Porque a mídia não divulgou as manifestações do último domingo?

Não vi nenhum noticiário televisivo a respeito

Você viu as manifestações que tomaram conta das ruas do Brasil no último final de semana? Você não viu, porque a midia não divulgou. Se não fosse as redes sociais, não teríamos como saber que aconteceram neste domingo a maior manifestação no Brasil durante o atual governo.

A “imprensa” morreu e esqueceram de avisar!

Acho que é por isso o desespero para impor censura as redes sociais.

Onde foram parar os grandes jornalistas da Globo que são pagos para informar a população dos acontecimentos relevantes?

Não vi nenhum noticiário televisivo a respeito.

Se algum leitor viu, me informe por favor o que foi que saiu na grande mídia televisiva sobre as gigantescas manifestações do dia 14 de março.

Às manifestações foram realizadas em todo o pais, de norte a sul, de leste a oeste, nas capitais e em várias cidades do interior.

Alguém sabe me dizer se saiu no Fantástico domingo à noite?

Será que os jornalistas da grande mídia, temendo uma contaminação, ficaram trancados em casa?

Por favor, me digam se hoje, segunda-feira, foi publicada nos jornais alguma matéria significativa, alguma reportagem proporcional ao tamanho do evento.

Fico no aguardo e agradeço antecipadamente.

“As pessoas precisam entender o que está acontecendo de verdade”,

Ninguém tem a resposta? Mais ela existe.

As pessoas foram às ruas contra essa história chamada “lockdown”, contra o STF, pela abertura do comércio, pelo direito de trabalhar, de ganhar o seu dinheiro honestamente e levar pra casa o sustento da família, em apoio ao Presidente da República e pelo fim da onda de terror que trava a vida do país e dos trabalhadores.

A volta de Barrabás

A recente decisão do ministro Edson Fachin de tornar Barrabás elegível jogou lenha na fogueira.

Infelizmente, temos uma suprema corte formada por elementos de indicação política, em que alguns deles não merecem a mínima credibilidade e sentenciam de forma parcial e partidária.

Lula é o oposto da honestidade. Soube tirar politicamente proveito da coisa pública em todos os sentidos. Além de lotear órgãos da administração pública para arrecadar recursos ilícitos.

Durante os governos Lula e Dilma Rousseff, a Petrobras virou palco de um esquema monstruoso de desvio de dinheiro, comprometendo suas operações em diversos níveis, derrubando o seu valor de mercado, ferindo profundamente a sua credibilidade, e ninguém disse que ele estava interferindo na estatal. Hoje, simplesmente, uma possível troca no comando da empresa é considerado pela mídia e opositores como interferência na estatal.

Vampirismo

Vivemos no mundo dos vampiros, com longos caninos brancos e afiados, vestidos de negro, usando longas capas esvoaçantes, temendo somente a cruz de cristo e o brilho da Luz do Sol. Na verdade, quando se fala em Vampiros, Morcego, Lobisomem, Conde, Drácula, logo me vem à memória a figura de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal.

“O quê?! Em pleno século 21 existem vampiros”?

“Existe sim! Estamos sendo governados por eles. São homens de negócios que sugam o sangue da população em plena luz do dia; mas, embora corrompidos, não estão mortos. Esses verdadeiros vampiros não vivem em cemitérios, mas em palácios luxuosos.”

Infelizmente, no Brasil não temos a permissão de matar vampiros, como era de costume antigamente, cravar uma estaca no peito deles e cremar o corpo. Embora, isso faça parte apenas do nosso imaginário. Contudo, ainda não sabemos como lidar com essa doença chamada ‘vampirismo’ que ameaça mortalmente a raça humana.

Trump acusa manifestações de tentarem ‘acabar com a história’ dos EUA

Evento do 4 de Julho reuniu cerca de 7.500 pessoas no Monte Rushmore, no dia em que o país registrou recorde de novos casos de coronavírus.

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, criticou na sexta-feira (3), durante seu discurso do feriado de 4 de Julho, o que chamou de uma “revolução cultural de esquerda”, referindo-se aos recentes atos contra a desigualdade racial no país.

Para Trump, as manifestações que derrubaram ou tentaram derrubar estátuas de figuras históricas consideradas racistas, são realizadas por um grupo “fascista de extrema esquerda”, ao qual ele declarou uma batalha.

“Nossa nação está testemunhando uma campanha impiedosa para acabar com a nossa história, difamar nossos heróis, apagar nossos valores e doutrinar nossos filhos”, disse o presidente americano.

“Não se engane, esta revolução cultural de esquerda foi projetada para derrubar a revolução americana”, completou Trump.

Além de se recusar a renomear bases militares que recebem nomes de generais confederados, Donald Trump também assinou um decreto que prevê prisão a quem depredar estátuas, monumentos ou memoriais nos Estados Unidos.

Multidão e recorde de coronavírus

O discurso de Trump reuniu cerca de 7.500 pessoas no Monte Rushmore, no mesmo dia em que o país registrou recorde diário de novos casos de coronavírus – mais de 57 mil em 24 horas. Em todo o território, já são mais de 2,79 milhões de infectados e quase 130 mil mortes.

Na entrada do anfiteatro montado para o evento, foram distribuídas máscaras aos simpatizantes do presidente, mas grande parte dispensou o uso do item de segurança. O presidente mal falou sobre a pandemia durante o discurso.

O local reúne esculturas dos ex-presidentes dos EUA George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, e não recebia espetáculos de fogos de artifício desde 2009 por preocupações ambientais. Porém, Trump defendeu que eventos do gênero sejam retomados no local.

De olho na reeleição

Donald Trump e Joe Biden disputam eleições nos EUA — Foto: Saul Loeb, Ronda Churchill/AFP
Donald Trump e Joe Biden disputam eleições nos EUA

Embora as comemorações de 4 de Julho não façam parte de compromissos eleitorais, o presidente dos EUA aproveitou a ocasião para enfatizar seus ideais aos seus apoiadores.

“Há um novo fascismo de extrema esquerda que exige lealdade absoluta. Se você não fala sua língua, executa seus rituais, recita seus mantras e segue seus mandamentos, então você será censurado, banido, colocado na lista negra, perseguido e punido. Isso não vai acontecer conosco”, exclamou Donald Trump.

De acordo com o jornal americano “New York Times”, Trump vem perdendo apoio devido a sua gestão da crise do coronavírus. A pesquisa mostra que o apoio de Trump caiu no segmento de brancos e universitários graduados, que tendem a votar nos republicanos.

Por isso, segundo o levantamento feito pelo jornal e o Sina College, Joe Biden obteve 50% das intenções de voto contra 36% de Trump.

Fonte: G1

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