A manobra da oposição falhou…

Todos às ruas no dia 7 de setembro

Quando o desespero bate a porta, o tiro no pé passa de carabina a metralhadora. Os governadores pensaram que ao anunciar uma resistência dos policiais militares de cada estado, poderiam conter os ânimos, e assustar os Bolsonaristas.

Porém, quando a polícia deixou entender que não aceitaria ordens ilegais, o chão da oposição caiu de vez.

Agora com a negativa de uma resistência, caso a população no geral queira se manifestar, os governadores perceberam que os policiais, apenas por contestar o anúncio dos governadores, aumentaram a pressão sobre os inimigos do presidente.

Eles não vão apenas não resistir, mas até apoiar as reivindicações em todo o Brasil.

Vendo que essa manobra falhou, o plano B dos inimigos da nação agora, é soltar o relatório da CPI próximo ao dia três, para minar com um grande apoio da mídia tradicional, a aderência as pautas bolsonaristas.

O relatório viria acompanhado de manifestos de dezenas de entidades aparelhadas de indicados políticos de antigos governos corruptos.

Essa movimentação já está em andamento, e espera deter o avanço da onda que passou dos apoiadores, e começa a encaixar os isentões que começaram a acordar.

Inclusive já cogitam um plano C caso ocorra uma ruptura real, pedindo dissolução do Supremo (aproveitando a discussão) por acreditar que no futuro, a maioria das indicações passasse a ser constituída de mais membros conservadores.

As discussões sobre semi-presidencialismo também já começam a aflorar nos debates, e vista como uma porta dos fundos para velhos caciques políticos, caso o resto da casa seja arrumada no bonde.

O presidente, antevendo esses movimentos, deve pedir o impeachment de Barroso, também próximo ao dia três, incendiando a base verde amarela. Os Senadores podem adiantar alguma movimentação de apoio ao governo antes dessa data, e mostrar que estão preparados para desembarcar do lado perdedor antes que ele afunde.

Nos bastidores, o silêncio de Gilmar Mendes nas ponderações privadas, dão o indicador que nada está resolvido, e a verdade é que os Senadores estão se cagando com as possibilidades.

Com o aviso do presidente sobre a fotografia para o mundo, teremos divulgação em várias mídias internacionais. Nesse momento, podemos estar construindo um dos momentos mais importantes da história do país.

E por isso, sua presença é tão importante.

Dia sete, todos as ruas.

Por Victor Vonn Serran

Bolsonaro admite chumbo de proposta de voto impresso e acusa Barroso de ‘apavorar’ oposição

Na sexta-feira (6), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que daria mais uma chance à PEC

O presidente Jair Bolsonaro admitiu, nesta segunda-feira (9), que a proposta de adoção do voto impresso será chumbada em votação no plenário da Câmara agendada para esta semana.

Na quinta-feira (5), a proposta em causa foi chumbada pelos deputados da comissão especial. Na sexta-feira (6), no entanto, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que daria mais uma chance à PEC (Proposta de Emenda à Constituição), enviando-a ao plenário da Câmara, relata o Portal R7.

O presidente brasileiro, por sua vez, informou que teria feito um acordo com o ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Tivemos um acordo antes, vai ser derrotada a proposta do voto impresso no plenário”, disse Bolsonaro em entrevista à Brado Rádio, sem entrar em detalhes sobre a natureza do acordo, citado pela Reuters.

Segundo o presidente do Brasil, o ministro Barroso “apavorou parlamentares” da oposição sobre o voto impresso, uma vez que vários teriam questões relativas à Justiça Eleitoral.

De qualquer jeito, a PEC do voto impresso será votada nesta semana pelo plenário da Câmara, por decisão do presidente da Casa, Arthur Lira.

Lira disse que a decisão tem como objetivo pacificar as eleições de 2022, depois que o tema se tornou motivo de enorme tensão entre Bolsonaro, que defende essa proposta, e a cúpula do TSE, que defende o sistema atual.

Bolsonaro defendeu ainda a contagem manual dos votos assim que forem fechadas as seções eleitorais, proposta acrescentada no substitutivo da PEC, conta o portal.

Fonte: R7

“Eles não são oposição. São desprovidos de caráter. Oposição é democrática, conspiração não”, diz deputado sobre CPI

O presidente é uma pessoa coerente e suas ações são sempre bem claras”, explica.

O deputado federal dr. Luiz Ovando (PSL-MS) afirmou nesta quarta-feira (30) que oposição faz parte do processo democrático, enquanto a conspiração é desvio de caráter.

A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Hora, de Campo Grande, minutos antes de embarcar para Mato Grosso do Sul, na comitiva do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o parlamentar, as ações da CPI são, na verdade, conspiracionistas, com objetivo de culpar o presidente pelas mortes de Covid.

“A CPI representa uma ponta de conspiração. Eles não são oposição. São desprovidos de caráter, não aceitam verdadeiramente a situação. A oposição é necessária, faz bem, é saudável para o sistema democrático, mas o processo de conspiração não é”, afirmou.

Luiz Ovando diz que a conspiração mostra deturpação de caráter.

“Temos visto isso com frequência entre os que conduzem a CPI. O presidente é uma pessoa coerente e suas ações são sempre bem claras”, explica.

Para o parlamentar, que é médico há 45 anos, Bolsonaro pegou um país doente, com diversos problemas, como economia em declínio, desemprego em alta, sérios problemas sociais, juros e inflação sem controle.

“É como o médico que recebe um paciente em estado grave e se vê obrigado a tomar decisões rápidas, indicar remédios, muitas vezes de gosto amargo, e aguardar a recuperação do paciente”, argumenta.

Ovando destaca o crescimento de vários indicadores econômicos, mesmo em meio à pandemia. “O Brasil cresce de forma consistente porque é um governo que tem projeto, método e objetivos”, descreve.

Ao ser questionado sobre o crescimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas, o parlamentar disse que os brasileiros têm noção do que o PT representa.

“Eles estiveram no comando do país por 14 anos e nada fizeram. Por que fariam diferente agora? A única herança deixada pelo PT é a corrupção”, declarou, desafiando líderes da esquerda e ministros do Supremo Tribunal Federal.

Fonte: JCO

FHC revela que oposição a Lira tinha um só interesse: Manter o Brasil parado para retomar o poder

É o futuro do Brasil em jogo. Um futuro que a oposição está doida para atrasar.

Para a “isentosfera”, que tem nojinho de parecer petista, mas adora usar os mesmos termos da esquerda, nós, os apoiadores do presidente, somos “gado”.

Criticaram duramente o apoio de Bolsonaro ao Lira, para a presidência da câmara, sob o pretexto de que o deputado é citado em casos de corrupção.

Enquanto isso, nos bastidores, os “caciques” do “centrão oposicionista” articulavam o apoio ao Baleia Rossi, citado nos casos da JBS e da Odebrecht, candidato apoiado por Rodrigo Maia, cujo nome nas planilhas de recebimento das propinas do Petrolão era “Botafogo”, e presidente do MDB, partido que integrou desde o início o governo Lulo-Petista.

A oposição ao Lira NUNCA teve nada a ver com corrupção. No Congresso Nacional, como já cantavam os Originais do Samba: “Se gritar ‘pega ladrão’, não fica um, meu irmão”. Pra ser honesto, sobra uma meia-dúzia, mas isso não importa nesse caso. Nos bastidores da política, tudo, absolutamente TUDO é relacionado ao poder.

O objetivo da oposição era só um: Manter o Brasil parado, atrasar todas as pautas do governo e articular o fracasso do Presidente, para fazer uso político disso em 2022. NUNCA foi pensando no país. É puro e simples interesse próprio. Criam o caos sobre o adversário político e depois usam o caos para sustentar suas narrativas.

O recado de FHC para os deputados do PSDB
O recado de FHC para os deputados do PSDB
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O mesmo método daquele governadorzinho de calça apertada, que é responsável por parar um estado que produz mais de 30% do PIB e onde proporcionalmente o número de óbitos é um dos maiores do país, mas responsabiliza o presidente pela economia e pelas mortes.

Sim. Existiam outros nomes além de Lira e Baleia. Nomes bons, como o Capitão Augusto (PL-SP), exercendo o segundo mandato e sem nenhuma denúncia de corrupção, mas que não tinham nenhuma chance de ganhar.

O Presidente não pode ser leviano e apostar no cavalo errado. É o futuro do Brasil em jogo. Um futuro que a oposição está doida para atrasar.

A responsabilidade sobre a composição do Congresso não é do Bolsonaro. Ele não nomeou os deputados. O POVO OS ELEGEU.

E, pelo amor de Deus, não me venham com a história das urnas eletrônicas e do voto de legenda. Joice teve mais de UM MILHÃO de votos. Frota, Kim, Janones e outras tristes figuras tiveram CENTENAS DE MILHARES. Resta ao presidente jogar com as cartas que estão na mesa.

É muita inocência achar que um Congresso composto majoritariamente por corruptos vá eleger um escoteiro para presidir a casa.

Fora do círculo político, no meio do “povão”, defender as pautas dos “isentões” só pode ser burrice ou mau-caratismo. Ou realmente não entendem NADA do que estão falando e apenas estão reproduzindo discursos prontos, ou têm plena consciência do projeto de poder da oposição e deliberadamente TORCEM PELO PIOR PARA O PAÍS, com a intenção de ver um candidato “prudente e sofisticado” eleito em 2022.

Em qualquer um dos casos, não merecem nenhuma credibilidade.

“Política é a arte do possível, não do ideal.” (BISMARCK, Otto Von)

 

Foto de Felipe Fiamenghi

Por Felipe Fiamenghi | O Brasil não é para amadores.

Inconformados, oposição vai ao Supremo contra primeiro ato de Lira

Arthur Lira comemora a vitória atrás do agora ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia, seu desafeto.

Nove partidos que fizeram parte do grupo de Baleia Rossi (MDB-SP) vão ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar derrubar a decisão do novo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de invalidar o registro do bloco do emedebista. Este foi o primeiro ato de Lira após sua eleição na noite dessa segunda-feira (1).

“Os partidos que se uniram em torno da defesa de uma Câmara livre e independente repudiam, com a mais intensa veemência, o ato autoritário, antirregimental e ilegal praticado pelo deputado Arthur Lira”, afirmaram os parlamentares desses partidos por meio de nota oficial divulgada na madrugada desta terça-feira (2).

Lira argumentou que a chapa organizada pelo deputado paulista foi registada após o prazo regimental. O bloco era composto por PT, MDB, PSB, PSDB, PDT, Solidariedade, PCdoB, Cidadania, PV e Rede e teria sido aceito de maneira monocrática e irregular pelo então presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).Leia mais

A manobra de Arthur Lira tem influência direta na formação da Mesa diretora da Casa, que já estava próxima da definição desde a tarde desta segunda-feira. Lira adiou para esta terça a decisão dos cargos: até as 11h, cada bloco – incluindo o seu, que ganhou a eleição – poderá escolher os cargos que deseja concorrer. Até as 13h, serão registradas novas candidaturas. Às 16h, será realizada nova sessão para a votação.

Por Congresso Em Foco

Bolsonaro dá um tremendo “nó” na oposição (veja o vídeo)

Doria e Maia surtam por causa da importação de insumos para fabricação de vacinas no Brasil

O influenciador Ed Raposo, em canal do You Tube, nesta quarta-feira (26), detonou a argumentação de esquerdistas e da grande mídia, alegando que o presidente Jair Bolsonaro teria “boicotado” a negociação para importação de insumos pra fabricação de vacinas no Brasil.

“Mais uma vez, Bolsonaro ‘dá um tremendo de um nó’ na oposição inteira: o Doriana surtou. Rodrigo Maia – se aproveitando dos seus últimos instantes de holofotes – também. A mídia tradicional, como sempre, fazendo aquele ‘malabarismo retórico’ antiquado, infinito pra tentar colocar a culpa no Bolsonaro de qualquer jeito. O fato é que nenhuma dessas pessoas consegue aceitar a habilidade do presidente pra lidar com esse tipo de situação”.

E completou:

“A maior preocupação do Bolsonaro é com a população, com os brasileiros. E não adianta. Não tem como você negar…”

Confira o vídeo:

Fonte: JCO

Trump acusa oposição de usar fake news sobre coronavírus

Em tweets, presidente disse que estratégia democrata deveria ser crime eleitoral e afirma que Joe Biden esqueceu seu nome em entrevista

O presidente dos EUA, Donald Trump, acusou a oposição de usar fake news sobre a pandemia do novo coronavírus de forma coordenada para ganhar votos em no twitter na manhã desta segunda-feira (26).

Trump diz que seu governo fez avanços contra a covid-19, mas que a mídia do país não está cobrindo seus feitos e disse que as estrategias dos Democratas deveriam ser vistas como crime eleitoral.

Donald J. Trump on Twitter: "To follow Donald J. Trump visit  @realDonaldTrump."

“Nós fizemos um avanço tremendo contra o vírus chinês, mas as fake news se recusam a falar sobre isso tão perto das eleições. Covid, Covid, Covid está sendo usada por eles, em total coordenação, para mudar os nossos números. Deveria ser um crime eleitoral!”, tweetou o presidente. 

“Joe Biden me chamou de George ontem. Não conseguia nem se lembrar do meu nome. Conseguiu uma ajuda do âncora durante a entrevista. O cartel das fake news está trabalhando pesado para cobrir isso!”, escreveu.

Os EUA seguem sendo o país mais afetado pela pandemia, com mais de 8,6 milhões de casos de covid-19 e 225 mil mortes.

Ele afirma que seu rival, Joe Biden, não se lembrava de seu nome, mas que esse deslize estava sendo encoberto pelo “cartel das fake news”, se referindo a mídia. 

Fonte: R7

Ao vivo: Oposição tenta adiar votação de vetos ao congelamento de salário dos servidores

São necessários 257 votos na Câmara para que o veto seja derrubado.

A Câmara dos Deputados está reunida agora para votar os vetos relativos ao congelamento de salários de servidores de estados e municípios que atuem diretamente no combate à pandemia de covid-19 e de integrantes das Forças Armadas. A votação pelos deputados, que estava prevista para ocorrer ontem (19), foi adiada a pedido do governo, que tenta se articular para reverter a decisão. São necessários 257 votos na Câmara para que o veto seja derrubado.

Na sessão desta quinta-feira (20) quem tenta derrubar a sessão é a oposição, que deseja adiar para a próxima semana. Segundo deputados de oposição, a Mesa Diretora da Casa está descumprindo o regimento interno e modificando a ordem dos vetos a serem votados para beneficiar o governo.

Os opositores também acusam o governo de espalhar fake news sobre essa matéria. “Ontem o senado derrubou um veto que vai dar prejuízo de R$ 12o bilhões para o Brasil. Então eu não posso governar um país… Se esse veto for mantido na Câmara é impossível governar o Brasil”, disse o presidente Jair Bolsonaro, na saída do Alvorada na manhã de hoje.

A oposição está cobrando que os aliados do presidente, expliquem o cálculo que levou o governo a afirmar que a derrubada do veto levaria a esse prejuízo, mas, até o momento, nenhum apoiador do presidente apresentou os números detalhados.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a manutenção do veto. Para ele, não dá para o setor público não dar sua contribuição na crise.

“A reunião [de líderes] de hoje mostra a nossa responsabilidade com o país, tem partidos da base e independentes, todos eles trabalhando e votando junto nesse caminho do equilíbrio fiscal e respeito ao controle de gastos”, afirmou.

“Se temos uma taxa de juros baixa devemos tudo o que o Parlamento fez junto aos dois governos [Temer e Bolsonaro]”, destacou Maia.

O trecho vetado pelo presidente Jair Bolsonaro impedia reajustes salariais e contagem de tempo de serviço para profissionais da saúde, da segurança pública e da educação durante a pandemia de covid-19. O veto faz parte da lei de socorro a estados e municípios, que liberou R$ 60 bilhões para estados e municípios durante a crise sanitária.

Fonte: Congresso em Foco

Venezuela fará eleição para novo Parlamento em 6 de dezembro

Oposição diz que votação será fraudada em favor do Partido Socialista

A Venezuela vai realizar eleição em 6 de dezembro para escolher os novos integrantes do Parlamento, informou o Conselho Eleitoral do país nessa quarta-feira (1º). Oposição diz que votação será fraudada em favor do Partido Socialista.

A oposição controla o Parlamento desde 2016, e o atual chefe do Legislativo, Juan Guaidó, foi reconhecido por dezenas de países como o legítimo líder do país após a acirrada reeleição de 2018 do presidente Nicolás Maduro.

“Anunciamos para 6 de dezembro de 2020 o processo eleitoral da Assembleia Nacional para o período 2021-2026”, disse a chefe do Conselho Eleitoral, Indira Alfonzo, em uma transmissão na televisão.

A oposição se recusa a reconhecer as decisões do Conselho Eleitoral recentemente nomeado, alegando que ele foi ilegalmente designado pelo Supremo Tribunal de Justiça pró-governo.

“Os venezuelanos não participarão de uma farsa, como em maio de 2018”, escreveu Guaidó no Twitter, referindo-se à reeleição de Maduro que foi amplamente boicotada pela oposição. “Escolhemos viver com dignidade e democracia.”

Os críticos de Maduro também observam que o tribunal interveio na liderança dos principais partidos da oposição, colocando-os nas mãos de membros dos grupos que foram expulsos por acusações de que eram aliados dos governistas.