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O entrevero de Marco Aurélio e a repórter: completamente desmoralizado e sem educação (veja o vídeo)

A repórter Basília Rodrigues e o ministro Marco Aurélio

O ministro Marco Aurélio Melo, que recentemente soltou o chefe do PCC André do Rap, em entrevista à CNN Rádio, ficou irritado e desligou o telefone na cara dos jornalistas.

O motivo da irritação foi a pergunta feita pela jornalista Basília Rodrigues sobre o escritório de advocacia de Eduardo Ubaldo Barbosa, que foi assessor do ministro até fevereiro, e que foi responsável pelo pedido de habeas corpus que o ministro concedeu, libertando o traficante André do Rap, que é considerado um dos chefões do PCC.

O traficante, assim que saiu da prisão, sumiu no mapa; segundo a polícia, ele pode ter saído do país em um avião. A essa altura já deve ter assumido a gestão de seus negócios ilegais.

Cerca de poucas horas depois da soltura de André do Rap, e diante da repercussão negativa até no exterior, o presidente do STF, Luiz Fux, cancelou o habeas corpus do criminoso, que agora certamente vai dar muito trabalho para ser capturado novamente.

Resta saber quem é que vai pagar as despesas milionárias que serão necessárias em estrutura, logística e pessoal das forças policiais e judiciais para a recaptura do perigoso criminoso.

Veja o vídeo:

Por Everson Leal | Radialista

Mourão faz fortes críticas a decisão de Marco Aurélio de soltar líder do PCC

“Por que tantas prescrições de processos envolvendo políticos?”

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, fez fortes críticas à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, de soltar o líder do PCC em São Paulo, André Oliveira Macedo, o “André do Rap”.

Segundo o general, a decisão não está de acordo com o que a sociedade deseja, pois se trata de um marginal de alta periculosidade.

“O que é indesculpável é a demora para julgar e determinar a pena de bandidos com alto grau de periculosidade”, disse Mourão.

E indagou:

“Por que tantas prescrições de processos envolvendo políticos?”, disse Mourão.

Fonte: CNN

Ministro Marco Aurélio tem nas mãos o pedido de soltura de comparsa de André do Rap

O pedido está na mesa do ministro Marco Aurélio.

O traficante Gilcimar de Abreu, vulgo Poocker, já ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido da extensão de soltura concedida a André do Rap.

Ele foi preso em maio deste ano, após ficar foragido durante seis anos.

Está condenado em 2ª instância por tráfico internacional de drogas.

A defesa alega que sua situação é idêntica a de André do Rap.

Marco Aurélio fez duras críticas ao ministro Luiz Fux, que revogou sua liminar no caso anterior.

Será que ele Terá coragem de repetir o ato e mandar soltar Poocker?

Fonte: Jornal da Cidade

Presidente do STF suspende liminar de Marco Aurélio

Luiz Fux voltou a brilhar e suspende liminar a favor de chefão do PCC

O ministro Luiz Fux volta a brilhar se consolidando como o homem que pode resgatar a confiança da sociedade no Supremo Tribunal Federal.

Para tanto, em decisões recentes, tirou poderes de Gilmar Mendes e impôs um “voto solitário” ao decano Celso de Mello, que se aposenta na próxima terça-feira (13).

O presidente do Supremo Tribunal Federal acaba de suspender uma decisão do ministro Marco Aurélio de Mello que concedia habeas corpus ao traficante André do Rap.

Em sua decisão, Fux afirma que a soltura do criminoso “compromete a ordem e a segurança pública” por se tratar de paciente “de comprovada altíssima periculosidade” e com “dupla condenação em segundo grau por tráfico transnacional de drogas”.

Fux assinala ainda que o traficante tem “participação de alto nível hierárquico em organização criminosa, com histórico de foragido por mais de 5 anos”.

André do Rap é apontado pelo Ministério Público de São Paulo como um dos mais importantes líderes do PCC no tráfico internacional de drogas.

Fachin e a temerária proposta de “anular” o poder religioso

O que Bolsonaro e o presidente Donald Trump tem em comum? A base cristã.

Então você não acredita na sua Suprema Corte? Essa foi a pergunta feita pelo Ministro Marco Aurélio ao jornalista José Nêumanne Pinto no programa Roda Viva.

Gente do céu, a resposta dele me representou:

“Não! Não, acredito”.

Putz! Nêumanne, você foi a voz do Brasil. Os Ministros precisam saber que, nem você, nem eu, nem a nação acredita neles. Por quê? Vou dar o último motivo da proposta feita por um ministro do Supremo: abuso do poder religioso. Vê se tem lógica.

Tanto por essas bandas como na terra do tio Sam os cristãos foram fundamentais nas eleições passada. Lá, vota quem quiser. Não é obrigatório. Mas, na última corrida eleitoral aconteceu um fenômeno, o povão, entrou na fila, fez campanha, uma legítima preocupação sobre quem seria eleito. Sim, a Esquerda também assustou o povo americano.

A mensagem libertina, a defesa ao ateísmo, a valorização aos filósofos em detrimento aos teólogos, a campanha de Donald Trump se tornou um objetivo de alcance obrigatório principalmente pelos cristãos.

Por aqui também foi assim. Os cristãos, seus líderes, pastores e padres, quase por desespero partiram para cima da campanha, tinham que eleger Bolsonaro, a única voz em defesa dos conservadores. Após a vitória, ficou nítido a participação do poder religioso no processo eleitoral. Assim como Donald Trump, Bolsonaro, foi eleito pelo trabalho eficaz e desesperado dos cristãos. Todos sabem disso. Né?

Os poderes sabem. A mídia desonesta sabe. Os caras que se acham os donos do Brasil. Oh sim, os donos do Brasil: Supremo Tribunal Federal, sabe. E, tem mais, toda essa gente tá consciente que o presidente se tornou ainda mais popular depois de eleito.

Mesmo com a investida contrária, a base não foi atingida. Ou seja, ate 2022, precisa ser feito algo eficaz, caso contrário, já era e Bolsonaro vence as eleições no primeiro turno. Essa investida na tentativa de enfraquecer o Poder Executivo e os conservadores, agora, nem é disfarçada, é feito na cara de todos. Prova disso é o surreal processo da “Fake News”. Um escândalo. O incrível ataque a liberdade de expressão, literalmente contra os apoiadores de Bolsonaro. Um Supremo político, um Congresso omisso, uma mídia viciada lutando em favor da manutenção do estilo de governar antigo. Todo sistema aparelhado para derrubar o homem da voz conservadora.

Isso é tão transparente que o apresentador, Ernesto Lacombe, foi demitido da Band após ter confessado ser conservador. Observe que, a emissora não considerou o aumento da audiência, ela demitiu e pronto, na cara dura, sem o mínimo disfarce. É o sistema se roendo para manter a conquista do território que por sinal, perderam e nem perceberam.

Veja se não é, Lacombe, está prestes a conseguir um novo contrato com o SBT diante dos aplausos do povo brasileiro. O jornalista vai ficar mais forte. Assim como, se torna “mais forte” quem se aproxima do conservadorismo e “desmantela” quem se posiciona contra por um simples motivo: o Brasil é conservador.

O Estado deve ser laico, mas, jamais, o povo concordará ser laicista. Tem medo da esquerda voltar. Portanto, a base que elegeu o presidente se move todos os dias e não são robôs, nem perfis fakes. Não é uma base inerte que fica observando o vento, é o povo cristão, ou seja, quase a totalidade dos brasileiros. A base que elegeu Jair continua fazendo campanha e ganhando votos.

Entendo o Supremo achar estranho tanta gente em defesa de um político, isso é novo. Mas, eles precisam acordar para realidade, o povo conservador tá se auto protegendo.

Dá pra você entender agora o motivo que fez o Ministro Edson Fachin propor a lei do Abuso do poder religioso? Sim, a ideia é deslocar a base conservadora. Como afirmar que não é esse o objetivo, se a confiança na corte não existe?

A leitura que a população faz do Supremo é: um poder tentando a todo custo derrubar os conservadores. Pode até não ser essa a intenção, mas é isso que transparece. Ainda mais que, na próxima corrida eleitoral, milhares de novatos assumirão desde o Congresso até as prefeituras do país e as velhas raposas serão dispensadas. E, quem promoverá tamanha transformação será o Poder religioso. Sim, Fachin, já percebeu, os cristãos tem poder.

Portanto, a proposta do ministro tem meta: anular o poder religioso. Caso o pastor, ou padre, ou o irmão influente vença as eleições, a chance de perder o mandato é grande, pois, é óbvio que o apoio principal serão os fiéis. A base de Bolsonaro será diretamente afetada caso essa lei seja firmada. Por isso, o presidente Donald Trump, através de decreto, derrubou uma lei nos EUA que proibia o líder religioso falar no púlpito ou arredores em nome do candidato.

Pois é, por aqui a coisa funciona nos moldes antigos. O líder religioso que falar na tribuna ou nos arredores sofrerá punição. Mas, Edson Fachin, não está satisfeito e pretende piorar um pouco mais.

Bom, meu aviso tá dado: não se cale nem se curve ante esse preconceito. Mesmo porque, teu voto pode não ser respeitado futuramente simplesmente por que o candidato pertence a sua congregação.

Fontes:

Marco Aurélio, surpreende: “Estamos diante de um inquérito natimorto” (veja o vídeo)

O ministro Marco Aurélio Mello deu uma verdadeira aula de direito para todos os seus pares.

Detonou o malfadado inquérito das fake news nesta quinta-feira (18) durante seu voto.

“É um inquérito do fim do mundo, sem limites”, afirmou o ministro.

E prosseguiu:

“Estamos diante de um inquérito natimorto”, afirmou

Marco Aurélio pontuou ainda que o inquérito é “uma afronta ao sistema acusatório do Brasil” e que “magistrados não devem instaurar (inquéritos) sem previa percepção dos órgão de execução penal”

Veja o vídeo: