Polícia civil investiga furto de armas de fogo em uma transportadora da capital

Segundo a polícia, foram levados 27 armas incluindo um fuzil. O local também não contava com vigilante ou porteiro noturno.

Polícia investiga roubo de armas na Capital

Uma empresa de transportes localizada na rua Atlas em Porto Velho, foi invadida na manhã do último sábado (11). Durante o furto foram levadas 27 armas de fogo, entre elas um fuzil.

De acordo com o boletim de ocorrência, próximo das 6h um funcionário percebeu que parte de uma parede da empresa estava quebrada e o cofre do bélico estava visivelmente danificado e aberto.

Após isso, ele acionou a gerência do local. Quando foi feita averiguação se constatou que 27 armas haviam sido furtadas.

Segundo a empresa responsável pelo monitoramento do local, durante a madrugada três suspeitos quebraram o muro lateral do estabelecimento, entraram no depósito, quebraram os cadeados e saíram rapidamente com as armas, sem furtar qualquer outro objeto.

Ainda segundo a empresa, o sistema de monitoramento não constatou anormalidades durante o furto e por isso os alarmes não dispararam. O local também não contava com vigilante ou porteiro noturno.

Há uma semana, uma empresa de transporte aéreo em Porto Velho também foi assaltada. O gerente do local acionou a Polícia Militar (PM) e informou que ao chegar no trabalho notou que o estabelecimento estava revirado e faltavam várias encomendas.

Segundo informações repassadas pela Polícia Civil, há indícios que várias armas de fogo teriam sido furtadas do local.

Fonte: G1/RO

Corpo é encontrado em estado de decomposição na zonal rural de Porto Velho

A Polícia Civil investiga caso.

Parte de uma ossada humana foi encontrada em um sítio localizado na zona rural de Porto Velho, no domingo (5). O corpo foi encontrado pela proprietária do local.

De acordo com testemunha, a proprietária do sítio tinha saído para colher tucumã, quando se deparou com o corpo em avançado estado de decomposição. Neste momento, ela acionou a Polícia Civil, que foi até o local.

O sítio fica localizado em rodovia Expresso Porto (Anel Viário), zona rural da capital.

Nos trabalhos realizados pela equipe da perícia técnica, não foi possível identificar a causa da morte. O corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil vai investigar o caso.

Fonte; Rede Amazônica

Polícia investiga caso de mulher esfaqueada pelo ex-marido açougueiro em Porto Velho

Crime foi registrado como tentativa de homicídio; vítima segue internada no hospital João Paulo II.

A Polícia Civil por meio da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher e Família (Deam), investiga um caso de mulher esfaqueada no pescoço e nas costas pelo ex-companheiro, um açougueiro de Porto Velho, na noite de quinta-feira (2). Ainda não se sabe a motivação do ataque, porém a Polícia Militar (PM) informou que o suspeito usou a motocicleta do local onde trabalha para ir atacar a vítima. O homem não foi preso e o caso está registrado como tentativa de homicídio.

Segundo registro policial, inicialmente a guarnição foi acionada para atender uma ocorrência de discussão entre um homem e uma mulher. Quando chegaram no endereço, os policiais já encontraram a vítima com um ferimento no pescoço e com um objeto perfuro-cortante cravado abaixo da costela, no lado direito.

Enquanto a vítima recebia os primeiros-socorros, os policiais colheram informações sobre o crime e a vítima, ainda consciente, acabou relatando que o autor das facadas havia sido seu ex-companheiro e que, no momento do ataque, ele usava uma moto do açougue onde trabalhava.

Diante da informação, a viatura se deslocou até local de trabalho do açougueiro. Na empresa, funcionários disseram que o suspeito havia acabado de deixar a motocicleta lá e saiu a pé, sentido rua Petrolina.

Os agente foram até a residência do suspeito, porém o homem não foi localizado.

A mulher esfaqueada foi levada ao Hospital João Paulo II e segue em observação médica.

Fonte: Rede Amazônica

Polícia Civil investiga incêndios contra maquinários e pontes rurais em RO

Prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 170 mil.

Atentados criminosos contra maquinários e pontes rurais de Governador Jorge Teixeira (RO) já estão na mira da Polícia Civil. Segundo a prefeitura, casos de vandalismo e depredação estão ocorrendo desde o inicio do ano e o prejuízo estimado é de aproximadamente R$ 170 mil.

O primeiro episódio ocorreu na madrugada do 1º dia de fevereiro. Foram incendiadas uma ‘patrol’ e uma pá carregadeira. Em seguida, já no dia 27 de maio, outra ‘patrol’ foi queimada.

Já na última sexta-feira (27), duas pontes foram depredadas e incendiadas por criminosos, sendo uma delas na Linha 646 e outra no Travessão da Linha 644.

Os dois ataques criminosos já estão sendo investigados pela Polícia Civil de Jaru (RO).

Pontes são depredadas em Governador Jorge Teixeira, RO — Foto: Divulgação
Pontes são depredadas em Governador Jorge Teixeira, RO

Os incêndios acabaram prejudicando o escoamento da produção rural do município de Governador Jorge Teixeira, já que os produtores não podem passar pelas pontes com estruturas comprometidas.

Em uma nota de repúdio, a prefeitura ressaltou que os atos criminosos, executados sem nenhum motivo aparente, prejudicam o escoamento da produção rural.

A prefeitura informou que abriu um processo de investigação interno e a Polícia Civil também investiga os casos.

“Com relação às pontes incendiadas, as obras de restaurações devem iniciar na próxima segunda-feira (30).

Máquinas são depredadas em Governador Jorge Teixeira, RO — Foto: Divulgação
Máquinas são depredadas em Governador Jorge Teixeira, RO

Fonte: G1/RO

Morre policial baleado durante assalto na zona sul de Porto Velho

O sargento acabou sendo atingido com um tiro na cabeça na tarde desta quarta-feira (25), dentro de um restaurante.

O sargento da reserva da Polícia Militar Carlos Alberto de Magalhães, 54 anos, acabou morrendo na noite de ontem no Hospital João PauloII. Policial foi atingido com um tiro na cabeça durante um assalto na tarde desta quarta-feira (25), em um restaurante localizado na Rua Geraldo Siqueira, no Bairro Caladinho.

De acordo com informações, o sargento estava no estabelecimento, quando foi abordado por três criminosos armados.

Ao anunciar o roubo, o policial chegou a entrar em lutar corporal com um dos bandidos. Foi nesse momento que ele foi baleado na cabeça.

Após balear o policial, os bandidos fugiram levando a pistola do sargento. Eles fugiram com o apoio de um carro.

Populares socorreram o sargento em um veículo particular até o Pronto Socorro João Paulo II, ficou em coma, mas não resistiu e morreu.

Segundo a polícia, um casal foi preso por envolvimento por dá cobertura aos criminosos. Com eles foram encontrados uma pistola.

Os dois foram encaminhados para a sede da Polícia Civil, onde ficaram à disposição da justiça. A polícia segue com a investigação.

Fonte: Rondônia Agora

Jovem suspeito de fabricar notas falsas é preso pela PF; suspeito utilizava técnica para envelhecer notas em RO

Suspeito foi preso em flagrante em residência. No imóvel foram localizados mais dois envelopes com notas falsas, sendo R$ 1 mil em cada envelope.

A Polícia Federal (PF) na tarde de quarta-feira (25), prendeu em flagrante um suspeito de 21 anos que distribuía notas falsas no comércio de Porto Velho. Segundo a polícia, o suspeito usava técnicas de ‘envelhecimento‘ para assim dificultar a identificação das notas.

A PF diz que o crime de moeda falsa foi descoberto pela coordenação de segurança dos Correios, que identificou o rapaz recebendo uma encomenda com cerca de R$ 1 mil em cédulas falsas.

Os policiais federais, após serem comunicados do crime, foram até a casa do suspeito para cumprirem mandado de busca. No imóvel foram localizados mais dois envelopes com notas falsas, sendo R$ 1 mil em cada envelope.

Na residência também foram encontrados diversas canetas usadas na detecção de notas verdadeiras e falsas, além de lanterna de luz ultravioleta e máquina detectora de cédula falsa.

De acordo com a PF, o jovem “realizava técnicas de envelhecimento das cédulas e valia-se de outros métodos para dificultar a identificação da falsidade”.

Antes de colocar o dinheiro falso em circulação, o suspeito submetia as notas em testes de eficácia.

O suspeito foi preso em flagrante e então encaminhado ao presídio estadual em Porto Velho. Ele vai responder judicialmente por crime de moeda falsa.

Fonte; G1/RO

Renan Calheiros inclui mais três nomes à lista de investigados da CPI

Ex-diretor preso pela Comissão e dois empresários farão parte da lista que já conta com dois ex-ministros 

O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou, na manhã desta quarta-feira (25), que incluirá três novos nomes à lista de investigados pela comissão. Roberto Dias, ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde, Francisco Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos, e Emanuel Catori, sócio da Belcher Medicamentos, passarão à condição de investigados pela comissão.

Dias chegou a ser preso em flagrante por algumas horas na Polícia Legislativa do Senado após o seu depoimento, em 29 de junho, sob a acusação de falso testemunho. Na semana passada, entretanto, a Justiça Federal de Brasília anulou a prisão do ex-diretor do Ministério e determinou a devolução da fiança paga.

Maximiano, por sua vez, já era um dos principais alvos da comissão, mas ainda não estava na lista dos formalmente investigados. O depoimento do empresário, prestado no último dia 18, chegou a ser adiado quatro vezes por causa das constantes viagens à Índia, interpretadas por senadores como uma maneira de tentar evitar falar à CPI. A Precisa foi representante da Bharat durante a negociação da vacina indiana Covaxin.

Emanuel Catori depôs nesta terça-feira (24) e admitiu que a reunião da qual participou no Ministério da Saúde, em abril, foi marcada pelo deputado e líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR). A empresa da qual Catori é sócio, a Belcher Farmacêutica, tentou negociar a vacina Covidencia, produzida pelo laboratório chinês CanSino. Barros também está na lista de investigados pela CPI.

Integram a lista do relator, ainda, os ex-ministros Eduardo Pazuello e Ernesto Araújo, o ex-secretário-executivo da Saúde Elcio Franco, o empresário Carlos Wizard, entre outros.

Fonte: R7

Diretor do DNIT é um dos alvos de operação da Polícia Federal

Servidores públicos, lobistas e empresários teriam negociado um terreno da autarquia por valor abaixo do mercado

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (24), a Operação Daia para apurar indícios de corrupção e tráfico de influência no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Ao todo, os agentes cumprem 14 mandados de busca e apreensão em Goiás, Tocantins, São Paulo e no Distrito Federal.

O diretor de Infraestrutura Ferroviária do DNIT, Marcelo Almeida Pinheiro Chagas, é um dos alvos da investigação. No prédio do órgão em Brasília, os investigadores buscam documentos no segundo andar, onde funciona a Diretoria de Infraestrutura Ferroviária.


As investigações apontam que lobistas atuavam para favorecer uma empresa operadora de portos secos junto ao órgão federal. Os envolvidos, que também incluem servidores públicos, tiveram as contas bancárias bloqueadas por ordem da Justiça Federal.

Pelas redes sociais, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, declarou que a operação foi feita em parceria com Subsecretaria de Conformidade e Integridade.

O esquema
De acordo com a PF, a empresa investigada venceu a licitação para administrar o Porto Seco de Anápolis (GO). No entanto, não conseguiu a habilitação do terreno indicado para a construção do terminal.

Por isso, os lobistas foram procurados para negociar a compra de uma área que pertencia ao DNIT no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia) por um valor abaixo do negociado no mercado.

Esses lobistas teriam, segundo a investigação, negociado a compra com funcionários do DNIT. Mediante o pagamento de propina, os servidores teriam favorecido os interesses da empresa dentro do órgão. Feitas as negociações, o terreno foi avaliado pela autarquia em R$ 11 milhões. A Polícia Federal aferiu, no entanto, que a propriedade chegaria ao valor de R$ 44 milhões.


Os envolvidos podem responder pelos crimes de peculato, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e associação criminosa.

Em relação à operação desta terça (24), o DNIT divulgou a seguinte nota:

“O DNIT colabora com a investigação, visando a completa elucidação dos fatos. O Departamento está em permanente contato com os órgãos de controle e reafirma que pauta sua atuação dentro da legalidade e lisura, respeitando todos os princípios éticos da administração pública.”

Fonte: R7

Renan critica advogado da Precisa na CPI: ‘silêncio incriminador’

Túlio Silveira se recusou a responder perguntas na sessão desta quarta e afirmou estar amparado por prerrogativas da advocacia

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), criticou nesta quarta-feira (18) a decisão do advogado Túlio Silveira de ficar em silêncio em seu depoimento à comissão e afirmou que ele está se “incriminando”.

Após uma fala inicial e respostas a algumas perguntas sobre seu escritório de advocacia e a relação com a Precisa, o advogado se negou a responder questões sobre a negociação da Precisa com o Ministério da Saúde para a venda da vacina Covaxin – a mais cara entre as negociadas pelo governo e alvo de investigação de diversos órgãos. 

Ele justifica a decisão apontando para prerrogativas da advocacia, como o sigilo profissional em relação aos clientes. Ampara-se ainda em decisão obtida no STF (Supremo Tribunal Federal) e que o permite ficar em silêncio em questões que possam incriminá-lo.

O advogado se negou a responder também questões que estariam ligadas a outros temas, como postagens de apoio ao presidente Jair Bolsonaro e ao tratamento precoce, causando a revolta de senadores, especialmente do relator da comissão.

“O silêncio é um silêncio incriminador. Em tendo oportunidade, ele não respondeu nenhuma das perguntas que não tinham nada a ver com a negociação da Covaxin nem com a Precisa”, disse. “Evidente que essas postagens não têm nada a ver com a questão da Precisa nem com o papel que Vossa Senhoria exerce perante a empresa. Trata-se de postagem pessoal criminosamente em defesa do tratamento precoce e contra as vacinas”, completou Renan.

A crítica foi reforçada por outros senadores. Eliziane Gama (Cidadania-MA) afirmou que ele não poderia “abusar” do direito ao silêncio. E o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), suspendeu a sessão após uma das negativas de Silveira.

Fonte: R7

Ricardo Barros passa a ser investigado pela CPI da Covid

Relator Renan Calheiros deu a informação antes da abertura da sessão desta quarta-feira, que ouve advogado da Precisa

O relator da CPI da Covid, senador Renan Calheiros (MDB-AL), anunciou nesta quarta-feira (18) que o líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), passa a ser investigado pela comissão a partir de hoje.

Segundo Renan, Ricardo Barros será investigado por causa de suas relações com o Ministério da Saúde e a empresa Precisa Medicamentos.

A informação foi dada pouco antes da abertura da sessão e foi reforçada no início da reunião desta quarta, que ouve o advogado da Precisa, Túlio Silveira. Ele ajudou na intermediação da compra de imunizantes Covaxin entre o Ministério da Saúde e a Bharat Biotech.

O acordo acabou sendo cancelado após denúncias de irregularidades virem à tona por meio da denúncia do servidor Luís Ricardo Miranda e seu irmão, o deputado federal Luís Miranda (DEM-DF).

Barros esteve na CPI na semana passada, quando protagonizou inúmeros bate-bocas com os senadores da comissão. Na ocasião, ele negou qualquer relação em negociações e desmentiu ter relacionamento próximo com servidores da pasta e com a empresa que tentou trazer a Covaxin ao Brasil.

O líder do Governo foi inicialmente convocado pela comissão como testemunha, mas a pedido do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a convocação foi convertida para um convite.

A sessão de quinta-feira terminou com uma ameaça do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), que falou que iria chamá-lo novamente, mas já com o status de convocado.

Outro lado

Em sua conta no Twitter, Barros reagiu à novidade dizendo que “nada encontrarão”. “CPI interrompe o meu depoimento, anuncia que sou investigado e que não pretende mais me ouvir. Não suportam a verdade e usam táticas covardes de vazamento. Minha conduta parlamentar é exemplar. Nada encontrarão. Agora, meus advogados conduzirão o relacionamento com a CPI”, postou o deputado.

Fonte: R7

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