Operações de fiscalização no enfrentamento à Covid-19 registram mais de 3 mil intervenções em Porto Velho

De acordo com a Secretaria de Estado de Segurança, as operações totalizaram 3.073 intervenções no Estado.

A Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar, encerrou a “Operação Restrição” no último sábado (27). Ao final desta, Porto Velho contabiliza cinco operações ocorridas desde 2020, empenhadas em atuar fortemente no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, que totalizaram 3.073 intervenções na capital, uma média de 35 efetivos ao dia, cerca de 13 viaturas envolvidas por noite, 1.952 estabelecimentos visitados, onde 1.413 não estavam em funcionamento e obedeciam aos respectivos decretos, mas 157 acabaram notificados. Além de 69 Termos Circunstanciados de Ocorrências (TCO) aplicados, 89 estabelecimentos precisaram ser interditados, 23 grupos foram flagrados aglomerados pela fiscalização, 108 orientados a seguirem as regras básicas de saúde, entre outros.

As operações receberam nome específico referente à fase de cada decreto estadual, “Operação Fase 3”, “3ª Onda”, “Decreto”, “Consciência”, e “Restrição”. O ciclo dessas operações iniciou em dezembro de 2020, aumentando a intensidade das ações, envolvendo profissionais da inteligência, militares e civis, órgãos da Saúde e fiscalizadores municipal e estadual.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM Gilvander Gregório de Lima, explica que dentre todas as operações a que mais surpreendeu foi a “3ª Onda”. “Esta foi uma operação pré-Natal, realmente ali a gente conseguiu fazer com que a população ficasse alerta, porque estava naquele momento acontecendo muitas aglomerações no comércio, além de festas, e vimos a importância dessa conscientização, porque se algo não tivesse sido feito naquele momento certamente teríamos o número de mortos muito maior. Foi uma operação que fizemos um esforço sobre-humano para que antes do natal reforçássemos esse alerta”, diz o comandante.

O comandante do CBM afirma ainda, que mesmo diante de resultados positivos quanto ao reforço do policiamento e a patrulha da Covid-19 nas ruas, as operações preventivas devem continuar, pois o objetivo é conscientizar as pessoas quanto ao efeito negativo causado pelas aglomerações, contribuindo com a proliferação do coronavírus, sufocando consequentemente as unidades hospitalares.

PRÓXIMA FISCALIZAÇÃO

A mais nova fiscalização promete ser ainda mais incisiva. A 6ª edição será nomeada de “Operação Alerta”, baseada no novo decreto, de forma mais ampliada, ela passa ainda por ajustes para obedecer todas as diretrizes do decreto atual.

“Vamos dobrar os meios para fazer a operações tanto de dia como também a noite, para fazer essa conscientização de uma parcela da sociedade que não acredita no coronavírus e não tem noção da realidade que acontecem nos bastidores das redes de saúde do estado e município além das unidades particulares”, afirma o coronel Gilvander Gregório de Lima.

Fonte: Sesdec

Operação Restrição flagra várias pessoas descumprindo decreto na capital

Também um bar foi fechado por não cumprir as medidas sanitárias e o horário de atendimento exigido por decreto.

A operação Restrição feita pela Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar mais uma vez cumpriu no final de semana medidas contra circulação de pessoas em espaços e vias públicas entre 21h e 6h. Entre uma das ações, flagrou jovens no Skate Park, e clientes de bares e restaurantes causaram aglomerações durante o sábado (27), mesmo após decreto do Governo que proíbe a circulação de pessoas para conter o avanço do coronavírus em Porto Velho.

De acordo com os agentes, o grupo de jovens de bicicletas passaram parte da noite tentando despistar a equipe da operação. Eles se escondiam em esquinas e pontos distantes do parque e retornavam para as pistas de skate após a saída dos fiscais.

Com a chegada dos agentes, donos de pequenas lanchonetes encerraram as atividades. Uma família que caminhava no espaço foi abordada e cancelou o passeio.

Próximo ao Skate Park, um bar foi fechado por não cumprir as medidas sanitárias e o horário de atendimento exigido por decreto. Segundo a Sesdec, esse bar foi interditado pelos fiscais do município em todas as cinco fases da Operação Restrição.

Já no centro de Porto Velho um restaurante foi fechado. Segundo os agentes, além de funcionar fora do horário permitido, as mesas do local estavam lotadas, os clientes não usavam máscaras e o atendimento acontecia normalmente. Quando o proprietário foi orientado a encerrar as atividades, um grupo de jovens fez ameaças aos agentes da operação, eles diziam que iriam expor os fiscais nas redes sociais.

Aglomeração de jovens durante pandemia em Porto Velho  — Foto: Daiane Mendonça/ Governo de Rondônia
Aglomeração de jovens durante pandemia em Porto Velho

No total, a operação visitou 73 estabelecimentos durante o sábado (27). A ação conta com apoio da Polícia Militar (PM), Polícia Civil, Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Programa de Orientação e Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), Superintendência Estadual de Comunicação (Secom) e representantes da Prefeitura de Porto Velho.

Equipes fiscalizam na segunda noite da “Operação Restrição” em Porto Velho

Em uma das ações um casal foi abordado no Espaço Alternativo com pequena quantidade de droga.

Mais uma etapa da “Operação Restrição” na noite desta segunda-feira (22), cumpriu com o objetivo de impedir aglomerações em estabelecimentos comerciais e locais públicos, para evitar o avanço da Covid-19, em Porto Velho, conforme as medidas especificadas no Decreto.

A ação tem apoio de diversos órgãos para promove amplitude no trabalho

Três equipes cobriram todo o perímetro urbano da Capital com intuito de garantir o cumprimento do ato normativo, que estabelece critérios sociais. As equipes realizaram vistorias minuciosas em mercados, restaurantes e lanchonetes.

Um dos estabelecimentos foi orientado a encerrar o atendimento presencial, por não estar com a documentação em dia, sendo que no começo do mês de fevereiro já havia sido interditado.

Por volta da meia-noite, um casal de namorados (a garota com 15 anos e o rapaz com 18) foi abordado pela equipe “Charlie”, no Espaço Alternativo. Além de estar sem documento de identificação, os policiais encontraram com o casal, pequena quantidade de droga e uma arma de choque conhecida como “taser”.

A Operação Restrição fiscalizou nesta segunda-feira (22), 75 estabelecimentos comerciais foram vistoriados. Deste total, 58 estavam sem funcionamento, ou seja, fechado de forma compatível com o que estabelece o decreto estadual.

As equipes realizaram ainda, orientações, a dispersão de duas aglomerações, um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi lavrado pela Polícia Militar, três empresas foram notificadas, três autuadas, uma interditada e seis empresas vistorias em condições regulares.

Fonte: Sesdec

“Operação Restrição” interdita estabelecimento que promovia aglomeração e flagra festa clandestina na capital

A presença da equipe de fiscalização fez com que as pessoas, sendo maioria jovens, se dispersassem rapidamente do local.

A Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), realizou na noite de sexta-feira (19), a segunda fase da “Operação Restrição”, cujo objetivo é a fiscalização em estabelecimentos comerciais e locais de aglomeração de público. Três equipes cobriram todo o perímetro urbano de Porto Velho com intuito de garantir o cumprimento das especificações do Decreto, que estabelece critérios sociais, cuja finalidade é reduzir a propagação do coronavírus.

Coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar, a “Operação Restrição” atuou novamente de forma firme para coibir desrespeito quanto ao decreto e chegou a interditar um estabelecimento comercial, localizado no Centro de Porto Velho, que estava atuando em desconformidade com as especificações atribuídas em seu Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Além disso, o estabelecimento estava promovendo aglomeração de pessoas, comercializando bebidas alcoólicas e permitindo o consumo no próprio local.

O fato que chamou a atenção dos profissionais que atuaram na Operação foi a falta de conscientização de alguns clientes que estavam no estabelecimento e não utilizavam máscaras e chegaram a se irritar com a presença das autoridades.

Ainda durante a fiscalização, a coordenação da “Operação Restrição” recebeu uma denúncia de que um bar estava promovendo grande aglomeração de pessoas na rua Padre Chiquinho. Com a averiguação dos fatos, foi constatado que dezenas de pessoas estavam realmente aglomeradas, consumindo bebidas alcoólicas que estavam sendo adquiridas no próprio estabelecimento. A presença da equipe de fiscalização fez com que as pessoas, sendo maioria jovens, se dispersassem rapidamente do local.

Também foi constatado que várias pessoas estavam promovendo uma festa clandestina, que já ficou conhecida por “coronafest”, e não utilizavam máscaras. Além de ser percebido que, algumas pessoas estavam fazendo uso de um narguilé, uma espécie de cachimbo de água utilizado para fumar tabaco aromatizado, com o compartilhamento dos bastões. Ao serem abordados pela equipe de fiscalização, muitos dos que estavam descumprindo o decreto chegaram a desrespeitar membros das equipes que compõem a Operação.

Os proprietários do bar foram notificados pelas autoridades, onde foi registrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) especificando a falta de uso de máscaras de proteção e ainda descumprindo outras determinações do decreto.

Durante a Operação, que teve início na noite de sexta-feira e se estendeu até a madrugada de sábado (20), foram efetuadas 74 intervenções, através das quais geraram sete notificações, seis TCOs, três autuações, uma interdição, além de cinco aglomerações. Desse total, 46 empresas estavam respeitando as determinações do decreto estadual, e foram especificadas na categoria “sem funcionamento” do relatório da Operação.

Os profissionais que atuam nestas operações estão percebendo que a população se tornou parceira das autoridades no que diz respeito à fiscalização para coibir eventos clandestinos e que geram aglomeração de pessoas. As centrais de denúncias estão recebendo informações precisas acerca de atividades irregulares promovidas na Capital. As ações de sexta-feira somente foram possíveis graças ao monitoramento que a população tem feito. Para denunciar eventos clandestinos, o cidadão pode ligar para os números 190197 ou 193, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros, respectivamente.

Fonte: Sesdec

%d blogueiros gostam disto: