Presidente do TRT-RO/AC é nomeada pela ministra Peduzzi para compor o CSJT

A posse ocorrerá na próxima sessão do CSJT, prevista para 25 de junho

A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-RO/AC), desembargadora Maria Cesarineide de Souza Lima, foi nomeada nesta terça-feira (08) pela presidente do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi, para compor o CSJT pela segunda vez como representante da região Norte. A primeira foi no biênio 2009/2010, na sua primeira gestão à frente do Regional.

Além da desembargadora, Peduzzi nomeou o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, desembargador Brasilino Santos Ramos, como representante da região Centro-Oeste. Confira os atos CSJT.GP,SG 51 e CSJT.GP,SG 52 de 2021.

Indicados pelo Colégio de Presidentes e Corregedores da Justiça do Trabalho (Coleprecor), os presidentes tomarão posse na próxima sessão do CSJT, prevista para 25 de junho.

Centro-Oeste e Norte

O desembargador Brasilino Santos Ramos ocupará a vaga do desembargador Nicanor de Araújo Lima, do TRT da 24ª Região (MS) como representante da região Centro-Oeste. Já a desembargadora Maria Cesarineide de Souza Lima, por sua vez, ocupará a vaga de representante da região Norte, substituindo o desembargador Lairto José Veloso, do TRT da 11ª Região (AM/RR).

O mandato dos conselheiros é de dois anos.

Conselho

O Conselho do CSJT é formado pelo presidente e vice-presidente do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi e ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, respectivamente, pelo corregedor-geral da Justiça do Trabalho (ministro Aloysio Corrêa da Veiga), além dos ministros do TST Kátia Magalhães Arruda, Augusto César de Carvalho e José Roberto Pimenta.

Também fazem parte do conselho cinco presidentes de Tribunais Regionais do Trabalho que representam cada uma das regiões geográficas brasileiras. Atualmente ocupam os cargos os desembargadores conselheiros Ana  Paula Tauceda Branco (região Sudeste), Sérgio Murilo Rodrigues Lemos (região Sul) e Anne Helena Fischer Inojosa (região Nordeste).

Fonte: Secom/TRT14 (Com informações do CSJT)

Ministra do Superior Tribunal Militar, nova ‘estrela’ da mídia, por críticas a Pazuello, foi subordinada de Zé Dirceu

Maria Elizabeth Guimaraes Rocha Azevedo, indicada para o colegiado, em 2007, pelo então presidente Lula

O jornalista Alfredo Bessow, do Canal de Brasília, página do youtube com milhares de seguidores, alertou para o aparelhamento do Superior Tribunal Militar (STM) pela esquerda brasileira.

Bessow fez uma pesquisa para se informar sobre a ministra do tribunal, Maria Elizabeth Guimaraes Rocha Azevedo, indicada para o colegiado, em 2007, pelo então presidente Lula.

O nome da ministra chamou a atenção do jornalista após entrevistas concedidas por ela para a grande mídia, fazendo críticas ao ex-ministro da Saúde, General Eduardo Pazuello, sobre o episódio de sua participação na “motociata” em apoio ao presidente Jair Bolsonaro, no último dia 23 de maio.

Imagem em destaque

Alfredo Bessow, então, mostra que antes de ser indicada para o STM, o que, por si só, já geraria muita desconfiança, Maria Elizabeth foi subordinada a Zé Dirceu, atuando na Casa Civil, como subchefe para assuntos jurídicos da Presidência da República.

O jornalista chama a atenção sobre o altíssimo nível de aparelhamento com agentes de esquerda, promovido pelos governos lulopetistas nos 16 anos em que ocuparam o poder, chegando mesmo às forças armadas.

E avisa: “vocês entendem porque, para o estamento, é importante que Bolsonaro não ganhe a eleição em 2022? Porque ele vai continuar fazendo com que as máscaras caiam e a militância seja identificada e localizada”

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

Para não discutir acusação de trabalho em “condições degradantes”, ministra faz acordo e vai pagar R$ 450 mil a ex-funcionária

O nome de Rosa Weber foi retirado do processo.

Uma cuidadora de idosos vai receber R$ 450 mil da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber.

O motivo?

Um acordo feito para encerrar o processo trabalhista no qual a ex-funcionária acusava a ministra e sua mãe de a terem submetido a trabalho em “condições degradantes”.

A cuidadora pedia o reconhecimento de vínculo de emprego, o devido registro em carteira e o pagamento de adicionais.

Rosa Weber recusou um acordo de 800 mil reais e, há poucos dias, aceitou pagar 450 mil reais.

Cuidadosamente, o acordo foi feito no nome da idosa, mãe da ministra.

O nome de Rosa Weber foi retirado do processo.

Vale lembrar, que Rosa Weber era juíza do trabalho e foi ministra do TST.

Fonte: O Antagonista

Vaza gravação onde a médica que queria ser ministra declama amor a Dilma Rousseff (veja o vídeo)

Olha só do que o Presidente se livrou! “I love you”

A médica Ludhmila Hajjar virou o “centro das atenções” nos últimos dias.

Tudo porque disse, recentemente, ter sido convidada a ocupar o cargo de ministra da Saúde do governo Jair Bolsonaro.

Porém, não é de hoje que a médica gosta de aparecer…

Seja em fotos acompanhada de figuras como Gilmar Mendes e Rodrigo Maia ou ainda por seus “dotes” musicais.

Até aí tudo bem, entretanto, Ludhmila viralizou na web tocando violão e cantando para ninguém mais e ninguém menos do que a então ex-presidente Dilma Rousseff (PT), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

No vídeo, Ludhmila canta a música “Amor I Love You”.

Durante o “show particular” para Dilma, ela alterou a última estrofe da música e se declarou a petista:

“Presidenta Dilma, I love you.”

Em poucos palavras, o respeitado jornalista Rodrigo Constantino conseguiu descrever o sentimento de toda a nação ao ver o vídeo:

“No “presidenta” eu já tinha tido calafrios. Agora isso?!?!? O governo se livrou de uma boa…”

Fonte: JCO

Ministra ironiza feministas: “Por que tanto medo?”

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Damares tem sido acusada, junto com o governo federal, de promover um desmonte das políticas de direitos humanos no país

No último domingo (21), a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Damares Alves, usou suas redes sociais para responder às críticas que vem recebendo pelas ações que conduz à frente do ministério.

Damares tem sido acusada, junto com o governo federal, de promover um desmonte das políticas de direitos humanos no país, principalmente em razão da portaria nº 457, assinada pela ministra na semana passada, que institui um grupo de trabalho para propor mudanças nas políticas de direitos humanos no país.

O grupo será composto de 14 integrantes, todos da pasta liderada por Damares, o que vem causando acusações de que a ministra está tentando utilizar sua religião como ‘instrumento de dominação’.

Não é de hoje que ela vem sendo atacada nas redes sociais por grupos ativistas e feministas que alegam o uso de suas convicções religiosas nas ações do ministério.

Nesta segunda-feira (22), Damares participará, Junto com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, da abertura da primeira reunião do ano do Conselho de Direitos Humanos da ONU, com a participação virtual de 130 chefes-de-estado e ministro, além da cúpula da organização. O tempo de discurso destinado ao Brasil é de 8 minutos, e será dividido entre os dois ministros.

Divulgando sua participação na reunião desta segunda, Damares publicou:

“Por que tanto medo da ministra?”.

Para Damares, o motivo da perseguição que vem sofrendo desde que assumiu o ministério é pela consciência de que ‘a fé cristã é a única força que se opõe à dominação marxista’.

“Mas as feministas esquecem que esta nação é cristã. Eu sou ministra na Terra de Santa Cruz! Estão com medo que eu diga a verdade amanhã na ONU? Acham que vou intimidar diante de governantes, reis e rainhas? Não conhecem a força de uma mulher que ora!”, declarou.

Fonte: JCO