Novos ministros tomam posse no Palácio do Planalto

Quem deixou o cargo poderá concorrer nas eleições 2022

A nova  ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Cristiane Rodrigues Britto e o presidente da República, Jair Bolsonaro,durante cerimônia  de posse no Palácio do Planalto
Presidente na Cerimônia de Posse

Tomaram posse na manhã de hoje (31) os novos ministros do governo do presidente Jair Bolsonaro, durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Os decretos com as exonerações a pedido dos ministros foram publicados mais cedo no Diário Oficial da União (DOU). A saída abre aos que deixaram as funções a possibilidade de se candidatarem a cargos públicos nas próximas eleições.

Durante a cerimônia em que foram assinados os atos de posse dos novos ministros, Bolsonaro agradeceu aos que deixaram os cargos e desejou boa sorte aos novos ocupantes da Esplanada.

“Até perguntei: vocês têm certeza dessa decisão de assumir? Porque não é fácil, serão olhados com lupa”, disse Bolsonaro que informou já ter se reunido com os novos ministros há dois dias.

Quem é quem

No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, o ministro Marcos César Pontes passou o cargo para Paulo César Rezende Alvim. Ao prestar contas da sua atuação frente à pasta, Pontes destacou como uma das realizações a produção nacional de vacinas contra doenças como a covid-19, a febre-amarela, dengue e chicungunya.

“A partir desse ano, o Brasil passa a ser independente desde o conceito até a produção de vacinas nacionais, não só para a covid, mas também para as próximas pandemias e para doenças negligenciadas como febre-amarela, dengue e chikungunya”, disse.

Já Rogério Marinho deixou o Ministério do Desenvolvimento Regional, pasta que terá à frente Daniel de Oliveira Duarte Ferreira.

O Ministério do Turismo será comandado por Carlos Alberto Gomes de Brito, que substitui Gilson Machado.

O Ministério da Cidadania ficará a cargo de Ronaldo Vieira Bento, que assume o cargo no lugar de João Roma.

Damares Alves deixa o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que será comandado agora por Cristiane Rodrigues Britto.

No Ministério do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni foi substituído por José Carlos Oliveira.

Já no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a ministra Tereza Cristina dá lugar a Marcos Montes Cordeiro. Ao discursar, a ex-ministra lembrou que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) gerou um desafio para o agronegócio brasileiro, que teve de se adaptar para manter a produção.

“O agronegócio foi colocado à prova. Ele se adaptou, criou protocolos para permitir a manutenção dos serviços, a produção, a comercialização dos produtos e ciente da importância do abastecimento. Esse governo protegeu essa atividade”, disse.

No Ministério da Infraestrutura, sai Tarcísio Gomes de Freitas e entra em seu lugar Marcelo Sampaio. Ao se despedir, Tarcísio disse que com as ações da pasta, a matriz de transporte no país será mais equilibrada no futuro, com menor custo do frete de mercadorias.

“A gente vai ter, no futuro, uma matriz de transportes muito mais equilibrada, com a participação muito maior da navegação de interior, da navegação de cabotagem, do transporte ferroviário, que vai dobrar a participação, teremos uma oferta de transporte muito maior”, discursou.

Quem também se despediu do cargo foi a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, que dá lugar a Célio Faria Júnior. A ex-ministra volta a ocupar sua vaga como deputada federal.

Ao se despedir da pasta, Flávia Arruda agradeceu aos líderes partidários da base aliada, os líderes do governo e os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), “sem os quais teria sido impossível a aprovação de matérias importantes e polêmicas que foram fundamentais para ajudar o Brasil a atravessar esses tempos de turbulência”, disse.

Fonte: Denise Griesinger A/B

CN

Presidente Bolsonaro recebe alta após passar a noite internado 

O chefe do Executivo sentiu desconforto e foi atendido inicialmente pela equipe médica da Presidência

O presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta nesta terça-feira (29) após ter dado entrada no HFA (Hospital das Forças Armadas) na noite desta segunda (28). O chefe do Executivo foi internado depois de se sentir indisposto no Palácio do Planalto. Ontem, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, afirmou que o marido “está bem” e foi ao hospital para realizar um exame. Aliados do presidente, no entanto, disseram que ele foi internado em razão de um refluxo.

Bolsonaro deixou a unidade de saúde por volta das 6h30 e vai cumprir a agenda do dia normalmente, segundo apurado. Às 9h o presidente embarcou de Brasília para Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, onde participa de cerimônia de entrega de títulos de propriedades rurais a assentados da região.

Inicialmente, Bolsonaro foi atendido por médicos da equipe presidencial; em seguida, foi levado ao hospital para realizar exames. Em janeiro deste ano, o presidente foi internado em razão da suspeita de obstrução intestinal, em consequência da facada que levou durante a campanha eleitoral de 2018.

Bolsonaro já passou por seis cirurgias em decorrência da facada. Foram quatro em 2018 e duas em 2019 – para retirada da bolsa de colostomia e para correção de uma hérnia na incisão da cirurgia. A última internação do presidente foi em janeiro de 2022. Ele passava férias em Santa Catarina e precisou ser deslocado para São Paulo em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira).

Na ocasião, houve a suspeita de que precisaria passar por nova cirurgia, mas, após uma semana de internação, a equipe médica decidiu autorizar a alta, sem a intervenção.

Fonte: R7

CN

Bolsonaro recebe convite de Fachin e Moraes para posse no TSE

Encontro ocorreu no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (7) e durou cerca de 10 minutos; evento será no dia 22

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, nesta segunda-feira (7), o convite para a cerimônia de posse da nova presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O convite foi entregue pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes, eleitos próximos presidente e vice-presidente do TSE, respectivamente. A reunião foi protocolar, durou cerca de 10 minutos, e os magistrados não deram declarações à imprensa.

A posse vai ocorrer no próximo dia 22 de fevereiro, após o término do mandato do ministro Luís Roberto Barroso na presidência da Corte, e ocorrerá em formato virtual.

O convite também será entregue aos presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do Senado Federal, Rodrigo Pacheco. As reuniões para a entrega do convite estão previstas para ocorrerem também nesta segunda, às 15h e às 16h, respectivamente, em ambas as residências oficiais.

Bolsonaro já fez diversos ataques aos ministros que comandarão o TSE e, principalmente, Moraes, que é relator de diversos inquéritos em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal) que miram o mandatário.

Recentemente, Bolsonaro descumpriu uma ordem judicial expedida por Moraes para depor na PF (Polícia Federal) no âmbito do inquérito que apura se o mandatário divulgou documentos sigilosos. A corporação concluiu a investigação, afirmou que o chefe do Executivo cometeu crime, mas não o indiciou.

Fachin também já foi alvo do presidente, que chegou a chamá-lo de leninista-trotskista e, em março do ano passado, afirmou que o magistrado tinha forte relação com o PT. Na ocasião, o ministro havia anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: R7

CN

PEC dos precatórios prevê parcelamento em dez vezes

Detalhes da proposta foram apresentados pelo Palácio do Planalto

O presidente Jair Bolsonaro encaminhou ao Congresso Nacional, nesta segunda-feira (9), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda as regras do pagamento de precatórios, que são as dívidas do governo com sentença judicial definitiva. 

De acordo com comunicado enviado pelo Palácio do Planalto, o texto prevê parcelamento de precatórios com valor superior a R$ 66 milhões em dez vezes. E os precatórios de qualquer natureza passarão a ser corrigidos pela taxa Selic, atualmente em 5,25% ao ano. 

A proposta do governo também altera algumas regras orçamentárias e institui um novo fundo para “desburocratizar” a alienação de ativos, como a venda de estatais e bens públicos. O texto da PEC ainda não foi disponibilizado pelo governo. Pela manhã, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso Nacional para entregar essa proposta bem como a medida provisória (MP) que institui o novo programa de transferência de renda do governo, que substituirá o Bolsa Família. 

Parcelamento

Pela proposta, os precatórios de valor superior a R$ 66 milhões poderão ser pagos em dez parcelas, sendo 15% à vista e o restante pago em parcelas anuais. Outros precatórios poderão ser parcelados se a soma total dos precatórios for superior a 2,6% da receita corrente líquida da União. Nesse caso, o critério será pelo parcelamento dos precatórios de maior valor.

Em 2022, de acordo com o Poder Judiciário, está previsto o pagamento de cerca de R$ 90 bilhões em precatórios, um aumento de 143% no comparativo com os valores pagos em 2018. Se aprovada, a PEC já deverá aplicar o parcelamento sobre esses valores no ano que vem. 

Correção

Outra mudança divulgada pelo governo em relação à proposta é que os precatórios passarão a ser corrigidos pela taxa Selic, independentemente da sua natureza. Hoje, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), os índices usados dependem da natureza do precatório, podendo ser Selic ou IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] mais 6%.

De acordo com o governo, o texto também permitirá a criação de um fundo para que valores decorrentes das vendas de imóveis, recebimentos de dividendos de empresas estatais, concessões e partilha de petróleo possam ser usados diretamente para o pagamento de precatórios ou da dívida pública federal, “o que dará maior flexibilidade orçamentária à União”.

Por ser uma mudança constitucional, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado. O quórum exigido nessa votação é de três quintos dos parlamentares, ou seja, mínimo de 308 votos na Câmara e de 41 no Senado. 

De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a proposta deverá ter uma tramitação acelerada na Casa, assim como a MP do novo Bolsa Família. A declaração foi dada durante a reunião em que recebeu os projetos das mãos do presidente da República.

Fonte: Fernando Fraga A/B

CN

Posse de Ciro Nogueira na Casa Civil é aguardada para esta quarta-feira

A cerimônia é aguardada para às 16h no Palácio do Planalto.

Considerada a entrada definitiva do Centrão no que o próprio presidente Jair Bolsonaro chamou de “alma” do governo, a posse do senador Ciro Nogueira (PP-PI) como ministro da Casa Civil da Presidência deve ocorrer nesta quarta (4). A cerimônia é aguardada para às 16h no Palácio do Planalto.

Espera-se uma cerimônia que mostre prestígio ao Congresso e passe uma sensação de força do governo no Parlamento. Uma ampla participação de parlamentares ligados ao Centrão é aguardada. Em contrapartida, segundo informações, Ciro Nogueira pregará em seu discurso ponderação, serenidade e equilíbrio.

Nas últimas semanas, Bolsonaro promoveu uma guerra, especialmente com o Judiciário, mais especificamente com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, em torno da sua defesa do voto impresso.

Além da posse de Ciro Nogueira, a agenda de Bolsonaro divulgada pelo Palácio do Planalto começa com uma reunião de trabalho no Ministério do Desenvolvimento Regional, às 10h30. Às 15h, ele despacha com o subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência, Pedro Cesar Sousa. E às 15h30, ele recebe o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Alvaro Pereira Leite.

Fonte: Congresso em Foco

CN

Digital Day: BB e Sebrae fazem parceria para levar wifi a mil cidades

Ação é parte do programa Wi-Fi Brasil do Ministério das Comunicações

O Banco do Brasil, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Ministério das Comunicações assinaram hoje (5), em comemoração ao Digital Day, um protocolo de intenções para levar internet móvel para mil cidades que ainda não possuem infraestrutura adequada de sinal. A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

A iniciativa, chamada de Wi-Fi Brasil, é coordenada pelo Ministério das Comunicações em conjunto com a Telebras. “O governo federal está indo onde ninguém vai. O Marechal Rondon, há 100 anos, tentou conectar a Região Norte com o Brasil. Ainda temos hoje o maior deserto digital lá. Já levamos mais de 14 mil pontos de internet ao longo do Brasil. Temos mais de 10 mil escolas rurais conectadas com o WiFi Brasil”, afirmou o ministro Fábio Faria.

“Com este programa, estamos cuidando com muito carinho dos brasileiros, para que tenham acesso adequado à internet. Este é um verdadeiro trabalho de cidadania”, afirmou Fausto Ribeiro, presidente do Banco do Brasil e cossignatário da iniciativa.

Segundo dados do ministério, mil cidades receberão cerca de 14 mil novos pontos de conexão sem fio. A iniciativa será complementada pelo leilão do 5G, que trará termos de comprometimento com a expansão da conectividade 4G para o interior do Brasil. Essa expansão será custeada pelas empresas que arrematarem as novas frequências.

Tecnologia 5G

Durante o evento, o presidente Jair Bolsonaro acionou simbolicamente a ligação do primeiro ponto de 5G standalone (aquele que funciona nas frequências totalmente dedicadas ao 5G) público do Brasil, no Palácio do Planalto.

O ministro Fábio Faria informou durante o evento que o ministério planeja inaugurar 20 pontos de 5G standalone pelo Brasil, mas as localidades que receberão o serviço ainda não foram reveladas.

Logo após a cerimônia no Palácio do Planalto, o presidente seguiu para o Congresso Nacional onde participou da abertura da exposição do Digital Day, no Salão Negro da Câmara dos Deputados.

O Ministério das Comunicações criou o Digital Day para mostrar as aplicações do 5G, como na telemedicina, na realidade virtual, na automação mecânica e na inteligência artificial. A exposição do Digital Day é aberta ao público e vai de hoje (5) até sexta-feira (7), no Congresso Nacional.

Confira a cerimônia no Palácio do Planalto:

Fonte: Kelly Oliveira A/B

CN

Saúde diz que Brasil ‘começa a vacinar todo mundo’ em janeiro

Confirmação foi dada pelo ministro Eduardo Pazuello, Governo acertou um protocolo de intenções que prevê a disponibilização de 30 milhões de doses da vacina desenvolvida por Oxford até o fim do ano

ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta terça-feira (8) que a previsão é começar a vacinar a população brasileira contra covid-19 em janeiro de 2021. Em reunião ministerial no Palácio do Planalto, Pazuello respondeu a pergunta da youtuber mirim Esther, escalada pelo presidente Jair Bolsonaro para questionar seus auxiliares, em tom de descontração, durante parte do encontro.

“Vai ter vacina para todo mundo e remédio, ou não vai?”, questionou a menina, repetindo pergunta ditada pelo presidente. “Esse é o plano. A gente está fazendo os contatos com quem fabrica a vacina e a previsão é que chegue para a gente em janeiro. Janeiro a gente comece a vacinar todo mundo”, respondeu Pazuello.

Para a vacina desenvolvida por Oxford com a AstraZeneca, o governo federal acertou um protocolo de intenções que prevê a disponibilização de 30 milhões de doses até o fim do ano, e está concluindo as negociações para o pagamento e a assinatura de um acordo final que incluirá também a transferência de tecnologia para produção nacional, que deverá ser conduzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

Caso a vacina tenha sua eficácia comprovada, a previsão da pasta é produzir, inicialmente, 100 milhões de doses a partir de insumos importados. A produção integral da vacina na unidade técnico-cientifica Bio-Manguinhos, no Rio, deve começar a partir de abril de 2021.

Outros países também têm apresentado estudos para a produção da vacina, como Rússia e China, e integrantes do ministério já disseram que podem também negociar caso alguma delas se mostre eficaz contra a covid-19.

Na reunião no Planalto, a garantia de uma vacina em janeiro foi citada ainda por Marcelo Álvaro Antônio, chefe da pasta do Turismo. “A expectativa é que o próximo verão, com a vacina, seja o maior volume de turismo da história do turismo doméstico”, declarou. Segundo ele, o setor “vai voltar forte”.

Fonte: R7

CN

Bolsonaro retoma atividades após Covid-19

Presidente ficou quase três semanas com a covid-19, mas retorna às atividades no Planalto depois de teste negativo para o novo coronavírus 

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (27), em sua retomada ao trabalho após o teste negativo para a covid-19,  que “acabaram com o emprego no Brasil”.

Bolsonaro saiu do Palácio da Alvorada por volta das 8h30 e conversou com apoiadores antes de ir para o Palácio do Planalto. Quando pessoas tentaram cumprimentar o presidente, ele avisou: “Sem tocar as mãos, eu estou imunizado já, mas evito o contato aí”.

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Bolsonaro avisou que sua segunda-feira após o tratamento para a covid-19 será de reuniões. “Hoje eu tenho um despacho com Paulo Guedes. Vou passar para ele esse negócio do Pronampe. Existe um limite, tantas bilhões para cada banco. Mas acaba rapidinho esse limite.”

O presidente perdeu a paciência com um apoiador que já foi várias vezes ao local e tem uma proposta de acabar com o desemprego no Brasil. “Você está todo dia aqui falando que acaba com o desemprego. Se tudo mundo vier aqui e quiser falar comigo, eu vou colocar escrivaninha aqui e receber todo mundo.”

Em sua despedida dos apoiadores, Bolsonaro agradeceu e disse que tinha de resolver pendências deixadas por outras pessoas. “Pessoal, obrigado aí. Preciso voltar a trabalhar hoje. Muitos problemas para resolver que outros fizeram para botar no meu colo. Acabaram com o emprego no Brasil. Tem que trabalhar para recuperar isso aí.”

Agenda

Bolsonaro volta a despachar no Palácio do Planalto a partir desta segunda-feira depois de quase três semanas de isolamento no Palácio da Alvorada para tratamento da covid-19. No sábado (25), ele anunciou pelas redes sociais que testou negativo para a doença.

Na agenda de hoje, o presidente recebe o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, pela manhã, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, à tarde.

Pelos dados mais recentes do Ministério da Saúde, o Brasil soma 87.004 mortes em decorrência da pandemia de covid-19 e 2.419.091 de infectados.

Fonte: R7

CN

Ao vivo: Ministério da Saúde fala sobre enfrentamento à covid-19

A entrevista ocorre no Palácio do Planalto

Neste momento, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, e o diretor do departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças Não Transmissíveis, Eduardo Macário, participam de entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, para tratar do combate à pandemia de covid-19.

Acompanhe ao vivo

São Paulo pode iniciar semana que vem teste da vacina contra covid-19

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou nesta quarta-feira (1º) os 12 centros clínicos que serão responsáveis pelo recrutamento de voluntários para a terceira fase de testes da Coronavac, vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac Biotech.

Os testes serão realizados em 9 mil voluntários em centros de pesquisas de seis estados: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A pesquisa clínica será coordenada pelo Instituto Butantan. Para que os testes da vacina sejam iniciados, o governo paulista só espera a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo Doria, isso deve ocorrer ainda nesta semana.

Militares se mobilizam para proteger indígenas de covid-19 na Amazônia

Militares brasileiros entregaram equipamentos de proteção e remédios a comunidades indígenas isoladas da Amazônia, na fronteira com a Venezuela, nessa terça-feira (30). Eles examinaram índios para detectar a covid-19.

Nenhum teve diagnóstico positivo nos exames rápidos de punção digital, mas a pandemia de coronavírus ameaça dizimar dezenas de tribos da Amazônia, que não têm imunidade para doenças externas e cuja vida comunitária impede o distanciamento social.

A operação visa a ajudar os iecuanas e ianomâmis, que moram na maior reserva do país. O governo brasileiro tem recebido críticas de que não está fazendo o suficiente para proteger os indígenas do contágio.

OMS: relaxar medidas cedo pode causar nova onda de covid-19

Países, estados e municípios que relaxam cedo demais as medidas de restrição impostas para conter o novo coronavírus podem ser inundados com novos casos de covid-19, alertou a diretora regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas, Carissa Etienne, nessa terça-feira (30), em entrevista coletiva por videoconferência.

Nos Estados Unidos (EUA), os estados de Washington e Nova York estão vendo números muito baixos de novos casos e mortes, mas 27 estados estão registrando crescimento exponencial, disse Etienne, que também é diretora-geral da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

A região das Américas registrou 5,1 milhões de casos e mais de 247 mil mortes devido à covid-19 até 29 de junho, acrescentou.

Fonte: Liliane Farias A/B

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AO VIVO: Governo anuncia parceria para vacina contra covid-19

Coletiva é realizada no Palácio do Planalto

O Brasil fechou acordo para disponibilização no futuro de doses de uma vacina que está sendo testada para o tratamento da covid-19. O medicamento está sendo desenvolvido em uma iniciativa conjunta da Universidade de Oxford e de um laboratório no Reino Unido e já está sendo testado no país.

Acompanhe o anúncio:

O acordo prevê a produção de 100 milhões de doses de vacina por meio da aquisição de insumos e transferência de tecnologia para produção no país. Dois lotes, de 15,2 milhões de unidades cada, serão disponibilizados em dezembro de 2020 e janeiro de 2021, totalizando cerca de 30 milhões de doses, ao custo de US$ 127 milhões. Caso seja comprovada a eficácia deste tratamento, o Brasil poderá disponibilizar mais 70 milhões de doses, por cerca de US$ 160 milhões.

Em entrevista coletiva em Brasília, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, justificou a opção por assumir o risco da pesquisa, mesmo sem a comprovação da eficácia do medicamento. “O risco é necessário devido à urgência de busca de solução efetiva para as demandas de saúde pública. Consideramos um avanço para a tecnologia nacional e uma amostra do esforço do governo de encontrar soluções para a população brasileira.”

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, destacou a situação promissora deste tratamento. “A vacina já está na fase 3, em fase clínica. O Brasil é representante do conjunto de nações que estão testando a vacina. A gente tem uma oportunidade de produzirmos e avançarmos com a oferta desta parceria e encomenda tecnológica. É óbvio que toda e qualquer entrega à população será feita com respeito aos critérios farmacológicos e clínicos e da segurança à população”, declarou.

Segundo o secretário, em caso de decisão pelo uso da vacina serão priorizados os grupos de risco, como idosos e pessoas com comorbidades, além de profissionais de saúde e trabalhadores da segurança pública.

Caso não seja comprovada a eficácia, o secretário de Vigilância em Saúde informou que não haverá aplicação da vacina, mas que permanece a transferência de tecnologia prevista no acordo para continuar avaliando soluções de tratamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, há 460 projetos de pesquisa aprovados sobre diferentes aspectos relacionados à covid-19, de tratamentos ao entendimento da doença. Há também 114 ensaios clínicos e 44.262 participantes dessas iniciativas.

Teste

Os testes da vacina ChAdOx1 nCoV-19 no Brasil foram anunciados no início do mês e deverão contar, de acordo com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 2 mil voluntários em São Paulo e com 1 mil no Rio de Janeiro, onde serão realizados pela Rede D’Or.

Fonte: Agência Brasil

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