Deputado federal parte pra cima do STF e pede impeachment de ministros (veja o vídeo)

Marcel van Hattem criticou a fala de um dos parlamentares com fortes palavras

Durante uma sessão da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, realizada na última quarta-feira (24), o deputado federal Marcel van Hattem criticou a fala de um dos parlamentares que participava da reunião, por elogiar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que declarou a suspeição de Sergio Moro no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Marcel falou sobre a nova narrativa que a esquerda tem dado ao caso, colocando o ex-presidente como “inocente”:

“Causa indignação ver deputados aqui em Brasília saindo em defesa do ex-presidente Lula chamando-o de inocente após a decisão de ontem do Supremo Tribunal Federal no caso da suspeição de Sérgio Moro.

“Como se não bastasse, invertem a narrativa e declaram como “suspeito” o próprio Moro, que na verdade foi quem ajudou a desmantelar o maior esquema de corrupção sistêmica da história do Brasil, chefiado justamente por Lula. Já passa da hora do Senado Federal começar a avaliar processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, conforme prevê a Constituição!”.

O parlamentar já havia usado suas redes sociais para opinar sobre a decisão do STF:

“Parcial tem sido parte da Suprema Corte do Brasil. Suspeitos são os ministros que votam contra o combate à corrupção e à favor da impunidade no país. Vergonhoso, decepcionante e revoltante!”, publicou ele em seu Twitter.

Confira:

Fonte: JCO

“O ministro Alexandre de Moraes não deveria nem fazer parte do STF”, dispara Kajuru

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O senador comentou sobre a petição que encaminhou à Mesa Diretora da Câmara pedindo o impeachment de Moraes

Polêmico como sempre, Jorge Kajuru soltou o verbo mais uma vez em entrevista exclusiva à TV Jornal da Cidade Online. O senador comentou sobre a petição que encaminhou à Mesa Diretora da Câmara pedindo que fosse pautado o impeachment de Alexandre de Moraes, ministro do STF.

“O ministro Alexandre de Moraes não deveria nem fazer parte do Supremo Tribunal Federal, por falta de competência, de preparo, por um histórico ruim na sua profissão, e ultimamente por erros lamentáveis, como a questão da fake news, prisão de jornalista, ameaças ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

“O ministro Alexandre de Moraes não deveria nem fazer parte do Supremo Tribunal Federal, por falta de competência, de preparo, por um histórico ruim na sua profissão, e ultimamente por erros lamentáveis, como a questão da fake news, prisão de jornalista, ameaças ao presidente da República, Jair Bolsonaro.

Ele rasgou a Constituição brasileira ao votar naquele já conhecido placar de 6 x 5, no STF, sobre a reeleição de Alcolumbre e Maia. Ele foi um dos cinco que votou a favor”, ressaltou o senador.

Kajuru comentou ainda sobre a prisão do deputado federal Daniel Silveira:

“Depois Alexandre de Moraes rasga de novo a Constituição, ao prender um deputado, que eu nem conheço, nem quero conhecer, pois para mim ele cometeu erros primários, básicos.

O erro dele ao prender o deputado foi porque o artigo 53 da Constituição dá ao deputado a imunidade parlamentar em redes sociais, pois foi nas redes sociais que ele xingou o Alexandre de Moraes, mas não teve nada de crime inafiançável, porque, o que ele fez? Roubou? Ele matou? Isso não tem nada ver com crime inafiançável. Eu não achei motivo para ele prender o deputado, para mim foi a gota d’água”, completou.

Assista a entrevista completa:

Fonte: JCO

Prefeito concorda com o Governo e Porto Velho deve fechar maior parte do comércio novamente

A proposta de lockdown na cidade, apresentada pelo prefeito Hildon Chaves, foi suspensa e o Governo informou que com base nos últimos números sobre infectados e leitos ocupados, a macro região da Capital deve retroagir para a fase um

Durante uma vídeoconferência de mais de 5h30 nesta segunda-feira (29), Governo e Prefeitura de Porto Velho se entenderam para atuarem em conjunto em busca de ações efetivas de enfrentamento ao Coronavírus. A proposta de lockdown na cidade, apresentada pelo prefeito Hildon Chaves, foi suspensa e o Governo informou que com base nos últimos números sobre infectados e leitos ocupados, a macro região da Capital deve retroagir para a fase 1 do distanciamento social, com a abertura apenas de serviços essenciais. Os dados de 14 dias, conforme determina decreto do governador Marcos Rocha, serão informados ainda nesta segunda-feira e uma nova decisão será anunciada.

De acordo com o procurador-geral do Estado, Juraci Jorge da Silva, a decisão para o retorno de Porto Velho à fase 1 foi tomada no domingo quando a equipe teve acesso aos relatórios dos últimos 13 dias. “Ficou constatado que a taxa de ocupação de UTIs ficou acima de 80%”. A intenção é que a região fique na fase 1 por mais 14 dias. “Se o estado sentir que vai entrar em colapso ai o decreto pode ser revisto para uma situação bem mais restrita”, afirmou.

O prefeito Hildon Chaves concordou com a ideia do Governo, mas afirma que alguns pontos do decreto estadual precisam ser revistos. Citou por exemplo a necessidade de protocolos para supermercados, que “estão em uma terra sem lei, grandes lojas também, a questão de academias, precisa ser tudo analisado, proponho que se apresente novos protocolos porque o que queremos é a diminuição dos casos”, disse.

O governador Marcos Rocha defendeu as ações que o Estado vem realizando e um trabalho conjunto. Afirmou que não crê que a grande incidência de casos se deva a abertura de empresas. Ele citou o trabalho da PM, que vem aumentando a fiscalização a quem desrespeita o decreto proibitivo. “Fechar comercio não é a solução”

A audiência foi presidida pelo juiz Edenir Sebastião A. da Rosa, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Porto Velho e contou com representantes do MP, MPF, MPT, OAB, comércio, Conselho Municipal de Saúde, secretários municipais e estaduais.

Na fase 1 podem permanecer abertos:

a) açougues, panificadoras, supermercados e lojas de produtos naturais;
b)atacadistas e distribuidoras;
c) serviços funerários;
d) hospitais, clínicas de saúde, clínicas odontológicas, laboratórios de análises clínicas e farmácias;
e) consultórios veterinários e pet shops;
f)postos de combustíveis, borracharias e lava-jatos;
g) oficinas mecânicas, autopeças e serviços de manutenção em geral;
h)serviços bancários, contábeis, lotéricas e cartórios;
i) restaurantes e lanchonetes localizadas em rodovias;
j) restaurantes e lanchonetes em geral, para retirada (drive-thru e take away) ou entrega em domicílio (delivery);
k) lojas de materiais de construção, obras e serviços de engenharia;
l) lojas de tecidos, armarinhos e aviamento;
m) distribuidores e comércios de insumos na área da saúde, de aparelhos auditivos e óticas;
n) hotéis e hospedarias;
o) segurança privada e de valores, transportes, logística e indústrias;
p) comércio de produtos agropecuários e atividades agropecuárias;
q) lavanderias, controle de pragas e sanitização ; e
r) outras atividades varejistas com sistema de retirada ( drive-thru e take away) e entrega em domicílio (delivery);

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