Ministro assina portaria com orientações para aulas presenciais

Milton Ribeiro participou de audiência pública na Câmara dos Deputados

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, informou que assina hoje (4) uma portaria conjunta com o Ministério da Saúde com orientações sobre o retorno às aulas presenciais nas escolas públicas durante a pandemia de covid-19.

A informação foi dada durante audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, em resposta à cobrança de deputados sobre o avanço da vacinação entre os profissionais de educação.

O presidente da comissão, Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), defendeu que o retorno ao ensino presencial ocorra com eficiência e com a garantia de todos os protocolos sanitários necessários. O deputado disse ainda que a dificuldade no retorno às aulas presenciais, de forma segura, tem prejudicado os estudantes e vai deixar sequelas na população brasileira.

“O senhor tem a obrigação de convencer o ministro da Saúde sobre a importância que é para o futuro brasileiro retornamos as aulas com todas as garantias”, disse o deputado. “A prioridade do governo tem que ser vacina no braço e comida no prato”, acrescentou.

Aureo cobrou ainda a utilização de recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) em ações como a compra de equipamentos como computadores e tablets para auxiliar no processo de ensino.

“O dinheiro do Fust está parado, servindo apenas para fazer superavit primário”, disse.

Em resposta, Ribeiro disse que tem trabalhado desde março do ano passado em apoio às redes de ensino e na elaboração de protocolos que garantam um retorno seguro. O ministro disse ainda que também atuou junto ao Ministério da Saúde para inserir os profissionais de educação como prioridade no Plano Nacional de Imunização (PNI).

“Desenvolvemos protocolos em 2020 e, com relação à vacinação, eu fui o primeiro ministro que mandou um documento a Casa Civil pedindo prioridade aos professores e profissionais de educação”, disse.

Levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), atualizado na última quinta-feira (26), por nove estados e o Distrito Federal definiram os calendários ou sinalizaram a volta ao ensino presencial ao menos para uma parcela dos estudantes neste segundo semestre.

O ministro, que participa da audiência pública, prestou esclarecimentos sobre a denúncia contra o Centro Universitário Filadélfia (Unifil), de Londrina (PR), suspeito de fraudar o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), sistema que avalia o ensino superior, em 2019.

Na denúncia, estudantes do curso de Biomedicina teriam recebido as respostas dos testes da coordenadora, que teria recebido antecipadamente o exame. Após a denúncia, investigação do ministério e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Enade, concluiu, no final do ano passado, não haver indícios de fraude no exame.

O autor do requerimento, Leo de Brito (PT-AC), citou uma reportagem do jornal Folha de São Paulo, apontando que houve interferência direta do ministro para favorecer a instituição e isentá-la de responsabilidades. A Unifil é ligada à Igreja Presbiteriana Central de Londrina, mesma denominação religiosa do ministro.

O deputado lembrou que o ministro chegou a visitar a instituição em duas ocasiões e que se reuniu com o chanceler e o reitor da Unifil, durante o andamento das investigações

“A agenda de um ministro, sabemos, é uma agenda disputada e o ministro vai, dá palestra com elogios à instituição e, no dia seguinte, vai na igreja que controla a universidade”, disse. “É importante que o ministro esclareça todas essas situações. São diversos encontros. É uma relação de muita proximidade. Estamos falando de uma instituição que foi denunciada e que as notas estariam fora dos parâmetros”, afirmou.

O ministro negou haver ocorrido qualquer tipo de favorecimento e disse que encaminhou o resultado das investigações para a Polícia Federal. Ribeiro afirmou ainda que o fato de ter assistido a um culto não poderia ser classificado como indicativo de ter atuado em favor do centro universitário.

“Houve uma tentativa feita por esse ou por aquele de dizer que eu estaria privilegiando uma instituição por ser desta ou daquela igreja, devido ao fato de eu ter assistido a um culto. Isso não pode ser um indicativo de que eu possa ter ido lá para tentar fraudar um certame. Fui pela amizade que tenho. Quando fui, não fui só para a Unifil, fui nos institutos federais, na Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Também tenho família e fui visitar amigos em Londrina”, disse.

Fonte: Agência Brasil

STF “paga pra ver” e ministro chama Bolsonaro de “moleque”

o STF está gerando uma instabilidade monstruosa entre os Poderes.

Após as declarações do presidente Jair Bolsonaro apontando supostos indícios de fraudes nas urnas eletrônicas, os integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançaram diversos ataques ao presidente.

Um dos integrantes do TSE afirmou que Bolsonaro tem feito ‘investidas’ contra as eleições, apesar das iniciativas de comunicação do tribunal e das respostas institucionais.

A Secretaria de Comunicação do TSE chegou a rebater as declarações de Bolsonaro em tempo real durante a live do presidente.

Segundo os magistrados do TSE, incomodados com as declarações de Bolsonaro, seria necessário ‘atuar de maneira mais firme, com medidas concretas que resultem em punição, inclusive no âmbito eleitoral’, para impedir que o presidente prossiga com as afirmações de que o sistema eleitoral atual não é confiável.

“É preciso atuar agora, para que o país possa realizar as eleições de 2022 dentro da normalidade”, afirmou um dos ministros.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, o presidente foi chamado de “moleque” por um dos magistrados do STF, e teve o apoio e a concordância de outros colegas – que têm usado adjetivos igualmente contundentes quando se referem ao mandatário.

Ao que parece, o STF está “pagando pra ver” e gerando uma instabilidade monstruosa entre os Poderes.

Fonte: Folga de S. Paulo

Ministro Luiz Fux destaca lado humano de Bolsonaro (veja o vídeo)

Fux também citou a oração ao Pai-Nosso feita por Bolsonaro. Algo está mudando…

Luiz Fux explicou que o convite a Jair Bolsonaro, em reunião oficial realizada nesta segunda-feira (13), era para que falassem sobre a importância do respeito à democracia e os limites que devem ser estabelecidos entre os Três Poderes. Fux também citou a oração ao Pai-Nosso feita por Bolsonaro.

“Nós debatemos o quão importante para a democracia é o respeito às instituições e os limites impostos pela Constituição Federal. O presidente entendeu e se utilizou até de um momento evangélico. Ele gosta de orar diuturnamente sobre o perdão e, ao final combinamos uma reunião entre os Três Poderes para fixarmos balizas sólidas para a democracia brasileira, tendo em vista a estabilidade do nosso regime politico”

A fala de Fux mostra que o presidente sempre esteve aberto ao diálogo e, ajuda a derrubar a falácia de que Bolsonaro é um homem com discurso de ódio, tratando-se, na verdade, de um homem de fé e temente a Deus.

Mas vale destacar, como nosso leitor tem acompanhado em notícias aqui mesmo no JCO, que o presidente tem enfrentando a resistência e os ataques sem fim que partem justamente dos outros poderes, incluindo o STF.

Bolsonaro já se propôs, inúmeras vezes, a manter “o jogo dentro das quatro linhas”. Resta saber, agora, se os demais “voltarão a respeitar as regras deste mesmo jogo”.

Veja o vídeo:

Fonte: JCO

Bolsonaro garante que próximo ministro do STF será cristão (veja o vídeo)

“Indicarei um irmão nosso, evangélico”

Ao participar da comemoração dos 110 anos da Assembleia de Deus no Brasil, em Belém, no Pará, na última sexta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro fez uma declaração emocionada.

Ao falar aos presentes, Bolsonaro lembrou sua trajetória até a Presidência da República, agradecendo a Deus pelas conquistas:

“Agradeço a Deus pela minha segunda vida. Quando um militante tentou me assassinar, em Juiz de Fora, fui salvo por um milagre. Por Ele e pelas orações de vocês. Agradeço a Ele pela minha missão. O Brasil sempre esteve sedento de verdade.

Hoje, temos um governo que não só fala, mas pratica a verdade. Estamos completando dois anos e meio sem um ato sequer de corrupção no Governo Federal. Isso não é virtude. É obrigação. Tanto fizeram para me tirar o mandato, mas quem me colocou lá foi Ele.

Eu só saio de lá se Ele quiser. Não adianta fazer CPI se o objetivo da mesma não é investigar quem recebeu recursos, mas quem enviou recursos”, desabafou ele.

Bolsonaro aproveitou, ainda, para comentar a atual situação pela qual o país vem passando, e como o governo federal vem enfrentando as adversidades:

“Vivemos um momento difícil. Muitas pessoas perderam a vida. Temos de enfrentar a realidade. Meu governo não destruiu empregos, não humilhou a população. Sempre defendi a vida. Temos um país maravilhoso.

Ninguém tem o que nós temos. Tenho colaborado para ajudar a mudar certas classes que dominam o Brasil.

Nunca devemos perder a humildade, a crença e a fé. Acredito em Deus acima de tudo, mas tenho em vocês, povo do Brasil, o norte que devo seguir. O que for vontade de vocês, eu e meu governo seguiremos. Meu objetivo é deixar um país muito melhor do que o que recebi em janeiro de 2019”.

Bolsonaro também lembrou e reafirmou o compromisso que fez com os evangélicos, de indicar um cristão para o Supremo Tribunal Federal:

“Há quatro anos, fiz um compromisso com os evangélicos do Brasil. Indicarei um irmão nosso, evangélico, para que o Senado aceite o seu nome e encaminhe para o Supremo Tribunal Federal. Um irmão nosso, em Cristo”.

Confira:

Fonte: JCO

Presidente Alex Redano acompanha a visita do ministro da Saúde e pede mais vacinas para Rondônia

Deputado ainda agradeceu à bancada federal e ao Ministério da Saúde pelo socorro ao Estado, evitando falta de oxigênio hospitalar

O presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos), participou nesta quinta-feira (03) de uma reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Porto Velho, com a presença da bancada federal e de outras autoridades de Rondônia.

No encontro, Redano aproveitou para solicitar do ministro uma atenção especial com o Estado, para que sejam enviadas mais doses de vacinas, para garantir uma maior abrangência na vacinação.

“Sabemos que é preciso atender a todos os Estados, mas acredito que é possível que o ministro, com a sua vinda, possa ter uma atenção especial com Rondônia e mandar mais doses de vacina para atender a nossa população. O ministro foi sensato em responder que é necessário seguir o plano nacional, mas seguimos acreditando que a vacinação vai seguir avançando, renovando a nossa esperança em volta gradativa à normalidade”, ponderou Redano.

O deputado aproveitou para agradecer ao ministro por ter socorrido a rede de saúde de Rondônia, quando houve uma crise no oxigênio hospitalar. “Com a atuação de nossa bancada federal, que acionou o Ministério, foram enviados cargas extras de oxigênio, repondo o nosso estoque e garantindo que não faltasse o produto, que é essencial para o tratamento de pacientes com covid-19 e outras enfermidades”, acrescentou Redano.

Fonte: Assessoria

Ministro destrói a “mídia podre” (veja o vídeo)

Quando você vê uma imprensa virar fiscal de álcool gel, a corrupção acabou, povo!

O ministro do turismo, Gilson Machado respondeu à uma reportagem publicada na revista Crusoé, nesta segunda-feira (31), acusando o governo federal de fazer lobby (eleitoral) no Vale do Ribeira.

Em ato no qual entregou obras na região, o Machado disse:

“Então eu sou lobista por Manaus, quando entreguei um centro de convenções por mais de 40 milhões, sou lobista por santa catarina ,que eu fui lá fiz outro centro de convenções por 60 milhões […] eu sou lobista por Natal, sou lobista por Macaíba no Rio Grande do Norte e sou lobista pelo Brasil, porque o nosso governo esta entregando 40 mil obras pelo país e a grande mídia não divulga nada.”

Gilson narrou também um fato em uma viagem que fez a Feira de Santana, na Bahia, ao lado de Bolsonaro e do ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), para a inauguração de um viaduto que estava abandonado há 30 anos, na BR 101, com a extensão de mais 20 quilômetros de asfalto

“Eu tive a curiosidade com o presidente Bolsonaro da gente comparar o asfalto que era feito antes, com o asfalto que foi feito agora … minha gente a qualidade do novo asfalto é impressionante … a densidade para aguentar uma capacidade de carga, é impressionante … é muito gratificante participar de um governo quando a gente vê o respeito ao dinheiro público”

Gilson, literalmente, destruiu a narrativa da imprensa e mostrou que, enquanto eles brincam de fazer jornalismo, o governo Bolsonaro governa um país, sem um centavo de corrupção.

Veja o vídeo até o final:

Fonte: JCO

Militares ficam indignados com declaração de ministro francês sobre a Amazônia e negativa de assinar acordo

“É inimaginável assinar o acordo”.

Demonstrando a clara intenção de atacar o Brasil, o ministro do Comércio Exterior da França, Franck Riester, voltou a falar da Amazônia.

Em sessão do Senado francês, numa discussão que versava sobre o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, o ministro afirmou que “É inimaginável assinar o acordo”.

Na sequência, criticando diretamente o governo do presidente Jair Bolsonaro disse que “faz o contrário do que precisa fazer” em temas ambientais.

E disse mais: “Se eles não se moverem, não terão acesso mais fácil ao mercado europeu do que hoje”.

“A floresta amazônica não pertence apenas aos brasileiros. Mas à humanidade”, completou.

Nos meios militares o clima de indignação com as absurdas declarações do ministro francês é generalizado.

Fonte: Metropoles

Ministro da Saúde estuda campanha de testagem contra covid

A declaração de Marcelo Queiroga foi dada em Botucatu, o município abriu hoje vacinação em massa da população para pesquisa

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou neste domingo (16) que está em estudo na pasta uma ampla campanha de testagem da população brasileira para o novo coronavírus, causador da covid-19. A declaração foi dada em Botucatu, no interior paulista. O município começou a vacinar hoje toda a população entre 18 e 60 anos contra a covid-19, em uma iniciativa que faz parte de estudo inédito sobre a eficácia do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, em parceria com a AstraZeneca e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Sobre a interrupção na produção de vacinas contra o coronavírus pelo Instituto Butantan pela falta do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), Queiroga ressaltou que a carência da matéria-prima é mundial. “É importante passar uma mensagem positiva para a sociedade brasileira, e não essa cantilena de que está faltando [IFA]. O Brasil precisa de tranquilidade para superarmos juntos essa dificuldade sanitária”, disse.

Ainda sobre a dificuldade na aquisição de vacinas, o ministro lembrou que o Brasil faz parte do acordo Covax Facility, que alocou US$ 150 milhões para garantir a cobertura vacinal de 10% da sua população. “A prova dessa dificuldade de doses é que mesmo a OMS [Organização Mundial da Saúde] tem dificuldade de entregar as doses que se comprometeu conosco e nem por isso nós ficamos criticando a OMS.”

Queiroga acrescentou que o Brasil tem um trabalho diuturno para ter mais vacinas. Ele disse que, nesse sentido, o país é o quinto que mais distribui doses. “O Brasil está indo bem na campanha de vacinação. Poderia ir melhor? Claro que sim, se tivéssemos mais doses”, ressaltou.

Marcelo Queiroga destacou ainda que a curva epidemiológica brasileira em relação não só a óbitos como internações hospitalares vem tendo queda e, por isso, incentivou outras medidas. “Nós precisamos, além da vacinação, de incentivar as medidas não farmacológicas, como uso de máscaras e distanciamento social.”

O ministro destacou que o momento é de união e citou ações do governo como o pagamento do auxílio emergencial. “Vamos construir juntos um cenário que permita resgatar a saúde pública e devolver as condições econômicas no nosso país”, afirmou.

China

Perguntado se os problemas com o IFA poderiam ser reflexo de problemas diplomáticos com a China, Queiroga afirmou que o país asiático tem sido um grande parceiro para o Brasil e disse que não vê nenhuma fissura nas relações entre o governo brasileiro e o chinês.

“O presidente[ Jair Bolsonaro] tem uma excelente relação não só com a China, mas com todas as nações com que o Brasil estabelece relações internacionais. A China integra um bloco econômico importante que é o Brics, o Brasil faz parte, a Rússia faz parte, e as relações são absolutamente normais”, ressaltou Queiroga.

O ministro disse ainda que o embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, “é um grande parceiro nosso na prospecção não só de IFA, mas de doses prontas de vacina.”

Pesquisa

O município de Botucatu tem cerca de 150 mil habitantes, dos quais 106 mil são maiores de 18 anos. Pelo projeto de vacinação em massa, todos esses receberão imunização contra a covid-19, e os casos positivos na regiã, serão sequenciados. A expectativa é saber a efetividade da vacina produzida pela Fiocruz contra todas as cepas que circulam na cidade.

Além da efetividade contra as variantes, o estudo servirá para comparar o quão eficiente foi a vacinação em massa em relação aos demais municípios da região. Botucatu abriga uma unidade do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e, por isso, tornou-se um polo de referência na região.

O estudo terá duração estimada de oito meses. O período incluiu a aplicação das duas doses – com intervalo de 90 dias – e o acompanhamento da população imunizada.

Por Karine Melo

Emocionado, ministro revela porque Bolsonaro vencerá as eleições no 1º turno em 2022 (veja o vídeo)

Ele tem algo que agrada muito, para quem tem fé, aquele que é o verdadeiro senhor da nossa nação, que é Deus”

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni, em declaração emocionante e emocionado, explica o motivo de acreditar que o presidente Jair Bolsonaro irá vencer as eleições de 2022 já no 1º turno:

“Ele tem um coração diferente. Ele tem algo que agrada muito, para quem tem fé, aquele que é o verdadeiro senhor da nossa nação, que é Deus”, disse o ministro.

Nenhum líder, dos últimos 50 anos, foi mais atacado, mais perseguido, mais agredido, mais enxovalhado do que o presidente Jair Bolsonaro. E por que resiste essa conexão com a população? Porque ela é construída sobre a verdade. Ele é de verdade, ele é de carne e osso, ele é honesto e ele é verdadeiro.”

E prossegue Onyx:

“E sabe que tem uma missão. Nos cobra todo dia, toda reunião ele diz para a gente ‘Nós estamos com uma oportunidade única, nós temos uma missão de transformar o Brasil e nós não podemos falhar, nós temos que servir o povo brasileiro’, e a população brasileira entende que, hoje, ela tem um governo que a serve e que é completamente diferente daquele governo que passou por aí, e que graças à Deus é passado e não vai voltar. Aquele governo se servia dos brasileiros”, lembrou ele.

Segundo Onyx, esse compromisso com a missão de servir ao povo é que faz com que tenha a confiança de que o trabalho continuará após as eleições de 2022:

“E a nossa grande diferença está aí e é por isso que eu acredito que o presidente ganhe a eleição ano que vem no primeiro turno”, encerrou ele.

Confira:

“Com uma canetada um ministro, ‘administra’ o Brasil”, critica médico e ex-vereador (veja o vídeo)

Para desespero da esquerda, Biden elogiou a postura de Bolsonaro na Cúpula do Clima

Em entrevista, a advogada Flávia Ferronato e o médico e ex-vereador Cézar Leite falaram sobre a carta assinada por artistas brasileiros e estrangeiros, endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, para que ele rejeite acordo com o Brasil até o desmatamento ser reduzido, apesar de nosso país ser o que mais preserva as florestas.

Para desespero da esquerda, o governo americano elogiou a postura de Bolsonaro na Cúpula do Clima.

“São movimentações obscuras onde, mais uma vez, vai se criando uma narrativa para prejudicar o governo e sempre com o mesmo objetivo, que é o poder”, ressaltou a advogada.

Para Leite, fica clara a função dos artistas nesse contexto:

“Querem fazer política baixa”, criticou.

Os convidados ainda comentaram sobre a postura de alguns ministros do STF, impondo prazos para que o governo federal responda sobre diversas questões.

“Até na justiça americana, que para nós, advogados, era a justiça ideal, hoje, a justiça de lá começa, também, a criar relações um pouco políticas, onde a gente pode desconfiar. É uma movimentação infelizmente mundial”, comentou Ferronato.

Para Cezar Leite, é preocupante o tipo de atuação de alguns togados, principalmente porque não são eleitos pelo povo, apesar disso, “um ministro, na canetada, administra o Brasil”.

Confira: