OMS: taxa de infecção por covid-19 está próxima do valor mais alto

Situação na Índia é uma das mais preocupantes

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, disse hoje (16) que o número de novos casos de covid-19 por semana, em nível mundial, quase duplicou nos últimos dois meses e está próximo do valor mais elevado registrado até agora. A situação na Índia é uma das mais preocupantes atualmente, pois o país registrou, no último mês, o maior número de casos da doença no mundo. 

“Os casos de infecção e as mortes continuam a aumentar a uma velocidade preocupante”, alertou Tedros Adhanom Ghebreyesus, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.

No último relatório, divulgado no dia 13 de abril, a OMS informou que o número de casos de covid-19 no mundo aumentou pela sétima semana consecutiva, com mais de 4,5 milhões de novos registros na última semana. O número de óbitos também aumentou pela quarta semana consecutiva, alta de 7% em relação à semana anterior, com mais de 76 mil mortes notificadas.

Os maiores aumentos de novos casos ocorreram na Índia (873.296 novos casos, alta de 70%), Estados Unidos (468.395, aumento de 5%), no Brasil (com 463.092 novos casos, redução de 8%), na Turquia (353.281, avanço de 33%) e na França (265.444, alta de 9%).

Toda semana surgem, em território europeu, mais de 1,6 milhão de novos infectados, apesar das restrições impostas pelos vários países e da campanha de vacinação em curso.

Índia 

A situação na Índia é uma das mais preocupantes atualmente, já que o país teve o maior número de casos de covid-19 no mundo no último mês. A Índia voltou a registrar, nesta sexta-feira, um recorde de novas infecções por covid-19, impulsionado pelas aglomerações em eventos religiosos e comícios eleitorais.

O país notificou 217.353 novos casos hoje, o que marca o oitavo dia consecutivo de aumento diário recorde. A Índia é o segundo país, em nível mundial, com o maior número de casos, cerca de 14,3 milhões. Registra ainda um total de 174.308 mortes desde o início da pandemia.

Enquanto luta contra uma segunda onda da pandemia de covid-19, com novas restrições impostas em Mumbai, Nova Delhi e outras cidades, aumentam os apelos para que as autoridades acelerem o programa de vacinação, já que os hospitais estão superlotados

Até agora, a Índia já administrou 115 milhões de doses de vacinas, o terceiro maior número no mundo, depois dos Estados Unidos e da China. No entanto, esse número de doses administradas cobre apenas uma pequena fração dos seus 1,35 bilhão de habitantes. A desaceleração na vacinação justifica-se pela falta de vacinas no país, que até agora foi um grande exportador.

*Com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Fonte: Graça Adjuto A/B

França suspende voos provenientes e com destino ao Brasil

Informação foi dada pelo premiê Jean Castex ao Parlamento do país

A França vai suspender todos os voos de e para o Brasil, disse o primeiro-ministro francês, Jean Castex, ao Parlamento do país.

“Tomamos conhecimento de que a situação está piorando e decidimos suspender todos os voos entre a França e o Brasil até segunda ordem”, afirmou Castex.

Vários importantes médicos franceses vinham pedindo há dias que o governo do país suspendesse todo o tráfego aéreo com o Brasil.

Há um mês, o ministro da Saúde da França, Olivier Verán, disse que cerca de 6% dos casos de covid-19 no país eram de variantes mais contagiosas do coronavírus originadas no Brasil e na África do Sul.

Fonte: Agência Brasil

Pandemia de covid-19 “está longe de terminar”, diz chefe da OMS

Cerca de 780 milhões de vacinas foram administradas globalmente

Confusão e negligência no combate à Covid-19 fazem com que a pandemia esteja longe de terminar, mas a situação pode ser controlada em meses com a adoção de medidas de saúde pública comprovadas, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta segunda-feira (12).

Até agora, cerca de 780 milhões de vacinas foram administradas globalmente, mas medidas como o uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico precisam ser aplicadas para reverter a trajetória da pandemia.

“Nós também queremos ver sociedades e economias reabrindo, e viagens e comércio recomeçando”, disse Tedros em uma coletiva de imprensa. “Mas, neste momento, unidades de tratamento intensivo de muitos países estão sobrecarregadas e pessoas estão morrendo — e isto é totalmente evitável”, acrescentou.

“A pandemia de Covid-19 está muito longe de terminar. Mas temos muitos motivos para otimismo. O declínio de casos e mortes durante os dois primeiros meses do ano mostra que este vírus e suas variantes podem ser detidos”, acrescentou.

Segundo ele, a transmissão está sendo impulsionada pela “confusão, negligência e inconstância nas medidas de saúde pública”.

A Índia superou o Brasil e se tornou a nação com o segundo número mais alto de infecções pelo novo coronavírus do mundo, só ficando atrás dos Estados Unidos, agora que enfrenta uma segunda onda gigantesca, tendo dado cerca de 105 milhões de doses de vacina para uma população de 1,4 bilhão de habitantes.

Fonte: Agência Brasil

OMS diz que são necessárias novas restrições para combater pandemia

Para diretora da organização, situação na Europa é preocupante

A Organização Mundial da Saúde (OMS) descreveu hoje (1º) como “necessárias” novas restrições na Europa devido ao crescente número de casos do SARS-CoV-2, em meio ao avanço da variante britânica e ao aumento da mobilidade pela semana da Páscoa.

“A situação na região é agora mais preocupante do que vimos em vários meses”, disse a diretora regional da OMS para Emergências na Europa, Dorit Nitzan.

“Muitos países estão adotando novas medidas que são necessárias e todos devem segui-las tanto quanto possível”, acrescentou Nitzan.

Em sua opinião, também existem “riscos associados” ao “aumento da mobilidade” e às reuniões neste feriado da Páscoa.

Em nota, do seu escritório europeu, a OMS também chamou de “inaceitavelmente” lento o ritmo da campanha de vacinação no continente.

De acordo com dados da OMS, na semana passada foram registrados 1,6 milhão de novos casos e quase 24 mil mortes no continente, em comparação com menos de 1 milhão há cinco semanas.

Um total de 27 países europeus aplica atualmente restrições de intensidade variável, dos quais 21 impuseram toque de recolher obrigatório. Nas duas últimas semanas, 23 Estados endureceram as medidas para conter a propagação da pandemia, enquanto 13 abrandaram as restrições.

Segundo o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri Kluge, “agora não é hora de relaxar”.

“Não podemos ignorar o perigo. Todos temos que fazer sacrifícios, não podemos permitir que a exaustão nos derrote. Devemos continuar a conter o vírus”, disse Kluge.

Para ele, na situação atual, a “ação rápida” e a implementação de “medidas sociais e de saúde pública” são necessárias até que avance a campanha de vacinação.

A OMS considerou que as medidas restritivas devem ser usadas “enquanto a doença exceder a capacidade dos serviços de saúde para cuidar adequadamente dos pacientes e para acelerar a provisão dos sistemas de saúde locais e nacionais”. Acrescentou que os casos estão aumentando em todas as faixas etárias, exceto naquelas de mais de 80 anos, que, na sua opinião, mostram “os primeiros sinais do impacto da vacinação”.

A Europa é a segunda região com mais casos de covid-19. O número total de positivos gira em torno de 45 milhões e o número de mortos é próximo a 1 milhão, segundo dados da OMS.

Cerca de 50 países da região já indicaram que a variante B.1.1.7, inicialmente detectada no Reino Unido, é a que predomina em seus territórios.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2,8 milhões de mortes no mundo, resultantes de mais de 128,1 milhões de casos de infecção, segundo balanço feito pela agência francesa AFP.

Fonte: Agência Brasil

Pandemia assola Leste Europeu e deixa hospitais em apuros

Hungria é foco da pandemia na Europa Central

Os hospitais da Hungria estão sofrendo uma pressão “extraordinária” pelas crescentes infecções do novo coronavírus, já que o país se tornou um foco da terceira onda da pandemia que atinge a Europa Central com dureza excepcional.

Como a maior parte da região, a Hungria conseguiu conter as infecções durante a fase inicial da pandemia, em março e abril do ano passado, com medidas de lockdown rápidas e rígidas.

Mas uma nova onda de infecções, que atinge a região em 2021, fez a Hungria superar a República Tcheca nesta semana como o país com maior número diário de mortes de covid-19 no mundo, de acordo com números da entidade Our World in Data.

Especialistas atribuem o fenômeno à disseminação da variante mais contagiosa do vírus, encontrado primeiramente no Reino Unido, que responde pela maioria dos casos relatados agora e infecta famílias inteiras.

A região também abriga muitas fábricas grandes, onde o trabalho remoto não é possível e, desta vez, governos relutam em impor um lockdown rapidamente, temendo mais um choque em suas economias na esteira da recessão do ano passado.

Embora as infecções novas na República Tcheca e na Eslováquia comecem a declinar, a Polônia relatou um número recorde de casos novos que ficou pouco abaixo de 30 mil, e o governo cogita enviar pacientes para regiões diferentes, a fim de ajudar os hospitais a lidarem com o grande número de pacientes.

Depois que as hospitalizações atingiram um nível crítico, a República Tcheca adotou lockdown mais severo no dia 1º de março e implantou exames de forma abrangente nos locais de trabalho – e, desde então, viu alguma melhora no número de casos.

O primeiro-ministro tcheco, Andrej Babis, admitiu erros depois que o governo foi criticado por demorar a aplicar restrições no outono, quando os números dispararam.

País com população de quase 10 milhões de habitantes, a Hungria acumula um total de 18.952 mortes pela covid-19. Seu premiê, Viktor Orbán, está debatendo com empresas as opções para uma reabertura cautelosa de lojas, apesar de os casos estarem aumentando.

O governo decidirá as medidas para a Páscoa em breve. Todas as escolas estão com ensino remoto até 7 de abril.

Fonte: Agência Brasil

Bolsonaro anuncia comitê com os 3 poderes para combater pandemia

Medida ocorre após série de críticas em relação à má gestão do governo na crise sanitária, que já matou quase 300 mil brasileiros

O presidente Jair Bolsonaro anunciou na manhã desta quarta-feira (24) a criação de um comitê de enfrentamento à covid-19 com a participação de representantes dos três poderes. A medida ocorre após uma série de críticas em relação à má administração do governo federal da crise sanitária que já matou quase 300 mil brasileiros.

O grupo, que contará com a participação de governos estaduais e municipais, ministérios e outros órgãos da administração federal, deverá se reunir semanalmente para definir políticas nacionais uniformes para lidar com a pandemia.

Participaram do encontro, no Palácio da Alvorada, os presidentes do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), além do vice-presidente da República, Hamilton Mourão – veja a lista dos participantes abaixo.

“Reunião bastante proveitosa. Mais do que harmonia, imperou a solidariedade e intenção de minimizarmos os efeitos da pandemia. Vida em primeiro lugar”, afirmou Bolsonaro em entrevista coletiva após o encontro. “Será criada uma coordenação junto aos governadores. A intenção é dedicar cada vez mais vacinação Brasil.”

Apesar da mudança de tom no discurso, o presidente insistiu no tratamento precoce, que não tem, até o momento, qualquer evidência científica de eficácia. “Discutimos também a possibilidade de tratamento precoce, que fica a cargo do novo ministro da Saúde. Uma nova cepa ou novo vírus apareceu. Precisamos dar atendimento adequado às pessoas. Não temos ainda o remédio. […] Estamos no caminho para o Brasil sair dessa situação complicada”, disse.

O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na sequência que a reunião foi “de alto nível”, com harmonia entre os três poderes.

Fonte: R7

Após vetar praias, Rio prepara mais restrições e vai antecipar feriados

Prefeito defendeu organização estadual para definir medidas conjuntas entre municípios da região metropolitana

Depois de fechar o acesso de banhistas e praticantes de atividade física nas praias, vetar o transporte fretado e proibir o estacionamento em toda a orla da cidade no final de semana, o Rio de Janeiro prepara mais restrições e planeja a antecipação de feriados para frear o contágio pelo novo coronavírus. 

Na próxima segunda-feira (22), o prefeito Eduardo Paes (DEM) deverá anunciar quais feriados serão adiantados e quando será a folga. O chefe do executivo municipal também prometeu endurecer as regras de circulação na cidade, especialmente com uma ação coordenada com outras cidades do estado.

“Na segunda-feira, vamos reunir o comitê científico, e vamos anunciar, provavelmente ainda na segunda-feira, medidas mais restritivas, que devem se dar no final da próxima semana. Vamos fazer, conforme anunciamos ontem, a antecipação de feriados, mas virão mais medidas restritivas”, prometeu.

O decreto que proíbe o acesso à areia, o estacionamento na orla e os ônibus fretados vale a partir da meia-noite de sábado (20) e termina na segunda-feira (22) – veja abaixo o que está vetado.

Para as medidas mais duras que serão tomadas surtirem efeito, Paes também falou em união dos municípios da região metropolitana. O prefeito disse que já conversa com o governador do estado, Claudio Castro, e com outros prefeitos para que possam definir essas restrições.

“Se essas medidas que a cidade vai tomar vierem isoladas, serão menos eficazes. Não vou deixar de tomar qualquer medida, porque município A ou B não tomou. Vamos tomar medidas, mas é importante que haja um comando estadual, uma organização estadual, e que haja uma organização com os demais municípios”, disse.

Desde o início da pandemia, a cidade do Rio registrou 216.908 casos confirmados de covid-19 e 19.583 óbitos, segundo dados do boletim divulgado na quinta-feira (18). Por outro lado, 7,3% da população da cidade já recebeu a primeira dose da vacina.

Saiba o que está proibido

– permanecer nas areias das praias, em qualquer horário, incluindo a prática de esportes, o banho de mar. Também está proibido o comércio fixo e itinerante, além da prestação de serviço de qualquer natureza;

– entrada de ônibus e demais veículos fretados na cidade. A exceção são aqueles transportam funcionários de empresas ou levam pessoas para os hotéis. No caso dos turistas, será necessário comprovar reserva de hospedagem;

– estacionar em toda a orla marítima. A exceção à regra vale para moradores, idosos, portadores de necessidades especiais, hóspedes de hotéis e táxis.

– o uso das pistas das avenidas Delfim Moreira, Vieira Souto e Atlântica e de ambos os sentidos das pistas de rolamento do Aterro do Flamengo como áreas de lazer.

Fonte: R7

Prefeitura abre processo emergencial para contratação de médicos

A seleção terá apenas uma etapa de comprovação curricular do candidato realizada no ato de inscrição

A Prefeitura de Porto Velho abriu processo de Seleção Pública Simplificado destinado à contratação emergencial e temporária de médicos. A contratação de novos clínicos gerais e psiquiatras foi motivada pela necessidade de reforçar o atendimento da população nas unidades de saúde do município durante a pandemia da Covid-19.

Inicialmente o quantitativo de vagas é de 105, podendo ser redimensionado continuamente, considerando que o número de leitos geridos pode ser ampliado sistematicamente de acordo com a demanda de atendimento. Os cargos são para preenchimento em Porto Velho, Jaci Paraná, Rio das Garças, Joana D’Arc (Palmares/Morrinhos), União Bandeirantes e Calama. Entre os requisitos estão idade mínima de 18 anos e máxima de 59 anos.

Todos os procedimentos do edital serão realizados de forma remota. As inscrições serão realizadas exclusivamente através do site http://www.portovelho.ro.gov.br. Os candidatos deverão, obrigatoriamente no ato da inscrição, enviar a documentação original escaneada em arquivo único no formato PDF, sob hipótese alguma serão aceitos documentos que não estejam nesse formato ou que estejam ilegíveis.

A seleção terá apenas uma etapa de comprovação curricular do candidato realizada no ato de inscrição via internet. Os salários variam de acordo com a carga horária, seja ela de 20h ou 40h, podendo chegar a uma remuneração de R$ 7.696,61 + Auxílio Alimentação de R$ 300,00 + Grat. Especifica Médica.

A vigência do Contrato de Trabalho será de seis meses, a contar da data de assinatura do Contrato de Trabalho, ou pelo período que perdurar a pandemia do novo coronavírus, podendo o candidato ser dispensado ou ter seu contrato prorrogado por igual período, a depender do sucesso no combate a referida pandemia.

Fonte: Comdecom

‘Vamos chorar até quando?’, diz Bolsonaro ao elogiar agricultores

Presidente inaugurou trecho de 172 km da Ferrovia Norte-Sul, em São Simão (GO), e cobrou fim da ‘frescura e mimimi’ na pandemia

O presidente Jair Bolsonaro inaugurou, nesta quinta-feira (4), um trecho de 172 quilômetros da Ferrovia Norte-Sul. Em vez de falar de transporte ou da obra, Bolsonaro usou o evento para atacar quem defende medidas de restrição na economia para o combate à pandemia de covid-19.

Ao elogiar o trabalho dos agricultores, que não pararam mesmo na pandemia, Bolsonaro disse que o país tem que enfrentar seus problemas: “Chega de frescura e de mimimi, vamos ficar chorando até quando?”

ELE TAMBÉM DESAFIOU OS GOVERNADORES. “REPENSEM A POLÍTICA DE FECHAR TUDO, O POVO QUER TRABALHAR”, DECLAROU.

Segundo Bolsonaro, é preciso respeitar os idosos e declarou que “o tratamento errado do covid é muito mais danoso do que o próprio vírus”. Em seguida, afirmou: “Vamos tratar da economia e do próprio vírus. Lamentamos qualquer morte no Brasil.”

fechar o comércio nos municípios e afirmou que atividade essencial é toda aquela que faz o chefe de família levar dinheiro para dentro de casa. “Todos nós vamos sofrer se não tomarmos a medida certa, mas com coragem”, defendeu.

Ele também criticou a criação de novas reservas para os índios. “Já são 14% do nosso território demarcado como terra indígena”, disse. Ele chamou de “absurda” a demarcação para os yanomamis.

“QUE IMPRENSA É ESSA NOSSA QUE TRANSFORMOU-SE NUM PARTIDECO POLÍTICO DE ESQUERDA”, ATACOU. “EU QUERO UMA IMPRENSA FORTE, CADA VEZ MAIS LIVRE”, DISSE. 

As obras da ferrovia, que deve ligar as regiões Sudeste e Norte do país, passando pelo Sudeste, atravessa 10 Estados.

Ministros

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, repetiu os discursos de Bolsonaro dizendo que os Estados receberam dinheiro do governo federal, mas não acreditaram na segunda onda da pandemia.

Faria também criticou o desmonte dos hospitais de campanha pelas administrações estaduais. “Se fosse o presidente que fizesse isso, iriam chamá-lo de negacionista”, disse para defender o chefe.

Bolsonaro acenando dentro de trem no trecho de obras da ferrovia
Bolsonaro acenando dentro de trem no trecho de obras da ferrovia


O ministro exaltou o Brasil ser o sexto país do mundo em número absoluto de vacinações e afirmou que as aglomerações na campanha política, nas festas de fim de ano e no Carnaval pelo país foram responsáveis pelo avanço da doença. “Mas se o presidente sair e cumprimentar 10 pessoas, aí cai o mundo. […] Vamos começar a falar bem do Brasil”, pediu Fabio Faria. 

Na sequência, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que não há problemas na economia e que o governo vai fornecer 140 milhões de doses de vacina até o meio do ano. “Por que nós não vamos confiar no Brasil?”, perguntou.

Fonte: R7

Reino Unido diz que restringiu propagação de variantes da covid-19

Secretário de Saúde se referiu a variantes brasileira e sul-africana

O secretário de Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, disse que as medidas duras nas fronteiras e o rastreamento de contato aprimorado parecem ter restringido a propagação das variantes do coronavírus do Brasil e da África do Sul.

Hancock afirmou que um plano para aliviar o terceiro lockdown nacional na Inglaterra, que será publicado na segunda-feira, precisará dar tempo para a análise de dados, já que o governo ainda está preocupado de que as variantes possam prejudicar o andamento da vacinação no país. 

Ele disse, no entanto, que os primeiros sinais são animadores. 

“Há evidências de que as medidas que estamos tomando, tanto no rastreamento melhorado de contatos e as medidas mais rígidas na fronteira, elas estão funcionando e que agora temos uma vigilância muito mais forte em vigor.”

O primeiro-ministro, Boris Johnson, irá apresentar o plano na segunda-feira, com um início mais rápido do que o esperado no programa de vacinação do Reino Unido.

“É muito importante ver o impacto dos passos que estamos dando”, disse Hancock. “Queremos estabelecer um plano que dê orientação às pessoas… Também estaremos absolutamente vigilantes em relação aos dados no caminho”, disse. 

“Nós já vimos atualmente outras novas variantes das quais, felizmente, há muito, muito, muito pouco no país agora, mas precisamos nos proteger contra elas”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

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