Operação do Acre que investiga organização criminosa mira distrito de Porto Velho

Participam da Operação, promotores de Justiça e 100 policiais militares.

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Polícia Militar do Acre cumpriram, na manhã desta terça-feira (4), 47 mandados judiciais, sendo estes 28 de prisão e 19 de busca e apreensão nas cidades de acreanas Rio Branco e Porto Acre, além de Extrema (RO).

A ação faz parte da Operação Open Source, que teve como alvo integrantes de uma organização criminosa com atuação nacional, de origem no Estado do Rio de Janeiro.

Além das prisões e buscas, foi determinada ainda pelo Juízo da Vara de Delitos de Organização Criminosa a preservação dos perfis e postagens realizadas pelos investigados nas redes sociais.

A operação foi denominada Open Source tendo em vista que a investigação realizada obteve êxito em cruzar elementos captados em fontes abertas, notadamente redes sociais, e publicações realizadas pelos próprios investigados com outros elementos de prova de poder do Gaeco. Nas publicações, os criminosos faziam promoção da organização criminosa.

Participam da Operação, promotores de Justiça e 100 policiais militares. O MP informou que mais detalhes devem ser passado em uma coletiva de imprensa às 9h [horário do Acre].

Fonte; G1

Força-tarefa deflagra operação contra organização criminosa em Roraima


Uma força tarefa formada pela Polícia Federal e por autoridades de segurança do estado de Roraima deflagrou hoje  (24) uma operação com o intuito de desmontar o que denominou como organização criminosa atuando no estado.

Na operação, batizada de Triumphus, foram obtidos mandados para prender preventivamente 18 venezuelanos que integravam a organização criminosa brasileira. Os mandados foram cumpridos em sua maioria em Boa Vista e um em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

De acordo com a força-tarefa, eles teriam atuado em diversos crimes, como homicídios, tráfico de drogas, latrocínios e sequestros.

Ainda conforme com os investigadores, os alvos da operação teriam diversas missões dentro da organização criminosa, como administração de pontos de venda de drogas, guarda de armas sem autorização e a coordenação do que os agentes chamaram de um “tribunal do crime”.

As entidades envolvidas na operação informaram por meio de nota da Polícia Civil que o envolvimento dos alvos da operação teria sido confirmado em documentos obtidos em revistas nos presídios de Roraima.

A força-tarefa é formada pela Polícia Federal, polícias civil e militar de Roraima e secretarias de Justiça e Cidadania e de Segurança Pública do governo do estado.

Fonte: Lílian Beraldo A/B

PF: Operação mira Empresários e advogados de Rondônia

Suspeitos são alvo que investiga fraudes na desapropriação de terras no estado. Foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão em 5 estados Rondônia, Brasília, MT, PA e SP.

Um dos mandados da operação Amicus Regem foi cumprido em casa de luxo em Porto Velho — Foto: PF/Divulgação
Um dos mandados da operação Amicus Regem foi cumprido em casa de luxo em Porto, Velho.

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (23) a operação “Amicus Regem” para combater uma organização criminosa formada por servidores públicos e particulares, especializada em fraudar processos judiciais de desapropriação de terras, causando prejuízo aos cofres do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Foram expedidos 18 mandados de busca e apreensão que devem ser cumpridos em Porto Velho, Brasília (DF), Cuiabá (MT), Itaituba (PA) e São Paulo (SP).

Segundo as investigações da PF e do Ministério Público Federal em Rondônia (MPF-RO), foi identificado um grupo de empresários e advogados, que através de empresas e usando de pagamento indevido à servidores públicos do judiciário, fraudavam processos judiciais relativos às desapropriações de imóveis rurais no estado.

Foram identificadas fraudes na documentação dos terrenos, tanto na localização dos imóveis, quanto na cadeia dominial dos posseiros e proprietários, o que causaria “vício” na origem das ações judiciais propostas pelos advogados da ORCRIM.

Há fortes indícios, segundo a PF, que as avaliações dos imóveis, alvo dos questionamentos em Juízo, realizadas pelo perito judicial, eram até 600% maiores do que o valor de mercado. Assim, as superavaliações eram usadas nas sentenças como base para o pagamento das indenizações fraudulentas.

Apreensões feitas pela PF na operação Amicus em Porto Velho — Foto: PF/Divulgação
Apreensão feitas pela PF na operação Amicus em Porto Velho

Nos processos investigados, restou comprovado que foram pagos cerca R$ 330 milhões em indenizações de reforma agrária, realizadas por meio de precatórios, alvarás judiciais e títulos da dívida agrária.

A PF explica que o nome da operação, “Amicus Regem”, que significa “rei amigo” em latim, refere-se ao envolvimento de um magistrado no esquema de corrupção e desvio de recursos públicos de indenizações da reforma agrária.

Os integrantes do esquema podem responder pelos crimes de constituição e participação em organização criminosa, peculato, corrupções passiva e ativa, falsidade documental, invasão de terras públicas e lavagem de capitais.

Fonte: G1/RO

PF deflagra operação contra organização criminosa no tráfico internacional de drogas no Amazonas

Operação Schelde visa a esclarecer fatos relacionados à utilização de empresas de fachada sediadas no Amazonas para a remessa de drogas para a Europa

A Polícia Federal (PF)  desarticulou, na manhã desta terça-feira (7/7), a Operação Schelde, para dar prosseguimento à fase ostensiva de Inquérito Policial, por meio do qual são investigados fatos relacionados a possíveis práticas de crimes, como pertencimento a organização criminosa, tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e uso de documentos ideologicamente falsos.

A Justiça Federal da Seção Judiciária do Amazonas deferiu parcialmente representação da Polícia Federal e expediu 7 mandados de busca e apreensão, 3 de prisão temporária e 1 de prisão preventiva, os quais são cumpridos nas cidades de Manaus e Tabatinga, Estado do Amazonas, nessa etapa da investigação criminal.

O Inquérito Policial foi instaurado pela PF após tomar conhecimento da apreensão, no Porto de Antuérpia, na Bélgica, de 250 kg de cocaína, que estavam sendo transportados, ocultados em vigas de madeira, com destino à Holanda.

Durante a investigação a PF identificou uma possível organização criminosa dedicada à logística do tráfico internacional de drogas. Para isso, os envolvidos se utilizam de empresas “de fachada” para, em meio a produtos aparentemente lícitos destinados à exportação, transportar drogas desde os países produtores vizinhos, passando pelo Amazonas e outros estados brasileiros, até a Europa.

Ademais, suspeita-se da utilização de nomes falsos por parte de alguns dos indivíduos pertencentes à organização criminosa transnacional, na tentativa de se esquivar da aplicação da lei penal.

 Os indiciados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes supramencionados, cujas penas, somadas, podem ultrapassar os 30 anos de prisão.

Fonte: Comunicação Social da PF

%d blogueiros gostam disto: