O pai da mentira (veja o vídeo)

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“A cada segundo nasce um novo idiota.” (Píneas Taylor Barnum).

Segundo o site Mdig, o homem mais mentiroso do mundo viveu no início do século 19, Phineas Taylor Barnum, que deixou na época em que viveu, um saltério de histórias fantasiosas que ainda hoje espantam e são reverenciadas pelos políticos do mundo inteiro.

O homem era “uma contradição vivente, um ser desprezível e ao mesmo tempo querido, cujo circo ambulante vendeu desde histeria em massa até todo tipo de enganos e mentiras.”

No Brasil, o ex-presidente Lula, tenta desbancar de todos os modos e jeitos Barnum. Ele quer porque quer ser o “pai da mentira” mundial. Se esforça para isso.

Barnum descobriu ainda muito jovem que o trabalho honesto não era para ele e foi parar na cadeia por roubo. Não desanimou, ali aprendeu todo tipo de falcatrua, pilhagem e malandragem e ao sair decidiu que iria ser um “showman”.

Lula veio muito novo do sertão nordestino para São Paulo. É o sétimo dos oito filhos de um casal de lavradores iletrados.

Veio de Garanhuns, interior pernambucano. Em São Paulo recebeu apenas educação primária. Em 1968, filiou-se ao Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema. E nesse local descobriu e conviveu com os comunistas do (PCB), aprendeu todo tipo de artimanha, além de tomar cachaça, e como Barnum, resolveu ser o “showman” da mentira.

Em 1980, Lula juntou-se a sindicalistas, intelectuais, representantes dos movimentos sociais e católicos militantes da Teologia da Libertação para formar o Partido dos Trabalhadores (PT), do qual foi o primeiro presidente.

E aí a mentira profissionalizou-se e como um vírus letal disseminou-se pelo país contaminando escolas, universidades, assembleias, igrejas, eventos culturais, shows, apodrecendo parte do pano social brasileiro.

Barnum apresentou em seu circo uma mulher africana, escrava, cega, à qual apelidou de “Joice, a bicentenária”.

Com mais de duzentos anos a mulher tinha sido “a autêntica babá do presidente George Washington”.

Carismático e talentoso em mentir, e sustentar essas mentiras, logo tornou-se dono de um prédio e de uma companhia de espetáculos extravagantes.

Lula, de mentira em mentira, tornou-se Presidente do Brasil e depois de 13 anos de governo (8 dele e 5 de Dilma) foi acusado de assaltar a nação junto com seus comparsas do PT.

Foi condenado a quase 25 anos de prisão em dois processos. Cumpriu uma pena meia-boca.

De repente, em 2021, o “Deus Fachin” o libertou! Livre, Lula “mandou ver” naquilo que melhor sabe fazer: mentir!

E anunciou para o Brasil:

– “Fui vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos de história!”

Mas a verdade é essa:

“A Operação Lava Jato ofereceu denúncias contra 500 investigados e devolveu aos cofres públicos R$ 4 bilhões roubados da nação brasileira, no âmbito de 185 acordos de delação e 14 de leniência, nos quais foi ajustada a devolução de R$ 14,3 bilhões”. Segundo a força-tarefa, no “período foram 70 fases, 1.343 buscas e apreensões, 130 prisões preventivas, 163 prisões temporárias, 118 denúncias, 500 pessoas acusadas, 52 sentenças e 253 condenações (165 nomes únicos) a 2.286 anos e 7 meses de pena.”

Barnum continuou seu show ambulante de mentiras por todo os Estados Unidos e em 1841 fundou o “Grande Teatro Científico e Musical de Barnum”, um museu que prometia “500 mil assombros e maravilhas” dos quais absolutamente nenhum era verdadeiro ou correto.”

Lula afirmou, como “showman” da mentira, para as emissoras de TV e rádios que transmitiam sua entrevista: – “Esse dia chegou com o voto do Fachin, de reconhecer que nunca teve crime cometido por mim”.

Edson Fachin não cita, em nenhum momento, que o ex-presidente Lula nunca cometeu crimes. Ele apenas considerou que as ações do tríplex de Guarujá (SP), do sítio em Atibaia (SP) e do Instituto Lula não tem relação direta com a Petrobras e não deveriam ter tramitado na Justiça Federal de Curitiba.

Ele entendeu que não cabia ao juiz Sergio Moro, que atuava na 13ª Vara Federal de Curitiba, julgar o ex-presidente nesses três casos.

No entendimento do magistrado, a sentença dada no Paraná foi irregular e, por isso, inválida.

Barnum, sem limites, usava em seus shows mambembes, uma máquina que fazia “desaparecer dinheiro”.

Lula importou a “máquina que fazia desaparecer dinheiro” de Barnum e fez desaparecer o dinheiro do Brasil e da Petrobrás e diante das câmeras de TV afirmou: – “Fachin reconheceu que nunca teve envolvimento meu com a Petrobras.”

Fachin não “reconhece” que Lula nunca teve envolvimento com o esquema de corrupção da petroleira, mas sim que os casos investigados pela Lava Jato em Curitiba não têm relação exclusiva com a Petrobras.

Em outro trecho, o ministro afirma que o Ministério Público Federal apontava Lula como “figura central” de um “grupo criminoso organizado” com ampla atuação na administração pública, sendo a Petrobras apenas um deles.

Como a acusação imputada a Lula não tinha relação exclusiva com a petroleira, “o caso, portanto, não se amolda ao que veio sendo construído e já decidido no âmbito do Plenário e da Segunda Turma do Supremo” (página 40).

Barnum então fez as malas e foi para o velho mundo. Ali seria prontamente acolhido como um herói chegando a níveis de fama dignos de uma celebridade. Convidado pessoalmente pela rainha Vitória, Barnum apresentou seu “circo dos horrores” no Palácio de Buckingham.

Lula pulou nos saltos e mandou para o Brasil ver e ouvir:

– “Eu já fui absolvido em todos os processos fora de Curitiba.”

Lula ainda é réu em outras quatro ações penais no Distrito Federal e em São Paulo. Ele não foi absolvido nesses processos. A decisão de Fachin não afetou esses casos.

Uma das acusações diz respeito a corrupção e lavagem de dinheiro junto aos ex-ministros Antônio Palocci e Paulo Bernardo e ao empresário Marcelo Odebrecht na Justiça Federal.

Barnum, em 1871, criou o circo “Ringling Bros. e Barnum & Bailey Circus”. Este circo e os subseqüentes originaram lendas que perduram até os dias atuais como Jumbo, “O maior elefante do mundo” ou a “gigante Anna Swan”, a “Sereia de Fiji” (uma montagem do corpo de um peixe com a cabeça de um macaco) e o “General Tom Thumb” (Gen. Tom Dedão), um anão e sua família.

E o cientista Lula arrematou para o mundo da imprensa cega e conivente:

“A cepa de Manaus mata pelo menos duas vezes mais”.

Nenhum estudioso sério afirmou isto. Não há estudos que falem sobre a letalidade da variante P.1 do novo coronavírus, identificada em Manaus. As variantes estão em fase preliminar de análises e, por essa razão, os cientistas ainda não têm resultados conclusivos sobre a letalidade da variante.

Em 7 de Agosto de 1891, com quatro mansões e uma fortuna gigantesca Barnum morreu. Anos mais tarde uma estátua de bronze foi levantada em sua homenagem no centro do Seaside Park. Barnum dedicou sua vida toda à mentira e a enganar as pessoas, no entanto morreu feliz e milionário.

Lula ainda não morreu, mas possui fortuna considerável, ele e seus filhos. Assim como Barnum, o “Demiurgo de Garanhuns” também criou seu circo. Desfilam nele sindicalistas, intelectuais, representantes dos movimentos sociais, católicos militantes da Teologia da Libertação, políticos de partidos de esquerda, cantores, compositores, ativistas, jornalistas, todos repetindo suas mentiras. Todos criando ilusões no picadeiro do circo de Lula, ilusões sobre o socialismo, utopias sobre comunismo, tudo com intuito de reviver no Brasil a era da corrupção sistêmica, endêmica, envolvendo empresas públicas e privadas, agentes públicos e privados, membros do Congresso, do executivo, da iniciativa privada, a era onde os escândalos no governo eram semanais.

Mentir e negar que estava mentindo: o atributo primeiro de Lula e do PT. Negar, sempre negar, repelir com muito ardor qualquer irregularidade, qualquer delinquência atribuída ao “Chefe Lula” ou ao Partido.

Craques em vitimismo. Ilusionistas.

Finalizo com um vídeo de 2014 onde o homem que superou Barnum e tornou-se o “Pai da Mentira”, orgulhosamente, mente, e dá um show de como mentir para os outros:

Nota do autor: Dados foram extraídos dos sites Mdig, Estadão, Folha, Isto é, o Globo, Wikipedia, Veja, Conjur.

Foto de Carlos Sampaio

Por Carlos Sampaio*

*Carlos é Professor. Pós-graduação em “Língua Portuguesa com Ênfase em Produção Textual”. Universidade Federal do Amazonas (UFAM)

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