Brasil receberá 5,38 milhões de vacinas da Pfizer até domingo

Entregas da companhia prosseguem até 22 de agosto, totalizando 17,6 milhões doses do imunizante desde o dia 1º

O Ministério da Saúde receberá até o próximo domingo (15) 5,38 milhões de vacinas contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. Desde o dia 1º, a companhia norte-americana já enviou cerca de 9 milhões de doses, em uma previsão de 17,6 milhões até o próximo dia 22.

Nesta terça-feira (10) à noite, chega ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um voo com 1 milhão de doses.

“Entre o final de agosto e setembro há a previsão da chegada de quase 52,4 milhões de doses – que fazem parte do primeiro acordo firmado no dia 19 de março e que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas até o final do terceiro trimestre de 2021. O segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de outras 100 milhões de doses entre outubro e dezembro”, diz a Pfizer em nota.

As vacinas enviadas ao Brasil chegam de três fábricas da Pfizer, duas nos Estados Unidos (Kalamazoo e McPherson) e outra na Bélgica, em Puurs.

O Ministério da Saúde prevê 33,3 milhões de doses da Pfizer para agosto — a programação da farmacêutica para depois do dia 22 ainda não foi divulgada.

Além destas, devem ser entregues 10 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, produzida pela Fiocruz, e 20 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan.

O total de doses para o mês de agosto será o maior já recebido pelo ministério, 63,3 milhões.

O PNI (Programa Nacional de Imunizações) já enviou às unidades da federação 184,8 milhões de doses desde 17 de janeiro. Deste total, 153 milhões já foram aplicados.

Fonte: R7

Anvisa autoriza Pfizer para crianças e adolescentes de 12 a 15 anos

Medida não libera, de forma imediata, vacinação contra covid para esta faixa etária; imunização se restringe a maiores de 18 anos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizou, nesta sexta-feira (11), o uso da vacina anticovid da Pfizer para crianças e adolescente de 12 a 15 anos. A medida não libera, de forma imediata, a vacinação para esta faixa etária. A campanha de vacinação contra a covid-19 em andamento no país restringe a aplicação dos imunizantes a adultos a partir de 18 anos.

“É uma grande notícia, uma vez que precisamos estender para outras faixas etárias, mas São Paulo segue o plano nacional de imunização. Para inserir novos grupos, precisamos de mudanças no PNI [Programa Nacional de Imunizações] e receber mais doses”, afirmou Jean Gorinchteyn, secretário estadual de Saúde de São Paulo, durante coletiva à imprensa nesta sexta-feira (11) na sede do Instituto Butantan, em São Paulo.

A vacina da Pfizer foi a primeira a obter o registro definitivo no Brasil, o que permite a vacinação em massa e comercialização com o setor privado, e já está sendo aplicada em duas doses, com o intervalo de três meses.

A bula da Pfizer passará a indicar a nova faixa etária para o Brasil. A vacina é a única no país que tem autorização para ser aplicada em crianças e adolescentes. A Anvisa seguiu os órgãos reguladores de medicamentos dos Estados Unidos e Europa, onde o imunizante já está liberado nessa faixa etária. 

A farmacêutica está em fase de testes clínicos para crianças de 6 meses a 11 anos. O estudo está sendo feito nos Estados Unidos e Europa. 

A vacina apresenta mais de 95% de proteção contra infecção, internação e morte pela covid-19, de acordo com um estudo publicado no início de maio pela revista Lancet. A pesquisa foi feita com base em dados da campanha de vacinação de Israel. Após a primeira dose, o risco é reduzido em 51%, segundo estudo publicado no Jama (Journal of the American Medical Association).

Outro estudo, publicado em 4 de julho também na Lancet, apontou que a eficácia da primeira dose da vacina é menor nas variantes descobertas na Inglaterra (chamada de Alfa), Índia (chamada de Delta) e África do Sul (chamada de Beta) do que contra a cepa original. A pesquisa foi realizada pelo centro de pesquisa biomédica de Londres, Francis Crick Institute.

A vacina da Pfizer é considerada inovadora, feita a partir de RNA mensageiro, não utilizando nenhum tipo de vírus, seja atenuado ou inativado. Nessa tecnologia, o RNA instrui o organismo a produzir um pedaço da proteína de pico do SARS-CoV-2, e é contra esses pedaços (inofensivos) do coronavírus que o sistema de defesa atua e produz anticorpos.

O CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) do governo dos Estados Unidos está investigando casos do desenvolvimento de miocardite em adolescentes e jovens adultos que tomaram as vacinas de RNA (Pfizer e Moderna) nos EUA. 

A miocardite é uma inflamação do músculo do coração, o miocárdio, responsável pelo bombeamento de sangue para os órgãos, de acordo com o Manual Merck de Medicina. Esse problema no coração pode ocorrer após infecções.

Brasil já recebeu 8,3 milhões de doses da vacina da Pfizer contratadas pelo governo federal. O acordo prevê a entrega de 200 milhões de doses, o que permite vacinar 100 milhões de pessoas.

Fonte; R7

Hildon Chaves se vacina contra a Covid-19 em Porto Velho

Prefeito que sofre de pressão alta faz parte do grupo de comorbidade e recebeu a primeira dose nesta manhã de terça-feira.

O prefeito Hildon Chaves (PSDB) recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na manhã desta terça-feira (18), em Porto Velho. Hildon tem 52 anos e problemas de pressão alta. Ele faz parte do novo grupo prioritário que começou a receber o imunizante nesta terça.

O prefeito da capital tomou a vacina Pfizer/BioNTech e a segunda dose deve ser administrada em 21 dias.

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Pfizer

A vacina Pfizer/BioNTech utiliza a tecnologia de RNA mensageiro (mRNA). O material genético sintético, que carrega o código genético do SARS-CoV-2, estimula o organismo a gerar anticorpos contra o vírus.

Até o momento, Rondônia já recebeu 11.700 doses dessa vacina. O Ministério da Saúde recomenda que as doses sejam armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias.

Ao chegarem às salas de vacinação, as doses devem ser mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias.

Fonte: Rede Amazônica

Prefeitura de Porto Velho diz que somente faz o uso da vacina Pfizer em grávidas

 Estudos confirmam que a vacina não gera risco para gestante. Ministério da Saúde autoriza somente a Pfizer/BioNtch para este grupo.

A prefeitura de Porto Velho informou, na manhã desta terça-feira (11), que a vacinação contra a Covid em grávidas não será interrompida. A reiteração foi feita horas depois da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitir uma nota recomendando a suspensão imediata da aplicação da vacina AstraZeneca em grávidas.

O município de Porto Velho informou que tem feito uso apenas da Pfizer/BioNtech em grávidas e nunca utilizou a AstraZeneca para esse grupo.

“Desde o início, a indicação do Ministério da Saúde foi apenas o uso da Pfizer/BioNtech”, diz a prefeitura.

A prefeitura também afirma que, na capital rondoniense, nunca houve relatos de eventos adversos envolvendo grávidas vacinadas contra a Covid.

Recomendação da Anvisa

Na noite de segunda-feira, através de uma nota técnica, a Anvisa recomendou que a vacina AstraZeneca não seja usada em grávidas e que a orientação é seguir “o Programa Nacional de Imunização (PNI) a indicação da bula da vacina AstraZeneca e que a orientação é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas Covid em uso no país”.

A Anvisa, no entanto, não relatou nenhum evento adverso ocorrido em grávidas no Brasil. O texto diz ainda que “o uso de vacinas em situações não previstas na bula só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios para a paciente”.

A bula atual da vacina contra Covid da AstraZeneca, porém, não recomenda o uso da vacina sem orientação médica.

Fonte: Comdecom

Queiroga espera 35 milhões de doses da Pfizer em setembro

Na CPI da Covid, ministro anunciou antecipação de vacinas já contratadas e disse que negocia novo lote de 100 milhões

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou que a Pfizer deve antecipar a entrega para o Brasil de 35 milhões de doses de seu imunizante contra a covid-19 para setembro.

A quantidade faz parte das 100 milhões de unidades fechadas com o laboratório e que inicialmente só seriam entregues em 2022. 

Em conversas posteriores da Pfizer com o Ministério da Saúde ficou acertado que 35 milhões de doses seriam entregues em outubro. Agora, mudou para setembro.

Queiroga declarou que além desses 100 milhões, o ministério está bem perto de fechar um novo lote, também de 100 milhões, com a mesma Pfizer. 

Queiroga limitou-se a dizer que não tinha como calcular o impacto, mas certamente seriam lotes úteis na campanha de imunização do país. E ressaltou: “O fato de assinar o contrato não quer dizer que elas vão ser entregues.”

O ministro anunciou que o país tem 430 milhões de doses já contratadas de diversos laboratórios, sem contar as mais de 100 milhões de vacinas que serão entregues pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). No total, seriam 562.902.040 unidades.

“Nosso trabalho é para que todas sejam entregues ainda neste ano”, declarou Queiroga.

Atritos com a China

Questionado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre as declarações do presidente Jair Bolsonaro que, na quarta-feira (5), insinuou que a difusão do novo coronavírus pode ter relação com uma guerra química por parte da China, o ministro afirmou desconhecer qualquer iniciativa nesse sentido.

Ele, porém, não quis ir além na resposta sobre possíveis prejuízos nas conversas do Brasil com o país asiático, citando ter ótimas relações com as autoridades chinesas.

Fonte: R7

Chega em Rondônia primeira remessa da vacina Pfizer

Foram entregues 46.500 doses da vacina AstraZeneca.

Rondônia recebeu na tarde desta segunda-feira (3) o primeiro lote da vacina Pfizer contra Covid-19. No total são 3.510 doses. O carregamento chegou em Porto Velho por volta das 16h. Também foram entregues 46.500 doses da vacina AstraZeneca.

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) informou que vai seguir as determinações do Ministério da Saúde, portanto inicialmente a vacina da Pfizer será aplicada em moradores da capital com comorbidades.

A partir desta semana são administradas três vacinas no estado: a CoronaVac produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, a AstraZeneca fabricada no país pela Fiocruz e agora a desenvolvida pela empresa alemã BioNTech em parceria com a farmacêutica norte-americana Pfizer.

As doses da Pfizer precisam ser armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias. Ao chegarem às salas de vacinação, as doses devem ser mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias.

Devido ao pouco tempo de armazenamento, as doses estão sendo disponibilizadas apenas para as capitais. Também por isso, os distritos de Porto Velho não receberão doses dessa vacina.

Grupos prioritários

O governo divulgou os grupos prioritários que irão receber a primeira dose da vacina Pfizer:

  • pessoas com síndrome de down (18 a 59 anos);
  • pessoas com doença renal em terapia de substituição – diálise – (18 a 59 anos);
  • gestantes e puérperas (mães com bebês de até 45 dias) com comorbidades (18 a 59 anos);
  • pessoas com comorbidades (55 a 59 anos) e
  • pessoas com deficiência permanente cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (55 a 59 anos).

Fonte; Agevisa

Saúde começa a distribuir hoje lote de 1 milhão de vacinas da Pfizer

Imunizantes serão distribuídos a todas as capitais do país

O Ministério da Saúde começa a distribuir nesta segunda-feira (3), 1 milhão de doses da vacina da Pfizer/BioNTech aos 26 estados do país e ao Distrito Federal. A distribuição começa após pedido de estados e municípios, que solicitaram mais tempo para organizar o armazenamento do imunizante, que precisa ser mantido em temperaturas baixas.

No total, a pasta recebeu 1 milhão de doses na última quinta (29). Nesta remessa, serão enviadas 499,5 mil doses para a primeira aplicação, divididas de forma proporcional e igualitária entre todos os estados e Distrito Federal. As doses para a segunda aplicação serão distribuídas nas próximas semanas.

De acordo com o ministério, a vacina da Pfizer está sendo destinada para vacinação de pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, e pessoas com deficiência permanente. A comprovação das comorbidades pode ser realizada com exames, receitas, relatório ou prescrição médica, entre outros.

Armazenamento

A logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as suas condições de armazenamento, que difere dos demais insumos já adquiridos e distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

No Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, as doses estão armazenadas a uma temperatura de -90 graus Celsius (°C) a -60°C. Ao serem enviados aos estados, os imunizantes estarão expostos a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de 2ºC a 8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

Por causa dessas particularidades, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante se restrinja às 26 capitais brasileiras e ao Distrito Federal, de forma a evitar prejuízos e garantir o esquema vacinal de 12 semanas entre uma dose e outra.

Doses distribuídas

De acordo com nota do ministério distribuída hoje, a campanha de vacinação contra a covid-19, que começou em 18 de janeiro já distribuiu cerca de 70 milhões de doses, incluindo este lote da Pfizer, alcançando aproximadamente 43,7 milhões de brasileiros.

O andamento da vacinação no país pode ser acompanhado pela plataforma LocalizaSUS.

Fonte: Denise Griesinger A/B

Acompanhe a chegada do 1º lote da vacina da Pfizer-BioNTech

Carregamento vindo da Bélgica chega por via aérea em Campinas

primeiro lote de 1 milhão de doses de vacinas da Pfizer chegou hoje (29) no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (SP), por volta das 19h30. Segundo o Ministério da Saúde (MS), as doses deverão ser usadas prioritariamente nas capitais em razão das condições específicas de armazenamento, que precisa ocorrer em temperaturas muito baixas.

De acordo com o MS, os entes federados receberão as doses de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC. A conservação, nessa faixa de temperatura, pode ser feita apenas durante 14 dias. Se mantidas em temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, da rede frio dos estados, o prazo para aplicação das doses diminuiu para cinco dias.

Acompanhe ao vivo:


Em razão das especificidades dessa vacina, o ministério informou que enviará ao estados as doses em duas etapas. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, à primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber. Até serem despachadas aos entes da federação, as doses ficarão a -85ºC em 16 super geladeiras do Centro de Distribuição Logístico do Ministério da Saúde, em São Paulo.

“É uma logística específica para essa vacina por conta da cadeia de frio. Mas o Sistema Único de Saúde do Brasil está preparado para distribuir a vacina da Pfizer e todas as outras que forem aprovadas pela Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, destacou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nas redes sociais do ministério. 

O governo brasileiro comprou 100 milhões de doses do imunizante da Pfizer. Em março, em reunião com a farmacêutica, o MS apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões.

Fonte: Agência Brasil

Primeiro lote de vacinas da Pfizer chega amanhã ao Brasil

As doses serão distribuídas para os 26 estados e o Distrito Federal

O primeiro lote de vacinas da Pfizer chega amanhã (29) ao Brasil. No total, 1 milhão de doses serão transportadas em voo que chegará ao Aeroporto de Viracopos, com aterrissagem prevista para as 19h.

As doses serão distribuídas para os 26 estados e o Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que demanda temperaturas muito baixas.

Conforme o Ministério da Saúde, os entes federados receberão de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC, cuja conservação pode ser feita apenas durante 14 dias. Após entrar na rede de frio, com temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, o prazo para aplicação é de cinco dias.

Por essa razão, o Ministério informou que enviará duas remessas diferentes. Cada uma delas terá 500 mil doses e será referente, respectivamente, às primeira e segunda doses que cada cidadão deverá receber.  

O Ministério da Saúde comprou 100 milhões de doses do imunizante. Em março, em reunião com a farmacêutica, a pasta apresentou a previsão de que até junho seriam entregues 13,5 milhões de doses.

Fonte: Fernando Fraga A/B

Ministério da Saúde adianta envio de 15,5 milhões de vacinas da Pfizer

Após reunião do Comitê de Enfrentamento da Covid, também foram garantidas 520 milhões de imunizantes até fim do ano

O Ministério da Saúde anunciou, nesta quarta-feira (14), que o governo federal conseguiu antecipar a chegada, até junho, de 15,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer.

O anúncio foi feito, em entrevista coletiva, após segunda reunião do Comitê de Enfrentamento da Covid, que aconteceu nessa manhã. 

O chefe da pasta, Marcelo Queiroga, informou que a remessa foi antecipada para os meses de abril, maio e junho e faz parte das 100 milhões de doses compradas pelo Ministério da Saúde no mês passado. 

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), estava presente e afirmou que o encontro também tratou da garantia do cronograma para entrega de doses de imunizantes até o fim de 2021.

“O cronograma garante 520 milhões de doses até o fim do ano, sendo majoritariamente atendido por Fiocruz e Instituto Butantan, além do consórcio Covax Facility. Esperamos que todos os brasileiros estejam vacinados até o fim do ano, por isso, suplicamos ao ministério a antecipação das vacinas”, afirmou o presidente do Senado.

Pacheco disse ainda que pediu ao ministério para interceder para que as vacinas sejam aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com mais rapidez. 

“Pedimos a interferência do ministro da Saúde junto a Anvisa para que a vacina Sputinik V seja liberada para a compra, além de agilizar outros imunizantes”, disse. 

Kit intubação

Além da situação da vacinas para prevenir a covid-19, Queiroga também informou sobre a compra de medicamentos e insumos para o kit intubação e entrega às secretarias municipais e estaduais de saúde. 

 “O governo federal, em conjunto com a Organização Pan-Americana de Saúde, vai fazer uma compra direta de insumos para que, nos próximos dez dias, tenhamos nossos estoques reforçados para atendar as secretarias de saúde”, disse o ministro.

Sobre a falta de oxigênio nos hospitais, o responsável pela Saúde anunciou a compra de uma nova carga do insumo junto ao Canadá. “Estamos trazendo 18 caminhões importados do Canadá e o objetivo é trazer 50 caminhões para resolver esse problema de oxigênio. Além disso, a iniciativa privada está nos ajudando com cilindros. Vale lembrar que também os grandes centros estão com escassez, não só as cidades mais longínquas”, explicou Queiroga. 

Na 2ª reunião do comitê, também ficou definida a criação da Secretaria Extraordinária para Assuntos de Covid-19 e a enfermeira Franciele Fontana assumirá o comando do departamento. “Escolhemos uma funcionária de carreira para prestigiar a carreira pública e fortalecer os quadros do Ministério da Saúde. A enfermeira representa um milhão de profissionais de enfermagem no Brasil e, através dela, gostaríamos de reconhecer o trabalho dos profissionais que estão na linha de frente ao enfrentamento à covid-19”, explicou Queiroga. 

Franciele Fontana estava na coordenação do PNI (Programa Nacional de Imunização).  

Fonte: R7