Semusa realiza multirão de vacinação nos distritos de Porto Velho

Segundo a secretaria municipal, foram disponibilizados mil doses.

Moradores de três distritos de Porto Velho serão imunizados contra a Covid-19 na próxima sexta-feira (9). Foram disponibilizadas mil doses para atender as localidades de Nova Aliança, Calderita (Agrovila Jamari, Agrovila Nova Aliança) e Bom Será (São Carlos).

Uma equipe com 15 servidores da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), incluindo enfermeiros, auxiliares e vacinadores, será enviada para os distritos.

Segundo a prefeitura, a ação será realizada para que os moradores não precisem se deslocar até a área urbana da cidade e correr o risco de se expor mais ao vírus.

Até a manhã desta quinta-feira (8), mais de 228 mil doses de vacina foram aplicadas em Porto Velho, sendo cerca de 177 mil de primeira dose, de 48 mil como segunda dose e 2,9 mil como dose única.

Fonte; Semusa

Moradores bloqueiam a RO-005 e pedem retomada do asfaltamento

A estrada tem fluxo frequentes de carretas que transportam soja e combustíveis.

Moradores das comunidades Portochuello, Aliança e região, no Baixo Madeira, fazem bloqueio nesta manhã na rodovia RO-005, que liga Porto Velho a região portuária. A estrada tem fluxo frequentes de carretas que transportam soja e combustíveis. Também é utilizada pelas comunidades ribeirinhas encurtando o trajeto até o distrito São Carlos. A obra de asfaltamento parou. O trecho de equivalente três quilômetros formou atoleiro no inverno e agora está com difícil trafegabilidade devido aos inúmeros buracos e poeira.

O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO) informou anteriormente que o trecho foi abandonado pela construtora Amil e que a obra de asfaltamento será concluída com execução direta pela autarquia. Aguarda a chegada de equipamentos adquiridos para iniciar os serviços. A previsão anterior é a obra seria iniciada neste mês de julho.

Os manifestantes querem a definição de um cronograma para a obra. Temem que chegue o inverno e os transtornos continuem acontecendo. Diversos veículos quebram no local por ser de difícil trafegabilidade. “Queremos que o DER apresente a data de início e de conclusão dessa obra”, justificou um morador.

Com o bloqueio da via, uma enorme fila de veículos se formou desde o início da manhã. Os manifestantes colocaram madeira e atearam fogo, impedindo a passagem de veículos. Os motoristas apoiam o ato, considerando que o trecho está muito ruim e causa prejuízos com danos e avarias nos veículos, além dos transtornos.

Fonte: diariodaamazonia

Estrada do Areia Branca é finalmente integrada ao município de Porto Velho

Apesar de estar na área do município, a Estrada do Areia Branca ainda não tinha registro em cartório, portanto não era uma estrada oficialmente.

A Estrada do Areia Branca está incluída definitivamente no agrupamento de ruas pertencentes ao município de Porto Velho. A integração da via aos cuidados da Prefeitura Municipal de Porto Velho possibilitará a captação de recursos, por meio de recolhimento de impostos e verbas destinadas pela bancada federal, para serem investidos na construção da rede de drenagem, asfaltamento e instalação de indústrias e comércios.

Neste caso, os estudos iniciaram em julho do ano passado e envolveram vários procedimentos que necessitaram da intervenção de técnicos das duas secretarias.

O estudo de viabilização de integração da Estrada do Areia Branca ao município foi conduzido pela Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur) e pela Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (Semob).

Mais de 800 famílias que residem no trecho compreendido pela estrada serão beneficiadas com os títulos de regularização fundiária e projetos de infraestrutura urbanística. Apesar de estar na área do município, a Estrada do Areia Branca ainda não tinha registro em cartório, portanto não era uma estrada oficialmente.

Agora oficialmente registrada a Estrada ganhará melhorias para os moradores do local, Serviços de manutenção e mais celeridade daqui para os anos.

Fonte: Comdecom

Cerca de 60 a 70% dos imóveis de Jaci-Paraná serão regularizados na próxima semana

A expectativa da prefeitura é que dentro de um ano todo o trabalho seja concluído e os moradores de Jaci-Paraná possam receber as escrituras de seus lotes.

A Prefeitura de Porto Velho reinicia na próxima segunda-feira (24), na localidade, as providências para consolidar como proprietários a situação dos ocupantes dos terrenos da localidade dos moradores do distrito de Jaci-Paraná.

A regularização fundiária no distrito foi determinada pelo prefeito Hildon Chaves e consiste, inicialmente, no processo de georreferenciamento, e catalogação e cadastramento dos imóveis, que ocorre a partir de um levantamento socioeconômico minucioso. A previsão inicial é de que este trabalho dure 15 dias, mas, se houver necessidade, será prorrogado.

Parte destes procedimentos foi realizada entre 2013 e 2014 pela Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur). Os trabalhos foram paralisados por conta da grande enchente do Rio Madeira que impactou fortemente todo distrito.

Como os procedimentos foram adiantados, a regularização fundiária será mais rápida, pois a Semur resgatou todo levantamento, cadastramento e processos abertos anteriormente.

Com base nesses documentos será feita uma nova catalogação para atualizar os dados e constatar se os imóveis são ocupados pelos mesmos proprietários. Em seguida será feita a atualização do georreferenciamento.

O secretário Edemir Brasil, da Semur, explica que o georreferenciamento é o ponto principal do trabalho de regularização fundiária. “Significa desenhar a localidade, desenhar imóveis, propriedades, ruas, calçadas, posteamento e construções, entre outros”, disse.

A expectativa do secretário é que dentro de um ano todo o trabalho seja concluído e os moradores de Jaci-Paraná possam receber as escrituras de seus lotes. “Não temos dúvida de que todos moradores ficarão contentes com o resultado”, enfatizou.

Edemir Brasil pede que os moradores recebam os profissionais da Emdur e forneçam todas as informações necessárias para que os trabalhos ocorram com mais celeridade.

“Com a regularização o imóvel passa a existir de direito e isso abre um leque de possibilidades. Como o imóvel fica averbado em cartório, o proprietário pode utilizá-lo como garantia em financiamentos para reformas ou ampliação da casa ou comércio. A regularização fundiária gera desenvolvimento a médio prazo”, afirmou o secretário.

Ele acredita que cerca de 60 a 70% dos imóveis de Jaci-Paraná serão regularizados, ficando para depois somente aqueles que apresentarem algum tipo de pendência.

Uma grande agenda foi estabelecida para regularizar as regiões do Alto e Médio Madeira, sendo que Jaci-Paraná, que se enquadra no Médio Madeira, é o primeiro distrito a ser contemplado. “Posteriormente será a vez dos distritos de Extrema e Vista Alegre do Abunã”, finalizou.

Fonte: Comdecom

Homem suspeito de Abuso Sexual é espancado por moradores na zona leste de Porto Velho

O acusado foi preso e encaminhado para Central de Flagrantes.

Um homem de 59 anos foi espancado por populares e preso pela Polícia Militar na noite de quinta-feira (29), acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 13 anos em uma residência, localizada no Bairro Esperança da Comunidade, na Zona Leste de Porto Velho.

A mãe da adolescente relatou aos policiais que pediu para o acusado comprar uma carne e levar até a casa dela.

O homem acabou demorando para retornar, e a mãe da vítima teve que sair de casa. Minutos depois, ele chegou, e ao ver que a adolescente estava sozinha, teria acariciado os seus seios dela e tentado beija-la a força.

Nesse momento, a mãe da adolescente chegou, e ao flagrar o abuso sexual, começou a gritar por socorro. Populares ouviram, foram em direção ao acusado e começaram a agredi-lo com chutes e socos até a chegada da Polícia.

Questionado, ele disse que estava apenas se despedindo da vítima com um abraço. O acusado foi encaminhado para Central de Flagrantes.

Moradores de Porto Rolim pedem que seja retirada área do Parque Ilha das Flores, que afetaria comunidades

Deputados receberam pedido de alteração em projeto, que afetaria cerca de mil moradores da região

Uma comissão de moradores e representantes do distrito de Rolim de Moura do Guaporé, mais conhecido como Porto Rolim, em Alta Floresta, foi recebida por deputados estaduais nesta terça-feira (27), quando apresentaram o pedido para que a região seja retirada da área de criação do Parque Estadual Ilha das Flores, prevista com a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 080.

Segundo os moradores, cerca de 7% da área prevista do Parque Ilha das Flores, fica em região antropizada do distrito, com moradores estabelecidos há décadas, trabalhando em diversas atividades, numa população afetada em cerca de mil pessoas.

O presidente Alex Redano (Republicanos), acompanhado dos deputados Jean Oliveira (MDB), Cirone Deiró, Adelino Follador (DEM), Anderson Pereira (Pros), Jair Montes (Avante), Eyder Brasil (PSL) e Dr. Neidson (PMN), acolheram a comitiva e receberam um abaixo assinado da comunidade, pedindo que o pleito deles seja considerado.

“É importante ouvirmos sempre a população e estamos recebendo o pedido da comunidade de Porto Rolim. Cada região tem suas peculiaridades e precisamos levar sempre isso em consideração, na hora de tomar decisões”, disse Redano.

“Vai afetar de forma prejudicial a todos do distrito e seu entorno, essa criação do Parque Ilha das Flores: os ribeirinhos, comunidades quilombolas, produtores rurais estabelecidos, quem atua no ramo do turismo e outras atividades. Não entendo criar uma reserva dentro de uma área estabelecida”, denunciou o professor Libério Ferreira Quintão, que estava acompanhado de Elias Antonio, Welinton Costa, Marcos Monteiro, entre outras lideranças locais.



Fonte: Assessoria

Em Vilhena, moradores recebem regularização de escrituras habitacionais através do programa Reurb-S

O programa atende somente áreas de ocupação irregular consolidadas que se enquadram nas exigências da lei

A Secretaria Municipal de Terras (Semter) entregou mais títulos habitacionais do programa Reurb-S para famílias que vivem no Setor 73, em Vilhena. Agora, mais 12 famílias estão com as próprias escrituras de suas residências.

“Hoje estamos entregando o documento que dá direito à propriedade ao morador, ou seja, seu lote já tem o processo de regularização finalizado e escriturado. São 12 famílias do Setor 73 beneficiadas hoje, que estavam há um longo tempo na busca para conseguir a documentação. Então, realizamos todo o trabalho através do programa Reurb-S através da Prefeitura de Vilhena”, explica a advogada e secretária Municipal de Terras, Vivian Bacaro.

O prefeito Eduardo Japonês participou da entrega e apontou a importância do momento para estas famílias. “Sei que muitos de vocês aguardaram por isso, mas hoje vocês têm um terreno que podem chamar de seu. E é isso que fazemos aqui na Prefeitura, resolvemos o problema do cidadão. Temos a Vivian, uma profissional empenhada para solucionar estas questões. Fico muito feliz quando vejo as coisas acontecendo e não vamos parar por aqui”, aponta Japonês.

O programa de Regularização Fundiária Urbana para Fins de Interesse Social (Reurb-S) é direito dos moradores conforme a lei federal n° 13.465/17. O programa atende somente áreas de ocupação irregular consolidadas que se enquadram nas exigências da lei. Para fazer parte do projeto, a família deve ter renda de até cinco salários mínimos, com posse comprovada de até 2016, além de não ter outro imóvel registrado no nome. Acesse aqui a lei do Reurb-S no link: www.bit.ly/leireurbs.

Vivian lembra alguns dos passos necessários para quem quer acessar o programa. “O Reurb-S beneficia moradores que estão em áreas de ocupação irregular consolidadas, que se enquadram nas exigências da lei. Há um processo de análise multidisciplinar, com parecer da assistente social, vistorias e, somente depois de concluído o processo daquela área específica e com parecer favorável, é que a área definida será contemplada pelo programa”, explica a secretária.

A Semter de Vilhena foi pioneira no Estado ao regularizar imóveis por meio do Reurb-S. Dados da secretaria apontam que nos últimos dois anos, mais de 200 famílias já foram atendidas pela iniciativa, passando a ter imóveis com títulos regulares, saindo da informalidade.

INFORMAÇÕES – Interessados podem procurar a Semter pelo telefone 3919-7017, ou presencialmente de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Fonte: Folha de Vilhena

Moradores e motoristas reclamam do descaso do DNIT em Rondônia

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Para onde está indo o dinheiro dos impostos que pagamos para ter uma infraestrutura de qualidade?

Porto Velho, RO –  Motoristas e motociclistas do perímetro urbano da capital precisam redobrar a atenção ao trafegarem pela cidade, devido as péssimas condições das avenidas Governador Jorge Teixeira e Costa e Silva, também conhecida como imigrantes. A situação é bastante preocupante, principalmente devido ao período chuvoso, pois as chuvas corriqueiras desta época do ano, escondem os buracos que se formam nas principais vias da cidade. Condutores relatam perigo ao tentar desviar dos buracos.

Um verdadeiro descaso com a população que arca com seus impostos para ter uma via em boas condições de trafegabilidade. Para se ter uma ideia da situação, as vias em destaque, estão tomadas de crateras enormes. Da rotatória da Imigrantes com Jorge Teixeira, sentido a cabeceira da Ponte que cruza o Rio Madeira, sentido Humaitá no Estado de do Amazonas, um verdadeiro absurdo, buracos atrás de buracos e sem sinalização nenhuma.

Ao longo da Avenida Jorge Teixeira, local de intenso tráfego de caminhões, carretas e rota de ônibus de transporte coletivo, os buracos também estão tomando conta da avenida. Os carros, por vezes, tentam invadir bruscamente a outra pista para desviar dos buracos. No perímetro urbano, diariamente, milhares de carretas carregadas de soja trafegam pela Avenida Jorge Teixeira, dificultando o transito, provocando acidentes, além de danificar o asfalto, sem que as autoridades tomem as providencias necessárias para amenizar a situação. “Um verdadeiro descaso com a população”.

De acordo com o funcionário público J.L.A, o descaso é muito grande por parte dos órgãos responsáveis. Segundo ele, recentemente, uma equipe do Dinit esteve no local iniciando os serviços de topografia, porém, ficou nisso mesmo. Eles deixaram apenas alguns cones em alguns buracos e foram embora e não voltaram mais. 

“Esses dias, presenciei pessoas caírem de moto e de bicicleta nesses buracos, uma vergonha para nós, termos um monte de deputados eleitos pela capital, sem falar nos vereadores recentemente eleitos, parece que eles não moram em Porto Velho, sequer andam pela cidade. Deveriam parar mais de postar fotos nas redes sociais em lugares bonitos e passarem a andar pela cidade e cumprir com suas obrigações, fiscalizar e reivindicar as melhorias para nossa cidade”, reclama seu João, proprietário de um comércio nas proximidades. Ele ressaltou nunca ter visto um deputado ou um vereador na localidade para ver de perto a situação.

Veja fotos:

O estudante Tiago, aproveitou a equipe de reportagem que esteve no local, segundo ele, já tirou várias fotos da situação e denunciou que os cones deixados pela equipe do Dnit estão lá há dias e acredita que alguns já podem ter sido roubados, afirmou. 

“Vejo carros fazendo desvios perigosos, quase batendo um no outro, diariamente, devido o veículo que está na frente atrapalhar a visão do outro que tenta fazer ultrapassagem aí ele acaba caindo no buraco e se arrebenta todo. O risco de acidente é muito grande. É insuportável transitar nessa avenida. Onde quer que vá tem buracos”, disse o estudante.

O CN tentou contato com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) mas não obtivemos resposta até o fechamento dessa matéria.

Vídeos:

da Redação/CN | com a participação do portal ONortão

Cheia do Rio Madeira começa atingir moradores do bairro Cai n’Água

A Prefeitura de Porto Velho decretou estado de alerta, quando o rio atingiu a marca de 15 metros.

Rua que dá acesso ao Porto Cai n'Água, em Porto Velho — Foto: Marisson Dourado/CBN

O Rio Madeira atingiu a marca de 16,43 metros na tarde de terça-feira (02), segundo monitoramento do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), e as famílias do bairro Cai n’Água, na região central de Porto Velho, começam a sentir o impacto da elevação das águas do rio.

De acordo com Cunha, agente da Defesa Civil de Porto Velho, famílias do Beco do Gravatal, no bairro São Sebastião, já foram retiradas e as regiões do Cai n’Água e o Baixo Madeira, segue sendo monitoradas.

“A gente vem fazendo o acompanhamento e monitoramento intensivo. Todos os dias uma equipe se desloca, não só na área urbana, como também no Baixo Madeira. Alguns lugares [encontram-se] alagados. A gente tá com uma equipe cadastrando as famílias e fazendo o monitoramento de todas elas”, explicou Cunha.

Rio Madeira marca 16,41 metros e fica a menos de um metro de atingir a cota de inundação — Foto: Thaís Nauara/G1
Rio Madeira marca 16,41 metros e fica a menos de um metro de atingir a cota de inundação

O canal Santa Bárbara, localizado entre a Av. Rogério Weber transbordou na manhã de terça-feira (02) e os moradores da região se arriscam ao passar pelas águas, já que, além dos problemas decorrentes da cheia, os moradores ainda enfrentam a ameaça de contaminação pela bactéria Leptospira, que causa a leptospirose.

A Prefeitura de Porto Velho decretou estado de alerta, quando o rio atingiu a marca de 15 metros. O número da Defesa Civil para casos de emergência é o 199.

Moradores reivindicam asfalto na avenida Calama na capital

Policiais militares acompanharam o protesto.

Na manhã desta segunda-feira (15) em Porto Velho, moradores do bairro Planalto atearam fogo em pneus na avenida Calama. O motivo é para chamar a atenção da Prefeitura para o “abandono” na via que está sem manutenção no asfalto. Policiais militares acompanharam o protesto.

A falta do asfaltamento na avenida Calama é o principal motivo do ato, segundo relatou um morador ao policial, que estava no local.

“Desde de 2017 falaram que iam fazer o asfalto na Calama, mas até agora nada. Não dão manutenção nem na Calama nem na rua Humaitá. Tem buracos enormes lá, a gente não aguenta mais. Queremos o asfaltamento, ou pelo menos a manutenção enquanto não se pode asfaltar por causa das chuvas”, disse.

A assessoria da prefeitura comunicou por meio de nota esclareceu que “as obras de drenagem, asfaltamento, meio fio e sarjeta na avenida Calama, próximo ao condomínio Cristal da Calama, estão orçadas em cerca de R$ 11 milhões, recursos que seriam enviados à prefeitura de Porto Velho, pelo governo federal, porém isso não ocorreu”. Portanto o município diz que está buscando recursos próprios, para a execução das obras.

Fonte: Rede Amazônica