Gasolina de Rondônia chega a R$ 6,29; o novo valor representa uma alta de 3,28%

Na última semana, o preço do litro do etanol subiu 1,30% nos postos de Porto Velho, saindo de R$ 5,38 para R$ 5,45.

O preço máximo da gasolina chegou a R$ 6,29 nos postos de Porto Velho, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) feita entre 12 e 18 de setembro.

O novo valor representa uma alta de 3,28% em relação a semana passada, quando o preço máximo nos postos da capital custava R$ 6,09.

O levantamento foi feito junto a 28 postos. Ainda conforme a agência reguladora, a gasolina mais barata encontrada na capital custa R$ 5,99.

A ANP também indica que houve aumento do preço médio da gasolina em Porto Velho, custando agora R$ 6,08. Durante as três semanas anteriores, o valor médio foi de R$ 6,07.

A composição do preço da gasolina é formada pelo preço exercido pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS/Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda.

Segundo a ANP, o preço médio da gasolina subiu mais de 22% nos postos de Porto Velho entre 1° de janeiro e 31 de julho.

Como a Petrobras é dominante no mercado, a influência do preço da gasolina começa com a empresa, mas também há a venda de empresas privadas.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel

Além de impostos (ICMS, PIS/Pasep e Cofins, e Cide), a diferença entre os preços das refinarias para o preço cobrado do consumidor sofre influência dos lucros do produtor ou importador, custo do etanol anidro (no caso da gasolina) e do biodiesel (no caso do diesel) e margens do distribuidor e revendedor.

A maior fatia do preço da gasolina é formada por impostos. Somados, o ICMS, o PIS/Pasep e Cofins somam 44% do valor final, sendo 29% para o primeiro e 15% para os demais. O que fica para a Petrobras (a realização ) são 29% do preço final.

Com a alta do preço da gasolina nas bombas dos postos, o governo de Rondônia informou que o imposto sobre o combustível não é reajustado há cinco anos no estado (e nem reduzido).

Na última semana, o preço do litro do etanol subiu 1,30% nos postos de Porto Velho, saindo de R$ 5,38 para R$ 5,45.

Fonte: ANP

Petrobras muda modelos de contrato para venda de combustíveis

Novos modelos são para venda de gasolina A e óleo diesel

A Petrobras aprovou novos modelos contratuais para venda de gasolina A (sem adição de etanol) e de óleo diesel (rodoviário e marítimo) para as distribuidoras de combustíveis. A Petrobras não deu detalhes sobre os novos modelos, mas informou que não haverá mudanças em sua política de preços desses produtos.

De acordo com a empresa, suas práticas de precificação continuarão sendo alinhadas aos mercados internacionais.

A decisão de fazer novos modelos contratuais com as distribuidoras visa a aumentar a competitividade e trazer flexibilidade para a empresa na adoção de novas estratégias comerciais.

“No cenário atual do mercado, caracterizado pela entrada de produto importado por terceiros e pelo processo de desinvestimento de ativos de refino, torna-se necessário promover aperfeiçoamentos em algumas cláusulas comerciais e operacionais. Esses ajustes, definidos com base na experiência obtida ao longo do período de vigência dos atuais contratos e em decorrência de feedback dos clientes, buscam fortalecer a relação comercial com nossos clientes e a competitividade da companhia”, diz a Petrobras, em nota divulgada hoje (10).

Fonte: Graça Adjuto A/B

Gasolina de Porto Velho tem novo reajuste

Segundo a mais recente pesquisa da ANP, o litro já chega a R$ 6,09 quase 2% em uma semana.

O preço médio da gasolina subiu 1,85% em Porto Velho entre 21 e 28 de agosto, segundo a mais recente pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Segundo a agência reguladora, o valor médio da gasolina saiu de R$ 5,96 para R$ 6,07 na última semana. É o maior valor da série histórica de preços monitorados pela ANP; a pesquisa semanal foi feita em 28 postos da capital de Rondônia.

á em relação ao preço máximo da gasolina em Porto Velho, R$ 6,09 foi o maior valor encontrado nas bombas na última semana de agosto.

A formação do preço da gasolina é composta pelo preço exercido pela Petrobras nas refinarias, mais tributos federais (PIS/Pasep, Cofins e Cide) e estadual (ICMS), além do custo de distribuição e revenda.

Segundo a ANP, o preço médio da gasolina subiu mais de 22% nos postos de Porto Velho entre 1° de janeiro e 31 de julho.

Com a alta do preço da gasolina nas bombas dos postos, o governo de Rondônia informou que o imposto sobre o combustível não é reajustado há cinco anos no estado (e nem reduzido).

O estado esclareceu não ser possível isentar o imposto da gasolina em Rondônia, pois seria necessário compensar a arrecadação no imposto de outro produto. Isso porque o ICMS da gasolina é responsável por 20% da arrecadação estadual.

Para a Secretaria de Finanças, a “melhor forma de corrigir as injustiças e as imperfeições do sistema é por meio da reforma tributária que deve ajudar a reduzir a regressividade, quanto quem paga mais e ganha menos, promovendo justiça fiscal para reduzir as desigualdades e continuar os serviços prestados pelo Estado em benefício da população”.

Como a Petrobras é dominante no mercado, a influência do preço da gasolina começa com a empresa, mas também há a venda de empresas privadas.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel

Além de impostos (ICMS, PIS/Pasep e Cofins, e Cide), a diferença entre os preços das refinarias para o preço cobrado do consumidor sofre influência dos lucros do produtor ou importador, custo do etanol anidro (no caso da gasolina) e do biodiesel (no caso do diesel) e margens do distribuidor e revendedor.

Fonte: G1/RO

Petrobras assina contrato de venda de refinaria em Manaus

Venda faz parte de acordo com o Cade para abertura do setor de refino

A Petrobras assinou nesta quarta-feira (25) contrato para a venda da Refinaria Isaac Sabbá (Reman), na capital amazonense Manaus, e seus ativos logísticos associados pelo valor de US$ 189,5 milhões (R$ 994,15 milhões), para o grupo ATEM.

Dentre as oito refinarias que estão em processo de venda, a Reman é a segunda a ter o contrato assinado. Antes, em 24 de março deste ano, foi assinado o contrato de venda da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia. A venda integra o compromisso firmado pela Petrobras com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para a abertura do setor de refino no Brasil.

Segundo a Petrobras, o processo de desinvestimento da Refinaria Issac Sabbá, aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobras hoje, seguiu rigorosamente a Sistemática de Desinvestimentos aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). 

De acordo com o diretor de Refino da Petrobras, Rodrigo Costa, “a assinatura do contrato de venda da Reman representa mais um passo importante para o processo de reposicionamento da atividade de refino na Petrobras. A companhia está investindo para se tornar mais competitiva e para se posicionar entre as melhores refinadoras do mundo, em termos de eficiência, desempenho operacional e produtos de alta qualidade”, explicou.

Após a venda das oito refinarias, conforme o compromisso firmado com o Cade, a Petrobras permanecerá como a maior empresa refinadora do país, com uma capacidade de refino de 1,15 milhão de barris por dia (bpd), segundoa a empresa, com foco na produção de combustíveis mais eficientes e sustentáveis nas unidades mais próximas à produção de petróleo e aos maiores centros consumidores.

Segundo um dos fundadores da Atem, Miquéias Atem, a gestão de portfólio que vem sendo implementada pela Petrobras para o mercado de refino permite reduzir a concentração e estimular a competição no setor. “A entrada de novos players possibilita uma quebra de paradigmas, capturando sinergias e dando viabilidade econômico-financeira a projetos antes preteridos. A aquisição da refinaria permitirá aprimorar o suprimento de combustíveis e derivados de petróleo e gás para a região de influência da refinaria”, avaliou.

Funcionários

Os empregados da Petrobras que decidirem permanecer na companhia poderão optar por transferência para outras áreas da empresa. Outra possibilidade é a adesão ao Programa de Desligamento Voluntário, com pacote de benefícios. A Petrobras divulga interna e externamente as principais etapas do processo e, segundo a empresa, nenhum empregado será demitido em decorrência da transferência do controle da Reman para o novo dono.

Fonte: Aline Leal A/B

Gasolina: Agosto começa com novo reajuste de R$ 3,92% em Porto Velho

levantamento de preço da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O preço médio da gasolina comum em Porto Velho registrou aumento de 3,92% em julho, de acordo com o mais recente levantamento de preço da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No mês passado, o valor médio do litro fechou em R$ 5,82. Já em maio e junho o motorista pagava R$ 5,60 na gasolina.

Em um ano, segundo a ANP, a gasolina ficou 42,99% mais cara em Porto Velho. No mês de julho de 2020, o valor médio do combustível era de R$ 4,07.

Como a Petrobras é dominante no mercado, a influência do preço da gasolina começa com a empresa, mas também há a venda de empresas privadas.

Além de impostos (ICMS, PIS/Pasep e Cofins, e Cide), a diferença entre os preços das refinarias para o preço cobrado do consumidor sofre influência dos lucros do produtor ou importador, custo do etanol anidro (no caso da gasolina) e do biodiesel (no caso do diesel) e margens do distribuidor e revendedor.

A maior fatia do preço da gasolina é formada por impostos. Somados, o ICMS, o PIS/Pasep e Cofins somam 44% do valor final, sendo 29% para o primeiro e 15% para os demais. O que fica para a Petrobras (a realização ) são 29% do preço final.

Fonte: G1

Petrobras encerra venda de sua participação na BR Distribuidora

Estatal arrecadou R$ 11,3 bilhões com a venda

A Petrobras informou hoje (6) o encerramento da operação em que vendeu sua participação acionária na Petrobras Distribuidora S.A. (BR Distribuidora). Segundo a estatal, a oferta de sua parte na subsidiária ao mercado financeiro rendeu um montante de R$ 11,358 bilhões e foi encerrada ontem (5).

O anúncio de encerramento da oferta publicado pela estatal informa que foram vendidas 436,875 milhões de ações a 5.795 adquirentes. O preço de cada ação foi fixado em R$ 26. 

Os maiores compradores das ações foram fundos de investimentos e investidores estrangeiros, segundo o detalhamento da operação.

Um total de 576 fundos de investimentos adquiriu cerca de 251 milhões de ações da BR Distribuidora, o que corresponde a 57,6% do total ofertado pela Petrobras. 

Já os 146 investidores estrangeiros compraram 149 milhões de ações, fatia que corresponde a 34,1% do total.

A terceira maior fatia foi comprada por 4.859 pessoas físicas, que adquiriram 26,4 milhões de ações (6%).

A Petrobras justifica a venda de sua participação na BR Distribuidora como uma operação que “visa à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital”. A estatal disse que a oferta dessas ações ao mercado financeiro “está alinhada ao seu posicionamento estratégico de sair dos negócios de distribuição e focar seus investimentos em refino de classe mundial e em ativos de produção e exploração em águas profundas e ultraprofundas, onde a companhia tem demonstrado grande diferencial competitivo ao longo dos anos”.

Fonte; Fernando Fraga A/B

Novo reajuste na gasolina, diesel e gás começa a valer hoje nas refinarias

Petrobras afirma que preço segue patamar internacional de preços

Os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha (GLP) sobem nesta terça-feira (6) nas refinarias. De acordo com a Petrobras, a gasolina aumenta, em média, R$ 0,16 (6,3%), fazendo com que o litro do combustível saia de R$ 2,53 e chegue a R$ 2,69.

O diesel tem médio de R$ 0,10 (3,7%) por litro, e passa a custar R$ 2,81 nas refinarias da Petrobras. O gás de cozinha (GLP) para as distribuidoras sobe R$ 3,60 por quilograma (kg), refletindo um aumento médio de R$ 0,20 por kg.

Segundo a Petrobras, os reajustes acompanham a elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo e derivados.


A empresa informa também que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno, mas busca o equilíbrio de seus valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio.

Segundo a estatal, tal alinhamento “é fundamental para garantir que o mercado brasileiro siga suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes setores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileira”.

Até chegar aos consumidores finais, os preços cobrados nas refinarias da Petrobras na venda às distribuidoras são acrescidos de impostos, custos para a mistura obrigatória de biocombustível, margem de lucro de distribuidoras e revendedoras e outros custos.

“Para o GLP especificamente, conforme Decreto nº 10.638/2021, estão zeradas as alíquotas dos tributos federais PIS e Cofins incidentes sobre a comercialização do produto quando destinado para uso doméstico e envasado em recipientes de até 13 kg”, explica a Petrobras, que acrescenta que, no caso do GLP, o preço final é acrescido do custo de envase nas distribuidoras.

Fonte: Agência Brasil

Petrobras reduz preço da gasolina em R$ 0,05 nas refinarias

Novo valor vigora a partir de amanhã, 12 de julho

O preço do litro da gasolina nas refinarias foi reduzido em R$ 0,05. O anúncio foi feito hoje (11), no Rio de Janeiro, pela Petrobras. O novo valor passa a vigorar a partir deste sábado (12), devendo ficar em R$ 2,53 por litro de gasolina vendido nas refinarias. O preço praticado nos postos dependerá de cada estabelecimento repassar ou não a redução.

“Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais. Nossos preços seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo. Os reajustes são realizados a qualquer tempo, sem periodicidade definida, de acordo com as condições de mercado e da análise do ambiente externo. Isso possibilita a companhia competir de maneira mais eficiente e flexível”, explicou a estatal.

A Petrobras frisou que os preços de combustíveis e suas variações para mais ou para menos – associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio – têm influência limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais.

Liberdade de preços

“Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, a mudança no preço final dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de etanol anidro, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis” informou a empresa.

O preço médio do litro da gasolina no país, segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foi de R$ 5,65, no dia 23 de maio, último dado disponível. Na cidade do Rio, o valor médio da gasolina está em R$ 6,16. Em São Paulo, R$ 5,45. E, em Brasília, R$ 5,79. No início do ano, o litro da gasolina era vendido, em média, a R$ 4,62 no país.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Petrobras anuncia redução de 2% nos preços do diesel e da gasolina

Primeiro reajuste desde a posse do novo presidente da companhia começa a valer neste sábado (1º) nas refinarias

A Petrobras reduzirá preços do diesel e gasolina nas refinarias em cerca de 2% a partir deste sábado (1º), informou a companhia nesta sexta-feira (30). O reajuste é o primeiro desde a posse do novo presidente da empresa, Joaquim Silva e Luna.

Os preços médios do diesel para distribuidoras cairão R$ 0,06 por litro, para R$ 2,71, enquanto a gasolina terá recuo de R$ 0,05 por litro, para R$ 2,59, detalhou a empresa. Em termos percentuais, o diesel recuará cerca de 2,17%, enquanto a gasolina terá redução de quase 2%.

O reajuste vem já sob a gestão de Luna, que tomou posse em 19 de abril, depois de confirmação pelo conselho de administração. Ele foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo após descontentamentos com a política de preços de combustíveis da administração anterior, comandada por Roberto Castello Branco.

O movimento dos preços foi na direção contrária do previsto pela corretora Ativa Investimentos, que disse mais cedo nesta sexta-feira (30) que seu modelo indicava potencial alta da gasolina.

“Mesmo após a recente apreciação do real frente ao dólar, o melhor modelo de acompanhamento da defasagem no preço da gasolina da corretora Ativa Investimentos apresentou potencial elevação de 13%, motivado pela alta nos preços do petróleo internacional”, afirmou.

Questionada sobre as projeções da Ativa, a Petrobras não fez comentários específicos, mas disse que seus preços “buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio”. A empresa também destacou que os reajustes não têm periodicidade definida.

Ao assumir a presidência da Petrobras, Luna disse que buscará reduzir a volatilidade dos preços de combustíveis sem “desrespeitar” a paridade de importação, em discurso que agradou investidores e fez as ações da companhia subirem no dia.

O último reajuste da Petrobras havia sido anunciado em 15 de abril, no último dia da gestão de Roberto Castello Branco à frente da empresa. Na ocasião, os preços do diesel foram elevados em 3,8%, enquanto a gasolina subiu 1,9%.

Fonte: R7

Novo reajuste do botijão de gás em Porto Velho chega a R$ 105

Levantamento foi feito pela ANP.

O preço do gás de cozinha iniciou o mês de abril chegando a custar R$ 105 em alguns pontos de venda de Porto Velho, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgada na última semana.

Entre os dias 28 de março e 3 abril, a Agência fez pesquisa em 29 estabelecimentos que comercializam gás do tipo GLP e apurou que o botijão de 13 quilos custa de R$ 90 a R$105.

O levantamento também apontou que o preço médio da botija está em R$ 96,79.

No mês de fevereiro, Rondônia passou a ser um dos cinco estados com o gás mais caro (em relação ao valor médio).

Em janeiro, a Petrobras anunciou que ia elevar em 6% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha. Com o reajuste, o valor praticado pela Petrobras irá a R$ 35,98 por 13kg.

Em nota, a empresa reiterou que desde novembro de 2019 igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial, e que o produto é vendido pela Petrobras às distribuidoras a granel.

A Petrobras afirmou ainda que os preços de GLP praticados por ela tem como referência o valor de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento, também sendo influenciado pela taxa de câmbio.

Para tentar conter o avanço do preço do gás, o presidente Bolsonaro assinou decreto nesta semana que zera impostos federais sobre o gás de cozinha. A expectativa é de redução de preço ao consumidor nas próximas semanas.

A decisão sobre o gás de cozinha não tem prazo e vale para recipientes de até 13 quilos.

Segundo informações da Petrobras, dados coletados entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro deste ano mostram que o preço do gás de cozinha tem a seguinte composição:

  • 47%: custos do próprio gás;
  • 35%: custo de distribuição e revenda;
  • 15%: ICMS, imposto estadual;
  • 3%: impostos federais (PIS/PASEP e Cofins).

Fonte: G1/RO