Ministro critica municípios que criam regras próprias de vacinação

Marcelo Queiroga ressalta importância do “esforço tripartite”

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, defendeu hoje (16) o esforço conjunto entre as três esferas de governo, no sentido de valorizar e seguir as estratégias definidas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). O ministro criticou  os municípios que já estariam anunciando a aplicação da terceira dose da vacina  contra a covid-19, antes mesmo de a totalidade da população ter tomado a primeira dose. 

As declarações foram feitas em Campo Grande (MS), onde o ministro participou da solenidade na qual foram anunciadas ações locais de atenção primária à saúde.

Ao ressaltar a importância do “esforço tripartite”, que envolve ministério e secretarias estaduais e municipais de Saúde, Queiroga disse que todos devem “seguir juntos” em relação à Campanha Nacional de Vacinação. “Não podemos ter municípios criando regras próprias e escolhendo subgrupos diferentes para vacinação”, disse ao criticar prefeitos e secretários que estariam criando “estratégias próprias diferentes” do que foi pactuado na tripartite, incluindo subgrupos que não foram ali elencados.

“Tem município anunciando a terceira dose. Como anunciar a terceira dose se não aplicamos a primeira dose em 100% da população brasileira? Isso gera calor em vez de gerar luz. Precisamos ter dados oriundos da ciência para poder tomar decisão. Não pode ser uma ciência self-service, em que se sai usando o que quer. Tem de ter base sólida. Não sabemos ainda como é a intercambialidade de doses. Existe uma ou duas publicações sobre isso”, argumentou o ministro.

Fonte; Agência Brasil

Sesau define estratégias de vacinação com representantes dos 52 municípios em RO

A reunião aconteceu no Rondon Palace Hotel, e foi coordenada pelo Secretário do estado da Saúde, Fernando Máximo.

A continuidade da vacinação contra a covid-19 dos grupos prioritários elencados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 (PNO) e início da vacinação da população geral de 18 a 59 anos de idade foram temas discutidos durante a 5ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite de Rondônia (CIB), na manhã desta quinta-feira (17), no Rondon Palace Hotel, em Porto Velho.

O evento foi aberto oficialmente pelo gestor da Secretaria de Estado da Saúde, Fernando Máximo, que juntamente com técnicos da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), debateu com representes das Secretarias de Saúde dos 52 municípios rondonienses sobre as estratégias adotadas para viabilizar a vacinação contra a covid-19, bem como a transparência dos dados para a população.

Durante o evento, como ações da Agevisa foi proposto aos representantes da Saúde nos municípios, a vacinação dos trabalhadores da Educação com o imunizante da farmacêutica Janssen, além de reforçar a necessidade de maior agilidade e transparência no Estado relativa à campanha nacional de vacinação contra a covid-19 dos grupos prioritários previstos no PNO. “Dar transparência aos dados tem sido uma de nossas maiores dificuldades, no entanto hoje os municípios trouxeram todas as principais dificuldades que enfrentam para que possamos reverter essa situação”, disse Edilson Silva, diretor executivo da Agevisa.

O coordenador de Imunização da Agevisa, Ivo Barbosa explicou que os critérios para informar o percentual de vacinados deve considerar o público prioritário e não a população geral de Rondônia, descrita no IBGE.

O secretário da Sesau, Fernando Máximo conduziu a reunião e orientou os representantes dos municípios a seguirem o atendimento aos públicos previstos no PNO. “Não é adequado somente que se baixe a faixa etária para os atendimentos, é preciso cumprir a sequência do público indicada pelo Ministério da Saúde e ter o cuidado minucioso quanto à reserva das segundas doses, para evitar transtornos futuramente”.

Em Rondônia atualmente estão sendo contemplados os seguintes grupos prioritários: pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e forças armadas (restrita aos profissionais nas ações de combate a covid-19) e trabalhadores de transporte aéreo.

No entanto, devido a importantes impactos ocasionados na Educação, inclusive aos grupos sociais menos favorecidos e que tem por exemplo, dificuldade ou mesmo inviabilidade para a adesão ao ensino à distância, está sendo apresentada a proposta de antecipar a vacinação dos profissionais que atuam neste seguimento. Para o grupo de trabalhadores da Educação deve ser seguida a seguinte ordem de prioridade: creches, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, ensino profissionalizante e Educação de Jovens e Adultos (EJA) e na sequência, os trabalhadores da Educação do ensino superior.

Ao mesmo tempo, será iniciada a vacinação da população geral (18 a 59 anos), de maneira escalonada e por faixas etárias decrescentes até o atendimento geral da população acima de 18 anos. Os municípios que não apresentam demanda ou tenham demanda diminuída para vacinação dos grupos com maior vulnerabilidade e trabalhadores da Educação poderão pactuar em CIB, a adoção imediata da estratégia de vacinação segundo a faixa etária em ordem decrescente de idade garantindo o percentual para continuidade da vacinação dos demais grupos prioritários.

Fonte: Secom-RO

Governo discute plano de ação para reforçar suporte às gestantes e puérperas com covid-19, em Vilhena

Mais de 600 gestantes e puérperas já foram imunizadas com a vacina em Vilhena. O alerta sobre os cuidados vem sendo redobrados em todo o Estado.

Com o aumento no número de casos de gestantes contaminadas com a covid-19, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) vem seguindo as orientações do Ministério da Saúde que incluiu no Plano Nacional de Operacionalização (PNO) da vacinação contra o coronavírus, gestantes e lactantes que possuem algum tipo de comorbidade que agrave a doença. Técnicos da Sesau participaram de uma reunião com coordenadores de Atenção Básica do município de Vilhena, para o alinhamento do plano de ação no fluxo de atendimento na semana passada.

Em Vilhena, mais de 600 gestantes já foram imunizadas com a primeira dose. Neste ano, até o mês de abril, foram realizados 699 partos no Hospital Regional de Vilhena, sendo 497 de gestantes residentes e 202 de pacientes das cidades vizinhas. Desse total, 37 gestantes e 5 puérperas contraíram a covid-19, 38 tiveram a saúde restabelecida e 4 vieram a óbito, sendo uma gestante e três puérperas.

As reuniões técnicas são primordiais para que os profissionais possam ofertar a orientação e o tratamento adequado em caso de ocorrências com gestantes contaminadas. O alerta sobre os cuidados vem sendo redobrados em todo o Estado. Os profissionais reforçam que independente da existência de comorbidades, todas as precauções devem ser tomadas, uma vez que as novas cepas são mais agressivas.

“Estamos em um momento delicado da pandemia e não podemos diminuir os esforços. Zelar pela saúde de todos é o motivo de estarmos sempre buscando esse alinhamento. É preciso trabalhar com unidade e fornecer atendimento digno e de qualidade aos usuários do SUS, assim como também diminuir o risco de exposição das gestantes e puérperas”, disse a secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch.

A orientação é que além das recomendações necessárias para evitar o contágio da doença, as grávidas devem fazer o acompanhamento do pré-natal e aquelas que apresentarem sintomas no período de dois a três dias devem procurar um hospital para a realização de exames.

Fonte: Sesau

Ministro diz que 160 milhões serão vacinados até dezembro no Brasil

Marcelo Queiroga presenciou hoje em SP entrega de leitos de UTI

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (11), em São Paulo,  que 160 milhões de brasileiros serão vacinados contra a covid-19 até o final deste ano. 

“Vamos nos empenhar fortemente para acelerar a nossa campanha de vacinação, já distribuímos mais de 105 milhões de doses para estados e municípios e mais de 70 milhões de doses de vacinas já foram aplicadas, já temos uma cobertura de duas doses de mais de 15% da população brasileira e, em junho, teremos ao menos 40 milhões de doses de vacinas. A perspectiva do mês de julho é satisfatória, haja visto a chegada de vacinas. Somente com a Pfizer, até setembro, teremos 100 milhões de doses e de setembro a dezembro serão mais 100 milhões de doses”, afirmou. 

Queiroga participou, ao lado do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, da inauguração de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de Enfermaria no Hospital Municipal Guarapiranga (SP). Foram entregues 65 novos leitos (30 de UTI e 35 de enfermaria) exclusivos para o atendimento de pacientes com complicações decorrentes do novo coronavírus, no hospital situado na zona sul da capital. 

No local, que é custeado em parceria com o governo federal, foram investidos R$ 2.638.432,66 para ampliação. Os novos leitos já poderão ser utilizados na próxima semana.

Importância da parceria

O prefeito Ricardo Nunes, de São Paulo, mostrou preocupação com a ocupação de leitos de UTI da capital paulista nas últimas semanas. “Por isso, essa ação muito forte da Secretaria Municipal da Saúde de ampliar os leitos, para não faltar leito para ninguém, como não faltou”, disse.

“Quero agradecer ao governo federal por essa parceria. Aqui o custeio é de R$ 13 milhões por mês. Metade desse valor é arcado pela prefeitura de São Paulo e metade pelo Ministério da Saúde, o que demonstra a importância da união com relação a gente trabalhar para poder salvar vidas e dar atendimento às pessoas”, completou o prefeito.

A unidade foi entregue em maio do ano passado e iniciou a operação com 30 leitos de UTI e dez de enfermaria. Em julho, ela foi ampliada para 140 leitos de UTI e 23 de enfermaria. Em março, chegou a 160 leitos de UTI e 34 de enfermaria. Com os novos leitos entregues hoje, o hospital passa a contar com 259 leitos, sendo 190 leitos de UTI e 69 de enfermaria.

Os novos leitos implantados no Hospital Municipal Guarapiranga começam a ser utilizados na próxima semana e todos serão referenciados pela Central de Regulação de Vagas do município. Para a ampliação desses novos leitos, foram realizadas readequações e reestruturações de toda rede elétrica e hidráulica, instalação da rede lógica, instalação de toda rede de gases medicinais e adequação do piso. A obra começou em 19 de abril e foi concluída em 9 de junho de 2021, com um investimento de R$ 2,638 milhões.

Valores

O secretário municipal da Saúde, Edson Aparecido, destacou a importância desse complexo hospitalar. “Por aqui já passaram  3.560 pacientes. Tivemos aqui mais de três mil altas. Para cá, a nossa regulação envia os pacientes mais graves de covid-19 na cidade”, disse.

Segundo a prefeitura, desde maio, o custeio mensal do hospital corresponde a R$ 13,440 milhões, sendo R$ 6,720 milhões por meio do repasse do tesouro municipal e R$ 6,720 milhões por meio de transferência federal.

“A saúde é um direito de todos e um dever do estado garantido mediante políticas sociais e econômicas. Assim prega a nossa Constituição Federal e é isso que se faz aqui no município de São Paulo. Tanto é verdade que a própria população do estado de São Paulo considera, através de pesquisa, o sistema municipal de saúde desta cidade como o melhor serviço público”, afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Fonte: Kleber Sampaio A/B

Queiroga em visita na capital, diz que prioridade do Governo é reforçar a campanha de vacinação

Ministro visitou unidades hospitalares de Porto Velho junto com autoridades estaduais e municipais.

Rondônia recebeu nesta quinta-feira (3), a visita do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em Porto Velho. Foi a primeira visita do titular da pasta ao Estado, sendo recebido pelo governador Marcos Rocha, secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, demais autoridades municipais e militares.

Queiroga esteve na faculdade particular Aparício Carvalho da Capital, onde se reuniu com entidades médicas de Rondônia, para tratar sobre a pandemia, ações do Ministério da Saúde e demais assuntos pertinentes a categoria. Ainda na instituição de ensino superior, o ministro da Saúde foi homenageado com o descerramento de placa, pela visita ao Estado.

Após o ato, houve uma coletiva de imprensa no auditório da instituição de ensino, que contou com a participação do secretário da Saúde, Fernando Máximo, do secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara Medeiros, do senador Marcos Rogério, do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia (ALE), deputado estadual Alex Redano, do deputado estadual Alan Queiroz, das deputadas federais Mariana Carvalho e Silvia Cristina, além de representantes e autoridades municipais.

Durante a coletiva, Queiroga afirmou que a prioridade do Ministério da Saúde é reforçar a campanha de vacinação, pois é uma esperança de por fim a pandemia que já dura mais de um ano. Ele destacou também, que desde o início do Programa Nacional de Imunização (PNI), que começou em janeiro deste ano, foram distribuídas mais de 100 milhões de doses da vacina contra a covid-19 pelo país. Ministro da saúde afirmou que a prioridade do Governo Federal é reforçar a campanha de vacinação.

Ministro da Saúde Marcelo Queiroga, Junto com o Governador Marcos Rocha e Secretário da Saúde Fernando Máximo.

Nesta semana, o ministro da Saúde, acompanhado do presidente Jair Bolsonaro, assinou o acordo de transferência de tecnologia entre a farmacêutica AstraZeneca e a Fundação Osvaldo Cruz, que dá autonomia ao Brasil de produzir vacinas com Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), fabricado em território nacional, sendo mais um passo importante para o avanço da vacinação no país. “É uma conquista não somente do Ministério da Saúde, do Governo do presidente Jair Messias Bolsonaro, mas de cada um dos brasileiros”.

O ministro se solidarizou com as pessoas que foram vítimas da covid-19 em Rondônia e lembrou que o Estado vive uma situação complexa no sistema de saúde e se colocou à disposição para verificar às necessidades. Queiroga recebeu demanda do governador Marcos Rocha e demais parlamentares para que houvesse aportes maiores de vacinas para Rondônia.

Queiroga acentuou que será levada uma proposta ao PNI para o reforço de vacinas nos estados de Rondônia, Roraima, Acre, Amazonas e Amapá, que possuem fronteiras, com circulação de cidadãos de outros países. “Assim, evitamos que cheguem variantes de outros países aqui no Brasil”.

À tarde, Marcelo Queiroga, acompanhado do secretário, Fernando Máximo, realizou uma rápida visita ao Hospital João Paulo II, que recentemente recebeu reforma e reparos nas instalações do prédio. Em seguida, se deslocou até o Hospital de Amor da Amazônia, para conhecer a unidade hospitalar, acompanhado pelo presidente da instituição, Henrique Prata e o governador Marcos Rocha.

No fim de sua agenda institucional a Porto Velho, Marcelo Queiroga anunciou que os Ministérios da Infraestrutura, da Ciência, Tecnologia e Inovações e o da Defesa, vão instalar 124 unidades básicas de saúde, informatizadas com telecardiologia, telepediatria, teleoftalmologia, telepsiquiatria pelo país. Rondônia será um dos Estados contemplados com este modelo de atendimento.

Fonte: Secom

Prefeitura aguarda confirmação do MS para iniciar vacinação em profissionais da Educação em Porto Velho

Mais de 8 mil profissionais da Educação aguardam pela 1ª dose da vacina contra a Covid-19.

Em Porto Velho, mais de 8 mil profissionais da Educação aguardam para tomar a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Na última semana, o Ministério da Saúde (MS) definiu, em nota técnica, a ordem de prioridade para vacinação desses profissionais.

Conforme o documento, professores de creches e pré-escolas deverão ser os primeiros da fila, e os da educação superior, os últimos.

Na capital rondoniense, 4.564 trabalhadores fazem parte da educação básica e 4.257 integram a educação superior.

A Prefeitura de Porto Velho disse que ainda não recebeu um posicionamento do Ministério da Saúde quanto à imunização dos profissionais da educação.

“Oficialmente as unidades federativas ainda não foram notificadas da nova orientação pelo MS. Para um posicionamento efetivo, precisamos da emissão da norma técnica, pois nela estão contidas as diretrizes de como os entes federados (estados e municípios e o DF) devem agir, ou seja, não há como se programar sem saber que diretrizes seguir”, explicou.

Além disso, a administração municipal esclareceu que as aulas só voltam a acontecer de forma presencial quando 100% dos trabalhadores da Educação estiverem vacinados.

Os profissionais da educação são o 18º e o 19º grupos prioritários da imunização, conforme a edição mais recente do Plano Nacional de Operacionalização (PNO) da vacinação contra a Covid-19.

Fonte: Comdecom

Novo lote com mais de 4.000 doses de vacinas contra Covid chega em Rondônia

A 25º remessa corresponde a 4.680 doses de vacinas da Pfizer/Comirnaty e a 26º remessa é referente a 44.000 doses de vacinas da AstraZeneca/Fiocruz

O Governo de Rondônia recebeu na tarde desta quarta-feira (26), na Central de Rede de Frio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), em Porto Velho, duas remessas de vacinas contra a Rosângela covid-19. A 25º remessa corresponde a 4.680 doses de vacinas da Pfizer/Comirnaty e a 26º remessa é referente a 44.000 doses de vacinas da AstraZeneca/Fiocruz. As 48.680 vacinas recebidas serão destinadas à primeira dose do público alvo prioritário.

A remessa de AstraZeneca será destinada ao público das Forças de Segurança e Salvamento e das Forças Armadas, também pessoas com comorbidades, pessoas com deficiência permanente, e pela primeira vez serão atendidos os trabalhadores portuários e trabalhadores de transporte aéreo.

De acordo com a pauta de distribuição do Ministério da Saúde, as vacinas AstraZeneca serão distribuídas 36.375 para pessoas com comorbidades e deficiência permanente, 1.778 para trabalhadores de transporte aéreo, 663 para os trabalhadores portuários, 861 para Forças de Salvamento e Segurança, e Forças Armadas.

A Agevisa informou que a distribuição da vacina AstraZeneca para os dois novos públicos, trabalhadores do transporte aéreo e portuários, também será feita conforme a apresentação da clientela pelas instituições responsáveis, que foram acionadas nesta quarta-feira (26) pela Coordenação Estadual de Imunização.

O coordenador estadual, Ivo Barbosa, disse que é necessário que as entidades informem o quantitativo dos trabalhadores portuários e dos aeroportos, por município, para que seja feita a distribuição das vacinas destinadas a essa população.

A remessa da Pfizer atenderá com a primeira dose as gestantes e puérperas com ou sem comorbidades, desde que apresentem a prescrição médica indicando a vacinação. A previsão dada pela Coordenação de Imunização da Agevisa para o início da vacinação das gestantes e puérperas nos municípios, é para a próxima terça-feira (1).

A diretora-geral da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, informou que a remessa da vacina da Pfizer está sendo descentralizada para atender 26 municípios, incluindo a Capital. Em uma reunião entre o Estado e os Municípios, 26 gestores apresentaram por meio de documentos as condições necessárias para receber a vacina Pfizer e a atender a estratégia de aplicação em tempo hábil.

NOVOS GRUPOS PRIORITÁRIOS

Conforme o 19º informe técnico do Ministério da Saúde os riscos de agravamento e óbito pela covid-19 orientaram a definição dos grupos prioritários apresentados no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a covid-19 (PNO). No documento o Ministério afirma que a medida tem “como objetivo promover a redução da morbimortalidade causada pelo novo coronavírus, bem como a manutenção do funcionamento da força de trabalho dos serviços de saúde e a manutenção do funcionamento dos serviços essenciais”.

A coordenação-geral do Programa Nacional de Imunizações do Governo Federal já publicou 21 pautas de distribuição, com aproximadamente 96,1 milhões de doses distribuídas. A pauta 21ª prevê a distribuição no território brasileiro de 6.161.750 milhões de doses são da AstraZeneca/Fiocruz e 609.570 milhões são de doses Pfizer/Comirnaty.

Ao todo, Rondônia já recebeu um total de 632.318 doses de vacinas, sendo: 331.308 dose de Coronavac, 279.950 de Astrazeneca e 21.060 da Pfizer.

Fonte: Agevisa

Governo anuncia plano de vacinação para atletas olímpicos

Imunização de atletas e comissões técnicas deve começar amanhã (12)

O Ministério da Saúde anunciou hoje (11) a vacinação contra a covid-19 de toda a delegação olímpica e paraolímpica brasileira que vai aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, cuja abertura está marcada para 23 de julho, depois de ter sido adiada em um ano devido à pandemia. 

Segundo dados apresentados pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, serão imunizados 1.814 indivíduos, entre atletas e comissão técnica. Ele disse que, para isso, foram doadas 4.050 doses pela farmacêutica norte-americana Pfizer e outras 8 mil pela chinesa Sinovac, fabricante da Coronavac.

“Temos doses suficientes para imunizar nossos atletas e ainda reforçar o Plano Nacional de Imunização”, disse Queiroga nesta terça-feira (11) em uma entrevista coletiva para anunciar a iniciativa, na sede do Ministério da Saúde, em Brasília.

De acordo com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), serão imunizados também todos aqueles credenciados a acompanhar as delegações, incluindo jornalistas, oficiais e técnicos que trabalharão nas mais variadas funções, como na coleta de exames antidoping, por exemplo.

A doação de vacinas faz parte de uma estratégia do Comitê Olímpico Internacional (COI) para imunizar todos as delegações que irão a Tóquio. “É uma tendência mundial, hoje 16 países já iniciaram a vacinação de seus atletas”, disse.

Cronograma

De acordo com o cronograma apresentado pelo Ministério da Saúde, a vacinação dos atletas e das comissões técnicas deve se iniciar amanhã (12) nas cidades de Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. Haverá imunizações também em Porto Alegre e no Distrito Federal, a partir de 17 de maio.

Para operacionalizar a vacinação desse público específico, o Ministério da Defesa auxilia com a logística de distribuição dos imunizantes e na disponibilização de salas de aplicação.

Veja a íntegra do anúncio

Fonte: Kelly Oliveira e Lílian Beraldo A/B

Japão começa a vacinar população contra o novo coronavírus

Primeira dose será aplicada em 40 mil profissionais de saúde

A vacinação contra o novo coronavírus teve início hoje (17) no Japão. O plano é aplicar a primeira dose em aproximadamente 40 mil profissionais de saúde.

“Estamos iniciando a vacinação, que é tida como a arma mais potente no combate ao novo coronavírus. Esperamos que um grande número de pessoas seja vacinado depois de compreender precisamente os benefícios e os riscos”, disse o ministro da Reforma da Regulamentação, Kono Taro, nessa terça-feira.

Está prevista a imunização adicional de cerca de 3,7 milhões de profissionais da saúde após o grupo inicial.

Dentro de poucos dias, o governo vai definir a logística de distribuição das vacinas, com base em metas que governos provinciais e municipais comunicarão hoje.

O governo japonês também solicitou a prefeituras que elaborem planos para a imunização de aproximadamente 36 milhões de pessoas com mais de 65 anos. O país concluir a vacinação de idosos em um prazo de dois meses e três semanas a partir de abril.

O plano oficial é informar detalhes sobre a eficácia e os efeitos colaterais da vacina após a sua aplicação nas primeiras 20 mil pessoas.

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 9 mil profissionais da linha de frente já receberam a primeira dose da vacina contra Covid em Porto Velho

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar 18.107 pessoas deste público, somente em Porto Velho, nas redes municipal, estadual, federal e privada.

Profissional da Saúde recebendo primeira dose da vacina

Para dar continuidade ao Plano de Imunização contra a Covid-19, a Prefeitura de Porto Velho recebeu uma nova remessa da vacina CoronaVac. No domingo (7), o Governo do Estado anunciou a entrega de 9 mil doses ao município, no entanto, após uma redistribuição, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) recebeu 8.900 doses para dividir em primeira e segunda aplicação.

Essas 4.450 doses serão aplicadas nos trabalhadores da Saúde, em atividades nas unidades médico-hospitalares público e privadas que atendem pacientes suspeitos ou confirmados de Covid-19. Até agora, cerca de 9 mil profissionais da linha de frente já receberam a primeira dose do imunizante. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar 18.107 pessoas deste público, somente em Porto Velho, nas redes municipal, estadual, federal e privada.

A vacinação dos profissionais iniciou no dia 19 de janeiro, quando Porto Velho recebeu a primeira remessa do imunizante. Por falta de vacina para todas as pessoas deste grupo, o Ministério da Saúde orientou, através do Segundo Informe Técnico, prioridade aos trabalhadores da linha de frente, ou seja, àqueles em contato direto com os pacientes.

DISTRITOS CONTEMPLADOS

Em seguida, de 3 a 5 de fevereiro, a vacinação foi ampliada para os profissionais de Saúde, em atividades nas unidades médico-hospitalares públicas e privadas que atendem pacientes suspeitos ou confirmados com a Covid-19. Etapa que terá continuidade nos próximos dias, com a inclusão dos trabalhadores da Saúde dentro dos critérios acima citados.

A Comissão de Vacinação contra a Covid-19, criada pela Semusa, se reuniu, na manhã desta segunda-feira (8), para elaborar o plano de ação desta próxima etapa, que se inicia nos próximos dias, em data que será amplamente divulgada através dos canais oficiais da Prefeitura.

Profissionais de Saúde que se enquadram nos critérios e que atuam nos distritos e zonas rurais também estão sendo contemplados com a vacina contra a Covid. As equipes de imunização percorreram a região da Ponta do Abunã e Baixo Madeira, durantes os três últimos finais de semana, para atender esta categoria.

Jacy-Paraná, Nova Mutum, Abunã, Vista Alegre do Abunã, Fortaleza do Abunã, Nova Califórnia, Extrema e União Bandeirantes, São Carlos, Calama, Cujubim Grande, Demarcação e Nazaré foram os distritos contemplados. Além deles, as unidades de saúde das comunidades de Aliança, Jamary, Nova Aliança, Nova Esperança, São Miguel, Linha 28, Terra Santa e Lago do Cuniã também receberam as equipes vacinadoras. Ao todo, 226 profissionais receberam a primeira dose da vacina CoronaVac.

Fonte: Semusa