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Ataque a escola religiosa deixa pelo menos 8 mortos no Paquistão

Cerca de 110 pessoas, incluindo crianças, ficaram feridas na explosão, que aconteceu no início da manhã desta terça, na cidade de Peshawar

Um ataque a bomba matou pelo menos 8 alunos e deixou outros 110 feridos em uma escola religiosa na cidade de Peshawar, no noroeste do Paquistão. O atentado aconteceu no início da manhã desta terça-feira (27).

“A explosão aconteceu durante uma aula sobre o alcorão. Os explosivos estavam dentro de uma sacola que alguém deixou no seminário, ainda não sabemos quem foi”, disse o porta-voz da polícia de Peshawar, Faiz Khan, à agência EFE. A bomba, de fabricação caseira, teria cerca de 6kg de material explosivo.

O governo paquistanês não divulgou idades nem identidades das vítimas. Os feridos foram encaminhados para hospitais da cidade, que ficaram lotados. O primeiro-ministro Imran Khan condenou o atentado, que ainda não tem autoria determinada.

Não é a primeira vez que a cidade vê algo parecido. Em dezembro de 2014, um massacre em um colégio militar deixou 135 mortos, entre eles 25 crianças.

O terrorismo, que havia caído drasticamente nos últimos anos no Paquistão, voltou a dar as caras nos últimos meses. Desde agosto, pelo menos 20 pessoas morreram em dois graves atentados na província do Baluquistão.

Fonte: R7

Idaron alerta contato com morcegos e animais mortos e doentes podem transmitir raiva

Pessoas que sofreram ferimentos que tiveram contato com algum animal silvestre, devem procurar um médico.

O alerta é feito pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), sobre o contato com morcegos e com animais doentes ou mortos por raiva pode transmitir a doença para humanos. Toda pessoa que sofreu ferimentos causados por morcego ou algum outro animal silvestre ou doméstico deve procurar, imediatamente, o serviço de saúde, para orientações e possível tratamento profilático.

De acordo com o médico veterinário Dalmo Bastos Sant’Anna, do Programa Estadual de Controle da Raiva dos Herbívoros e das Outras Encefalopatias, casos da doença não têm sido registrados em humanos há vários anos em Rondônia, mas a morte de um adolescente de 14 anos, no Rio de Janeiro, chamou a atenção da Agência e fez ascender o alerta.

Segundo notícia veiculada, um adolescente de 14 anos, morador de uma comunidade rural, em Angra dos Reis, morreu em março, mas o caso só se tornou público nesta semana com a divulgação de um relatório da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.

Conforme foi noticiado, o menino foi atacado por um morcego, após encontrá-lo no chão e chutá-lo, no final de janeiro. Os sintomas só apareceram em 22 de fevereiro. Em 7 de março, a vítima foi internada e posteriormente, transferida para a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG/UFRJ), na capital carioca, já com suspeita de raiva humana. O diagnóstico foi confirmado em 20 de março e o jovem morreu dez dias depois.

“Atualmente, no Brasil, o morcego, tanto o hematófago quanto o não hematófago, tem se destacado na transmissão da doença para os seres humanos e, para evitar o contágio, é importante que as pessoas evitem manipular qualquer morcego encontrado, mesmo que esteja morto. Ressalta-se que morcegos voando durante o dia, ou encontrados pousados em locais iluminados ou claros, são considerados suspeitos de estarem doentes, portanto, nesses casos, o cuidado deve ser maior e também devem ser evitados”, informou Dalmo Bastos.

CONTROLE DA RAIVA

O Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH), em todo território nacional, busca diminuir a prevalência da doença nos herbívoros domésticos, que são os bovinos, bubalinos, caprinos ovinos e equídeos, mas, devido a vários fatores, a raiva continua a se disseminar de forma preocupante, no meio rural, tendo o morcego hematófago, papel de destaque, como principal transmissor da doença.

“Além dos prejuízos econômicos, a raiva tem outro lado ainda mais preocupante, que é a possibilidade de transmissão às pessoas, através do contato com os herbívoros doentes ou mortos, como também com morcegos infectados”, alerta o médico veterinário. Para controlar a doença, o PNCRH tem como estratégias a vigilância epidemiológica, a orientação para a vacinação dos herbívoros domésticos, o controle de morcegos hematófagos da espécie ‘Desmodus rotundus’ e a educação sanitária.

PREVENÇÃO

  • Evite contato com animais que apresentam sinais de raiva ou que já estejam mortos;
  • Informe a morte de animais à Idaron;
  • Não toque em morcegos;
  • Quando detectar mordedura em seus animais, aplique a pasta vampiricida ao redor da ferida, por no mínimo três dias seguidos.

Fonte: Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril