Lava Jato recupera fortuna escondida nas Bahamas por delator da Rede Globo

O retorno do dinheiro faz parte do acordo de colaboração firmado entre Messer e o Ministério Público Federal em agosto.

Nos próximos dias, US$ 13 milhões escondidos nas Bahamas por Dario Messer devem ser repatriados pela Lava Jato. O retorno do dinheiro faz parte do acordo de colaboração firmado entre Messer e o Ministério Público Federal em agosto.

O acordo prevê, ainda, a repatriação de recursos à partir da venda de imóveis e fazendas do doleiro no Paraguai, um patrimônio avaliado em US$ 150 milhões.

Dario Messer, quando foi preso pela PF

No total, Dario Messer deve devolver R$ 1 bilhão aos cofres públicos pelo acordo de delação homologado na Justiça. Ele foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão.

Dario Messer ficou conhecido como o “doleiro dos doleiros”. Réu na Lava Jato sob a acusação de participar de esquemas nacionais e transnacionais de lavagem de dinheiro, ele fez o acordo.

Durante depoimento, Messer afirmou ao Ministério Público que fazia de 2 a 3 repasses mensais à família Marinho, proprietária da Rede Globo, e que os valores variavam de US$ 50 mil a US$ 300 mil por remessa.

Fonte: Veja

Foi o povo quem pagou os 10 trilhões roubados pelo PT

A Operação Lava Jato”, instalada em 2014, pela Polícia e Ministério Público Federal, em cerca de 10 trilhões de reais, quantia esta superior ao PIB brasileiro,

Para que se evite antecipadamente um ataque “histérico” da “cumpanheirada” esquerdista, esclareço que neste texto só abordarei as propinas e demais desvios de verbas públicas ocorridos nas gestões do PT, de 2003 a 2016, durante os governos de Lula da Silva e Dilma Rousseff. Mas explicarei os motivos.

Mediante essa abordagem, limitada a esse período de 13 anos, não estarei de forma alguma “absolvendo” as gestões anteriores às do PT, que certamente também roubaram, mas pelo fato de não haver qualquer estimativa do “quantum” teria sido desviado, ao contrário da “roubalheira” feita pelo PT, calculada na “Operação Lava Jato”, instalada em 2014, pela Polícia e Ministério Público Federal, em cerca de 10 trilhões de reais, quantia esta superior ao PIB brasileiro, de 7,3 trilhões de reais – mesmo levando em consideração as acusações que andam por aí sobre o “dirigismo” da citada “operação”- que teria “poupado” “outras” roubalheiras, do período relativo aos 8 anos das gestões do PSDB, com FHC (de 1995 a 2013).

Mas além da “Lava Jato”, também foi instalado no mesmo ano (2014), e como seu desdobramento, o chamado “Petrolão”, restrito à roubalheira ocorrida na Petrobrás, especialmente com propinas e superfaturamento.

Mas essas críticas ao “dirigismo” da “Lava Jato” certamente podem ter algum fundamento. Por que apurar corrupção nos anos de 2003 a 2016, governados pelo PT, ”riscando do mapa” outras investigações referentes ao período anterior, especialmente do PSDB, de 1995 a 2003? E o tempo de gestão do PMDB, com Sarney e Itamar Franco, que governaram de 1985 a a 1995, só interrompido pelo curto mandato do “impichado” Presidente Collor, do inexpressivo partido PRN? E que foi “sacaneado” justamente pelo PMDB, que tomou o seu lugar?

Há de se convir que o PSDB teve muito mais “competência” que o PT para roubar, tanto que os seus rastros de corrupção até hoje não foram “desvendados” (?). E seria absolutamente inadmissível que houvesse um “Muro de Berlim”, ou da “China”, na contabilidade pública, para obstar a apuração de dados (da corrupção) em um ou outro período que não o abrangido, certamente por “encomenda”, pela “Lava Jato”.

Fala-se muito na tal “privataria tucana”, durante os governos de FHC. Existe até livro contando tudo (A Privataria Tucana). Mas nada existe nos órgãos públicos que deveriam intervir no combate à corrupção, em nome da sociedade, como o Ministério Público, e a própria Justiça. Assim os corruptos da “privataria tucana” saíram (por enquanto) absolutamente “incólumes”.

Talvez fosse necessário uma “Lava Jato II” para destrinchar a roubalheira tucana, especialmente durante as privatizações das empresas estatais federais. Que teve “boi na linha”, não há qualquer dúvida.

A EMBRATEL, por exemplo, uma operadora de telefonia interestadual e internacional, fundada em 1965 (Governo Castello Branco), e que foi uma das estatais federais que “deram certo”, com excelente performance à frente do seu objetivo, simplesmente foi “torrada”, para os “gringos”, vendida a “preço de banana”, ”liquidada”, durante o segundo mandato de FHC, pela irrisória quantia de cerca de 1,6 bilhões de reais (nem é de US$), cuja quantia não pagaria nem mesmo os satélites de telecomunicações que ela tinha no espaço aéreo superior.

E o que se passou com a Embratel, ocorreu com todos os ativos federais vendidos mediante ridículas subavaliações, tudo a “preço de banana”. Muitos governadores seguiram a “doutrina” privatista de FHC, inclusive o do Rio Grande do Sul, Antônio Britto, do PMDB, que teve abertas para si as portas vitoriosas da política,na época servindo à Rede Globo, como “agente funerário” e responsável pela divulgação pública da morte do Presidente eleito Tancredo Neves, que foi substituído pelo seu “vice”, José Sarney.

Qualquer investigação que porventura fosse procedida, por exemplo, com a privatização da estatal gaúcha de telefonia, Companhia Riograndense de Telecomunicações-CRT, ficaria estarrecida pelo fato da CRT ter sido vendida por somente novecentos e poucos milhões de reais, e pouco tempo depois (re)vendida por quatro ou cinco vezes mais, numa operação entre “picaretas” internacionais, considerando que durante esse período, entre a privatização, e a (re)venda, nenhum investimento novo na planta telefônica ocorreu. Mas as “(re)vendas”, prosseguiram, passando de mãos em mãos, e hoje o que era a CRT integra OI.

É evidente que tudo que o se passou com a Embratel, no plano federal, e com a CRT, no estadual, pode ser transferido para TODAS as privatizações da época.

Por que a Polícia e o Ministério Público federais não investigam “também” esse período?

Mas qualquer investigação não poderia olvidar que essas duas quadrilhas que assaltaram o erário, de 1995 a 2016, foram “unidas” em janeiro de 1993, nos Estados Unidos, através do “Pacto de Princeton”, ou “Política das Tesouras”, pactuado entre Lula da Silva, representando o “Foro de São Paulo”, e Fernando Henrique Cardoso, em nome do “Diálogo Internacional”, através do qual a Presidência da República do Brasil seria ocupada, ”alternadamente”, pelo PSDB e PT, garantido sempre o domínio da esquerda.

Entretanto a grande mídia (aquela bem conhecida) jamais dá o destaque que mereceria o simples fato de todos esses desvios do erário não ser dinheiro do governo, mas sim exclusivamente dinheiro provindo dos tributos e demais verbas pagas pelo povo. Ou seja: tanto os 10 trilhões roubados pelo PT, quanto os “n” trilhões roubados pelo PSDB, e pelos “outros”, é dinheiro do povo, e de mais ninguém. Quem foi “assaltado” não foi o governo, nem as suas estatais. Foi o povo !!!

Para finalizar, entendo que as irregularidades dominantes na “Era do PSDB” (de 1995 a 2003) foram, principalmente, relativas às SUBAVALIÇÕES de ativos públicos vendidos nas privatizações, que certamente renderam generosas propinas, enquanto as patrocinadas pelo PT, apurados na “Operação Lava Jato”, especialmente relativos à Petrobrás (Petrolão), onde montaram um “consórcio” de corruptos de vários partidos, inclusive “conservadores”, e que ficaram mais centradas no superfaturamento de obras, para abastecer os cofres de partidos políticos, servidores, administradores públicos de estatais, e políticos, relativas à lavagem de dinheiro, evasão de divisas, e respectivas propinas derivadas. Por isso ninguém roubou diretamente do governo, nem das estatais. E também não passaram “recibos” das propinas recebidas.

Por Sérgio Alves de Oliveira*

* Sergio é Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

Tucano é alvo Lava Jato por suspeita de lavagem de dinheiro

PF cumpre mandado de busca contra o ex-governador. Segundo o Ministério Público Federal, Odebrecht fez pagamentos indevidos por meio de contas no exterior.

A força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo denunciou o senador e ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) por lavagem de dinheiro. A Polícia Federal começou a fazer, no início da manhã desta sexta-feira (3), buscas contra ele em uma nova fase da operação.

A reportagem ligou para a assessoria de Serra às 7h27, mas a ligação não foi atendida. A reportagem também tentou contato com a assessoria do PSDB. Por volta das 8h, um advogado entrou na residência após ser acionado pela família Serra. Ele não quis falar com a imprensa.

Segundo a denúncia, a Odebrecht pagou a José Serra cerca de R$ 4,5 milhões entre 2006 e 2007, supostamente para usar nas suas campanhas ao governo do estado de São Paulo, e cerca de R$ 23 milhões (atualizados em R$ 191,5 milhões), entre 2009 e 2010, para a liberação de créditos com a Dersa, estatal paulista extinta no ano passado.

Veja quem foi denunciado
  • José Serra: senador, ex-governador de SP denunciado duas vezes por lavagem de dinheiro
  • Verônica Serra, filha de Serra, denunciada duas vezes por lavagem de dinheiro

Serra é denunciado pela Lava-Jato por lavagem de dinheiro e alvo de buscas pela PF

A denúncia afirma que Serra usou o cargo de governador entre 2006 e 2007 para receber da Odebrecht pagamentos indevidos em troca de benefícios relacionados às obras do Rodoanel Sul.

Segundo a força-tarefa, a Odebrecht pagou milhões de reais por meio de uma rede de empresas no exterior, para que o real beneficiário dos valores não fosse detectado pelos órgãos de controle.

Ainda de acordo com a operação, o empresário José Amaro Pinto Ramos e Verônica Serra, filha do ex-governador, constituíram empresas no exterior, ocultando seus nomes, e por meio delas receberam os pagamentos que a Odebrecht destinou ao então governador de São Paulo. Ramos é citado como responsável pela operação das transferências, mas não foi denunciado pelo MPF.

O MPF afirma que Ramos e Verônica realizaram transferências para dissimular a origem dos valores e os mantiveram em uma conta de offshore controlada por Verônica Serra, de maneira oculta, até o final de 2014, quando foram transferidos para outra conta de titularidade oculta, na Suíça. O MPF obteve autorização na Justiça Federal para o bloqueio de cerca de R$ 40 milhões em uma conta no país.

Na operação desta sexta (3), a PF cumpre 8 mandados de buscas e apreensão em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Além de Serra, a PF cumpriu mandado de busca e apreensão no bairro da Vila Nova Conceição, na Zona Sul. O alvo da operação no endereço é o empresário Ronaldo Cesar Coelho, que foi também tesoureiro do PSDB.

À TV Globo, o criminalista Antonio Claudio Mariz de Oliveira, que defende Ronaldo Cezar Coelho, disse ter sido acionado por seu cliente nesta manhã para acompanhar o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. As buscas no imóvel de Coelho fazem parte de desdobramentos da investigação.

A denúncia é uma das etapas das investigações. Após ela ser apresentada, a Justiça decide se a aceita ou não. Posteriormente, se aceitar, decide se condena ou absolve os réus.

Fonte: G1/SP

Mais um ex-ministro de Lula é alvo da PF e danos ultrapassam 200 milhões de reais

O tempo passa, mas os malfeitos de petistas não param nunca de aparecer.

A Organização Criminosa devastou o país e não será tarefa fácil recuperá-lo, mormente no cenário atual de pandemia.

Silas Rondeau é o alvo da vez.

A Operação Fiat Lux – um braço da Lava Jato – e cumpre 18 mandados de busca e apreensão e 12 de prisão temporária nos estados do Rio de Janeiro (capital, Niterói e Petrópolis), São Paulo (capital e Barueri) e no Distrito Federal. A ação mira propinas e fraudes em contratos da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras voltada à construção de usinas termonucleares no Brasil.

Rondeau foi ministro de Minas e Energia no governo Lula.

Entre os investigados também estão empresários e ex-executivos da Eletronuclear, além de pessoas que contribuíram para lavagem de ativos.

A Lava Jato pediu o confisco dos bens dos envolvidos e de suas empresas pelos danos materiais e morais causados, avaliados em R$ 207.878.147,18.