Menina “rouba a cena”, pede microfone a Bolsonaro e diz…

“Quero ver o Felipe Neto preso”

O fato inusitado aconteceu ao final da homenagem dos Motociclistas do Distrito Federal no Dia das Mães, na manhã deste domingo (9).

O presidente Jair Bolsonaro fazia discurso agradecendo a multidão de apoiadores, quando a menina pediu o microfone e disparou:

“Gente, o Bolsonaro tá fazendo de tudo pro coronavírus acabar logo. Começo, meio e fim. É isso que o meu pai sempre fala: começo, meio e fim. Coronavírus vai embora. E eu quero ver o Felipe Neto na prisão”, afirmou para delírio dos presentes.

O vídeo foi compartilhado nas redes sociais do deputado federal Carlos Jordy (PSL) e fez um estrondoso sucesso.

Imagem em destaque

À propósito, o youtuber foi indiciado, em novembro de 2020, pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI), por corrupção de menores.

Os investigadores afirmam que o influenciador digital é suspeito de divulgar material impróprio para crianças e adolescentes em seu canal do You Tube. Segundo a polícia, Felipe Neto sabia que deveria ter limitado a classificação etária dos vídeos com “conteúdo e linguajar inapropriado para menores”, mas nunca o fez.

O caso chegou até a delegacia após o recebimento de uma denúncia levada ao Ministério Público do Rio. Os promotores pediram a investigação e o delegado optou pelo indiciamento do youtuber, pelo crime previsto no artigo 244B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

De fato, a criança tem razão!!

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

MP denuncia o vereador Dr. Jairinho por torturar criança de 4 anos

Menina era filha da então namorado do vereador

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou nesta sexta-feira (30), por tortura, o vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho. Entre os anos de 2011 e 2012, ele teria submetido a filha de uma namorada, então com quatro anos, a intenso sofrimento físico e mental, como forma de castigo pessoal.

O documento encaminhado à 2ª Vara Criminal de Bangu, na zona oeste da capital,  relata que o vereador mantinha, à época, um relacionamento amoroso com a mãe da vítima e aproveitava-se do fato para, nas oportunidades em que se encontrava sozinho com a criança, torturá-la física e mentalmente. No documento, o MPRJ informa que “o denunciado batia com a cabeça da vítima contra diversos lugares, chutava e desferia socos contra a barriga da criança, além de afundá-la na piscina colocando seu pé sobre sua barriga, afogando-a, e de torcer seu braço”, diz a denúncia.

Ainda como forma de castigo, o vereador, que está atualmente em prisão temporária decretada pela Justiça por suspeita de atrapalhar as investigações que apuram a morte do menor Henry Borel, de 4 anos, afirmava para a menina “que ela atrapalhava sua mãe e que a relação do casal seria mais fácil sem ela no meio”, demonstrando o ódio que o denunciado nutria pela criança, que, no seu entendimento, atrapalhava o seu relacionamento amoroso.

A denúncia pede que, caso o denunciado seja posto em liberdade, compareça mensalmente ao juízo, no prazo e nas condições fixadas pelo juiz, para justificar atividades, seja proibido de se aproximar e manter contato com a vítima e seus familiares, em especial, os parentes que figuram como testemunha nos autos, e seja proibido de se ausentar do município sem prévia comunicação ao Juízo.

Jairinho foi incurso nas sanções penais do artigo 1º, inciso II c/c o parágrafo 4º, inciso II, do artigo 1º, todos da Lei 9.455/97 e n/f do artigo 71, do Código Penal.

Inquérito

O inquérito foi aberto pela Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) há cerca de um mês e reuniu laudos médicos da época das agressões contadas pela vítima e analisados por peritos do Instituto Médico Legal (IML) na época do crime. Ela tinha 4 anos de idade.

Além das provas documentais, os policiais ouviram o depoimento da vítima, que atualmente é adolescente e está com 13 anos. Após a morte de Henry, a família resolveu contar tudo o que aconteceu à polícia.  

Fonte: Claudia Felczak A/B

Gamer mata menina rival no jogo online (veja o vídeo)

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“meu objetivo era ficar com a moça e matar”

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Guilherme Alves Costa, 18, matou a facadas e golpes de espada a amiga de 19 anos, Ingrid Oliveira Bueno da Silva. À polícia, o rapaz disse que cometeu o crime porque ela “atravessou o seu caminho”. Os dois jogavam videogame juntos há um mês.

O jovem confessou o crime em vídeo e disse que estava planejando a ação há duas semanas.

“Vocês tão achando que é tinta, montagem, mas não é. Eu realmente matei ela. Eu tenho um livro também. Pedi pra um pessoal divulgar”.

E completou:

“Minha sanidade mental tá completamente apta. Eu quis fazer isso”, declarou no momento da prisão.

Família e os moradores do bairro ficaram chocados. A mãe de Guilherme, Maria Rita Alves, disse que ele era um bom filho e todos gostavam dele.

“Sem palavras, todo mundo aqui gostava dele. O filho que eu criei não foi esse, não foi”, lamentou.

O acusado, que está desempregado e conheceu a vítima pela internet há cerca de um mês, costumava jogar uma série de games eletrônicos de guerra, ação e tiros. Ingrid, por sua vez, teria pedido um atestado no trabalho na data do crime para poder se encontrar com Guilherme.

O encontro foi na segunda-feira (22) na casa de Guilherme, em Pirituba, na zona norte de São Paulo. Ele pediu que ela executasse um ataque, mas ela se recusou, foi morta e a ação filmada. Ninguém na casa disse ter ouvido gritos ou barulho.

A mãe dele contou aos policiais que saiu para trabalhar e recebeu o telefonema de um dos filhos e da nora dizendo para ela retornar à casa. Maria Rita acreditava que era problema com o outro filho que trabalha de moto e foi surpreendida com a cena.

Guilherme demonstrou frieza no momento da prisão e revelou:

“Meu objetivo era ficar com a moça e matar”, contou.

O irmão dele contou que chegou em casa e encontrou a jovem já desmaiada. O suspeito disse aos familiares que iria cometer suicídio, mas o irmão o convenceu a se entregar.

Confira o vídeo:

Fonte: R7