, o interessado se torna um licitante e passa a receber informações de como proceder durante concorrência virtual. Para ser habilitado, deverá ser feita uma caução correspondente a 5% do valor de avaliação da propriedade.

No caso de pessoa jurídica, serão desclassificadas aquelas que não tenham certidão Negativa de Débitos Relativos aos Tributos Federais e à Dívida Ativa da União; estejam com CNPJ inaptos, suspensos, nulos ou baixados; e possuam sanção que impeça a participação em licitações ou a contratação com o Poder Público.

Fonte: Lílian Beraldo A/B