Ex-ministro mente e é desmascarado por Bolsonaro (veja o vídeo)

A vacina sequer estava disponível para qualquer país do mundo nesta data.

O presidente Jair Bolsonaro fez um curto comentário sobre uma das principais falácias ditas pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, à CPI da COVID, no Senado Federal, nesta terça-feira (4).

Mandetta afirmou que o país está atrasado na vacina e que a sua aplicação à população deveria ter sido iniciada em novembro de 2020.

O político só esqueceu de um detalhe: a vacina sequer estava disponível para qualquer país do mundo nesta data.

Sereno, Bolsonaro desmentiu o ‘mentiroso’. E desta forma, vai demonstrando que o colegiado foi criado apenas com a finalidade de fazer política pré-campanha presidencial e para perseguir e acusar membros do governo.

Confira:

Fonte: JCO

Senador quer acareação entre Mandetta e Pazuello

O plano de Girão contempla abordar as vacinas contra a Covid-19

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE), candidato a presidente da CPI da Covid, propôs, nesta quinta-feira (22), que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, cuja aposentadoria está prevista para 5 de julho deste ano, tenha o depoimento colhido pela Comissão e também que se faça a acareação de todos os depoentes que forem chamados, como os ex-ministros da Saúde, Eduardo Pazuello e Henrique Mandetta. A proposta de Girão também prevê mais ênfase à investigação dos atos de governadores e prefeitos.

O plano de Girão contempla abordar as vacinas contra a Covid-19 e demais medidas adotadas para conter o coronavirus, dentre elas, o isolamento social, que será uma ação a ser investigada.

“Avaliar se foram expedidos atos suficientes e se foi adequado o conteúdo. Avaliar a base científica que norteou a adoção das medidas”, diz trecho da proposta.

Para Girão, o depoimento de Marco Aurélio é importante porque o ministro foi relator da decisão que reconheceu a competência de Estados e municípios no combate ao vírus. O integrante da Corte seria convocado a depor sobre decisão judicial, que ajudou governadores e prefeitos a elaborarem “manuais” próprios de enfrentamento da pandemia sem levar em consideração as regras emitidas pelo Ministério da Saúde ou opinião do atual presidente Jair Bolsonaro.

O senador acredita que a CPI seja a oportunidade de realizar uma “radiografia do combate à Covid-19” no Brasil. Haverá, inclusive, subrelatorias à exemplo de uma que trata da “gestão dos recursos públicos”, para investigar licitações e contratos assinados pelos três níveis de governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, também falará sobre o auxílio emergencial e outras medidas econômicas tomadas durante a pandemia.

“Vários Estados e municípios da Federação, também com o argumento da urgência no enfretamento da Covid-19, emitiram decretos estaduais que, na mesma toada da Lei Federal, afastaram a necessidade do processo de licitação para as compras dirigidas à pandemia”, afirma o plano, que espera investigar, minuciosamente, os documentos e situações.

Se o projeto de Girão for contemplado no lugar do plano de trabalho “viciado” apresentado senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), por meio de “acordão” entre os integrantes da CPI, será muito mais abrangente e debaterá outros assuntos como: emprego dos recursos federais, vacinas e outras medidas de contenção do vírus, colapso da saúde em Manaus e insumos para tratamento de enfermos.

Fonte: CNN

Guedes expõe o mau-caratismo de Mandetta (veja o vídeo)

“No 1º dia saiu com R$ 5 bilhões no bolso”

Em uma entrevista concedida à CNN Brasil, o ministro da Economia, Paulo Guedes, falou sobre as ações que o governo vem planejando para combater os efeitos da pandemia na economia nacional.

Ao analisar as medidas que vem sendo adotadas desde o surgimento dos primeiros casos da doença, Guedes disse que todos têm que ‘responder sobre essa crise coletivamente’:

“No primeiro dia, Mandetta saiu com R$ 5 bilhões no bolso. É desde aquela época que deveríamos estar comprando vacina, não é mesmo? O dinheiro estava lá”, disse ele.

E o ministro foi incisivo ao analisar o posicionamento de cada segmento:

“Era possível ter sido mais rápido? Sim. Era possível que a mídia fosse mais construtiva? Era possível que os governadores ajudassem também? O dinheiro foi para os estados. Então, por que os leitos foram desativados? Pois, todos nós, achávamos que a pandemia estava indo embora.”

Agora, com a piora do panorama da pandemia, o governo está adotando uma série de medidas para tentar conter o impacto causado na economia nacional, entre eles a volta do pagamento do Auxílio Emergencial, cuja PEC foi promulgada pelo Congresso na última segunda-feira (15), além de uma reedição do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), e do Benefício Emergencial, programas que ajudaram a impedir que a queda da atividade econômica fosse ainda maior que os 4,1% registrados em 2020.

“Em vez de dar seguro-desemprego, em que você espera a pessoa ser demitida para dar R$ 1,1 mil, que é o salário-mínimo, vamos nos antecipar. Vamos dar a metade desses recursos para ele continuar empregado”, explica o ministro.

Assista à entrevista:

Fonte: JCO

Creio que o Presidente do TJ-MS se referiu a Mandetta (veja o vídeo)

“Desprezemos o covarde, irresponsável e picareta”

Um discurso forte marcou a posse do desembargador Carlos Eduardo Contar como presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS).

O magistrado foi impiedoso com a galera do “Fique em Casa”.

Porém, deu a nítida impressão de mirar como alvo o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, a quem, sem citar o nome, teria atribuído as seguintes qualificações: ‘covarde’, ‘irresponsável’ e ‘picareta’.

Eis o que disse o magistrado:

“Voltemos nossas forças ao retorno ao trabalho, deixemos de viver conduzidos como rebanho para o matadouro daqueles que veneram a morte, que propagandeiam o quanto pior melhor, desprezemos, pois, o irresponsável, o covarde e picareta da ocasião que afirma ‘fiquem em casa’, ‘não procurem socorro médico com sintomas leves’, ‘não sobrecarreguem o sistema de saúde’.”

Ora, todos sabem que essas frases foram todas ditas repetidas vezes por Mandetta.

Mandetta é do Mato Grosso do Sul, onde exerceu cargos públicos e, ainda hoje, enfrenta inúmeros problemas judiciais decorrentes de sua nefasta atuação.

Ademais, é justamente no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul que o ex-ministro responde a processos por dano ao erário.

Ouça a fala do magistrado:

Fonte: JCO

Em depoimento, empresário envolvido em esquema de corrupção cita Mandetta

O testemunho foi prestado, nesta quarta-feira (13), no âmbito da “Operação Tris In Idem”

O empresário Edson Torres apontou, em depoimento ao Tribunal Especial Misto, que o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS) só conseguiu manter contratos com a Gestão de Wilson Witzel (PSC), após participar de uma reunião, em 2019, em Brasília, com o, então ministro, Luiz Henrique Mandetta. O testemunho foi prestado, nesta quarta-feira (13), no âmbito da “Operação Tris In Idem”, que investiga crimes no processo de impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel.

O empresário reafirmou à justiça que Edmar Santos pediu a Luiz Henrique Mandetta que uma entidade administradora de um hospital estadual, alvo de muitas reclamações, não fosse afastada de suas funções. Witzel nega as acusações e Mandetta não se manifestou sobre a suposta reunião.

Vários profissionais do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes denunciaram a má administração do IABAS em gerir o centro de saúde e, mesmo assim, a organização social foi escolhida – sem licitação -, no início da pandemia da Covid-19, para gerenciar sete hospitais de campanha, recebendo por isso R$ 835,8 milhões.

Segundo a delação de Torres, a entidade não participava de esquema de corrupção antes disso. Mas, após a contratação para gerenciar os hospitais de campanha do Rio, ela teria sido procurada para ingressar na organização. O empresário diz ter ouvido essa informação de Edmar Santos.

No início de 2019, falávamos da incapacidade de gestão do IABAS no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, que seria necessário retirá-lo. Depois de 15 dias, Edmar voltou de uma reunião em Brasília com o (então) ministro Mandetta. Ele disse que, lá, no gabinete do Mandetta, fui apresentado ao (Roberto) Bertholdo (advogado do IABAS), e que pediu para poder fazer uma gestão para manter o IABAS”, disse Torres.

Ele confessou ter participado dos desvios de recursos da Saúde no Estado do Rio de Janeiro. O dinheiro desviado era encaminhado aos próprios envolvidos no esquema de corrupção, entre eles, o governador afastado, Wilson Witzel.

Fonte: JCO

Mandetta “Passava mais tempo falando do que trabalhando”, disse Bolsonaro (veja o vídeo)

Eu lembro do Mandetta falando na reunião de ministros

Em sua tradicional live no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro, escancarou a forma incorreta de trabalho do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, frente a pandemia.

Segundo Bolsonaro, Mandetta espalhou o “pânico”.

“Eu lembro do Mandetta falando na reunião de ministros:

– Vamos ter caminhões do exército carregando corpos pelas ruas!

Meu Deus do céu, que ponto nos chegamos. O pico é semana que vem, o pico é não sei quando, não sei quando. Terror o tempo todo”, disse o presidente.

E prosseguiu:

“Era um ministro que passava muito mais falando em especial para ‘aquela televisão’ que ele gostava, do que trabalhando em si.”

Confira:

Fonte: Jornal da Cidade

“Deveria ter usado melhor o tempo ao invés de dar 4 horas de entrevista por dia”, disparou Pazuello

Fotomontagem: General Eduardo Pazuello e Luiz Henrique Mandetta

O ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello, rebateu os ataques do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, nesta sexta-feira, dia 17.

Em entrevista para a Revista Veja, o general não perdoou a insensatez de Mandetta e rebateu as acusações de “inoperância”.

Segundo Pazuello, o país adotou protocolos errados que levaram a mortes, provocaram medo na população e o colapso dos hospitais. Isso porque a recomendação inicial do ministério era para que, mesmo diante dos primeiros sintomas de Covid, o paciente ficasse em casa e apenas procurasse um médico no caso do agravamento do quadro.

“Com isso, as pessoas morreram em casa, morreram no carro, indo para a UPA”, disse Pazuello.

E prosseguiu, com artilharia:

“Ele poderia ter usado o tempo dele melhor, ao invés de ficar dando entrevistas por 4 hs todos os dias”.

Fonte: Revista Veja

Prefeito, primo de Mandetta suplica por cloroquina e pede que Deus abençoe Bolsonaro

É impressionante.

Gradativamente estão reconhecendo que o presidente Jair Bolsonaro sempre teve razão, desde o início da pandemia.

Chegamos à conclusão que, caso o STF não tivesse se intrometido e a condução da pandemia tivesse ficado na incumbência do Governo Federal, a hidroxicloroquina teria sido adotada de forma precoce desde o início e muitas vidas teriam sido salvas.

Entretanto, o que se vê é a luta de Bolsonaro contra diversas forças – forças do mal – na qual se inclui inclusive o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta.

Os inimigos batem. O povo observa.

Assim, na medida que tudo vem à tona, cresce o apoio popular ao presidente.

O depoimento e o pedido do prefeito de Campo Grande (MS), Marcos Trad – primo de Mandetta e irmão do senador Nelsinho Trad e do deputado federal Fábio Trad – é uma demonstração inequívoca de que “Bolsonaro tem razão”.

Fonte: Jornal da Cidade