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Estudo comprova presença do coronavírus no cérebro de pacientes

A pesquisa detectou ainda alterações morfológicas causadas pelo vírus

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) encontraram o novo coronavírus em cérebros de pacientes mortos pela doença, além de alterações morfológicas – que se referem à forma e à estrutura – no cérebro de pessoas com quadros moderados de covid-19. O resultado deve ajudar em tratamentos mais efetivos de pacientes de covid-19 que apresentam sintomas neurológicos, como anosmia, confusão mental, convulsões e zumbido no ouvido.

“O que identificamos agora é que o vírus é sim capaz de chegar no sistema nervoso central, no cérebro. Não só detectamos o vírus no cérebro de pessoas que morreram com a covid-19 – coletamos os cérebros delas post mortem -, mas nós fizemos também análises de imagem, escaneamos os cérebros de pacientes com covid-19 moderada e alterações significativas foram observadas”, disse o professor de bioquímica da Unicamp, Daniel Martins-de-Souza, coordenador da pesquisa. O estudo foi divulgado essa semana, em plataforma preprint, ainda sem revisão por pares.

Ele ressalta que até o momento não existem evidências disso na literatura, apesar de alguns pacientes apresentarem sintomas neurológicos. “Esse é um estudo feito com centenas de pacientes moderados, não são nem pacientes graves, e que demonstra que as alterações morfológicas estão correlacionadas com a covid-19”, disse. Segundo ele, as consequências nos pacientes ainda estão sendo observadas porque a covid-19 é uma doença nova. “Não deu tempo de vermos o que vai acontecer no longo prazo, mas fato é que pessoas já curadas ainda tem queixas de sintomas neurológicos mesmo depois de o vírus já ter saído do corpo”.

Os pesquisadores já haviam comprovado em testes in vitro que o novo coronavírus era capaz de infectar os neurônios. No entanto, em testes em humanos, eles identificaram a presença do vírus em uma outra célula do cérebro, chamada astrócito.

“Vimos que o vírus está no cérebro de algumas das pessoas que morreram de covid-19, não tanto nos neurônios, mas em uma outra célula que chama astrócito. Esta é uma célula que auxilia os neurônios a se comunicarem. No laboratório, fizemos um experimento mostrando que os astrócitos infectados podem produzir substâncias que matam neurônios e essa pode ser a causa de a gente ver aquelas alterações nas imagens do cérebro [de pessoas vivas infectadas]”, explicou.

Tratamento

O pesquisador afirma que essas informações são a primeira pista para que se tenha tratamentos mais efetivos especialmente para aqueles pacientes que tiveram acometimentos neurológicos. “Nem todos vão ter [sintomas neurológicos], uma média de 30% a 35% são os que têm esses sintomas. Para esses, é bom saber que os sintomas podem sim ser derivados de infecção no cérebro”.

Martins-de-Souza explicou que o que se acreditava até agora é que os sintomas neurológicos eram causados apenas por uma infecção sistêmica. “Pensava-se até aqui que os sintomas neurológicos seriam uma consequência de inflamação em outros lugares – como o pulmão – e que afetava secundariamente o cérebro. Mas aqui vemos que isso [sintomas neurológicos] pode acontecer também porque o vírus chega sim ao cérebro”, disse.

Além desses resultados, os pesquisadores vão continuar as investigações para entender melhor o papel dos vírus dentro dos astrócitos, as consequências disso no longo prazo, além de uma questão que Martins-de-Souza considera essencial: como é que o vírus chega no cérebro.

Fonte: Aline Leal A/B

Carla Redano lidera disputa em Ariquemes, aponta pesquisa

A Patriota é a favorita com 29%, 5 candidatos disputam o pleito, segundo Levantamento realizado entre os dias 8 e 9 de outubro de 2020 com 601 eleitores. A Pesquisa possui 95% de nível de confiança

Na pesquisa estimulada divulgada nesta terça-feira, 13, pelo Instituto Brasil Dados, a vereadora e Presidente da Câmara Municipal, enfermeira Carla Redano (Patriotas) lidera as intenções de voto para a Prefeitura de Ariquemes (RO) com percentual de 28,79%. Na posição seguinte aparece  o vice – prefeito Lucas Follador (DEM) com 18,97%, e Tiziu Jidalias (Solidariedade), 14,31%. O ex-secretário estadual Gilvan Ramos (MDB) está com 2,83%, Clebes Dias (PT) está com 2,50%. Brancos e nulos somam 14,31% e o número de indecisos é de 18,30%. 

DADOS DA PESQUISA: Pesquisa possui 95% de nível de confiança, realizada entre os dias 8 e 9 de outubro de 2020 com 601 eleitores. Registrada no TRE-RO com o número RO-07536/2020, é assinada pelo estatístico Pablo Vieira Dias (Conre 10479). A margem de erro é de 4%. Metodologia de pesquisa: É aplicada a metodologia de pesquisa quantitativa do tipo Survey, que se constitui em entrevistas pessoais realizadas em Ariquemes – RO, executadas através de questionário estruturado e questões para respostas espontâneas e estimuladas.

Foi aplicada a amostragem aleatória representativa da população eleitora (cidadão) residente no Município de Ariquemes – RO com idade acima dos 16 anos, de ambos os sexos, com vários níveis de instrução e de rendimentos, que estão aptas a votar nas próximas eleições municipais. A amostra é proporcional às estatísticas demográficas municipais com base nas áreas geográficas intra – municipais.

Fonte: BRASIL DADOS

Segundo Ipea, inflação de famílias pobres é três vezes maior do que dos mais ricos

A informação foi divulgada hoje pelo Ipea

A taxa de inflação de famílias com renda muito mais baixa chegou a 98% em setembro deste ano, três vezes superior à observada entre a classe com renda alta (0,29%). A constatação é do Indicador de Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado hoje (14).

As famílias com renda muito baixa são aquelas com rendimento domiciliar mensal inferior a R$ 1.650,00. Já as famílias com renda alta são aquelas com rendimento superior a R$ 16.509,66 por mês.

A pesquisa do Ipea constatou que a inflação aumentou, de agosto para setembro, em todas as faixas de renda. Ela foi maior entre as pessoas com renda muito baixa, principalmente por causa da alta de preços dos alimentos, que responderam por 75% da taxa de inflação de setembro. Tiveram aumento de preços no mês, produtos como arroz (18%), óleo (28%) e leite (6%).

No acumulado do ano, a disparidade é ainda maior. Enquanto os mais pobres sentiram um aumento de preços de 2,5% na sua cesta de compras, os mais riscos tiveram alta de apenas 0,2%. Entre os alimentos que mais influenciaram essa alta de preços estão arroz (com alta de 41% no ano), feijão (34%), leite (30%) e óleo de soja (51%).

Outro grupo que influenciou essa alta de preços maior para os mais pobres foi habitação, com inflações em produtos como materiais de limpeza (1,4%) e gás de botijão (1,6%).

Já entre os mais ricos, os alimentos e gasolina (com alta de 2%) também tiveram um impacto, mas a inflação foi aliviada por quedas de preços de itens como plano de saúde (-2,3%), mensalidades dos cursos de idioma (-1,5%) e de informática (-1,6%).

No acumulado do ano, enquanto a inflação das famílias mais pobres aponta alta de 2,5%, a taxa de variação registrada pela classe de renda mais alta é apenas 0,2%.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Fiocruz de Rondônia avança no estudo dos transmissores de leishmaniose

Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Parasites and Vectors

O Estudo coordenado pelo Laboratório de Entomologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz RO) identificou a presença de parasito do gênero Leishmania, causador da Leishmaniose cutânea, em duas espécies de flebotomíneos (mosquito-palha) consideradas abundantes na região.

No estudo, as espécies Lutzomyia davisi e Lutzomyia antunesi são citadas como possíveis vetores de Leishmaniose cutânea. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Parasites and Vectors (Parasitas e Vetores) e reforçam a hipótese de que há participação dessas espécies no ciclo de transmissão da doença.

Para dar continuidade aos trabalhos, os pesquisadores pretendem descobrir, por meio de estudos experimentais, se essas espécies possuem a capacidade de transmitir o parasito a humanos. De acordo com critérios estabelecidos pela comunidade científica, para esta comprovação, é necessário verificar a biologia do parasito se desenvolvendo no inseto (vetor), e se ele consegue, de fato, transmitir a doença por meio de uma picada.

Resultados comprovaram maior captura de insetos na altura de 15 metros

“Os estudos que desenvolvemos, até aqui, nos deram o conhecimento sobre quais espécies são potenciais vetores da doença em Rondônia, agora, queremos descobrir a relação parasito-vetor, ou seja, detalhes da capacidade das espécies de flebotomíneos de se infectar com os parasitos e como eles transmitem esses agentes patogênicos”, destaca Antonio Marques Pereira Junior, pesquisador do Laboratório de Entomologia.

No estudo, também foi evidenciado que alguns dos insetos capturados realizam alimentação sanguínea em diferentes fontes, mais especificamente: falcão-mateiro (Micrastur gilvicollis), jacamim (Psophia viridis), tamanduá (Tamandua tetradactyla), bicho-preguiça (Choloepus didactylus), além de humanos (Homo sapiens).

Para o pesquisador em Saúde Pública e coordenador do estudo, Jansen Fernandes de Medeiros, essas informações são importantes, “para conhecermos como ocorre a interação e o comportamento de espécies que são vetores de Leishmaniose em Rondônia, além de oferecerem à área da saúde dados que possam auxiliar em ações de vigilância e controle da doença”. O estudo contou com financiamento da Capes/CNPq e Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa de Rondônia (Fapero).

Fonte: Fiocruz-RO

Pesquisa da Febraban, diz que Carteira total de crédito deve crescer 9,4% em 2020

De acordo com a instituição, os resultados são fruto, principalmente, do sucesso dos programas de crédito público implementados pelo setor bancário

A carteira total de crédito no Brasil deverá crescer 9,4% em 2020 na comparação com o ano anterior, apontou nesta segunda-feira (5), a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), conforme pesquisa realizada entre 23 e 30 de setembro, mostrando mais otimismo em relação ao levantamento anterior. Na pesquisa de agosto a expectativa era de expansão de 6,3% da carteira.

Segundo a Febraban, os resultados são fruto, principalmente, do sucesso dos programas de crédito público implementados pelo setor bancário. A melhora na avaliação do cenário é resultado, principalmente, da revisão para cima do desempenho do crédito direcionado, cuja previsão de expansão mais que dobrou, passando de 3%, em agosto, para 7,1%, em setembro.

Para os clientes pessoas jurídicas, a projeção passou de uma alta de 12,3% para 15,7%. Já para a carteira de crédito destinado aos clientes pessoas físicas passou de 5,6% para 6 7%. A Febraban explica que esse aquecimento é influenciado tanto pela recuperação da atividade econômica quanto pela continuidade da elevada demanda por capital de giro pelas empresas.

Para 2021, a pesquisa também captou melhora. O desempenho esperado da carteira de crédito total passou de alta de 7% para 7,2% na pesquisa atual.

O levantamento mostrou que para a grande maioria dos participantes (94,7%) a taxa básica de juros deve fechar o ano em 2% ao ano e nenhum dos respondentes acredita que o Copom fará cortes na Selic em sua próxima reunião, nos dias 27 e 28 de outubro).

Fonte:R7

Preços na indústria têm maior alta desde 2014: 3,28%

Arroz impactou o resultado da indústria alimentar, diz pesquisa

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a inflação de produtos na saída das fábricas brasileiras, registrou inflação de 3,28% em agosto deste ano. Foi a maior alta de preços em um mês desde o início da pesquisa, em janeiro de 2014, segundo dados divulgados hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em julho, o IPP teve inflação de 3,22%. Com o resultado de agosto, o índice acumula taxas de inflação de 10,80% neste ano e de 13,74% em 12 meses.

Alimentos sobem 4,07%

As 24 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE tiveram alta de preços em agosto, com destaque para os alimentos (4,07%).

“FORAM QUATRO PRODUTOS QUE MAIS IMPACTARAM O RESULTADO DA INDÚSTRIA ALIMENTAR: FARELO DE SOJA, ÓLEO DE SOJA, ARROZ DESCASCADO BRANQUEADO E LEITE ESTERILIZADO UHT LONGA VIDA”, DISSE O GERENTE DO IPP, MANUEL CAMPOS SOUZA NETO.

Outras altas de preços importantes foram refino de petróleo e produtos de álcool (6,24%), indústrias extrativas (8,43%) e outros produtos químicos (4,13%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas da indústria, o destaque ficou com os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (4,03%).

As outras três categorias de produtos também tiveram alta de preços: bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo (1,62%), os bens de consumo semi e não duráveis (2,94%) e os bens de consumo duráveis (0,60%).

Fonte Kleber Sampaio A/B

Segundo pesquisa, Brasileiros acreditam que inflação ficará em 4,7% em 12 meses

A informação foi divulgada hoje pela FGV

Os consumidores brasileiros acreditam que a taxa de inflação ficará acumulada em 4,7% nos próximos 12 meses. A taxa da expectativa mediana de inflação dos consumidores brasileiros é 0,4 ponto percentual superior à registrada em agosto, encerrando a tendência de queda iniciada em maio deste ano.

A pesquisa é feita com base na opinião de consumidores que respondem à seguinte pergunta: Na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?

“Após atingir o menor valor da série no mês anterior, a expectativa de inflação mediana dos consumidores voltou a subir em setembro em todas as faixas de renda. Apesar da estabilidade dos preços de alguns bens e serviços, o aumento persistente dos itens de alimentação no domicílio pode estar influenciando as expectativas principalmente nos consumidores de renda mais baixa. Para os próximos meses, é possível que a mediana se distancie cada vez mais do mínimo, considerando as constantes revisões nas projeções de mercado e a possibilidade dos preços dos alimentos seguirem pressionados”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco.

Fonte: Valéria Aguiar A/B

Eleições americanas: Trump vira o jogo e se torna favorito nas pesquisas

E o que isso tem a ver com as Eleições Americanas? Resposta: tudo!

2020 não ficará conhecido como “o ano da Pandemia”, ou do início do “Novo Normal”, como certa imprensa e o cerco intelectual de esquerda quer imprimir como consequência da COVID-19 no mundo. Não!

As eleições dos EUA sempre significaram muito para os desígnios da Humanidade, desde o fim da II Grande Guerra e criação da ONU (1945) e do Estado de Israel (1948), iniciando-se, ali, uma bipolaridade geopolítica que se mantém, de certo modo, até os dias atuais.

1989 – o ano-marco do fim da “guerra fria” por um aparente maniqueísmo entre o modo de vida Capitalista e de outro lado (literalmente) Comunista, é, então, estigmatizado com o desmoronamento televisionado e ao vivo do Muro de Berlim e a derrocada econômica da ex-toda-poderosa União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), voltando à existência da Rússia original e ressurgimento gradual de seu nacionalismo conflitante. Mantém-se como 2ª maior potência militar e nuclear do planeta, até hoje em disputa direta com os Estados Unidos, desde a tecnologia aeroespacial até a fabricação de vacinas, como a corrida pela 1ª vacina, a Sputinik V.

Um outro “gigante” territorial que passava despercebido na História – a China – assim como a Rússia dos Czares, também teve um rico e muito peculiar passado milenar imperial, fora crescendo o seu PIB graças ao investimentos dos países desenvolvidos, enquanto o mundo falava dos “tigres asiáticos”, tornara-se o celeiro tecnológico mundial de segundo padrão e de produção industrial, principalmente pelo baixíssimo custo de sua mão-de-obra determinada como até hoje é pela enorme oferta de trabalho proporcional à maior população do mundo (hoje, 1,4 bilhão de pessoas). Mas essa tecnologia que sempre foi relacionada (com razão) ao plágio e a imitação, diferente da japonesa, hoje é quem domina a tecnologia 5G de modo consistente e para suprimento em escala global.

A China assim chega ao 3º Milênio como 2ª potência mundial, como país comunista, domina grande parte da tecnologia de todo o mundo sem precisar de investimento público, mas por demanda estrangeira em seu território aplicada por décadas e, em seu regime ditatorial de partido único e imprensa estatal, com conhecido modo comercial “sem regras”, soçobra na Economia mundial como divisor de águas e impondo, novamente, aos Estados Unidos, a esgueirar-se na função de “mediador internacional”.

A verdade é que não só os Estados Unidos, os investidores internacionais, mas todo o mundo errou em não olhar pra China. Sim! A China comunista, com a maior população mundial e o terceiro maior exército do mundo, ultrapassou a Alemanha e o Japão e conseguiu crescer anualmente, de modo seguido e sustentável mais do que a Coréia do Sul, país-exemplo de prosperidade e bem-estar na Ásia pós-Guerra Fria.

E o que isso tem a ver com as Eleições Americanas? Resposta: tudo!

A Eleição de Donald J. Trump, bem como a decisão dos britânicos em Plebiscito pelo Brexit, ambos em 2016 – decisões democráticas que guardam em comum, não só o ano, mas a mínima vantagem de sufrágio, significaram marcos globais do arrefecimento definitivo do Globalismo, que nada mais é do que uma face encoberta do modo de vida Comunista (não o ideal do livro de Marx), mas o “real”, em que pobres “racham” a pobreza e uma pequena elite bilionária vive no poder eternamente, como vemos especialmente na Rússia de Putin, na China de Xi Jinping, na Coréia do Norte de Kim Jong-Un, na Venezuela de Maduro (e aqui não cito as monarquias patriarcais do Mundo Árabe e as ditaduras da África para não ficar extenso e porque muitas delas não encenam perfeitamente a “lógica” e ideologia citada – o Comunismo).

Como todo fato histórico, movido por ações e reações, a tendência globalista que favorece muito aos grandes bancos (corporações internacionais) e bilionários investidores/especuladores/rentistas, como também os líderes, ou melhor, ditadores comunistas que se mantém no poder às custas da repressão firme à liberdade de seu povo, tentou emergir através do discurso ou “narrativa verde”: a sueca adolescente Greta Thunberg, a “Amazônia em chamas”, que seria “o pulmão do mundo” (segundo Madonna e Leonardo Di Caprio, que pode cometer “fake News” por ser do Staff hollywoodiano financiado pelos mesmos globalistas citados e ficam imune a críticas), bem como pela ideia, que não se sustentou, de que os “blocos econômicos regionais”, como a União Européia, são benéficos aos países-membros e que o nacionalismo contraposto levaria então toda forma de Poder (institucionalizado) à intolerância, ao “supremacismo branco”, à xenofobia e, assim, à piora das condições de vida igual em oportunidades. Tudo falácia aterrorizante. Senão, vejamos.

A Amazônia não estava em chamas. O Brexit não é o fim do próspero Reino Unido, coração financeiro da Europa, país mais avançado em saúde pública no mundo e 5ª maior economia. A proteção dos mercados nacionais, mantendo-se dentro da lógica liberal, é, sim, um novo formato de desenvolvimento econômico imune aos superblocos que, no último quartel, empobreceram os países mais pobres e enriqueceram os que já eram ricos.

São “verdades” postas à prova e que, por não se sustentarem em pé, fazem ruir a onda globalista, seja: 1) no aspecto geopolítico, financista sem barreiras nacionais, no plano macroeconômico; e 2) comunista, no âmbito ideológico, que vem tentando reverter a tendência conservadora e de reconstituição da força dos estados nacionais iniciada há cerca de 4 anos, com aqueles dois citados eventos históricos (vitória de Trump e Brexit).

Outra verdade indevassável e já matemática é que o vírus chinês de Wuhan matou 0,6% dos infectados que fizeram o teste e este deu positivo, segundo publicou a OMS no último dia 03/08. Noutro giro, estimam especialistas, apenas cerca de 10% da população infectada do planeta fez testes laboratoriais. Se considerarmos essa premissa altamente plausível como parâmetro estatístico pragmático, apenas 0,06% das pessoas atingidas pela infecção do Sars-Cov-2 ou COVID-19 foram à óbito. Mas o mundo – e a economia global parou.

Nos EUA, novamente se passou a viver sobressaltos imprevisíveis em diversos âmbitos, fruto, especialmente, da Pandemia, com a recessão natural numa economia que pairava hígida de quase pleno emprego e que, sozinha, já era considerada suficiente para reeleger Donald Trump, até pelos analistas políticos mais à esquerda.

Somou-se a isso o emblemático alvoroço causado pelo assassinato de George Floyd, mantendo Trump uma postura nada esperada diante do problema, o que fez a oposição a ele em todo o planeta “vibrar de alegria” – e os Democratas idem, levando seu candidato “sem sal” Joe Biden a 8 pontos percentuais a sua frente, mas isso até dias atrás.

Mas parece que o presidente americano – e o ideagrama que tracei acima que ele representa, do anti-comunismo, anti-globalismo, anti-China, pró-segurança (lei e ordem), pró-mercado nacional – sobressaem “das cinzas”: após ruas lotadas, mesmo com uso de máscaras, o que estava terminantemente proibido e era uma campanha politicamente correta da esquerda mundial e dos Democratas, não gerou mais óbitos nem maior infecção na população. Pelo contrário: a curva começou a equilibrar e o comércio reabrir, reagindo rapidamente a maior economia do mundo.

De outro lado, a escolha de Kamala Harris, que não é negra, mas sim descendente de índios americanos, que se imaginou ser um trunfo para turbinar a campanha democrata, viu-se que a senadora é, de fato, “maior” do que o próprio candidato “cabeça-de-chapa”, Joe Biden, bastante idoso e que não tem carisma presidencial – fato! Será mesmo inteligente escolher uma vice mais emblemática e com ideias mais firmes que o candidato principal? Mais um erro do Partido Democrata. Explico.

É que além dos quase meio século (47 anos) dentro do Congresso americano, Biden é o típico político “mais do mesmo”, do establishment– uma espécie de “nova Hillary de calças”.

Ele nunca fez nada de incrível em toda sua vida pública, chegando, no máximo, a ser um Vice silencioso e bem-comportado do Barack Obama.

Por isso sua caracterização como alguém “de Centro”, o que, em momento histórico bipolar e com eleitores bem posicionados no espectro ideológico talvez como nunca antes na História eleitoral dos EUA, essa tentativa “gregária” de todas as correntes democratas ao invés de ajudar a vencer Trump tenha sido o pior erro: querer todos os eleitores é, paradoxalmente, seduzir nenhum deles.

Até nesse aspecto Joe Biden não aparenta ser uma figura “decisiva”, imponente, firme – com ideais firmes, quero dizer – o que parece ser predicado fundamental para a escolha de um eleitor americano que tem sofrido uma real preocupação com a “segurança”, seja pelo problema de saúde pública que se instalou, seja da retomada dos empregos, seja pelos saques e aumento da violência engatilhada após os protestos iniciais do “Black Lives Matter”.

Já Kamala tem um histórico de carreira política e jurídica bem pontual, nada “em cima do muro” e bem poderia ser uma potencial candidata a presidente. Todavia colocada como Vice parece mais confundir o eleitor do que ajudar, primeiro, porque “rouba a cena”; segundo, porque ao somar o que o seu candidato não tem (conteúdo definido, carisma e diferencial), a chapa fica desconexa. Ou melhor: ela tem o que chamo de “identidade diferencial”, uma vez que ela se comunica bem diretamente e representa boa parcela do eleitorado.

Joe, neste cenário, passa a ficar igual àqueles garçons com duas bandejas nas mãos cheias de copos e pratos diferentes pra equilibrar – e, não esqueçam, ele é garçom, não equilibrista! Para obter o sucesso pretendido nas urnas precisa conjugar várias “tendências” dentro do Partido Democrata, que nunca teve tanto o peso da esquerda radical (liberal, na linguagem da política americana) como agora, mas, ao mesmo tempo, ele, Biden, não pode expressar isso explicitamente para não perder votos de possíveis trumpistas arrependidos, senão não se elege! A diferença para eleição é mínima, dada ao acirramento das posições políticas muito bem identificáveis de um campo e outro.

Esse é o grande mal da Política: quando se quer traçar uma estratégia que se abarca tudo e a todos, aparentemente tão perfeita, torna-se ela própria o seu calcanhar de Aquiles.

Nessa nova tentativa de mudar o quadro geopolítico global, que se inicia na Eleição dos EUA de novembro de 2020, não sobrará tempo ou algo para J. Biden se fincar, pois além de ser sócio de empresas chinesas, será naturalmente obrigado a responder, nesses próximos 2 meses de acirrados debates, às demonstrações de inconsistência políticas dele trazidas pela campanha de Trump, que começa a reagir nas pesquisas de intenções de voto numa escalada crescente, reduzindo a diferença radicalmente.

Xeque-mate!

Por Henrique Quintanilha*

* Henrique é advogado formado e pós-graduado pela UFBA, com Mestrado em Direito Público e pesquisa sobre as Políticas Públicas de afirmação de direitos no Brasil e Estados Unidos, também pela UFBA, Professor de Pós-graduação em Direito e analista político.

Inscrições abertas para Programa de Pesquisa do SUS

Com inscrições abertas, pesquisadores de Rondônia podem apresentar projetos do Programa de Pesquisa para o SUS

Estão abertas as inscrições para pesquisadores apresentarem projetos de pesquisa no âmbito do Programa Pesquisa para o SUS: Gestão compartilhada em saúde (PPSUS).

A iniciativa é do Governo de Rondônia, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) e da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (Decit/SCTIE/MS), com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A Fundação Rondônia e parceiros lançaram nesta sexta-feira (14) a Chamada nº 001/2020 do Programa de pesquisa para o SUS (PPSUS).

O PPSUS é uma iniciativa de fomento à pesquisa em saúde nas Unidades Federativas, que promove o desenvolvimento científico e tecnológico, visando atender as peculiaridades e especificidades de cada estado brasileiro e contribuir para a redução das desigualdades regionais. As inscrições, prazos, critérios de elegibilidade bem como demais informações, constam no Edital.

Fonte: Secom

Eleições 2020: Covas e Russomanno lideram disputa em SP, diz pesquisa

Candidatos se destacam nos dois cenários analisados pelo instituto RealTime Big Data , mas atual prefeito tem a 2ª pior rejeição, só superada por Boulos 

 O instituto RealTime Big Data divulgou nesta segunda-feira (17) uma pesquisa de intenções de voto para a eleição municipal em São Paulo. Nos dois cenários analisados, com ou sem a candidata Marta Suplicy (Solidariedade), a disputa fica entre o atual prefeito da cidade, Bruno Covas (PSDB), e Celso Russomanno (Republicanos).

Foram entrevistadas 1.200 pessoas nos dias 12 e 13 de agosto, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

No cenário 1, com a pré-candidata do Solidariedade, Bruno Covas aparece com 26%, seguido por Russomanno: 22%. Atrás dos dois, a uma boa distância, estão empatados com 7% Marta, Márcio França (PSB) e Guilherme Boulos (Psol).

No cenário 2, sem Marta, Covas tem 27%, Russomanno, 23%, França tem 8% e Boulos, 7%.

Boulos tem a maior rejeição entre todos os candidatos, com 15% dos eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Na sequência vem o atual prefeito, com 13%, seguido por Russomanno, com 12%, e Marta Suplicy, com 10%. 

Na pesquisa espontânea, na qual os eleitores são perguntados em quem votariam antes de ver o nome dos candidatos, Covas também lidera, com 10%. Russomanno tem 3%, França e Boulos, 2%. Com 1% surgem Marta e dois não pré-candidatos: o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador do Estado, João Doria (PSDB).

Veja os números da pesquisa de opinião pública

Avaliação do prefeito

O instituto perguntou também qual a opinião dos paulistanos sobre a gestão do prefeito da cidade, que tenta a reeleição. Consideram ótimo ou bom o governo 26% dos entrevistados, para 37% ele é regular e 32% veem a administração como ruim ou péssima.

Questionados se aprovam ou não a forma como Bruno Covas comanda a prefeitura, 49% disseram sim à questão, enquanto 44% desaprovam a gestão. Não souberam ou não quiseram respondera a pergunta 7% das pessoas.

A pesquisa foi registrada com o número SP 00112/2020. 

Fonte: R7