Casal tem casa invadida por bandidos e é mantida reféns em Porto Velho

Policiais tiveram que intervir pois criminosos mantiveram família reféns por mais de duas horas.

A Polícia Militar (PM), prendeu dois criminosos na manhã desta quarta-feira (21), por invadi e manter reféns uma família no bairro Cristal da Calama, zona leste de Porto Velho. As vítimas ficaram sob a mira dos bandidos por mais de duas horas. Cerca de 20 policiais foram enviados até a casa da rua Calcita, onde acontecia a invasão, para negociar com os suspeitos.

Conforma a Polícia, o sequestro foi descoberto depois que policiais abordaram uma caminhonete em Guajará-Mirim (RO) e o motorista apresentou nervosismo. Na abordagem, o condutor apresentou “informações desconexas” e isso levantou suspeitas.

Os policiais de Guajará-Mirim entraram em contato com a PM de Porto Velho e nesse momento foi descoberto que a respectiva caminhonete abordada se tratava de um veículo roubado na capital.

Diante da informação, a PM de Porto Velho se deslocou até a residência que constava como endereço do proprietário da caminhonete e então o sequestro foi descoberto.

Mais 18 policiais chegaram no endereço da família e fizeram o cerco. Logo depois se deu início a uma negociação com os suspeitos para que liberassem as vítimas da casa, incluindo uma criança de 2 anos.

Diante da ação policial, os suspeitos fizeram algumas exigências para se entregarem, como o comparecimento da imprensa no local, da esposa de um deles e os dos advogados.

Com a negociação policial e já com a presença da imprensa na frente da casa, a primeira vítima a ser liberada foi o filho do casal, uma criança de 2 anos.

Depois, com a chegada a esposa de um dos suspeitos, a mulher do casal também foi liberada.

Cerca de 1h depois e com a chegada de dois advogados, o pai da família foi liberado e em seguida os dois suspeitos se entregaram.

Fonte: Assessoria

TJ obriga estado a pagar indenização a morador que teve casa assaltada por 10 apenados em Ji-paraná

A vítima teve sua residência invadida por foragidos do presídio Agenor de Carvalho. O caso aconteceu em fevereiro de 2020.

O Estado de Rondônia vai ter que pagar indenização de R$ 80 mil a um morador de Ji-Paraná (RO) que foi assaltado por foragidos do presídio Agenor de Carvalho. Cerca de dez apenados invadiram a casa da vítima dia 5 de fevereiro de 2020 e renderam a família para levar os bens.

A decisão é da A 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia que manteve a condenação do juizo de 1° grau nesta semana.

De acordo com a vítima, foram levados:

  • 1 automóvel;
  • 1 motocicleta;
  • Quantias em dinheiro;
  • Objetos pessoais como relógios, joias e celulares.

A sentença determina que, além os R$ 80 mil que são referentes ao valor do veículo, o Estado ainda deve pagar R$ 3 mil em dinheiro que também foi levado da casa no dia do ataque. Com relação aos outros bens, o juízo não aceitou reparação por entender que “não foram demonstrados nos autos”.

A vítima ainda havia solicitado danos morais, que também não foram aceitos por falta de provas, segundo a decisão.

Entenda o caso

O advogado e defensor público, Fábio Roberto, explica que não são todos os casos em que o Estado é responsável por incidentes como assalto por não ser “onipresente”. O caso citado pelo TJ-RO é uma exceção.

“O que criou a obrigação de reparação por parte do Estado às vítimas foi o fato de que os assaltantes estavam sob a custódia do Estado e fugiram por conta de omissão na segurança e na vigilância deles no presídio”, disse.

Logo, apesar do Estado ter recorrido à decisão alegando não ter relação com o evento, o voto do relator, desembargador Daniel Lagos, diz que não há dúvidas que as provas demonstram o dano material causado por presos que estavam sob a guarda do Estado.

Fonte: TJ-RO

A invasão de Luis Miranda na sessão da CPI (veja o vídeo)

Um flagrante de conluio com Aziz e Renan

Uma situação inusitada ocorreu na sessão da CPI desta quinta-feira, 1º de julho, durante depoimento de Luiz Paulo Dominguetti Pereira, apontado como representante de uma suposta empresa norte americana de representação de medicamentos, envolvido em uma acusação de tentativa de venda ilegal de vacinas no Brasil.

Dominguetti divulgou um áudio em que o deputado federal Luiz Miranda supostamente trataria de compra de vacinas. Os senadores Renan Calheiros e Marcos Rogério discutiam sobre a necessidade de encaminhar o conteúdo para a Polícia Federal verificar, quando surge na cena o próprio Luiz Miranda, que passa a conversar no pé do ouvido com Omar Aziz e Renan.

Em flagrante ato de desrespeito às regras da CPI, já que o deputado também passou a ser investigado, os senadores governistas protestaram e chegaram mesmo a pedir a sua prisão.

Alguém se arrisca a opinar sobre o que Miranda, Aziz e Calheiros cochichavam em flagrante ato de conluio?

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

Homens armados invadem residência para roubar moto em Guajará-Mirim

Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

Uma família foi feita refém na noite da última quinta-feira (27), em Guajará-Mirim (RO), quando quatro homens armados invadiram a casa para roubar uma motocicleta. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

Segundo informações do boletim de ocorrência, um homem bateu à porta da casa, localizada no bairro Santa Luzia, dizendo ser o vizinho. Uma adolescente, de 15 anos, teria aberto a porta e nesse momento os quatro ladrões invadiram a casa.

Um dos suspeitos rendeu a menor, puxando pelos cabelos e apontando uma arma para a cabeça dela. Outros dois suspeitos renderam o irmão, de 18 anos, apontando uma faca para o pescoço e uma arma para a cabeça, além de lhe agredirem com tapas. O quarto suspeito então aproveitou o momento e roubou a motocicleta.

Em seguida, a mãe, de 47 anos, acionou a Polícia Militar (PM). Como o veículo possuía rastreamento, os agentes localizaram a moto às margens do rio Mamoré, pronta para ser embarcada em uma canoa e atravessada para a Bolívia. Ao avistarem os policiais, os suspeitos fugiram.

De acordo com a PM, a mãe e os filhos tiveram apenas escoriações pelo corpo. Ainda durante o assalto, os suspeitos levaram um aparelho celular, uma mochila e a chave da casa da família.

A moto foi devolvida para a família e até o momento nenhum suspeito foi preso.

Fonte: G1/RO

Hackers invadem transmissão de palestra do ministro Paulo Guedes

Houve várias interrupções em inglês e em russo

Hackers invadiram hoje (27) uma sala virtual de transmissão do encontro Diálogos com a Indústria, realizado pela Coalizão Indústria, que conta com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e congrega 15 entidades, durante participação do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Por pouco mais de dois minutos houve várias invasões na sequência em inglês e em russo. Além dos áudios com vozes e músicas, que impediram a compreensão do que o ministro estava falando, os invasores exibiram vídeos pornográficos.

Como o ministro estava participando presencialmente, a apresentação dele não foi suspensa.

Segundo os organizadores, o encontro ocorreu em um local de Brasília, respeitando o distanciamento social e os protocolos sanitários. A transmissão foi por meio da plataforma de reuniões online Zoom.

Este tipo de invasão é chamado de Zoombombing ou Invasão Zoom, que numa videoconferência ocorre para a transmissão de material obsceno ou discriminatório.

O encontro foi aberto pelo presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo e Melo Lopes.

Nota

Em nota, a coalizão Indústria confirmou a invasão durante a transmissão para a imprensa do evento. “Houve, por alguns minutos, a interferência de terceiros que usavam nomes de jornalistas credenciados, com áudios e imagens externos. Os perfis foram excluídos rapidamente”, explicou.

A Coalizão acrescentou que, na transmissão para o público, não houve interferências e ocorreu normalmente. No entanto, durante a invasão o áudio do ministro ficou comprometido e sem possibilidade de ser compreendido.

“A Coalizão Indústria informa ainda que vai apurar os fatos e pede desculpas aos repórteres presentes na transmissão pelo inconveniente”, concluiu a nota.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

A invasão dos “Togados”

Os sobreviventes serão perdoados e reintegrados?

Em plena pandemia, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), manda o presidente do senado instalar a CPI para apurar as responsabilidades do governo federal, durante a gestão da pandemia. Um desrespeito a garantia constitucional

O objetivo, todos já sabem, provocar a maior desgaste possível do governo Bolsonaro, que está numa missão quase suicida atrás das linhas inimigas, às vésperas de um ano eleitoral.

“Essa medida é uma ameaça grave à democracia brasileira, princípio constitucional que o próprio STF, afirma defender, no entanto, abre um precedente gravíssimo e perigoso, entre os pilares da democracia”. Se é que ela existe!

Lamentavelmente, o pior estaria por vir: Impondo mais uma derrota ao Palácio do Planalto um grupo de dez ministros confirmaram, nesta quarta-feira, 14, a decisão individual do ministro Barroso e mandou que o Senado Federal instalasse a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar possíveis negligencias do governo Federal na pandemia.

Numa rápida leitura de voto, Barroso frisou que “decisões políticas devem ser tomadas por quem tem voto”. “Todavia, nesse mandado de segurança, o que está em jogo não são decisões políticas, mas o cumprimento da Constituição. O que se discute é o direito de minorias políticas parlamentares fiscalizarem o poder público, diante de uma pandemia que já consumiu 360 mil vidas apenas no Brasil com perspectiva de chegar à dolorosa cifra, ao recorde negativo, de 500 mil mortos“, disse Barroso.

No meio de uma Guerra, um grupo de “dez Ministros” da mais alta corte desse país é convocado para uma missão destrutiva: “Invadir o senado Nacional”.

Essa sinopse poderia descrever uma poção de coisas, no entanto, quero apenas destacar a invasão dos dez ministros do Supremo Tribunal Federal, politicamente incorreto, invadir o poder legislativo para obrigara-lo a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para fiscalizar e investigar o Poder Executivo. Em linhas gerais, essa CPI só tem uma finalidade: destruir o presidente.

Para mim, esse é um exemplo claro de abuso de autoridade, “unidos seremos invencíveis”. Um elenco perfeito para destruir a democracia deste país em nome da constituição, comandado pelo ministro Luís Roberto Barroso.

Outros veteranos foram escalados para compor o grupo dos dez, entre eles, o ministro Gilmar mendes, Luiz Fux, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e o novato Kassio Nunes Marques. Todos se juntaram ao Ministro Barroso, Para invadir os poderes da república, o alvo da missão, destruir Bolsonaro.

“Que país é esse? “um presidente que não consegue governar!”

Contudo, “os dez Ministros” são cercados de polêmica. Muitos consideram “Ditadores de toga”, com ações consideradas, especialmente controvertidas e excessivas. Outros críticos, no entanto, observam que a atuação dos ministros é mais complexa do que parece.

Há algum tempo não muito distante, os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes, eram inimigos públicos e altamente emocionais. Num acesso de ira especialmente severo, Barroso não apenas disse para todo mundo que Gilmar era uma “pessoa horrível”, mas que também apresentava “pitadas de psicopatia” – nada menos que isso. A acusação foi feita em sessão plenária, gravada em vídeo e áudio, e não pode mais ser apagada e tão pouco considerada como fake news pelas agências de fiscalização da verdade que hoje são a Estrela Guia das redações brasileiras.

Contudo, a vida é mesmo cheia de surpresas. O tempo passa, o mundo gira e eis que Gilmar e Barroso, no momento, estão de acordo em praticamente tudo, pelo menos quando se trata dos decretos que baixam, sem parar. Mas quando se trata da mesma coisa eles acabam se unindo “aglomerando” onde reúne PT, partidos nanicos, OAB e demais clubes da elite nacional; vivem obcecados para despejar o presidente Jair Bolsonaro do Palácio do Planalto, se possível antes da eleição de 2022.

De um jeito ou de outro, nada vai acontecer – só barulho de “genocídio”. Mas é isso mesmo que o STF quer. No mais, Barroso e Gilmar deveriam ser desafetos. No entanto, estão cada dia mais parecidos.

Lamentável o que está acontecendo neste país, pessoas que ocupam o lugar da autoridade, mas não se comportam com tal.

“(…) é essencial que as pessoas que ocupem o lugar da autoridade tenha competência para tal, é necessário conhecer o lugar e saber conduzi-lo da melhor forma possível – isto é, ser uma autoridade. Além, da autoridade moral, essa se refere a uma autoridade vinda de alguém que é honesto, íntegro e livre de quaisquer suspeitas. Trata-se, portanto, de uma autoridade incontestável”.

“Em suma podemos concluir que a democracia não existe, neste país, a harmonia entre os poderes é uma farsa – o abuso de poder é algo passível de ser ensinado e aprendido.”

Convém perguntar, contudo, será que estão certos? Penso que não!

De qualquer forma, quem se destacou como general-da-toga foi Barroso. O ministro Gilmar Mendes deve ficar de olho bem aberto, para não ficar para trás na prepotência.

Por Edilson Neves*

Derrotado na justiça por Augusto Nunes, Boulos vira réu por invasão ao Triplex de Lula (veja o vídeo)

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A vida do psolista Guilherme Boulos está cada vez mais complicada

Depois de sofrer uma derrota acachapante na Justiça para o respeitado jornalista, Augusto Nunes, Boulos tem um novo capítulo em seu inferno astral.

A Justiça Federal recebeu a denúncia contra ele e mais duas pessoas acusadas de invasão ao triplex do Guarujá (SP).

Agora, o coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) é réu por causa do ato, ocorrido em abril de 2018, como protesto à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ocorrida na época.

A decisão de receber a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) foi tomada pela juíza Lisa Taubemblatt, da 6ª Vara Federal de Santos (SP).

A magistrada deu dez dias para Boulos oferecer resposta à acusação por escrito.

O psolista terá que arcar com seus atos!Lembre da invasão ao triplex de Lula:

Fonte: JCO

Câmara envia impeachment de Trump ao Senado na segunda-feira

Ex-presidente é acusado de incentivar a invasão do Capitólio por seus apoiadores uma semana antes da posse de Joe Biden

O líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, anunciou nesta sexta-feira que a presidente da Câmara dos Representantes, a também democrata Nancy Pelosi, enviará na segunda-feira ao Senado o texto para o julgamento político do ex-presidente Donald Trump pela responsabilidade na invasão ao Capitólio.

Isso significa que o segundo julgamento político de Trump pode começar formalmente na próxima terça-feira, um dia após a entrega da acusação contra o ex-presidente, a não ser que os democratas e republicanos do Senado cheguem a um acordo para mudar o calendário.

“Haverá um julgamento no Senado e votaremos sobre a condenação do ex-presidente. Falei com a presidente Pelosi e fui informado que o texto será entregue na segunda-feira ao Senado”, disse Schumer em discurso na Câmara.

Trump, o primeiro mandatário da história dos Estados Unidos a ser submetido a dois julgamentos políticos, será acusado de “incitar à insurreição” pelo envolvimento na invasão ao Capitólio, no dia 6 de janeiro, por parte de seus apoiadores. O incidente resultou em cinco mortes.

O julgamento não pode mais resultar na destituição de Trump, que já deixou a Casa Branca, mas os democratas acreditam que o processo conseguirá inabilitar o ex-presidentes a cargos políticos no futuro.

Segundo as regras do Senado americano, qualquer julgamento político deve começar às 13h do dia seguinte ao momento em que a Câmara dos Representantes enviar a acusação.

No entanto, o Senado tem certa flexibilidade para mudar o calendário. Schumer afirmou nesta sexta-feira que negocia sobre o tema com o líder da minoria republicana do Senado, Mitch McConnell, que na quinta-feira propôs adiar o processo para fevereiro.

McConnell argumentou que Trump necessita tempo para preparar sua defesa, motivo pelo qual propôs a concessão do prazo de uma semana, contando a partir do primeiro dia do julgamento no Senado, para que o ex-presidente apresente sua resposta à acusação e outra para apresentar seus documentos preparatórios do processo.

Fonte; R7

Posse de Biden terá esquema de segurança inédito nesta 4ª

Ao invés de multidões e desfile em carro aberto, milhares de membros da Guarda Nacional patrulham uma Washington isolada

Por conta da pandemia do novo coronavírus, a posse do presidente eleito Joe Biden, na próxima quarta-feira (20) já seria um evento diferente de outras posses ao longo da história dos EUA, sem as multidões de antigamente. No entanto, a invasão do Capitólio por apoiadores do presidente Donald Trump, no último dia 6, mudou tudo isso.

Um imenso esquema de segurança vai tentar garantir que cenas parecidas com as registradas na sede do Congresso não se repitam. Para isso, o Serviço Secreto dos EUA, que organiza a vigilância em grandes eventos no país desde 1998, reuniu dezenas de agências, desde a Guarda Nacional até os departamentos de polícia de Washington e cidades próximas, além das agências de inteligência do país.

Mais de 20 mil homens da Guarda Nacional farão a segurança nas ruas e prédios mais importantes de Washington, como o Capitólio, a Casa Branca e monumentos nacionais. O FBI intensificou o monitoramento para localizar possíveis ameaças, além de tentar deter os líderes e participantes da invasão ao Capitólio.

Em várias cidades, pessoas que postaram ameaças em redes sociais contra Biden e outros membros do Partido Democratas já foram detidas. Mesmo com tudo isso, o presidente eleito já afirmou que fará o juramento para o cargo ao ar livre, diante do Capitólio, como vem sendo feito há séculos.

Tradições descartadas

O tradicional desfile em carro aberto pelas ruas da capital foi descartado por questões de segurança. As plateias, que antigamente preenchiam o percurso para saudar o novo presidente, darão lugar a um especial que será transmitido pela TV e internet.

Biden, que durante mais de 30 anos pegou o trem todos os dias para ir da cidade onde mora, Wilmington, no Estado de Delaware, também precisou mudar seu meio de transporte para chegar à posse sem ficar exposto.

Para evitar que as pessoas, especialmente apoiadores de Trump com intenção de cometer algum tipo de violência, se aproximem do centro nervoso de Washington, 13 das principais estações de metrô da cidade foram fechadas e muitas das ruas que dão acesso ao local estarão bloqueadas. Além disso, uma enorme cerca foi erguida ao redor do Capitólio, onde soldados têm dormido desde a semana passada.

Outra tradição que será quebrada é a presença do presidente que deixa o cargo recepcionando seu sucessor. Donald Trump avisou que não irá participar das festividades e não fez o tradicional convite a Biden para ir à Casa Branca durante a transição.

O vice-presidente Mike Pence, ao contrário, estará presente. Junto com ele, Biden e os ex-presidentes Barack Obama, George W. Bush e Bill Clinton irão até o cemitério de Arlington, na Virgínia, para colocar uma guirlanda de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido. Em todo o momento, eles serão vigiados e escoltadados pelo aparato de segurança.

Fonte: R7

Trump garante ‘transição ordenada’ após Congresso certificar Joe Biden

Em nota, presidente dos EUA disse que chega ao fim o ‘melhor primeiro mandato’ e volta a afirmar que eleição foi fraudada

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou publicamente que vai deixar o cargo no dia 20 de janeiro e garantiu, nesta quinta-feira (7), uma “transição ordenada” de poder depois de o Congresso certificar a vitória do novo presidente americano, o democrata Joe Biden. 

“Embora eu discorde totalmente com o resultado da eleição e os fatos me confirmem, mesmo assim haverá uma transição ordenada em 20 de janeiro”, disse Trump em um comunicado.

A afirmação de Trump ocorre depois de uma confusão generalizada e a invasão por apoiadores do republicano ao Capitólio, em Washington. O ato resultou em, pelo menos, quatro pessoas mortas – uma mulher foi baleada dentro do local e a polícia não deu detalhes sobre as outras três vítimas. 

“Eu sempre disse que nós continuaríamos lutando para garantir que apenas votos legais fossem contados. Enquanto isso representa o fim do melhor primeiro mandato presidencial na história, é apenas o começo da nossa luta para fazer a América grande de novo”, disse o presidente, reforçando o slogan e as acusações sem provas de que as eleições foram fraudadas.

O democrata Joe Biden assumirá o cargo de presidente dos EUA no dia 21.  

Invasão ao Senado deixa mortos

Na tarde de quarta-feira (6), milhares de apoiadores de Trump invadiram o Senado durante a sessão que certificaria a vitória de Biden, forçando a pausa da cerimônia e o isolamento do local. 

Apoiadores lutaram contra a polícia e roubaram itens que estavam no local. Até o final da noite, foram confirmadas pelo menos 20 prisões, além dos quatro óbitos.

Fonte: R7