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Covid-19: Rússia registrará 2ª vacina até 15 de outubro

Instituto da Sibéria concluiu a fase 1 dos testes em humanos na semana passada; Rússia já acelerou aprovação de outra vacina, mesmo antes dos ensaios finais.

Rússia espera registrar uma segunda vacina em potencial contra a Covid-19 até 15 de outubro, informou nesta terça-feira (22) a agência de notícias TASS com base em dados do Rospotrebnadzor, o órgão regulador de segurança do consumidor da Rússia.

A vacina foi desenvolvida pelo Instituto Vector, da Sibéria, que concluiu o estágio inicial de testes em humanos na semana passada. O estudo de Fase I injetou a imunização em cinco voluntários, com a possibilidade de ampliação dos testes em até 100 voluntários com idades entre 18 e 60 anos.

A imunização desenvolvida pelo instituto é feita a partir de uma tecnologia criada inicialmente para o Ebola. Ela é composta por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus que são capazes de estimular o sistema imune a induzir uma resposta protetora.

A Rússia registrou em agosto sua primeira candidata a vacina, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou. Os testes em estágio avançado desta candidata com pelo menos 40 mil pessoas estão em andamento.

Mais de 180 vacinas em potencial estão sendo desenvolvidas em todo o mundo para tentar deter a pandemia de coronavírus. Ao menos nove estão na terceira e última fase de testes em humanos, de acordo com dados da OMS – quatro na China, três dos Estados Unidos, uma do Reino Unido e uma da Rússia.

Etapas para a produção de uma vacina

Para se produzir uma vacina, leva tempo. A mais rápida desenvolvida até o momento foi a vacina contra a caxumba, que precisou de cerca de quatro anos até ser licenciada e distribuída para a população.

Antes de começar os testes em voluntários, a imunização passa por diversas fases de experimentação pré-clinica (em laboratório e com cobaias). Só após ser avaliada sua segurança e eficácia é que começam os testes em humanos, a chamada fase clínica – que são três:

  • Fase 1: é uma avaliação preliminar da segurança do imunizante, ela é feita com um número reduzido de voluntários adultos saudáveis que são monitorados de perto. É neste momento que se entende qual é o tipo de resposta que o imunizante produz no corpo. Ela é aplicada em dezenas de participantes do experimento.
  • Fase 2: na segunda fase, o estudo clínico é ampliado e conta com centenas de voluntários. A vacina é administrada a pessoas com características (como idade e saúde física) semelhantes àquelas para as quais a nova vacina é destinada. Nessa fase é avaliada a segurança da vacina, imunogenicidade (ou a capacidade da proteção), a dosagem e como deve ser administrada.
  • Fase 3: ensaio em larga escala (com milhares de indivíduos) que precisa fornecer uma avaliação definitiva da sua eficácia e segurança em maiores populações. Além disso, feita para prever eventos adversos e garantir a durabilidade da proteção. Apenas depois desta fase é que se pode fazer um registro sanitário.

Fonte: G1

São Paulo vai receber 5 milhões de doses da CoronaVac em outubro

Expectativa do governo é receber 46 milhões até dezembro

Até outubro, o governo de São Paulo vai receber as primeiras 5 milhões de doses da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac com apoio do Instituto Butantan. Segundo o governador João Doria, o estado deve receber 46 milhões de doses do imunizante até dezembro.

O acordo feito pelo governo paulista com a Sinovac prevê, inicialmente, o envio de doses prontas ou semiprontas da CoronaVac fabricadas na China. Também há previsão de transferência de tecnologia, ou seja, o Instituto Butantan poderá produzir doses dessa vacina.

A CoronaVac já está na fase 3 de testes em humanos. No Brasil, os testes tiveram início em julho, com 9 mil voluntários em centros de pesquisas de seis unidades da Federação: São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Caso seja comprovada a eficácia, a vacina terá de ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para imunização no Brasil.

A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus, inativos. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. No teste, metade das pessoas receberá a vacina e metade receberá placebo, substância inócua. Os voluntários não saberão o que vão receber. A vacina está sendo aplicada em duas doses.

Plano estadual

Em entrevista concedida no Palácio dos Bandeirantes, Doria voltou a dizer que a intenção do governo paulista é repassar a vacina para o Ministério da Saúde para que o imunizante possa ser distribuído a toda população.

Governador de São Paulo João Doria

“O que eu posso garantir é que os brasileiros que residem em São Paulo não vão ficar sem a vacina”, disse Doria.

Ele admitiu, no entanto, que já existe um plano estadual alternativo para distribuição da vacina, caso não seja feito um acordo com o governo federal. Neste caso, a vacinação aconteceria somente para os moradores do estado de São Paulo, população estimada em cerca de 45 milhões de pessoas.

Fonte: Lílian Beraldo A/B

Governo quer reforma tributária aprovada pela Câmara em outubro

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que o Poder Executivo tem como meta aprovar a reforma tributária na Câmara até o próximo dia 15 de outubro. A mesma data foi citada por ele como objetivo de aprovação pelo Senado da proposta de emenda à Constituição (PEC) do Pacto Federativo. Se confirmado o desejo do governo, as duas matérias trocam de Casa Legislativa e os senadores passam a analisar a tributária e os deputados o Pacto Federativo.

Senadores ouvidos pelo site concordam parcialmente com esse cenário e creem no avanço de parte das matérias ambicionadas pelo Ministério da Economia para 2020. No entanto, para eles, as reformas tributária deve fica para depois.

Entre os temas que são apontados com menos dificuldade para aprovar em 2020, além da alteração de marcos regulatórios de setores da economia como o do gás, está a PEC do Pacto Federativo, que retira gastos obrigatórios da União, como na desvinculação de gastos obrigatórios mínimos com saúde e educação e diminuição do salário de servidores, e a PEC que extingue fundos de financiamento infraconstitucionais.

A PEC do Pacto Federativo ainda vai precisar ser negociada com o governo. Até a última segunda-feira (14) a intenção era incluir o Renda Brasil, reformulação do Bolsa Família no relatório do senador Márcio Bittar (MDB-AC), mas a operação foi abortada pelo presidente Jair Bolsonaro. 

O governo ainda pretende criar um novo programa social e isso deve estar previsto no orçamento de 2021, do qual Bittar também é relator, mas as receitas não virão de cortes de outros benefícios sociais como planejado inicialmente. Ainda não se sabe a fonte dos recursos.

“Algo pode avançar, desde que com alterações maiores… Tem a PEC dos fundos também. Já está no plenário do Senado”, disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Para ela, a viabilidade da aprovação da PEC do Pacto Federativo só pode ser analisada após Bittar terminar o parecer.

A senadora defendeu que a discussão de corte de salários de servidores seja limitada aos da União e não atinja estados e municípios.

As PECs dos Fundos e do Pacto Federativo são conhecidas como PECs dos gatilhos fiscais, já que retiram gastos obrigatórios da União e abrem espaço no orçamento sem desrespeitar a regra do teto de gastos.

O senador Major Olímpio (PSL-SP), líder do partido, tem opinião semelhante a de Simone Tebet. “Talvez a PEC do Pacto Federativo [seja aprovada em 2020], nem reforma administrativa e muito menos reforma tributária. E pelo esforço do Congresso, se dependesse do governo não votava
nada pois é só confusão e briga interna em torno do Bolsonaro”.

“Em plena crise e com a necessária adoção de medidas econômicas fundamentais ele está empenhando em desmoralizar e destruir seu posto Ipiranga”, declarou o senador, que é ex-aliado do presidente, sobre as recentes desautorizações públicas de Bolsonaro a Guedes.

O senador Álvaro Dias (PR), líder do Podemos, a segunda maior bancada, com 12 senadores, também não acredita que as reformas serão aprovada neste ano.

Um dos principais obstáculos para a reforma administrativa, que acaba com a estabilidade de parte dos futuros servidores públicos, é a falta de funcionamento da CCJ da Câmara, que analisa a constitucionalidade dos textos e é etapa obrigatória dentro do Legislativo.

Já em relação a reforma tributária, há uma comissão mista com deputados e senadores que tenta elaborar um texto de consenso. Apesar disso, diferentes versões são defendidas por prefeitos, governadores, senadores, deputados e governo federal.

As negociações sobre o Pacto Federativo estão mais avançadas. Senadores, como a presidente do CCJ, Simone Tebet, avaliam que há consenso no Senado para aprovar caso as medidas não atinjam estados e municípios.

O senador Márcio Bittar, relator da PEC do Pacto Federativo, tem se reunido quase semanalmente com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e nesta semana também intensificou reuniões com o presidente Jair Bolsonaro.

Congresso e Planalto negociam alterações no conjunto de textos enviados no final de 2019. A ideia é que a PEC Emergencial, que reduz salário de servidores, seja incorporada ao texto de Bittar e que pontos como extinção de municípios pequenos sejam retirados.

“Acredito que só em 2021… Temos pautas imprescindíveis: licenciamento ambiental, regularização fundiária e pauta verde. Temas fundamentais para retomada da economia e garantir mercado para nossos produtos do Agro”, afirmou.

Considerada um desejo também do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cujo mandato no comando da Casa Legislativa se encerra em fevereiro de 2021, a reforma tributária também é defendida por seus aliados. O líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB), acredita na aprovação neste ano, embora não tenha dado detalhes de qual versão da reforma seria aprovada. “Tributária ainda é possível”, disse.

A equipe econômica do governo defende um imposto sobre transações financeiras digitais, mas isso é repudiado por Maia.

Fonte: Congresso em Foco

Prefeitura de SP afirma que aulas presenciais podem volta em outubro

Detalhes ainda serão definidos e anunciados nesta quinta-feira

Apesar de muito pressionada pelos cinco sindicatos da categoria (Simpeem, Sinesp, Sedin, Sindsep e Aprofem), que defendem só retornar as aulas no ano que vem, o anúncio a ser feito pela Prefeitura de São Paulo nesta quinta-feira (17) é que a capital paulista vai retomar o ensino presencial a partir de outubro.

O assunto ainda divide opiniões entre as autoridades municipais, porém, diante do avanço no controle da pandemia e do impacto sentido pelos alunos, a área da saúde vai autorizar o retorno conforme sugerido pelo governo do estado a partir de outubro.

Há, no entanto, dúvidas ainda sobre qual série terá liberação logo na primeira fase.

Há forte resistência para se liberar o retorno das séries do ensino fundamental. A justificativa é que é mais difícil seguir os protocolos de segurança e distanciamento entre crianças. Por isso, poucas séries devem ter autorização para voltar já em outubro.

Uma saída imediata, possível e avaliada internamente, para atender alunos de todas as idades é liberar aulas extras dentro das escolas para todas as séries, ligadas a esporte, por exemplo.

O retorno efetivo dos alunos mais novos deve ficar para uma segunda fase – a partir de novembro.

Diante da ameaça de greve entre os servidores, a Prefeitura já conta com um plano B para viabilizar o plano de retomada presencial: a atuação dos profissionais temporários.

Todos os detalhes serão ajustados na manhã desta quinta-feira. Em seguida, serão anunciados na coletiva de imprensa que vai divulgar o resultado de mais um inquérito sorológico.

O recado é claro: não dá para não discutir a volta às aulas. O debate é como fazer isso.

Fonte: R7

Novo transporte coletivo na capital começa a atuar em outubro, tarifa passará a ser de R$ 4,05

Nova frota deve ser composta por 143 ônibus, e cerca de 40 deles já chegaram em Porto Velho nesta semana.

Os ônibus da JTP, nova empresa que vai atuar no transporte coletivo, começaram a chegar em Porto Velho. A informação foi confirmada nesta ontem na terça-feira (1°) pelo secretário de Trânsito Nilson Kisner.

Segundo o secretário Nilson, ele confirma que a nova empresa responsável pelo transporte público da capital deve iniciar suas operações em 17 de outubro.

A nova frota deve ser composta por 143 ônibus, e cerca de 40 deles já chegaram na capital nesta semana. Os demais veículos devem chegar ao longo de setembro.

Com a nova empresa e uma melhor estrutura nos veículos, segundo a prefeitura, a tarifa do transporte coletivo também vai mudar em outubro. O bilhete vai subir de R$ 3,80 para R$ 4,05.

“A JTP que venceu a licitação apresentou a tarifa de R$ 4,05, porém com uma capacidade de prestação de serviço melhor na questão da idade da frota, wi-fi, todos os ônibus com acessibilidade”, afirma.

Fonte: Rede Amazônia

Governo de SP adia reabertura das escolas para 7 de outubro

Cidades que estiverem na fase amarela há 28 dias poderão reabrir escolas no dia 8 de setembro para reforço escolar. Mudanças nas regras foram anunciadas nesta sexta (7) pelo governador João Doria.

O governo de São Paulo adiou a reabertura das escolas públicas e privadas no estado para o dia 7 de outubro. O anúncio foi feito pelo governador João Doria (PSDB), em coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, no início da tarde desta sexta-feira (7).

“A data foi adiada para 7 de outubro por recomendação do Centro de Contingência do Coronavírus para garantir uma margem de segurança ainda maior para as crianças, adolescentes, professores, gestores e profissionais da rede pública e privada de ensino e, obviamente, para os seus familiares”, disse Doria.

Entretanto, de acordo com o governador, as escolas públicas e privadas de regiões que estão na fase amarela do plano de flexibilização econômica há 28 dias, e desejarem, poderão antecipar a reabertura para reforço escolar e atividades opcionais a partir do dia 8 de setembro.

Resumo dos anúncios:

  • Reabertura das escolas é adiada para o dia 7 de outubro.
  • Escolas privadas e públicas de cidades que estiverem na fase amarela há 28 dias poderão abrir espaços para reforço e atividades opcionais a partir do dia 8 de setembro.

“A escolha de reabertura para atividades opcionais e reforço a partir de 8 de setembro é uma decisão que cada escola deve tomar através de um processo de consulta que envolve a comunidade escolar, pais, estudantes e educadores”, defendeu o governador.

Ainda de acordo com Doria, as instituições deverão respeitar o limite do número de alunos em sala de aula e os protocolos sanitários. “O retorno escolar é importante, não somente pelo aspecto educacional, mas também pela questão social e de segurança alimentar”, defendeu Doria.

Cronograma

Durante a coletiva, o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, apresentou a atualização do plano de retorno às aulas. Ele defendeu o adiamento e disse que o estado está preparando as escolas para que possam receber os alunos em segurança na nova data programada.

Até o início de outubro, as instituições vão receber máscaras de tecido, face shields, termômetros a laser, totem de álcool em gel, sabonete líquido, copos descartáveis, álcool em gel e papel toalha.

Material que será enviado às escolas pelo governo do estado  — Foto: Reprodução/Governo de SP

Pela nova regra, as escolas que estiverem em regiões estabilizadas na fase amarela há 28 dias poderão reabrir no dia 8 de setembro para oferecer apoio para recuperação, reforço, tutoria e atividades esportivas. O secretário da Educação também afirmou que os municípios terão autonomia de determinar as regras de reabertura da rede escolar das cidades a partir de 7 de outubro.

“No âmbito do governo do estado, cada município vai poder ser mais restritivo conforme desejar, é a mesma regra das demais áreas que a educação também segue. Uma regra é que escolas estaduais não podem interferir em municipais e municipais nas estaduais. Por isso o decreto fala de recomendação aos municípios, STF fala que não pode ter intervenção em atividades diretas realizadas por outro ente federado. Eles não podem proibir as atividades estaduais mas a recomendação é que a gente trabalhe sempre em conjunto”, disse o secretário de Educação.

Proposta de reabertura para reforço e atividades opcionais em regiões há 28 dias na fase amarela  — Foto: Reprodução/Governo de SP

A reabertura deverá observar regras de distanciamento e capacidade, limitada a 35% para educação infantil e fundamental nos anos iniciais, e 20% para Ensino Médio e anos finais.

“A ideia é que priorize o atendimento aos alunos que mais precisam. A desigualdade social, tem aluno que não tem equipamento, outras dificuldades ou que tem os equipamentos, mas não se adapta a essa metodologia. A aula continua no centro de mídia. Quando a escola entender que determinadas atividades são importantes pela saúde mental, motivação dos alunos”, explicou o secretário.

Regras para reabertura em cidades na fase amarela  — Foto: Reprodução/Governo de SP

Fonte: G1